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PIB terá crescido abaixo das previsões do governo em 2006
Os especialistas consideram que a economia portuguesa se terá expandido em apenas 1,2% no ano passado, um ritmo superior ao de 2005, mas menos do que o antecipado pelo governo.
Lusa
Em 2005, o Produto Interno Bruto, uma medida da riqueza criada internamente, aumentou 0,4 por cento, pelo que o valor de 2006, a confirmar-se, representa uma aceleração do ritmo de expansão em 0,8 pontos percentuais.
No entanto, o Governo tinha previsto um crescimento de 1,4 por cento, segundo o orçamento do Estado para 2007, pelo que os valores verificados podem ficar aquém dessa previsão.
A previsão de 1,4 por cento do governo tinha sido revista em alta de 1,1 por cento, valor este que constava do orçamento do Estado para 2006.
A ajudar a economia a recuperar deve ter estado a melhoria das exportações, num ano em que a procura interna (consumo e investimento) se mantiveram bastante moderados, segundo Gonçalo Pascoal, economista-chefe do BCP.
As exportações devem ter crescido "bastante" e o investimento deve ter-se mantido "ainda fraco", de acordo com Carlos Andrade, economista-chefe do BES.
A generalidade dos analistas lembra que as revisões que o INE faz dos dados que já tinham sido divulgados são geralmente significativas e podem comprometer as previsões, mas todos antecipam uma taxa de crescimento anual de 1,2 por cento em 2006.
Os especialistas divergem, contudo, no crescimento esperado para o quarto trimestre do ano passado (face ao trimestre anterior) com o Santander Negócios de Portugal a estimar uma expansão de 0,2 por cento, o BPI a acreditar numa subida de 0,3 por cento o BCP a antever um aumento de 0,5 por cento.
O Instituto Nacional de Estatística (INE) divulga as contas nacionais na sexta-feira 9 de Março relativas aos números do conjunto do ano passado e do quarto trimestre de 2006.
Para 2007, a generalidade dos analistas acredita numa nova recuperação da economia portuguesa, com o PIB a crescer entre os 1,6 e os 1,8 por cento, com a expectativa de continuação do crescimento económico da Zona Euro e de melhoria ligeira do investimento e consumo privado.
in http://diarioeconomico.sapo.pt
Os especialistas consideram que a economia portuguesa se terá expandido em apenas 1,2% no ano passado, um ritmo superior ao de 2005, mas menos do que o antecipado pelo governo.
Lusa
Em 2005, o Produto Interno Bruto, uma medida da riqueza criada internamente, aumentou 0,4 por cento, pelo que o valor de 2006, a confirmar-se, representa uma aceleração do ritmo de expansão em 0,8 pontos percentuais.
No entanto, o Governo tinha previsto um crescimento de 1,4 por cento, segundo o orçamento do Estado para 2007, pelo que os valores verificados podem ficar aquém dessa previsão.
A previsão de 1,4 por cento do governo tinha sido revista em alta de 1,1 por cento, valor este que constava do orçamento do Estado para 2006.
A ajudar a economia a recuperar deve ter estado a melhoria das exportações, num ano em que a procura interna (consumo e investimento) se mantiveram bastante moderados, segundo Gonçalo Pascoal, economista-chefe do BCP.
As exportações devem ter crescido "bastante" e o investimento deve ter-se mantido "ainda fraco", de acordo com Carlos Andrade, economista-chefe do BES.
A generalidade dos analistas lembra que as revisões que o INE faz dos dados que já tinham sido divulgados são geralmente significativas e podem comprometer as previsões, mas todos antecipam uma taxa de crescimento anual de 1,2 por cento em 2006.
Os especialistas divergem, contudo, no crescimento esperado para o quarto trimestre do ano passado (face ao trimestre anterior) com o Santander Negócios de Portugal a estimar uma expansão de 0,2 por cento, o BPI a acreditar numa subida de 0,3 por cento o BCP a antever um aumento de 0,5 por cento.
O Instituto Nacional de Estatística (INE) divulga as contas nacionais na sexta-feira 9 de Março relativas aos números do conjunto do ano passado e do quarto trimestre de 2006.
Para 2007, a generalidade dos analistas acredita numa nova recuperação da economia portuguesa, com o PIB a crescer entre os 1,6 e os 1,8 por cento, com a expectativa de continuação do crescimento económico da Zona Euro e de melhoria ligeira do investimento e consumo privado.
in http://diarioeconomico.sapo.pt
" Richard's prowess and courage in battle earned him the nickname Coeur De Lion ("heart of the lion")"
Lion_Heart
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Sócrates cede à Função Pública
Ao contrário do que se esperava, o governo não vai permitir despedimentos na Administração Pública.
Mário Baptista e Denise Fernandes
Fica tudo na mesma. Aquela que foi anunciada como sendo ‘a mãe de todas as reformas’ para emagrecer o Estado, afinal, não vai criar condições para diminuir o número de trabalhadores da função pública, conforme consta do Programa de Governo.
A maioria dos actuais funcionários vai passar a contrato individual de trabalho, mas mantém os direitos, ou seja, vai continuar sem poder ser despedido, a não ser em casos absolutamente excepcionais.
Isso mesmo foi ontem anunciado pelo ministro de Estado e das Finanças, que chamou os jornalistas e dezenas de dirigentes da Administração Pública para explicar como vão ser implementadas as novas regras: há um período de transição que “mantém os mesmos direitos para os actuais trabalhadores e dura até à aposentação de cada um”, disse Teixeira dos Santos.
Com todas as letras, o ministro das Finanças disse, assim, que a reforma da Administração Pública, no que à saída dos funcionários diz respeito, não muda nada. “Os direitos estão garantidos”, disse o ministro ao Diário Económico, já no fim da conferência de imprensa, uma afirmação corroborada pelos sindicatos.
No novo documento, que revê os princípios orientadores dos sistemas de vínculos, carreiras e remunerações, o Governo define que apenas uma minoria de funcionários públicos vai beneficiar do regime de nomeação (o modelo tradicional no Estado): são os que trabalhem nas áreas da defesa externa do Estado, a representação externa, a administração directa da Justiça, as informações de segurança, a investigação criminal, a segurança pública e as funções de inspecção.
Nesta situação de nomeação estão actualmente cerca de 430 mil dos 730 trabalhadores do Estado, mas este número vai diminuir exponencialmente.
Saída só com dois anos de desempenho negativo
A grande maioria dos funcionários em regime de nomeação vai passar a contrato de trabalho, o que indiciava que o Governo iria introduzir uma flexibilização nas saídas da função pública, em linha com a promessa eleitoral de reduzir em 75 mil o número de trabalhadores do Estado.
Só que, ontem, o Governo explicou melhor o que queria: os trabalhadores passam a contrato individual de trabalho (assim ficando mais próximos do modelo privado), mas mantêm os regimes de cessação de contrato (despedimento), protecção social e mobilidade especial. Ou seja, mantêm-se praticamente inamovíveis da função pública.
Seja no regime de nomeação, seja no contrato de trabalho, a possibilidade de despedimento, ainda assim, existe em tese, mas depende de dois factores cumulativos: primeiro, o trabalhador tem de ter uma avaliação de desempenho negativa durante dois anos seguidos. Depois, é-lhe aberto um processo disciplinar, e só em caso de confirmação da má conduta é que o trabalhador pode, então, ser despedido.
“As leis aplicam-se aos novos nomeados e aos actuais trabalhadores, mas salvaguardam-se os direitos actuais”, explicou o ministro das Finanças.
in http://diarioeconomico.sapo.pt
Ao contrário do que se esperava, o governo não vai permitir despedimentos na Administração Pública.
Mário Baptista e Denise Fernandes
Fica tudo na mesma. Aquela que foi anunciada como sendo ‘a mãe de todas as reformas’ para emagrecer o Estado, afinal, não vai criar condições para diminuir o número de trabalhadores da função pública, conforme consta do Programa de Governo.
A maioria dos actuais funcionários vai passar a contrato individual de trabalho, mas mantém os direitos, ou seja, vai continuar sem poder ser despedido, a não ser em casos absolutamente excepcionais.
Isso mesmo foi ontem anunciado pelo ministro de Estado e das Finanças, que chamou os jornalistas e dezenas de dirigentes da Administração Pública para explicar como vão ser implementadas as novas regras: há um período de transição que “mantém os mesmos direitos para os actuais trabalhadores e dura até à aposentação de cada um”, disse Teixeira dos Santos.
Com todas as letras, o ministro das Finanças disse, assim, que a reforma da Administração Pública, no que à saída dos funcionários diz respeito, não muda nada. “Os direitos estão garantidos”, disse o ministro ao Diário Económico, já no fim da conferência de imprensa, uma afirmação corroborada pelos sindicatos.
No novo documento, que revê os princípios orientadores dos sistemas de vínculos, carreiras e remunerações, o Governo define que apenas uma minoria de funcionários públicos vai beneficiar do regime de nomeação (o modelo tradicional no Estado): são os que trabalhem nas áreas da defesa externa do Estado, a representação externa, a administração directa da Justiça, as informações de segurança, a investigação criminal, a segurança pública e as funções de inspecção.
Nesta situação de nomeação estão actualmente cerca de 430 mil dos 730 trabalhadores do Estado, mas este número vai diminuir exponencialmente.
Saída só com dois anos de desempenho negativo
A grande maioria dos funcionários em regime de nomeação vai passar a contrato de trabalho, o que indiciava que o Governo iria introduzir uma flexibilização nas saídas da função pública, em linha com a promessa eleitoral de reduzir em 75 mil o número de trabalhadores do Estado.
Só que, ontem, o Governo explicou melhor o que queria: os trabalhadores passam a contrato individual de trabalho (assim ficando mais próximos do modelo privado), mas mantêm os regimes de cessação de contrato (despedimento), protecção social e mobilidade especial. Ou seja, mantêm-se praticamente inamovíveis da função pública.
Seja no regime de nomeação, seja no contrato de trabalho, a possibilidade de despedimento, ainda assim, existe em tese, mas depende de dois factores cumulativos: primeiro, o trabalhador tem de ter uma avaliação de desempenho negativa durante dois anos seguidos. Depois, é-lhe aberto um processo disciplinar, e só em caso de confirmação da má conduta é que o trabalhador pode, então, ser despedido.
“As leis aplicam-se aos novos nomeados e aos actuais trabalhadores, mas salvaguardam-se os direitos actuais”, explicou o ministro das Finanças.
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