Merril Lynch dá "remédios" para os receosos ...
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Merril Lynch dá "remédios" para os receosos ...
Os analistas do banco de investimento norte americano Merril Lynch, Karen Olney e Charles Cara, citados pelo Elconfidencial, dão a panaceia para os investidores bolsistas receosos. Oito respostas positivas para quem tem medo:
· Não existe qualquer tipo de crise de liquidez para as grandes companhias. Pelo contrário, estas “nadam” em liquidez, para além de terem acessos a créditos a custos razoaveis. A Merril Lynch afirma que pouca coisa mudou ao nivel do financiamento para as empresas mais solventes dos ultimos anos. O impacto mais preocupante é para as empresas de menor capitalização e cujo rácio de cobertura da função financeira pelo EBITDA (o equivalente ao resultado de exploração) é de apenas 5 vezes, contra uma média de 12.5 vezes das companhias maiores.
· A nivél de crédito hipotecário aumentaram os diferenciais de taxas entre os clientes devido á crise das subprime mas, em contraste, manteve-se o nivél de falencias na economia real.
· 2008 será um ano forte ao nivél dos investimentos com capital de risco e com aquisições alavancadas. Este tipo de operações irá concentrar-se em empresas de menor dimensão mas com balanços limpos. Será crucial a melhoria operacional com o objectivo de retornos razoáveis e dentro de um período relativamente reduzido. Os grandes bancos irão aproveitar para limpar dos seus livros algumas operações mais arriscadas, libertando-se capital afecto a provisões para eventuais incumprimentos .
· O mercado financeiro está a potenciar uma dispersão de risco, o que globalmente atenuará os efeitos negativos da crise. Os analistas afirmam que com uma disseminação grande desse mesmo risco, nenhum operador ficará “ferido de morte”.
· Entre meados de Julho e final de Agosto as perdas potenciais dos mercados financeiros europeus são da ordem dos 830 mil milhões de euros. Este valor é superior ao registado pela crise que resultou das perdas sofridas pelas obrigações colaterizadas nos créditos subprime, pela perda de valor das carteiras das entidades financeiras, incluindo as menos-valias sofridas nos veículos de investimento e ainda as perdas dos hedge funds.
· Os mercados estão cheios de liquidez mas, num tipo de investidosres que historicamente nunca teve estes fundos, caso das economias emergentes e ainda em fundos publicos de países receptores de divisas.
· Os resultados das empresas vão continuar muito fortes, embora com a maior volatilidade do mercado implique um crescimento futuro mais reduzido dos resultados das companhias. Mesmo assim, o “consensus” dos analistas estima um intervalo de resultado e cujo nivel mais baixo para 2007 e 2008 ficará 9% acima do ano passado. Este nível está acima da média dos mercados dos ultimos 35 anos.
· As Bolsas de Valores não estão caras, afirmam os analistas da Merril Lynch. As cotações estão em linha com os rácios a que vêm a ser negociados titulos desde há 25 anos e se comparada a expectativa de crescimento das Bolsas com a referencia europeia e que são as obrigações de renda alemã, as acções continuam a ser muito atractivas. De qualquer forma as “Bunds” alemãs estão no nivel mais elevado dos ultimos 40 anos.
Fonte: Jornal OJE de 07 de Setembro de 2007
Esta é a vantagem da ambição:
Podes não chegar á Lua
Mas tiraste os pés do chão...
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