Portugal entre os 50 destinos preferidos para relocalização
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Grande frase:
últimos do mundo desenvolvido (ou primeiros do sub-desenvolvido).
Subescrevo !
PS: Até mesmo os Cabo Verdianos nos ultrapassam em nível de vida ... Cerveja a quase 1 €uro (100$00-150$00)! Puxa vida ! Se não fosse o regime de saída de capitais que têm... até talvez fosse país bem melhor que o nosso para investir forte !
últimos do mundo desenvolvido (ou primeiros do sub-desenvolvido).
Subescrevo !
PS: Até mesmo os Cabo Verdianos nos ultrapassam em nível de vida ... Cerveja a quase 1 €uro (100$00-150$00)! Puxa vida ! Se não fosse o regime de saída de capitais que têm... até talvez fosse país bem melhor que o nosso para investir forte !
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Money management: The key to success!
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Portugal entre os 50 destinos preferidos para relocalização
Portugal entre os 50 destinos preferidos para relocalização de serviços
02/05/2007
Portugal manteve a 46º posição no índice que mede os destinos preferidos das empresas para a relocalização dos seus serviços no estrangeiro, segundo o estudo Global Services Location Index da consultora A.T. Kearney.
De acorco com a mesma fonte, a Índia e a China continuam a dominar as preferências das companhias, sendo analisadas as 50 localizações mais vantajosas como destino de transferência de actividades empresariais (offshoring) através da análise de 41 variáveis subdivididas em três categorias: custos e estrutura financeira, capital humano e ambiente empresarial.
"A posição de Portugal deve ser vista no contexto europeu - não estamos a competir com Índia ou China na atracção de serviços em offshoring mas sim com outros destinos potenciais na Europa, onde a atractividade financeira é desde logo limitada devido aos níveis salariais típicos de países mais desenvolvidos" refere João Rodrigues Pena, Vice Presidente e Managing Director da A.T. Kearney em Portugal.
"Neste contexto, Portugal oferece um ambiente empresarial claramente atractivo, dos mais elevados a nível mundial. O principal factor de desvantagem do País como destino de offshoring no contexto competitivo europeu continua a estar no território das competências profissionais específicas."
No que toca à categoria custos e estrutura financeira Portugal ocupa a 41º posição à frente de países como a Espanha, Canadá, Estados Unidos, Alemanha, entre outros "É inevitável que os custos de compensação em Portugal estejam cada vez mais alinhados com os países mais desenvolvidos, as nossas vantagens competitivas têm de ser exploradas noutras áreas", refere João Rodrigues Pena.
02/05/2007
Portugal manteve a 46º posição no índice que mede os destinos preferidos das empresas para a relocalização dos seus serviços no estrangeiro, segundo o estudo Global Services Location Index da consultora A.T. Kearney.
De acorco com a mesma fonte, a Índia e a China continuam a dominar as preferências das companhias, sendo analisadas as 50 localizações mais vantajosas como destino de transferência de actividades empresariais (offshoring) através da análise de 41 variáveis subdivididas em três categorias: custos e estrutura financeira, capital humano e ambiente empresarial.
"A posição de Portugal deve ser vista no contexto europeu - não estamos a competir com Índia ou China na atracção de serviços em offshoring mas sim com outros destinos potenciais na Europa, onde a atractividade financeira é desde logo limitada devido aos níveis salariais típicos de países mais desenvolvidos" refere João Rodrigues Pena, Vice Presidente e Managing Director da A.T. Kearney em Portugal.
"Neste contexto, Portugal oferece um ambiente empresarial claramente atractivo, dos mais elevados a nível mundial. O principal factor de desvantagem do País como destino de offshoring no contexto competitivo europeu continua a estar no território das competências profissionais específicas."
No que toca à categoria custos e estrutura financeira Portugal ocupa a 41º posição à frente de países como a Espanha, Canadá, Estados Unidos, Alemanha, entre outros "É inevitável que os custos de compensação em Portugal estejam cada vez mais alinhados com os países mais desenvolvidos, as nossas vantagens competitivas têm de ser exploradas noutras áreas", refere João Rodrigues Pena.
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