Censura na Internet
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Keyser Soze Escreveu:a liberdade de expressão é muito mais importante que a censura para combater o terrorismo!
Precisamente.
Se por causa do terrorismo começa a haver censura e outras limitações às liberdades individuais, então os terroristas estão a conseguir os seus objectivos - alterar o nosso modo de vida pelo medo
As pessoas são tão ingénuas e tão agarradas aos seus interesses imediatos que um vigarista hábil consegue sempre que um grande número delas se deixe enganar.
Niccolò Machiavelli
http://www.facebook.com/atomez
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Tenho um amigo que foi há uns anos à Tunisia e queriam mesmo comprar-lhe a mulher ..! Ainda perguntei se era brincadeira, mas o gajo diz que não e que teve de ir embora dali que já estava a ver o caso mal parado..
Pelos vistos ,os Árabes agora já não trocam camelos e caixas de Kalashnikovs por mulheres ; trocam por clicks no rato ...
Sinais dos tempos ...!
Um abraço ,
The Mechanic
Pelos vistos ,os Árabes agora já não trocam camelos e caixas de Kalashnikovs por mulheres ; trocam por clicks no rato ...
Sinais dos tempos ...!
Um abraço ,
The Mechanic
" Os que hesitam , são atropelados pela retaguarda" - Stendhal
"É óptimo não se exercer qualquer profissão, pois um homem livre não deve viver para servir outro "
- Aristoteles
http://theflyingmechanic.blogspot.com/
"É óptimo não se exercer qualquer profissão, pois um homem livre não deve viver para servir outro "
- Aristoteles
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a liberdade de expressão é muito mais importante que a censura para combater o terrorismo!
ehehe
ehehe
Quinta, 23 de agosto de 2007, 10h28 Atualizada às 11h02
Sites pornôs de Israel atraem cada vez mais árabes
O conflito entre palestinos e israelenses ainda não impediu que cada vez mais árabes freqüentem sites pornográficos de Israel, onde podem encontrar vídeos estrelados por supostas soldados e agentes femininas do Mossad (serviço secreto do país).
A edição eletrônica do jornal Yedioth Ahronoth destacou este fenômeno, publicando que servidores de vários sites pornográficos israelenses são visitados com assiduidade por internautas de Arábia Saudita, Tunísia, Jordânia, Egito e territórios palestinos.
Os responsáveis pelos sites calculam que estes usuários representam de 2% a 10% das visitas recebidas. Algumas páginas da Internet dedicadas ao erotismo e à pornografia chegam a oferecer serviços em árabe para estes clientes.
Nir Shahar, que toma conta do site pornô israelense Ratuv (úmido, em hebraico), afirma que sua empresa produz filmes com conteúdo tipicamente local. Neles aparecem meninas vestidas de soldado, de policiais e de agentes do Mossad.
Shakar disse que nos últimos tempos a demanda por estes conteúdos aumentou nos países árabes, inclusive os definidos como "inimigos" do Estado. O vídeo mais visitado entre os árabes, Code name: Deep investigation, é uma paródia que fala do caso "Vanunu" (o suposto espião nuclear israelense) mostrando agentes que tentam solucionar o episódio empregando seus dotes eróticos, afirmou Shahar.
Em 1986, Mordechai Vanunu, ex-técnico do reator nuclear de Dimona, revelou a um jornal de Londres o segredo mais bem guardado por Israel: a posse de armas atômicas. Vanunu foi seduzido posteriormente por uma agente do Mossad conhecida como Cindy. O ex-técnico foi preso na Itália, acabou julgado em Israel por alta traição e foi condenado a 18 anos de prisão.
Shahar afirma que por causa da grande demanda de visitantes de países que não mantêm relações diplomáticas com Israel, entre eles Iraque, Arábia Saudita e Kuwait, decidiu-se disponibilizar uma versão árabe do site. "Recebemos várias mensagens de agradecimento de clientes árabes. Muitos nos perguntam se as mulheres soldados realmente servem no Exército israelense", disse.
Gil Naftali, dono de outro servidor de pornografia israelense, SexV, afirma que seu site recebe centenas de internautas de países onde a pornografia é proibida. No entanto, ele decidiu não oferecer uma versão em árabe, já que as fotos e vídeos oferecidos não precisam de muitas explicações.
Segundo Naftali, mais de 2 mil "visitantes" de Riad, capital da Arábia Saudita, acessaram o site em julho. O tempo médio das visitas foi de 17min23s.
Um habitante de Jenin (Cisjordânia) disse à agência Efe que os usuários destes sites são cada vez mais jovens. Meninos e meninas que buscam "uma forma de dar asas à imaginação" e superar as barreiras culturais e religiosas impostas por uma sociedade muçulmana. "Eles acessam as páginas em cybercafés, pois em suas casas teriam que esperar até que todos os familiares dormissem para poderem se conectar a estes sites", declarou esse morador da Cisjordânia, sede da Autoridade Nacional Palestina (ANP) e onde a tolerância é maior que em Gaza.
Neste outro território palestino, controlado pelo Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), os ativistas islâmicos incendiaram nos últimos meses vários cybercafés. Eles alegaram que estes locais incitavam jovens e adultos a verem pornografia.
Tzachi, um dos responsáveis pelo site de conteúdo sexual mais popular de Israel, o Domina, resume bem a situação. Na sua página na Internet até 10% dos visitantes têm o árabe como idioma materno. Ao ser questionado se as visitas seriam uma forma de comunicação com os árabes, Tzachi responde de forma negativa, antes de deixar claro que se trata de "um mero negócio". "A pornografia não nos trará a paz, mas pelo menos obtemos algum dinheiro dos bolsos de nossos inimigos", encerrou.
Comissário europeu quer bloquear pesquisas na net
O Comissário Europeu da Justiça e Segurança quer impedir que os motores de busca da Internet possam procurar palavras como bomba, genocídio ou terrorismo. Manuel Lopes da Rocha, especialista em Direito da Internet, diz que esta é uma medida grave e limitadora.
( 21:47 / 10 de Setembro 07 )
Na luta contra o terrorismo, a Europa pode avançar com uma medida para bloquear a busca de determinadas palavras na Internet. A hipótese foi esta segunda-feira avançada pelo Comissário da Justiça e Segurança.
A ideia inicial era impedir que as pessoas acedessem a sites que ensinam por exemplo a fazer bombas, mas Franco Frattini vai mais longe.
A proposta vai ser formalizada já em Novembro aos 27 países e aparece incluída numa série de iniciativas para combater o terrorismo.
O comissário quer saber se existe tecnologia capaz de impedir a tecnologia de palavras consideradas perigosas como bomba, morte, terrorismo ou genocídio.
Fratinni considera que a Internet não pode ser um meio de difusão de conceitos associados a este flagelo. Por isso insiste na necessidade de criar filtros na rede.
A Internet assumiu uma enorme importância para os grupos militantes, porque facilita a partilha de conhecimento e a distribuição de propaganda a uma vasta audiência e por outro lado intensifica as ligações entre membros de células terroristas.
Questionado pela Reuters sobre se será correcto impedir as pesquisas associadas ao tema terrorismo, o responsável italiano diz que ensinar a fazer explosivos nada tem a ver com a liberdade de expressão ou informação das pessoas.
Para o comissário europeu, a protecção dos direitos dos cidadãos e do direito à vida deve ser prioritária. Frattini defende por isso que as instruções úteis aos terroristas têm que ser bloqueadas.
Ouvido pela TSF, o advogado Manuel Lopes da Rocha, especialista em direito da Internet, diz que a ser aprovada esta é uma medida limitadora e grave.
O advogado defende ainda que o terrorismo se combate com outras medidas e não tentando controlar a Internet.
Censura na Internet
Censura na Internet cresce e já atinge 27 países
Os governos da China e do Paquistão são os que mais filtram informação
A censura feita pelos governos à Internet, que foi criada para ser um espaço de liberdade, não pára de aumentar. São já 27 os países que vêem os seus governos controlar conteúdos na Web, nomeadamente sobre a matéria política, social e de segurança nacional, segundo um estudo recente da Open Net, uma organização formada pelas universidades de Oxford, Cambridge, Harvard e Toronto.
O Open Net estudou os filtros que os governos aplicam naquelas três matérias nas ferramentas da Internet e chegou à conclusão que o fenómeno tem aumentado e que o Irão e a China são os países mais restritivos, segundo o diário espanhol El País.
Na China, por exemplo, se alguém procurar na Net a palavra Tibete, nada encontrará sobre esta região. E o mesmo acontece se quiser saber qualquer informação sobre a matança de Tiananmen, onde morreram dezenas de estudantes em 1989. Foi também o Governo chinês que vedou o acesso dos cidadãos à Wikipédia. Os investigadores adicionam ainda Cuba e Coreia do Norte, mas sobre estes dois países dizem não ter dados concretos por falta "de fontes fidedignas que permitam quantificar a censura".
O Paquistão, que proibiu o acesso ao Google, é considerado também um caso preocupante. A par da Arábia Saudita, da Birmânia, da Síria, da Tunísia, do Vietname e do Iémen. Tunísia, Síria e Vietname fazem sobretudo censura em matéria política.
A Coreia do Sul, embora exerça uma censura considerada mais moderada, faz parte da lista dos casos mais graves.
No que respeita às questões sociais, os governos dos países muçulmanos são os que mais fazem censura à Web. É o caso da Arábia Saudita. E os que mostram maior preo- cupação em filtrar informação que, pensam, pode colocar em causa a sua segurança nacional são o Paquistão, a China e a Coreia do Sul. E para filtrar conteúdos, os executivos contam com a ajuda dos próprios servidores de Internet.
O Google, por exemplo, já veio afirmar que não pode ir contra as leis dos países e que "é melhor dar alguma informação que não dar nada".
A polémica em torno da alegada existência de um Pacto de Autodisciplina subscrito por cerca de vinte empresas do sector - entre as quais o Yahoo! e o MSN - e da censura à Net já chegou mesmo à União Europeia (UE). O eurodeputado socialista Carlos Carnero enviou na passada semana uma carta à Comissão Europeia a perguntar se tem conhecimento do tal pacto e a exigir a tomada de medidas para "defender os direitos humanos básicos na União Europeia".
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