então ...amanhã á subida dos juros do B.C.E. ou não...?
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Trichet assinala que BCE não tem pressa em mexer nos juros (act)
04/10/2007
Jean-Claude Trichet, após ter mantido as taxas de juro nos 4%, sinalizou que a autoridade monetária não tem pressa em aumentar as taxas de juro da Zona Euro, preferindo aguardar por mais informações para definir os juros. A maior surpresa surgiu na omissão à referência de que a política monetária é acomodatícia.
O presidente do Banco Central Europeu (BCE reafirmou hoje que o crescimento económico está sustentado, que os riscos inflacionistas persistem e que a autoridade monetária vai actuar de forma "firme e atempada", ainda que as incertezas do impacto da volatilidade dos mercados na actividade económica tenham aumentado.
Os juros permaneceram nos 4% porque "é necessária mais informação antes de decidir sobre as taxas de juro".
Jean-Claude Trichet manteve o discurso de restritividade proferido na reunião de Setembro, tal como os economistas-chefes contactados ontem pelo Jornal de Negócios previram. Contudo, o responsável fez alguns alertas: é necessário monitorizar os indicadores e as incertezas em relação ao impacto da volatilidade dos mercados na actividade económica aumentaram.
O presidente da autoridade monetária voltou a sublinhar que os riscos inflacionistas persistem e que os indicadores conhecidos mostram que a economia está a crescer a um ritmo sustentado, ainda que as incertezas do impacto da volatilidade dos mercados tenha aumentado.
A maior surpresa no discurso de Trichet surgiu no facto de o presidente do BCE, ao contrário de todas as reuniões dos últimos meses, não ter referido que a política monetária é acomodatícia, ou seja, que impulsiona o crescimento económico.
A este respeito, Trichet explicou que não há discursos predefinidos e que estes não têm que ser iguais aos do passado.
Ainda assim, Trichet reiterou que o BCE "está pronto para conter os riscos para a estabilidade de preços" e que "vai actuar de uma forma firme e atempada".
Contudo, o BCE optou por manter a taxa de juro d e referência para a Zona Euro nos 4%, porque ainda persistem algumas incertezas relacionadas com a crise nos mercados financeiros.
Jean-Claude Trichet diz que é "necessária mais informação antes de se decidir sobre as taxas de juro".
É preciso "prestar uma atenção especial" para perceber o potencial impacto na economia, afirmou o responsável. "Permanece a necessidade de reunir informação adicional e examinar os novos dados antes de retirar mais conclusões na política monetária".
"Actuando de uma forma firme e atempada, vamos assegurar que os riscos para a estabilidade de preços ao longo do médio prazo não se materializam", reiterou o presidente da autoridade monetária.
"No que respeita aos mercados financeiros, vamos continuar a prestar uma grande atenção nos próximos tempos", disse Trichet, salvaguardando que os indicadores conhecidos apontam para que o crescimento económico permanece sustentado.
Ainda assim, Trichet alertou que, no que respeita "ao potencial impacto do aumento da volatilidade dos mercados financeiros, as incertezas para a actividade económica aumentaram".
in negocios.pt
O Banco Central Europeu (BCE) decidiu manter a taxa de juro inalterada nos 4%, tal como o mercado estava a antecipar. A influenciar esta decisão estará a incerteza que se vive em relação ao fim da crise hipotecária e ao impacto que esta terá na economia.
O BCE anunciou, após a reunião de governadores, que decidiu manter a taxa de juro de referência para a Zona Euro nos 4%. Os economistas consultados ontem pelo Jornal de Negócios já antecipavam esta decisão e foram mais longe: os juros deverão manter-se nos 4%, pelo menos, até ao final do ano.
O presidente da autoridade monetária da Zona Euro, Jean-Claude Trichet, vai explicar ao mercado esta decisão. Por volta das 13h30 o responsável vai proferir um discurso para dizer o que foi tido em consideração para esta decisão.
Em causa estará a incerteza que ainda se vive nos mercados financeiros. "O ambiente ainda é de alguma incerteza e isso justifica a manutenção dos juros" afirmou ontem João Miguel Lourenço do CaixaBI ao Jornal de Negócios, antecipando a decisão do BCE. "Não é crível que o BCE se precipite a subir os juros" adiantou o economista Ivo Banaco do Banco Espírito Santo (BES).
CaixaBI, BES, Santander e BPI foram unânimes: o BCE opta por manter os juros nos 4% hoje e até, pelo menos, ao final do ano. Ao contrário das previsões anteriores, que apontavam para uma ou duas subidas do preço do dinheiro este ano, as casas de investimento apontam agora para a manutenção dos juros nos 4%.
A confirmarem-se estas expectativas, o BCE deverá optar por fazer uma paragem no ciclo de subidas de juros, inciado em Dezembro de 2005.
O Banco Central Europeu (BCE) decidiu manter a taxa de juro inalterada nos 4%, tal como o mercado estava a antecipar. A influenciar esta decisão estará a incerteza que se vive em relação ao fim da crise hipotecária e ao impacto que esta terá na economia.
O BCE anunciou, após a reunião de governadores, que decidiu manter a taxa de juro de referência para a Zona Euro nos 4%. Os economistas consultados ontem pelo Jornal de Negócios já antecipavam esta decisão e foram mais longe: os juros deverão manter-se nos 4%, pelo menos, até ao final do ano.
O presidente da autoridade monetária da Zona Euro, Jean-Claude Trichet, vai explicar ao mercado esta decisão. Por volta das 13h30 o responsável vai proferir um discurso para dizer o que foi tido em consideração para esta decisão.
Em causa estará a incerteza que ainda se vive nos mercados financeiros. "O ambiente ainda é de alguma incerteza e isso justifica a manutenção dos juros" afirmou ontem João Miguel Lourenço do CaixaBI ao Jornal de Negócios, antecipando a decisão do BCE. "Não é crível que o BCE se precipite a subir os juros" adiantou o economista Ivo Banaco do Banco Espírito Santo (BES).
CaixaBI, BES, Santander e BPI foram unânimes: o BCE opta por manter os juros nos 4% hoje e até, pelo menos, ao final do ano. Ao contrário das previsões anteriores, que apontavam para uma ou duas subidas do preço do dinheiro este ano, as casas de investimento apontam agora para a manutenção dos juros nos 4%.
A confirmarem-se estas expectativas, o BCE deverá optar por fazer uma paragem no ciclo de subidas de juros, inciado em Dezembro de 2005.
Na agenda da Carregosa, a unica informação relevante que tenho para amanhã é a taxa de desemprego nos EUA.
Por estranho que pareça uma alta taixa de desemprego levará, provavelmente, a que o mercado suba uma vez que irá colocar mais pressão no FED para continuar a baixar as taxas de juro.
Por estranho que pareça uma alta taixa de desemprego levará, provavelmente, a que o mercado suba uma vez que irá colocar mais pressão no FED para continuar a baixar as taxas de juro.
Be Galt. Wear the message!
The market does not beat them. They beat themselves, because though they have brains they cannot sit tight. - Jesse Livermore
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Sulla Escreveu:BCE e B Inglaterra matem valor. E agora?
Agora esperamos pelos pedidos de subsidio de desemprego ás 13.30 e pelas encomendas à industria ás 15.
Vida de bolsista é assim, esperar que abra, esperar que feche, esperar que suba, esperar que saiam dados..
Porquê que achas que o Mech anda na bolsa? porque alguém lhe disse que isto é vida de "esperar sentado"
Abraços
Esta é a vantagem da ambição:
Podes não chegar á Lua
Mas tiraste os pés do chão...
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Mas tiraste os pés do chão...
vitor79 Escreveu:Vai ser um bom indicador de como está a ser resolvida esta crise.
Se as taxas descerem, em minha opinião é porque isto não está mesmo nada bem. (...)
O que não está bem é continuar-se com o desfazamento do euro face ao dolar. Portanto se o BCE fizer alguma coisa no sentido travar este desnível, penso que seria bom para nós
Já com alguns dias..
http://dn.sapo.pt/2007/09/28/dnbolsa/bc ... _2008.html
"O BCE não vai aumentar as taxas de referência até ao fim do ano, com os analistas a preverem que os juros se mantenham "congelados" durante o primeiro trimestre de 2008. Jean-Claude Trichet, o presidente do Banco Central, gostaria de aumentar o preço do dinheiro, devido às pressões inflacionistas, mas a crise no subprime - o crédito imobiliário de alto risco nos EUA - contagiou a Europa, arrefecendo o ritmo do crescimento, e obrigou-o a adiar o calendário de subidas. A prioridade para o BCE é agora a saúde do sistema financeiro da área euro e a inflação passou para segundo plano.
Como afirmam os economistas, "os indicadores económicos não seriam, de per si, impeditivos de fazer subir as taxas de juro". Apesar do euro estar mais caro frente ao dólar americano - prejudicando o preço das exportações europeias - e da ligeira desaceleração da economia, a área euro, como dizem os economistas, está a "funcionar perto do seu potencial". Assim, o emprego está a crescer e os empréstimos da banca aos empresários e famílias evoluem perto dos dois dígitos, apesar da Euribor se situar 0,7 pontos percentuais acima da taxa indicativa do BCE (4%). Em 2007, a economia deverá crescer acima do potencial, entre os 2,5% e os 2,6%, e no próximo ano prevê-se 2,2%."
Pessoalmente acho que mantem ou reduz ligeiramente.
cumprimentos
"O BCE não vai aumentar as taxas de referência até ao fim do ano, com os analistas a preverem que os juros se mantenham "congelados" durante o primeiro trimestre de 2008. Jean-Claude Trichet, o presidente do Banco Central, gostaria de aumentar o preço do dinheiro, devido às pressões inflacionistas, mas a crise no subprime - o crédito imobiliário de alto risco nos EUA - contagiou a Europa, arrefecendo o ritmo do crescimento, e obrigou-o a adiar o calendário de subidas. A prioridade para o BCE é agora a saúde do sistema financeiro da área euro e a inflação passou para segundo plano.
Como afirmam os economistas, "os indicadores económicos não seriam, de per si, impeditivos de fazer subir as taxas de juro". Apesar do euro estar mais caro frente ao dólar americano - prejudicando o preço das exportações europeias - e da ligeira desaceleração da economia, a área euro, como dizem os economistas, está a "funcionar perto do seu potencial". Assim, o emprego está a crescer e os empréstimos da banca aos empresários e famílias evoluem perto dos dois dígitos, apesar da Euribor se situar 0,7 pontos percentuais acima da taxa indicativa do BCE (4%). Em 2007, a economia deverá crescer acima do potencial, entre os 2,5% e os 2,6%, e no próximo ano prevê-se 2,2%."
Pessoalmente acho que mantem ou reduz ligeiramente.
cumprimentos
Editado pela última vez por PedroPadinha em 3/10/2007 23:11, num total de 1 vez.
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- Registado: 23/3/2007 11:50
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Nos EUA é no final de Outubro.
Não descarto totalmente a hipotese de descer amanhã, e não tem nada a ver com a crise dentro das nossas fronteiras. Simplesmente o USD está a ser desvalorizado em demasia e isto tem sido um corropio de politicos a queixaram-se na TV que o EUR forte está a prejudicar as economias nacionais e respectivas empresas. Claro que a seguir estes mesmos politicos vêm dizer "mas isto não é nenhum recado, o BCE é independente" (aka Romano Prodi).
Contudo, o cenário mais provável é mesmo a manutenção, simplesmente porque a inflacção não deu sinais de abrandar e o BCE sempre tem feito desse mal o seu principal alvo.
Subi-las, neste momento, era suicidio.
Não descarto totalmente a hipotese de descer amanhã, e não tem nada a ver com a crise dentro das nossas fronteiras. Simplesmente o USD está a ser desvalorizado em demasia e isto tem sido um corropio de politicos a queixaram-se na TV que o EUR forte está a prejudicar as economias nacionais e respectivas empresas. Claro que a seguir estes mesmos politicos vêm dizer "mas isto não é nenhum recado, o BCE é independente" (aka Romano Prodi).
Contudo, o cenário mais provável é mesmo a manutenção, simplesmente porque a inflacção não deu sinais de abrandar e o BCE sempre tem feito desse mal o seu principal alvo.
Subi-las, neste momento, era suicidio.
Be Galt. Wear the message!
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The market does not beat them. They beat themselves, because though they have brains they cannot sit tight. - Jesse Livermore
Vai ser um bom indicador de como está a ser resolvida esta crise.
Se as taxas descerem, em minha opinião é porque isto não está mesmo nada bem. pelo contrario se subirem a bolsa deve descer um dia ou dois mas o que ele nos está a dizer é que as coisas estão muito bem encaminhadas.
Já agora quando é que é a data dos Estados Unidos?
Se as taxas descerem, em minha opinião é porque isto não está mesmo nada bem. pelo contrario se subirem a bolsa deve descer um dia ou dois mas o que ele nos está a dizer é que as coisas estão muito bem encaminhadas.
Já agora quando é que é a data dos Estados Unidos?
A Tendência é Nossa Amiga.
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- Registado: 9/12/2006 20:01
Saudações
Penso que não havendo alterações por parte do BCE os mercados reagirão de forma neutra a ligeiramente positiva. Subindo para 4,25 pode levar a fortes correcções. As opiniões dos analistas apontam para não alteração mas até amanhã às 12:45...indo e vendo. Havendo subida aumenta a pressão sobre o FED no sentido de reduzir os cortes ao máximo e penso que os mercados estão também a contar com mais uma descidia de .25 no final do mês por parte do FED.
Por outro lado não aumento das taxas na Europa e redução de .25 ou até .50 é sinal de estagnação ou abrandamento a médio prazo...
Estou curioso com posições abertas mas atento e com mecanismos de segurança, e ao mesmo tempo confiante que aos poucos isto vai melhorando e que o pior já passou, mesmo havendo uma correcção aqui outra acolá o Bull (por mansinho que seja) está aí por mais alguns tempos.
Cumprimentos
Penso que não havendo alterações por parte do BCE os mercados reagirão de forma neutra a ligeiramente positiva. Subindo para 4,25 pode levar a fortes correcções. As opiniões dos analistas apontam para não alteração mas até amanhã às 12:45...indo e vendo. Havendo subida aumenta a pressão sobre o FED no sentido de reduzir os cortes ao máximo e penso que os mercados estão também a contar com mais uma descidia de .25 no final do mês por parte do FED.
Por outro lado não aumento das taxas na Europa e redução de .25 ou até .50 é sinal de estagnação ou abrandamento a médio prazo...
Estou curioso com posições abertas mas atento e com mecanismos de segurança, e ao mesmo tempo confiante que aos poucos isto vai melhorando e que o pior já passou, mesmo havendo uma correcção aqui outra acolá o Bull (por mansinho que seja) está aí por mais alguns tempos.
Cumprimentos
"Na dúvida, mais vale perder uma oportunidade de ganhar do que ganhar a oportunidade de perder" - SVLLA
O mercado já descontou que não há subidas este ano.Se isso acontecesse, podem contar com uma queda valente. O euro ficaria a valor incomportável para as exportações europeias.E se está difícil pagar os créditos...uma crise enorme se instalaria. Bom...bom, era uma descidita. Seria um sinal forte que a inflacção estava controlada e que os incumprimentos não aumentavam.
Abraço
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então ...amanhã á subida dos juros do B.C.E. ou não...?
boa noite.
estou a procurar nos tópicos mais recentes se alguem mais esclarecido tem uma opinião formada sobre o que se vai passar amanhã por volta das 12h.45mn e...nada, parece que anda tudo numa esteria com estas recentes subidas e tds se esqueceram que amanhã vai haver reunião do B.C.E.ninguem fala da possivel aumento dos juros ou se mantem... pois caso se vier a verificar uma subida é natural que haja uma correçãozita nos mercados ou não...?
acho que é uma questão que interessa a todos,talvez mais se á uma ou outra acção a quebrar um suporte ou resistência,pois o que for decidido amanhã pode ser o catalizador de muita coisa.
abraço
J.matias
estou a procurar nos tópicos mais recentes se alguem mais esclarecido tem uma opinião formada sobre o que se vai passar amanhã por volta das 12h.45mn e...nada, parece que anda tudo numa esteria com estas recentes subidas e tds se esqueceram que amanhã vai haver reunião do B.C.E.ninguem fala da possivel aumento dos juros ou se mantem... pois caso se vier a verificar uma subida é natural que haja uma correçãozita nos mercados ou não...?
acho que é uma questão que interessa a todos,talvez mais se á uma ou outra acção a quebrar um suporte ou resistência,pois o que for decidido amanhã pode ser o catalizador de muita coisa.
abraço
J.matias
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