Energia eólica
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Eu por mim continuo a investir no sector nuclear (nas suas várias vertentes). Além de estar em crescimento já quando estes gajos se fartarem de plantar ventoinhas vai ser a única safa, pelo menos enquanto os paineis solares não ficarem baratos (tomara fiquem depressa, espero enganar-me no timeframe, era bom sinal).
PS: não tenho nada contra as eólicas, mas aquilo simplesmente não é rentável a preços justos (i.e. de mercado). E quando calhar a ser rentável (subida do preço dos fósseis e da energia) é atropelado rapidamente pela retaguarda pela geração solar directa.
PS: não tenho nada contra as eólicas, mas aquilo simplesmente não é rentável a preços justos (i.e. de mercado). E quando calhar a ser rentável (subida do preço dos fósseis e da energia) é atropelado rapidamente pela retaguarda pela geração solar directa.
However elegant the method we should occasionally look at the results.
Boas,
alguém sabe o que é necessário fazer para alugar terrenos para essas turbinas ou se isto é possivel?
Vi uma reportagem, n me recordo onde, que os agricultores ao invés de viverem dos rendimentos agricolas tiravam rendimentos anuais de algumas turbinas que tinham nos seus terrenos.
Cumps
alguém sabe o que é necessário fazer para alugar terrenos para essas turbinas ou se isto é possivel?
Vi uma reportagem, n me recordo onde, que os agricultores ao invés de viverem dos rendimentos agricolas tiravam rendimentos anuais de algumas turbinas que tinham nos seus terrenos.
Cumps
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karlitos Escreveu:é daquelas coisas que nao me entram.
a unica explicaçao que encontro é os custos de manutençao e criaçao dos campos eolicos serem ainda muitos caros pois caso contrario nao havendo consumo de materia prima para haver produçao só pode ser mais barata!
Há vários factores que a maior parte das pessoas desconhece:
...e estes são apenas alguns factores.
Um abraço.
"People want to be told what to do so badly that they'll listen to anyone." - Don Draper, Mad Men
petar Escreveu:Keyser,
Os dinamarqueses instalaram os seus parques maioritariamente offshore. Assim não há população a queixar-se de barulho ou que é feio ou lá do que o povo se queixa sempre.
mas a questão nem tem a ver com o barulho ou se é feio
Many constructors of such offshore facilities in other countries have run into difficulties. Danish company and world market leader Vestas, for example, had to remove the turbines from an entire wind park along Denmark's western coast in 2004 because the turbines were not sufficiently resilient to withstand the local sea and weather conditions. Similar problems were encountered off the British coast in 2005.
German wind turbine giant Enercon, for its part, considers the risks associated with offshore wind power generation too great, says Enercon spokesman Andreas Düser says. While the growth potential is tempting, he says, the company does not want to lose its good standing on the high seas.
Keyser,
Os dinamarqueses instalaram os seus parques maioritariamente offshore. Assim não há população a queixar-se de barulho ou que é feio ou lá do que o povo se queixa sempre.
Mas concordo contigo. O mix será sempre a soluçao. Um ponto que está a faltar aqui tem a ver com a componente residencial. Será de esperar que o utilizador residencial aumente cada vez mais a sua própria geração de electricidade (solar, termodinamica, eolica, etc) at´se se tornar quase independente (não acredito que se chegue ao ponto em que todos nós passemos a fornecer a rede pública).
Deixo também aqui alguns exemplos que ainda não foram falados:
- Paineis termodinamicos para casa (funcionam quer chove quer faça Sol)
- Tranferência de calor (são genero frigorificos mas ao contrário)
- Geotermica
Os dinamarqueses instalaram os seus parques maioritariamente offshore. Assim não há população a queixar-se de barulho ou que é feio ou lá do que o povo se queixa sempre.
Mas concordo contigo. O mix será sempre a soluçao. Um ponto que está a faltar aqui tem a ver com a componente residencial. Será de esperar que o utilizador residencial aumente cada vez mais a sua própria geração de electricidade (solar, termodinamica, eolica, etc) at´se se tornar quase independente (não acredito que se chegue ao ponto em que todos nós passemos a fornecer a rede pública).
Deixo também aqui alguns exemplos que ainda não foram falados:
- Paineis termodinamicos para casa (funcionam quer chove quer faça Sol)
- Tranferência de calor (são genero frigorificos mas ao contrário)
- Geotermica
"The market can stay irrational longer than you can stay solvent." - Keynes
Keyser,
Os dinamarqueses instalaram os seus parques maioritariamente offshore. Assim não há população a queixar-se de barulho ou que é feio ou lá do que o povo se queixa sempre.
Mas concordo contigo. O mix será sempre a soluçao. Um ponto que está a faltar aqui tem a ver com a componente residencial. Será de esperar que o utilizador residencial aumente cada vez mais a sua própria geração de electricidade (solar, termodinamica, eolica, etc) at´se se tornar quase independente (não acredito que se chegue ao ponto em que todos nós passemos a fornecer a rede pública).
Deixo também aqui alguns exemplos que ainda não foram falados:
- Paineis termodinamicos para casa (funcionam quer chove quer faça Sol)
- Tranferência de calor (são genero frigorificos mas ao contrário)
- Geotermica
Os dinamarqueses instalaram os seus parques maioritariamente offshore. Assim não há população a queixar-se de barulho ou que é feio ou lá do que o povo se queixa sempre.
Mas concordo contigo. O mix será sempre a soluçao. Um ponto que está a faltar aqui tem a ver com a componente residencial. Será de esperar que o utilizador residencial aumente cada vez mais a sua própria geração de electricidade (solar, termodinamica, eolica, etc) at´se se tornar quase independente (não acredito que se chegue ao ponto em que todos nós passemos a fornecer a rede pública).
Deixo também aqui alguns exemplos que ainda não foram falados:
- Paineis termodinamicos para casa (funcionam quer chove quer faça Sol)
- Tranferência de calor (são genero frigorificos mas ao contrário)
- Geotermica
"The market can stay irrational longer than you can stay solvent." - Keynes
Soneca-II Escreveu:Não sei número mas suponho que comparando uma central termoelectrica a combustível fóssil e um parque eólico penso que a grande prazo o 2º será mais barato.
O problema é que temos que pagar o "agora" e não o que vai acontecer a 20 anos.
Penso eu, corrijam-me se tiver errado.
RR
daqui a 20 anos tens que substutuir o parque eólico...ehehe
eu não estou aqui a fazer lobbie anti-renovaveis, apenas alerto que não se deve assumir uma postura "polticamente correcta" e acreditar que as renovaveis só têm aspectos positivos e que representam a solução ideal
The Dangers of Wind Power
By Simone Kaiser and Michael Fröhlingsdorf
Wind turbines continue to multiply the world over. But as they grow bigger and bigger, the number of dangerous accidents is climbing. How safe is wind energy?
It came without warning. A sudden gust of wind ripped the tip off of the rotor blade with a loud bang. The heavy, 10-meter (32 foot) fragment spun through the air, and crashed into a field some 200 meters away.
The wind turbine, which is 100 meters (328 feet) tall, broke apart in early November 2006 in the region of Oldenburg in northern Germany -- and the consequences of the event are only now becoming apparent. Startled by the accident, the local building authority ordered the examination of six other wind turbines of the same model.
The results, which finally came in this summer, alarmed District Administrator Frank Eger. He immediately alerted the state government of Lower Saxony, writing that he had shut down four turbines due to safety concerns. It was already the second incident in his district, he wrote, adding that turbines of this type could pose a threat across the country. The expert evaluation had discovered possible manufacturing defects and irregularities.
Mishaps, Breakdowns and Accidents
After the industry's recent boom years, wind power providers and experts are now concerned. The facilities may not be as reliable and durable as producers claim. Indeed, with thousands of mishaps, breakdowns and accidents having been reported in recent years, the difficulties seem to be mounting. Gearboxes hiding inside the casings perched on top of the towering masts have short shelf lives, often crapping out before even five years is up. In some cases, fractures form along the rotors, or even in the foundation, after only limited operation. Short circuits or overheated propellers have been known to cause fires. All this despite manufacturers' promises that the turbines would last at least 20 years.
Gearboxes have already had to be replaced "in large numbers," the German Insurance Association is now complaining. "In addition to generators and gearboxes, rotor blades also often display defects," a report on the technical shortcomings of wind turbines claims. The insurance companies are complaining of problems ranging from those caused by improper storage to dangerous cracks and fractures.
The frail turbines coming off the assembly lines at some manufacturers threaten to damage an industry that for years has been hailed as a wild success. As recently as the end of July, the German WindEnergy Association (BWE) crowed that business had once again hit record levels. The wind power industry expanded by a solid 40 percent in 2006, according to the BWE, and it now provides work for 74,000 people.
Germany, moreover, is the global leader when it comes to wind power: More than 19,000 windmills now dot the countryside -- more than in any other country. Green power has become a point of pride in Germany in recent years, and Environment Minister Sigmar Gabriel would now like to construct vast new wind farms along the country's North Sea and Baltic Sea coasts.
No Time for Testing
Generous government subsidies have transformed wind power into a billion-euro industry within just a few years. Because energy providers have to purchase wind power at set prices, everyone, it seems, wants in.
But it is precisely the industry's prodigious success that is leading to its technological shortcomings. "Many companies have sold an endless number of units," complains engineer Manfred Perkun, until recently a claims adjuster for R+V Insurance. "It hardly leaves any time for testing prototypes."
Wind power expert Martin Stöckl knows the problems all too well. The Bavarian travels some 80,000 kilometers (49,710 miles) across Germany every year, but he is only rarely able to help the wind farmers. It is not just the rotors that, due to enormous worldwide demand, take forever to deliver, but simple replacement parts are likewise nowhere to be found. "You often have to wait 18 months for a new rotor mount, which means the turbine stands still for that long," says Stöckl.
"Sales Top, Service Flop" is the headline on a recent cover story which appeared in the industry journal Erneuerbare Energien. The story reports the disastrous results of a questionnaire passed out to members of the German WindEnergy Association asking them to rank manufacturers. Only Enercon, based in Germany, managed a ranking of "good." The company produces wind turbines without gearboxes, eliminating one of the weakest links in the chain.
Even among insurers, who raced into the new market in the 1990s, wind power is now considered a risky sector. Industry giant Allianz was faced with around a thousand damage claims in 2006 alone. Jan Pohl, who works for Allianz in Munich, has calculated that on average "an operator has to expect damage to his facility every four years, not including malfunctions and uninsured breakdowns."
Many insurance companies have learned their lessons and are now writing maintenance requirements -- requiring wind farmers to replace vulnerable components such as gearboxes every five years -- directly into their contracts. But a gearbox replacement can cost up to 10 percent of the original construction price tag, enough to cut deep into anticipated profits. Indeed, many investors may be in for a nasty surprise. "Between 3,000 and 4,000 older facilities are currently due for new insurance policies," says Holger Martsfeld, head of technical insurance at Germany's leading wind turbine insurer Gothaer. "We know that many of these facilities have flaws."
Flaws And Dangers
And the technical hitches are not without their dangers. For example:
* In December of last year, fragments of a broken rotor blade landed on a road shortly before rush hour traffic near the city of Trier.
* Two wind turbines caught fire near Osnabrück and in the Havelland region in January. The firefighters could only watch: Their ladders were not tall enough to reach the burning casings.
* The same month, a 70-meter (230-foot) tall wind turbine folded in half in Schleswig-Holstein -- right next to a highway.
* The rotor blades of a wind turbine in Brandenburg ripped off at a height of 100 meters (328 feet). Fragments of the rotors stuck into a grain field near a road.
At the Allianz Technology Center (AZT) in Munich, the bits and pieces from wind turbine meltdowns are closely examined. "The force that comes to bear on the rotors is much greater than originally expected," says AZT evaluator Erwin Bauer. Wind speed is simply not consistent enough, he points out. "There are gusts and direction changes all the time," he says.
But instead of working to create more efficient technology, many manufacturers have simply elected to build even larger rotor blades, Bauer adds. "Large machines may have great capacity, but the strains they are subject to are even harder to control," he says.
Even the technically basic concrete foundations are suffering from those strains. Vibrations and load changes cause fractures, water seeps into the cracks, and the rebar begins to rust. Repairs are difficult. "You can't look inside concrete," says Marc Gutermann, a professor for experimental statics in Bremen. "It's no use just closing the cracks from above."
The engineering expert suspects construction errors are to blame. "The facilities keep getting bigger," he says, "but the diameter of the masts has to remain the same because otherwise they would be too big to transport on the roadways."
Not Sufficiently Resilient
Still the wind power business is focusing on replacing smaller facilities with ever larger ones. With all the best sites already taken, boosting size is one of the few ways left to boost output. On land at least. So far, there are no offshore wind parks in German waters, a situation that Minister Gabriel hopes to change. He wants offshore wind farms to produce a total of 25,000 megawatts by 2030.
Perhaps by then, the lessons learned on land will ward off disaster at sea. Many constructors of such offshore facilities in other countries have run into difficulties. Danish company and world market leader Vestas, for example, had to remove the turbines from an entire wind park along Denmark's western coast in 2004 because the turbines were not sufficiently resilient to withstand the local sea and weather conditions. Similar problems were encountered off the British coast in 2005.
German wind turbine giant Enercon, for its part, considers the risks associated with offshore wind power generation too great, says Enercon spokesman Andreas Düser says. While the growth potential is tempting, he says, the company does not want to lose its good standing on the high seas.
http://www.spiegel.de/international/ger ... 02,00.html
karlitos Escreveu:é daquelas coisas que nao me entram.
a unica explicaçao que encontro é os custos de manutençao e criaçao dos campos eolicos serem ainda muitos caros pois caso contrario nao havendo consumo de materia prima para haver produçao só pode ser mais barata!
Não sei número mas suponho que comparando uma central termoelectrica a combustível fóssil e um parque eólico penso que a grande prazo o 2º será mais barato.
O problema é que temos que pagar o "agora" e não o que vai acontecer a 20 anos.
Penso eu, corrijam-me se tiver errado.
RR
- Mensagens: 57
- Registado: 29/5/2007 7:49
creio que o futuro passará por um mix de enegia e a microgeração, e é verdade que a eólica tem reduzido grandemente os custos de produção
mas o importante aqui é ter consciência que não existem soluções milagrosas: não só as energias reonováveis (solar, eólica..) são caras como não têm capacidade para fazer face á procura
a energia hidroelectria (barragens) é renovavel e é a que apresenta o mais baixo custo
PS: usa-se gás natural e carvão para produzir electricidade, mas o uso de petróleo é nulo ou marginal
o petróleo é maioritariamente para os transportes e industria petro-quimica (plásticos, adubos, quimicos..)
mas o importante aqui é ter consciência que não existem soluções milagrosas: não só as energias reonováveis (solar, eólica..) são caras como não têm capacidade para fazer face á procura
a energia hidroelectria (barragens) é renovavel e é a que apresenta o mais baixo custo
PS: usa-se gás natural e carvão para produzir electricidade, mas o uso de petróleo é nulo ou marginal
o petróleo é maioritariamente para os transportes e industria petro-quimica (plásticos, adubos, quimicos..)
(...)
A energia eólica é barata? A construção de um parque eólico industrial custa cerca de um milhão de euros por MW de capacidade. O vento pode ser de borla, mas as torres e as turbinas eólicas tem que ser construídas e mantidas. Para além do que as infraestruturas de transmissão, necessárias para o seu apoio, também têm os seus custos. Para suportar todos esses custos os governos retiram do bolso do contribuinte o dinheiro necessário para pagar a electricidade gerada pelas turbinas eólicas, porque caso contrário a energia eólica não é competitiva.
Mas então porque é que as organizações ambientalistas são defensoras tão acérrimas da energia eólica? Simplesmente porque acreditam nos seus supostos benefícios. É uma espécie de conforto espiritual crer que existe uma fonte de electricidade benigna que serve para remediar os nossos problemas energéticos. E como a esmagadora maioria de pessoas não foi propriamente ameaçada pessoalmente pelo desenvolvimento da energia eólica, existe pouca propensão pública para questionar essa crença, uma crença que é ainda mais reforçada pelo facto de os governos serem compelidos para a redução das importações de combustíveis ou das emissões de CO2. Para além disso, a grande dimensão das turbinas eólicas industriais tornou-as poderosos ícones, em termos de simbologia de desenvolvimento, no imaginário popular. Os grupos ambientalistas encontram-se assim entalados numa posição pouco agradável de, por um lado terem que apoiar nesta matéria os governos e por outro apoiarem a indústria de energia eólica (geralmente grandes oligopólios energéticos), sublimando assim as "inverdades" da energia eólica.
(...)
INESC Porto - Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores do Porto
Unidade de Sistemas de Energia
http://sig.inescporto.pt/use/noticias-e ... itiva.html
Portugal atinge 2000 MW de potência eólica
Jornal de Negócios Online Escreveu:Portugal atinge 2000 MW de potência eólica
Em cada hora de consumo de electricidade cinco minutos já são de origem eólica
Portugal atingiu os 2000 MW de potência eólica, em Agosto, de acordo com a APREN - Associação Portuguesa de Energias Renováveis. A potência instalada actualmente no nosso país assegura que em cada hora de consumo de electricidade, cinco minutos já sejam de origem eólica.
Maria João Soares
mjsoares@mediafin.pt
Portugal atingiu os 2000 MW de potência eólica, em Agosto, de acordo com a APREN - Associação Portuguesa de Energias Renováveis. A potência instalada actualmente no nosso país assegura que em cada hora de consumo de electricidade, cinco minutos já sejam de origem eólica.
De acordo com a Associação, a produção de energia eólica em Portugal já assegura cerca de 8% da electricidade consumida anualmente no nosso país, prevendo-se que em 2010 este valor atinja os 15%.
"Actualmente, com os aerogeradores já instalados, em cada hora de consumo de electricidade 5 minutos são de origem eólica", refere o comunicado emitido hoje.
A aposta em parques eólicos feita um pouco por todo o país, nos últimos anos, vem-se concretizando aos poucos, permitindo aos consumidores de electricidade libertarem-se progressivamente do jugo imposto pelos produtores de combustíveis fósseis, refere a mesma fonte.
SE NÃO FOSSE PARA GANHAR...
Keyser Soze Escreveu:Hidroelectrica (Barragens...água)
Não me parece que construir e manter barragens
seja mais barato que parques eolicos...
As contas até podem estar bem feitas mas
assim de repente não me parecem logicas,
falando sem conhecimento
Alem, de que a procura de energias alternativas e
limpas, será sempre lucrativa a varios niveis...
ambiental principalmente...e entretanto o aperfeiçoamento da tecnica fará de certeza baixar
ainda mais o custo de aproveitar um recurso inesgotavel.
CUMPS
- Mensagens: 76
- Registado: 11/7/2007 11:18
Energia eólica
De acordo com a Associação [APREN], a produção de energia eólica em Portugal já assegura cerca de 8% da electricidade consumida anualmente no nosso país, prevendo-se que em 2010 este valor atinja os 15%. (...) A aposta em parques eólicos feita um pouco por todo o país, nos últimos anos, vem-se concretizando aos poucos, permitindo aos consumidores de electricidade libertarem-se progressivamente do jugo imposto pelos produtores de combustíveis fósseis, refere a mesma fonte.
Jornal de Negócios
Tradução:
Custo da produção de 1MWh por aerogerador eólico: 74,0 €
Custo da produção de 1MWh na rede convencional: 55,8 €
Libertação = obrigatoriedade de pagar 33% mais caro
Publicada por Filipe Melo Sousa em 18:10
http://small-brother.blogspot.com/2007/ ... ctual.html
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