Shanghai Composite a perder 6%, é normal????
Re: "Não há impacto directo no mercado português"
TraderBoy Escreveu:Bolha nas acções chinesas
"Não há impacto directo no mercado português"
A China voltou ontem a assustar os mercados mundiais. Mas pouco, com as praças europeias a registarem perdas ligeiras. Mesmo no caso de um "crash" da bolsa, o efeito não deverá ser devastador. E não é esperado um impacto directo no mercado português, de acordo com o gestor da Fidelity, Firmino Morgado.
Claro! "Eles" é que iriam assustar ainda mais o "mercado português"... tábemtá...
BN
PS: Com cautelas (mas não daquelas da lotaria
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"Não há impacto directo no mercado português"
Bolha nas acções chinesas
"Não há impacto directo no mercado português"
A China voltou ontem a assustar os mercados mundiais. Mas pouco, com as praças europeias a registarem perdas ligeiras. Mesmo no caso de um "crash" da bolsa, o efeito não deverá ser devastador. E não é esperado um impacto directo no mercado português, de acordo com o gestor da Fidelity, Firmino Morgado.
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André Veríssimo
averissimo@mediafin.pt
Firmino Morgado
Gestor da Fidelity
A China voltou ontem a assustar os mercados mundiais. Mas pouco, com as praças europeias a registarem perdas ligeiras. Mesmo no caso de um "crash" da bolsa, o efeito não deverá ser devastador. E não é esperado um impacto directo no mercado português, de acordo com o gestor da Fidelity, Firmino Morgado.
Qual o impacto deste "mini-crash" do mercado chinês na bolsa portuguesa?
Não há impacto directo. A bolsa chinesa é uma realidade sobretudo local e não há institucionais com exposição à China. A bolsa caiu agora, mas este ano está a subir muito. O mercado vive situações de exuberância que, naturalmente, têm de ser corrigidas.
Mas existe algum efeito indirecto?
O que me preocupa não é a bolsa chinesa, é sim a economia chinesa. São duas realidades distintas. A bolsa chinesa tem avaliações que não reflectem a realidade da economia chinesa. Preocupa-me se a China deixar de importar aço, pasta de papel e outras "commodities" que hoje potenciam os resultados de empresas fora da China. Essa é que é a minha grande preocupação. Num primeiro momento, a queda de 7% não atinge a economia. Mas se a queda se acentuar, já haverá impacto económico.
Uma desaceleração da economia chinesa será negativa para as empresas portuguesas?
Claro que tem impacto indirecto. Há várias empresas portuguesas que são fornecedoras de empresas que têm exposição à China. Uma desaceleração da economia pode ter efeitos, por exemplo, nas exportações de pasta de papel. Eu ficaria muito mais preocupado se houvesse uma desaceleração na Alemanha ou no Brasil, onde as empresas nacionais estão bastante mais expostas.
"Não há impacto directo no mercado português"
A China voltou ontem a assustar os mercados mundiais. Mas pouco, com as praças europeias a registarem perdas ligeiras. Mesmo no caso de um "crash" da bolsa, o efeito não deverá ser devastador. E não é esperado um impacto directo no mercado português, de acordo com o gestor da Fidelity, Firmino Morgado.
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André Veríssimo
averissimo@mediafin.pt
Firmino Morgado
Gestor da Fidelity
A China voltou ontem a assustar os mercados mundiais. Mas pouco, com as praças europeias a registarem perdas ligeiras. Mesmo no caso de um "crash" da bolsa, o efeito não deverá ser devastador. E não é esperado um impacto directo no mercado português, de acordo com o gestor da Fidelity, Firmino Morgado.
Qual o impacto deste "mini-crash" do mercado chinês na bolsa portuguesa?
Não há impacto directo. A bolsa chinesa é uma realidade sobretudo local e não há institucionais com exposição à China. A bolsa caiu agora, mas este ano está a subir muito. O mercado vive situações de exuberância que, naturalmente, têm de ser corrigidas.
Mas existe algum efeito indirecto?
O que me preocupa não é a bolsa chinesa, é sim a economia chinesa. São duas realidades distintas. A bolsa chinesa tem avaliações que não reflectem a realidade da economia chinesa. Preocupa-me se a China deixar de importar aço, pasta de papel e outras "commodities" que hoje potenciam os resultados de empresas fora da China. Essa é que é a minha grande preocupação. Num primeiro momento, a queda de 7% não atinge a economia. Mas se a queda se acentuar, já haverá impacto económico.
Uma desaceleração da economia chinesa será negativa para as empresas portuguesas?
Claro que tem impacto indirecto. Há várias empresas portuguesas que são fornecedoras de empresas que têm exposição à China. Uma desaceleração da economia pode ter efeitos, por exemplo, nas exportações de pasta de papel. Eu ficaria muito mais preocupado se houvesse uma desaceleração na Alemanha ou no Brasil, onde as empresas nacionais estão bastante mais expostas.
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Thunder Escreveu:Concordo com aquilo que o Ulisses referiu. Entrar curto neste momento (principalmente no caso dos índices) pode ser bastante penalizador. O mais cauteloso (para quem trabalha com índices) será estar longo, mas sempre com a respectiva ordem stop colocada e tentar ir aproveitando a continuação da bull trend. Como o Ulisses referiu ninguem sabe quando ela acabará, pois bolas de cristal andam em falta no mercado![]()
Abraço e bons negócios para todos
Bastante apropriado, não acham?
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"A grandeza de um homem não está em nunca cair, mas sim em levantar-se sempre após todas as quedas." --- Confucius
"Pague a bondade com bondade, mas o mal com a justiça" --- Confucius
"Experiência e humildade são excelentes veículos para percorrer a via em direcção ao sucesso" --- Thunder o filósofo de meia-tigela
"Pague a bondade com bondade, mas o mal com a justiça" --- Confucius
"Experiência e humildade são excelentes veículos para percorrer a via em direcção ao sucesso" --- Thunder o filósofo de meia-tigela
Concordo com aquilo que o Ulisses referiu. Entrar curto neste momento (principalmente no caso dos índices) pode ser bastante penalizador. O mais cauteloso (para quem trabalha com índices) será estar longo, mas sempre com a respectiva ordem stop colocada e tentar ir aproveitando a continuação da bull trend. Como o Ulisses referiu ninguem sabe quando ela acabará, pois bolas de cristal andam em falta no mercado
Abraço e bons negócios para todos
Abraço e bons negócios para todos

"A grandeza de um homem não está em nunca cair, mas sim em levantar-se sempre após todas as quedas." --- Confucius
"Pague a bondade com bondade, mas o mal com a justiça" --- Confucius
"Experiência e humildade são excelentes veículos para percorrer a via em direcção ao sucesso" --- Thunder o filósofo de meia-tigela
"Pague a bondade com bondade, mas o mal com a justiça" --- Confucius
"Experiência e humildade são excelentes veículos para percorrer a via em direcção ao sucesso" --- Thunder o filósofo de meia-tigela
É difícil dizer porque eu acredito- tal como já disse há algum tempo atrás - a China vive uma "bolha". E que irá rebentar violentamente mais cedo ou mais tarde. Mas também sabemos o suficiente de "bolhas" para percebermos que elas podem tomar sempre uma dimensão maior do que imaginamos possível. E ter razão antes do tempo (nomeadamente através de posições curtas) pode ser fatal. Se ela rebentou ontem, se rebenta daqui a uma semana ou daqui a 6 meses, deixo essa tarefa para outros
Um abraço,
Ulisses
Um abraço,
Ulisses
Em relação às medidas do governo chinês...
Os touros dirão: O que se passou na China nada teve a ver com questões macroeconómicas. A medida tem apenas a ver com o mercado de capitais que é apenas uma parte da economia chinesa.
Os ursos dirão: A última vez que se tomou uma medida do género, em 1997, o índice chinês caiu 30%.
Em relação a esta correcção do mercado chinês...
Os touros dirão: Há pouco tempo atrás, depois de uma correcção forte, os mercados recuperarm muito rapidamente, provando-se que há facilidades em recuperar destes dias de quedas fortes. Aliás, são nos Bull Markets que ocorrem os maiores dias de quedas.
Os ursos dirão: Os investidores acreditam que se recuperará da mesma forma que no último dia de correcção na China, o medo não aparece, há complacência e o caminho para uma correcção prolongada está aberto.
Um abraço,
Ulisses
Os touros dirão: O que se passou na China nada teve a ver com questões macroeconómicas. A medida tem apenas a ver com o mercado de capitais que é apenas uma parte da economia chinesa.
Os ursos dirão: A última vez que se tomou uma medida do género, em 1997, o índice chinês caiu 30%.
Em relação a esta correcção do mercado chinês...
Os touros dirão: Há pouco tempo atrás, depois de uma correcção forte, os mercados recuperarm muito rapidamente, provando-se que há facilidades em recuperar destes dias de quedas fortes. Aliás, são nos Bull Markets que ocorrem os maiores dias de quedas.
Os ursos dirão: Os investidores acreditam que se recuperará da mesma forma que no último dia de correcção na China, o medo não aparece, há complacência e o caminho para uma correcção prolongada está aberto.
Um abraço,
Ulisses
Com, calma, OK
O que é que mudou de ontem para hoje afinal.
Foi só o aimento so preç do selo, ou seja nada de fundamental nem de estrutural.
Esta correção também era precisa andavamos odos numa série de dias seguidos a subir que não tinham mais fim.
Depois estámos a perder menos de 0,50%,OK.
Amanhã isto já deve ter passado, senão passa decerteza na segunda.
O que é que mudou de ontem para hoje afinal.
Foi só o aimento so preç do selo, ou seja nada de fundamental nem de estrutural.
Esta correção também era precisa andavamos odos numa série de dias seguidos a subir que não tinham mais fim.
Depois estámos a perder menos de 0,50%,OK.
Amanhã isto já deve ter passado, senão passa decerteza na segunda.
A Tendência é Nossa Amiga.
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- Registado: 9/12/2006 20:01
Bem se nao estou em erro, na ultima vez que isto aconteceu e tivemos aquela acentuada correcção a desculpa foi que a maquinaria se passou, ora uma vez que ja todos têm presente que a china é tipo casino, então isto poderá não afectar os mercados de forma tão relevante como na ultima vez
A correcção pode estar para breve, mas será este o motivo ou a desculpa para se iniciar
Abraço e olho no bicho
Shevet
A correcção pode estar para breve, mas será este o motivo ou a desculpa para se iniciar
Abraço e olho no bicho
Shevet
Estás a sentir????
O 50 Cent, looooooool
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Bom dia,
Uma outra opinião :
“Correcção dramática” na China terá pouco impacto na economia mundial
30-05-2007 10:09 por Canal de Negócios
Mesmo que Alan Greenspan esteja certo, a "correcção dramática" que o responsável previu, recentemente, para a bolsa chinesa terá pouco impacto na economia internacional. Esta é a conclusão de economistas e antigos responsáveis governamentais de todo o mundo, consultados pela agência Bloomberg.
A perspectiva dos especialistas é a de que a economia chinesa mostre pouca correlação com o seu mercado de capitais, e o facto dos estrangeiros estarem praticamente proibidos de terem acções, significa que os efeitos de um rebentar da "bolha" serão contidos.
Para Edwin Truman, um antigo director da divisão de finanças internacionais da Reserva Federal, a bolsa chinesa "é um ‘casino’ relativamente pequeno". Em declarações à Bloomberg, Truman acrescentou que "mesmo as implicações para a economia chinesa deverão ser menores".
Na sessão de hoje, o CSI 300, o "benchmark" da China, afundou 6,9%, registando a maior queda dos últimos três meses, depois do governo chinês ter decidido triplicar os impostos sobre as transacções de acções, numa tentativa de travar as fortes valorizações do mercado.
Até hoje, o índice de referência já tinha mais do que duplicado de valor e as cotadas estavam a transaccionar a 48 vezes o resultados, praticamente três vezes os múltiplos verificados nos títulos que compõem o norte-americano Dow Jones.
A medida anunciada pelo governo chinês não surpreendeu os analistas, pelo menos os da UBS. De acordo com uma nota de "research" emitida hoje, a perspectiva da casa de investimento é de que nas próximas semanas venham a ser anunciados outros novos impostos.
No entanto, para os analistas da UBS, a boa notícia, no rescaldo da queda acentuada da bolsa da China, é o facto do "contágio para outros mercados de capitais asiáticos parecer ser limitado, pelo menos por agora".
De acordo com os especialistas consultados pela agência Bloomberg, o único risco para a economia internacional, caso a "correcção dramática" de Greenspan realmente aconteça, é o psicológico, no sentido em que a queda das acções na economia mundial com o maior ritmo de crescimento poderá gerar aversão ao risco, no geral.
Uma outra opinião :
“Correcção dramática” na China terá pouco impacto na economia mundial
30-05-2007 10:09 por Canal de Negócios
Mesmo que Alan Greenspan esteja certo, a "correcção dramática" que o responsável previu, recentemente, para a bolsa chinesa terá pouco impacto na economia internacional. Esta é a conclusão de economistas e antigos responsáveis governamentais de todo o mundo, consultados pela agência Bloomberg.
A perspectiva dos especialistas é a de que a economia chinesa mostre pouca correlação com o seu mercado de capitais, e o facto dos estrangeiros estarem praticamente proibidos de terem acções, significa que os efeitos de um rebentar da "bolha" serão contidos.
Para Edwin Truman, um antigo director da divisão de finanças internacionais da Reserva Federal, a bolsa chinesa "é um ‘casino’ relativamente pequeno". Em declarações à Bloomberg, Truman acrescentou que "mesmo as implicações para a economia chinesa deverão ser menores".
Na sessão de hoje, o CSI 300, o "benchmark" da China, afundou 6,9%, registando a maior queda dos últimos três meses, depois do governo chinês ter decidido triplicar os impostos sobre as transacções de acções, numa tentativa de travar as fortes valorizações do mercado.
Até hoje, o índice de referência já tinha mais do que duplicado de valor e as cotadas estavam a transaccionar a 48 vezes o resultados, praticamente três vezes os múltiplos verificados nos títulos que compõem o norte-americano Dow Jones.
A medida anunciada pelo governo chinês não surpreendeu os analistas, pelo menos os da UBS. De acordo com uma nota de "research" emitida hoje, a perspectiva da casa de investimento é de que nas próximas semanas venham a ser anunciados outros novos impostos.
No entanto, para os analistas da UBS, a boa notícia, no rescaldo da queda acentuada da bolsa da China, é o facto do "contágio para outros mercados de capitais asiáticos parecer ser limitado, pelo menos por agora".
De acordo com os especialistas consultados pela agência Bloomberg, o único risco para a economia internacional, caso a "correcção dramática" de Greenspan realmente aconteça, é o psicológico, no sentido em que a queda das acções na economia mundial com o maior ritmo de crescimento poderá gerar aversão ao risco, no geral.
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O Ulisses já outrora falou nesta hipotética situação
Pelos vistos as correcções far-se-ão lentinho com as praças além china a corrigirem controladamente (acredito)mas, na zona dos arrozais, a coisa vai cair com maior amplitude. Mas a verdade é que as subidas também foram de enorme amplitude. Logo, está tudo dentro da normalidade e do previsto. No Panic
Abraço
Pelos vistos as correcções far-se-ão lentinho com as praças além china a corrigirem controladamente (acredito)mas, na zona dos arrozais, a coisa vai cair com maior amplitude. Mas a verdade é que as subidas também foram de enorme amplitude. Logo, está tudo dentro da normalidade e do previsto. No Panic
Abraço
...
Afinal os saldos não começaram hoje!!!
Até me levantei um pouco mais cedo com a noticia de que os saldos iam começar e afinal era só um boato!

Até me levantei um pouco mais cedo com a noticia de que os saldos iam começar e afinal era só um boato!
MAV8
Carteira 69
Carteira 69
Agora, só falta saber como irão reagir os States, especialmente porque hoje saem índices de confiança... Alguém têm ideia se serão bons estes dados?!?
Abraço...
O Bala
Abraço...
O Bala
StockMarket it's like a box of chocolates...You just never know what you gonna get.
http://alxander-gl.mybrute.com
Clã do Caldeirão: http://mybrute.com/team/27048
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Lican
O que está a aguentar os Mercados é a incerteza , que é um factor que normalmente os faz cair .
Enquanto a duvida persistir, os Mercados aguentam-se porque a "ganancia" é mais forte que o "medo " .
Se os Mercados começarem a cair na ordem dos 1% então aí o medo apodera-se e as pessoas vendem e se os grandes intervenientes no Mercado não os segurarem , a coisa fica feia .
Isto porque em algumas acções mais pequenas o efeito dominó dos stops far-se-á logo sentir . Aliás , se algumas das nossas small e mid caps não caem mais hoje é porque não há compradores e os cofres estão vazios o que obriga muitos investidores a "roer as unhas" por nem stop poderem colocar .
No entanto , é possível que as pessoas entendam isto como uma "oportunidade" pra entrar em "saldos" e comprem e isto recupere.
Quem "controla" os Mercados ( Fundos Internacionais , Fundos Privados e Grandes investidores e Casas de Investimento ...) não deve no entanto deixar caí-los . No máximo , poderá ocorrer uma pequena correcção como a que ocorreu em Fevereiro/Março .
Se cair...ao menos poder-se-á dizer que , agora sim , " Sell in May and go away" , uma vez que chegamos ao fim de Maio , e ficar contentes porque " as tradições ainda são o que eram " .
Se não ... amanhã já tudo esqueceu e estará já tudo aos saltos com a excitação de mais uma cavalgada louca da acção x ...
Um abraço ,
The Mechanic
[/quote]
Duvido que seja o tombo que vimos em Fevereiro.
Agora ninguém vai ser apanhado de surpresa.
A praça de Lisboa está a reagir muito bem com pequenas quedas controladas e até algumas subidas como é o caso do BCP, SAG e Europac.
Vamos ver como se desenrola o dia de hoje.
O que está a aguentar os Mercados é a incerteza , que é um factor que normalmente os faz cair .
Enquanto a duvida persistir, os Mercados aguentam-se porque a "ganancia" é mais forte que o "medo " .
Se os Mercados começarem a cair na ordem dos 1% então aí o medo apodera-se e as pessoas vendem e se os grandes intervenientes no Mercado não os segurarem , a coisa fica feia .
Isto porque em algumas acções mais pequenas o efeito dominó dos stops far-se-á logo sentir . Aliás , se algumas das nossas small e mid caps não caem mais hoje é porque não há compradores e os cofres estão vazios o que obriga muitos investidores a "roer as unhas" por nem stop poderem colocar .
No entanto , é possível que as pessoas entendam isto como uma "oportunidade" pra entrar em "saldos" e comprem e isto recupere.
Quem "controla" os Mercados ( Fundos Internacionais , Fundos Privados e Grandes investidores e Casas de Investimento ...) não deve no entanto deixar caí-los . No máximo , poderá ocorrer uma pequena correcção como a que ocorreu em Fevereiro/Março .
Se cair...ao menos poder-se-á dizer que , agora sim , " Sell in May and go away" , uma vez que chegamos ao fim de Maio , e ficar contentes porque " as tradições ainda são o que eram " .
Se não ... amanhã já tudo esqueceu e estará já tudo aos saltos com a excitação de mais uma cavalgada louca da acção x ...
Um abraço ,
The Mechanic
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" Os que hesitam , são atropelados pela retaguarda" - Stendhal
"É óptimo não se exercer qualquer profissão, pois um homem livre não deve viver para servir outro "
- Aristoteles
http://theflyingmechanic.blogspot.com/
"É óptimo não se exercer qualquer profissão, pois um homem livre não deve viver para servir outro "
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http://theflyingmechanic.blogspot.com/
etcetras Escreveu:7%.... EStes proximos dias vao ser a doer!!!
Duvido que seja o tombo que vimos em Fevereiro.
Agora ninguém vai ser apanhado de surpresa.
A praça de Lisboa está a reagir muito bem com pequenas quedas controladas e até algumas subidas como é o caso do BCP, SAG e Europac.
Vamos ver como se desenrola o dia de hoje.
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nada na manga, tudo na mão.
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