Caldeirão da Bolsa

Barclays prevê correcção nas acções nacionais até ao fim do

Espaço dedicado a todo o tipo de troca de impressões sobre os mercados financeiros e ao que possa condicionar o desempenho dos mesmos.

por ricardotugas » 15/2/2007 10:45

Se a nossa bolsa está cara , que dizer do IBEX, até dá vertigens, o melhor é ir aproveitando, e ter os paraquedas activados ( Stops ).

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alguma correcção

por vmerck » 15/2/2007 9:08

vai ter duramte este ano.....até em 2006 tevde... agora q só vai subir 5% ou descer 20% é q não sei.............mas eles TAMBEM NÂO.
mas a tendencia é de subida.....
 
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por Pata-Hari » 15/2/2007 8:13

Não sei porquê... ainda vamos para a segunda opa do bpi, a opa ao bcp, a brisa ainda está em terras lusas, a edp também. Tanto potencial de subida ainda :roll: . Esta brincadeira para dizer que eu também estaria nervosa se tivesse acções portuguesas em carteira, os motivos para a continuação das subidas parecem escassos, o mercado está caro em termos de PERs comparando com outros países. Dito isto... o momentum de mercado é tudo. Quando o mercado quer subir, todas as noticias servem para o fazer subir, boas ou más. Quando o mercado está "despencado" para descer, qualquer boa noticia é pretexto para cair....
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Barclays prevê correcção nas acções nacionais até ao fim do

por luiz22 » 15/2/2007 8:08

MERCADOS Publicado 15 Fevereiro 2007 6:30
Barclays prevê correcção nas acções nacionais até ao fim do ano
O Barclays revelou as suas previsões para o PSI-20 em 2007, que apontam para uma valorização de 4,5%. Uma subida que já foi ultrapassada só no espaço de um mês e meio, com o índice a somar perto de 6%. O banco acredita que a bolsa nacional vai sofrer uma correcção.

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Ana Filipa Rego
arego@mediafin.pt



O Barclays revelou as suas previsões para o PSI-20 em 2007, que apontam para uma valorização de 4,5%. Uma subida que já foi ultrapassada só no espaço de um mês e meio, com o índice a somar perto de 6%. O banco acredita que a bolsa nacional vai sofrer uma correcção.

Na Conferência Barclays Global Outlook, Luis Tavares Bravo, responsável pelo Departamento de "research" do banco britânico em Portugal, revelou que o seu alvo para o PSI-20 no final de 2007 é de 11.697 pontos, o que implica um potencial de valorização de cerca de 4,5% face ao nível do índice no início do ano.

O que significa que tendo em conta que o principal índice da bolsa nacional acumula já um ganho anual de 5,9% e negoceia actualmente nos 11.861,74 pontos, deverá corrigir. "Mas não vejo uma grande probabilidade de uma correcção sustentada do PSI-20", sublinhou o mesmo responsável. Até porque a valorização esperada, não contempla totalmente o eventual impacto de novos movimentos de consolidação no mercado. "[As fusões e aquisições] poderão conferir um potencial adicional ao mercado, facto que nos leva a reiterar um posicionamento de sobre-ponderação para o índice PSI-20", explicou Luis Bravo.

Para 2007, além dos movimentos de fusões e aquisições, o mesmo responsável referiu que o conjunto de projectos e de infra-estruturas que o País tem até 2009 deverá ter um impacto positivo já este ano e que a procura externa está "bastante robusta".

Neste contexto, "continuamos a privilegiar sectores como a construção, materiais e energia". Apesar da valorização expressiva registada em 2006, a Mota-Engil é a "top pick" do banco na construção. A Semapa também está entre as preferidas.

No sector energético, a EDP é a principal escolha beneficiando do M&A. Para Luis Bravo, a eléctrica "será forçada a participar como parceiro ou então terá que enfrentar os riscos do mercado". Na banca, preferem o BCP ao BPI e ao BES. O banco presidido por Paulo Teixeira Pinto é o banco que apresenta os "melhores múltiplos para o sector europeu", explicou o responsável citando ainda a Jerónimo Martins como top pick para o sector do retalho e a Impresa porque foi muito penalizada em 2006.

Passado um mês e meio do início do ano, a carteira actual é composta pela Galp, pelo BES, pela Cimpor, Impresa, EDP e BCP.
As decisões fáceis podem fazer-nos parecer bons,mas tomar decisões difíceis e assumi-las faz-nos melhores.
 
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