Caldeirão da Bolsa

Portugalex-Politico Ecónomico e Social

Espaço dedicado a todo o tipo de troca de impressões sobre os mercados financeiros e ao que possa condicionar o desempenho dos mesmos.

por charles » 26/7/2007 8:52

isto está tudo doido, a isto se chama morrer por uma causa, "o fim das reformas" :?

http://dn.sapo.pt/2007/07/26/economia/c ... nicos.html

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CGA nega pensão a 6 doentes crónicos

Têm entre 50 e 60 anos, mais de 30 anos de serviço, sofrem de doenças oncológicas, renais ou psicológicas graves, que lhes conferiram um grau de incapacidade atribuído pelo Serviço Nacional de Saúde em torno dos 85%, mas, ainda assim, viram rejeitados os seus pedidos de aposentação por motivo de doença por parte das juntas médicas da Caixa Geral de Aposentações (CGA). São seis decisões que assim se juntam a outras tomadas relativamente a dois professores e cuja denúncia pública levou o Governo a aprovar em tempo recorde um decreto-lei que altera a composição das juntas médicas.

Perante o indeferimento dos pedidos, a maioria destes funcionários acabou por passar à reforma à mesma, mas com penalização de 4,5% por cada ano de antecipação.

Comentários de mau gosto

Mas o que está em causa nestes seis casos não é só a decisão médica face aos resultados clínicos existentes. É também o modo como as decisões foram tomadas e como os funcionários foram tratados.

Cada um dos seis funcionários foi ouvido pelas juntas médicas entre três e cinco minutos, por três elementos que se recusaram identificar. A isto acrescenta-se a pouca atenção prestada aos relatórios médicos elaborados por outros especialistas e os comentários de mau gosto feitos por alguns e mesmo manifestações de má educação por parte destes especialistas: "A senhora não quer é trabalhar"; "mas a senhora já cá veio e volta cá outra vez?"; ou ainda a senhora está com muito bom aspecto. Quer é andar para aí a passear".

Estes seis casos foram denunciados pelo Sindicato dos Trabalhadores da Função Pública do Sul e Açores, filiado na CGTP, que garante existir uma "orientação política" para o elevado número de indeferimentos de pedidos de reforma por invalidez. "É a única explicação para tamanhas injustiças e humilhações".

O sindicato considera que o Governo não resolveu o problema ao limitar a sua intervenção à composição das juntas médicas. "O que se exige é que as juntas médicas tenham como critério principal a dignidade humana e não tratem os trabalhadores como números e que façam avaliações sérias sem obedecer a critérios políticos ou de reduções de despesa", diz o sindicato, coordenado por Alcides Teles, que exige uma reapreciação dos processos indeferidos. Contactado, o Ministério das Finanças referiu apenas que se "trata de uma matéria que respeita a conhecimentos específicos da ciência médica. Por isso estão reservadas, em exclusivo, aos médicos que integram a junta médica da CGA, competindo-lhes proceder a essas definições".

Mais aptos do que inaptos

A CGA não revela dados relativos a este ano. Porém, o seu relatório de actividades indica que, em 2006, pela primeira vez desde pelo menos 2002, saíram das juntas médicas mais aptos do que inválidos.

Foram considerados aptos para trabalhar 3625 funcionários, o que aumenta o seu peso de 45%, em 2005, para se 51%, em 2006. | "
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por charles » 26/7/2007 8:36

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Simão no Atlético por 20 milhões de euros
RICARDO LEMOS

Simão Sabrosa será reforço do Atlético de Madrid, num negócio que renderá 20 milhões de euros ao Benfica, mais dois jogadores escolhidos da lista de dispensas do emblema “colchonero”. Ao fim de duas semanas de negociações, os dirigentes do Atlético conseguiram um acordo com o Benfica para a aquisição do camisola 20 da Luz, a quem oferecem um contrato válido pelas próximas cinco temporadas. Há muito que o nome do internacional português estava no topo da lista de prioridades do segundo mais emblemático emblema da capital espanhola, mas as ofertas apresentadas nunca foram ao encontro das pretensões de Luís Filipe Vieira e do próprio Simão – o avançado português só estava na disposição de sair da Luz, caso lhe apresentassem uma proposta irrecusável do ponto de vista financeiro. Os “colchoneros” não facilitaram e ontem, ao final do dia, fixaram a oferta nos 25 milhões de euros e ofereceram, ao atleta, uma verba irrecusável de 400 mil euros por mês, proposta que duplica o vencimento que o atleta aufere no Estádio da Luz – e ele já era o jogador mais bem pago do plantel encarnado.

O internacional português viaja hoje para Madrid, na companhia do empresário Jorge Mendes, que, além de representar o atleta, mediou as negociações entre os dois emblemas, para realizar os habituais testes médicos e assinar o contrato, faltando pouco para se juntar aos portugueses Zé Castro, Costinha e Maniche no Atlético de Madrid.


Voltar a Espanha pela porta grande

Seis anos depois de ter deixado o futebol espanhol e o Barcelona, onde alinhou duas temporadas, Simão volta ao futebol do país vizinho, desta feita para representar o Atlético de Madrid. Na capital de Espanha, o internacional português procurará impor-se, como não foi capaz de fazer na Catalunha, onde teve apenas sucesso relativo. De facto, Simão chegou ao Barcelona com apenas 19 anos, e a verdade é que os catalães não lhe deram o tempo suficiente para crescer enquanto jogador, vendendo-o ao Benfica em 2001. Nas duas temporadas que passou ao serviço dos "blaugrana", o internacional português nunca foi uma aposta consistente de Louis van Gaal, o então treinador do "Barça", que preferia utilizá-lo como extremo-direito, no lugar que antes fora de Figo. Ainda assim, Simão disputou 46 jogos no campeonato espanhol, apontando três golos.


Carreira encarnada conta com três títulos

Simão regressou a Portugal em 2001/02, depois de duas épocas ao serviço do Barcelona, e provou desde logo a sua utilidade no Benfica. O camisola 20 assumiu-se imediatamente como titular do clube da Luz e acabou por ostentar a braçadeira de capitão três anos depois, sinal evidente da sua influência no Benfica, onde cumpriu um total de 230 partidas, entre Campeonato, Taça de Portugal, Supertaça e competições europeias. No entanto, o internacional português não se limita a números impressionantes em termos de jogos, revelando também uma capacidade goleadora acima da média. Em seis temporadas ao serviço do emblema encarnado, Simão obteve um total de 95 golos.

O camisola 20 abandona ainda o Benfica com o currículo recheado de títulos, tendo conquistado um Campeonato, em 2004/05, uma Taça de Portugal, em 2003/04, e uma Supertaça, em 2005/06.


Nuno Gomes passa a ser o capitão

Com a saída de Simão para o Atlético de Madrid, Nuno Gomes passa a ser o dono da braçadeira de capitão dentro do plantel encarnado. O avançado já era o primeiro subcapitão de equipa, mas a transferência do camisola 20 permite-lhe a subida ao primeiro posto da hierarquia. Uma ascensão natural, dado que o avançado internacional português vai cumprir a sua nona época – sexta consecutiva – na Luz. No que diz respeito aos subcapitães, estes continuarão a ser Petit e Luisão, por esta ordem. Uma vez que anteriormente estavam definidos quatro possíveis capitães, é provável que venha a ser escolhido um quarto jogador para exercer o lugar, sendo Rui Costa o mais forte candidato.
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por charles » 25/7/2007 10:25

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Novo Aeroporto
Campo de tiro poderá ter que sair de Alcochete mesmo que opção seja Ota
O Campo de Tiro poderá ter que ser transferido de Alcochete, mesmo que a opção para o novo aeroporto de Lisboa seja a Ota, por razões de segurança, segundo um documento da Força Aérea Portuguesa

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O documento, datado de Abril de 1999, quando as opções para o novo aeroporto eram entre Rio Frio e a Ota, foi remetido à empresa encarregue dos estudos, a NAER, dando conta das incidências que as soluções de tráfego aéreo encontradas tinham na operação da Força Aérea.

No documento, a Força Aérea considera difícil a compatibilização da operação dum grande aeroporto internacional - tanto na Ota como em Rio Frio - «com uma carreira de tiro deste tipo, pois certamente irão surgir problemas de segurança, cuja percepção será agravada pelo facto de o tráfego militar, manobrando a alta velocidade e a largar armamento, estar à vista do tráfego civil em aproximação e descolagem».

Isto, apesar de na opção Ota, «os circuitos de aproximação/saída terem sido desenhados de forma a contornar a carreira de tiro, com aumentos significativos de tempo de voo».

Além disso, o Campo de Tiro de Alcochete, já em 1999, «apresentava limitações à operação de tiro e treino, sendo a tendência a progressiva rejeição devido ao crescimento urbano e industrial», lê-se no mesmo documento.

Face a estes argumentos, a Força Aérea aconselhava a que «não deixasse de ser considerada a hipótese de uma eventual transferência da Carreira de Tiro», tendo em conta «os limitados custos acrescidos e as enormes vantagens daí decorrentes».

Assim, tanto a opção pela Ota como por Alcochete - actualmente as duas em discussão e objecto de estudos - implicam a transferência do Campo de Tiro, uma valência que aquele ramo das Forças Armadas considera «absolutamente indispensável à preparação das tripulações de combate».

Entretanto, fonte da Força Aérea Portuguesa disse à Lusa que o ramo já entregou à tutela as alternativas ao Campo de Tiro, uma estrutura de treino militar gerida pela FAP, mas também utilizada pela Marinha e pelo Exército.

A fonte escusou-se, no entanto, a revelar os locais alternativos. A 11 de Julho, fontes militares disseram que a zona de Mértola, «pelas características do terreno e baixa densidade demográfica», poderia ser uma «alternativa a estudar».

Em qualquer opção futura, «terá de existir a preocupação, de aeronaves tácticas voando a alta velocidade, manobrando e largando bombas reais», reforça o documento.

A possibilidade de construção do novo aeroporto de Lisboa na zona de Alcochete foi avançada por um estudo encomendado por um grupo de empresários, que a Confederação da Indústria Portuguesa (CIP) apresentou ao Presidente da República no início de Junho.

Na sequência da apresentação desse estudo, o Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Mário Lino, encarregou o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) para fazer um estudo comparativo entre esta localização e a Ota.

Fonte do Ministério da Defesa afirmou à Lusa que até ao final de Julho o Governo dará resposta aos pedidos do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) para saber se o campo de tiro pode ser usado para o novo aeroporto e as consequências dessa utilização para outras instalações militares, como a base aérea nº 6 (Montijo).

O Ministério da Defesa pediu essas informações ao Estado-Maior-General das Forças Armadas, aos três ramos e a outros serviços ligados à Defesa, que serão depois remetidas ao LNEC «no final do mês».

Lusa / SOL "
Editado pela última vez por charles em 5/9/2007 9:07, num total de 1 vez.
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