OPA sobre Repower aumenta valor da Mota Engil em 13 cêntimos
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OPA sobre Repower aumenta valor da Mota Engil em 13 cêntimos
CaixaBI
OPA sobre a Repower aumenta valor da Mota Engil em 13 cêntimos por acção
A oferta pública de aquisição lançada pela Areva sobre o capital da Repower, detida em mais de 25% pela Martifer, participada da Mota Engil, contribui para aumentar o valor da construtora portuguesa em cerca de 13 cêntimos por acção, de acordo com a análise do CaixaBI.
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Maria João Soares
mjsoares@mediafin.pt
A oferta pública de aquisição lançada pela Areva sobre o capital da Repower, detida em mais de 25% pela Martifer, participada da Mota Engil, contribui para aumentar o valor da construtora portuguesa em cerca de 13 cêntimos por acção, de acordo com a análise do CaixaBI.
A Areva, construtor francês de centrais nucleares, lançou esta manhã uma OPA amigável sobre o capital da Repower, construtor alemão de turbinas eólicas no qual a Martifer, que é detida em 50% pela Mota Engil, tem uma participação superior a 25%.
A Areva oferece 105 euros por cada acção da Repower, um valor cerca de 18% acima do preço de fecho de sexta-feira e 44% superior à cotação média das acções nos últimos três meses.
A analista do CaixaBI destaca o facto da participação da Martifer na Repower ter sido adquirida por um preço médio de cerca de 20 euros por acção.
Se a Martifer decidir vender a participação na Repower vai encaixar 216 milhões de euros o que terá um impacto positivo nas acções da Mota Engil, considera o banco de investimento.
"Na nossa avaliação da Mota Engil considerámos um preço alvo para a Repower de 68 euros por acção o que significa que 105 euros por acção permitem aumentar a avaliação da Mota Engil em 27,5 milhões de euros ou cerca de 13 cêntimos por acção," diz o CaixaBI.
"Acreditamos que a Martifer poderá querer vender a participação na Repower, as nossas principais dúvidas persistem em relação ao futuro da parceria," refere a analista Sónia Baldeira.
A Repower e a Martifer fizeram um acordo estratégico, em Março de 2005, relativo à produção de energia eólica em Portugal.
As acções da Mota-Engil [Cot] seguem a subir 0,17% para os 5,84 euros
http://www.negocios.pt/default.asp?Sess ... tId=289378
OPA sobre a Repower aumenta valor da Mota Engil em 13 cêntimos por acção
A oferta pública de aquisição lançada pela Areva sobre o capital da Repower, detida em mais de 25% pela Martifer, participada da Mota Engil, contribui para aumentar o valor da construtora portuguesa em cerca de 13 cêntimos por acção, de acordo com a análise do CaixaBI.
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Maria João Soares
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A oferta pública de aquisição lançada pela Areva sobre o capital da Repower, detida em mais de 25% pela Martifer, participada da Mota Engil, contribui para aumentar o valor da construtora portuguesa em cerca de 13 cêntimos por acção, de acordo com a análise do CaixaBI.
A Areva, construtor francês de centrais nucleares, lançou esta manhã uma OPA amigável sobre o capital da Repower, construtor alemão de turbinas eólicas no qual a Martifer, que é detida em 50% pela Mota Engil, tem uma participação superior a 25%.
A Areva oferece 105 euros por cada acção da Repower, um valor cerca de 18% acima do preço de fecho de sexta-feira e 44% superior à cotação média das acções nos últimos três meses.
A analista do CaixaBI destaca o facto da participação da Martifer na Repower ter sido adquirida por um preço médio de cerca de 20 euros por acção.
Se a Martifer decidir vender a participação na Repower vai encaixar 216 milhões de euros o que terá um impacto positivo nas acções da Mota Engil, considera o banco de investimento.
"Na nossa avaliação da Mota Engil considerámos um preço alvo para a Repower de 68 euros por acção o que significa que 105 euros por acção permitem aumentar a avaliação da Mota Engil em 27,5 milhões de euros ou cerca de 13 cêntimos por acção," diz o CaixaBI.
"Acreditamos que a Martifer poderá querer vender a participação na Repower, as nossas principais dúvidas persistem em relação ao futuro da parceria," refere a analista Sónia Baldeira.
A Repower e a Martifer fizeram um acordo estratégico, em Março de 2005, relativo à produção de energia eólica em Portugal.
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