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NOVA1-Vendas preliminares J.Martins 06 em máximo histórico
16/01/2007
(Acrescenta com mais informação)
LISBOA, 16 Jan (Reuters) - As vendas preliminares líquidas do grupo Jerónimo Martins (JM) subiram 15,2 pct para 4.409 milhões de euros (ME), o valor mais elevado de sempre e suportado pela performance do Pingo Doce e da Biedronka polaca, anunciou a empresa.
As vendas saíram acima das previsões do sete analistas que, numa Poll, estimavam que as vendas preliminares da JM em 2006 tivessem subido 14 pct para um valor médio de 4.357,2 ME, com o intervalo de previsões a oscilar entre os 4.293 e os 4.387 ME.
Adianta que, em 2007, o grupo "continuará a apostar na contínua competitividade dos preços e na melhoria da eficiência" e que "sustentabilidade das margens em Portugal também será uma das grandes prioridades".
Recorda que, no corrente ano, "o plano de expansão do grupo será intensificado, o que permitirá o fortalecimento das posições de mercado, tanto em Portugal como na Polónia".
Ao longo de 2006, o grupo abriu 120 lojas, das quais 20 em Portugal e 100 na Polónia e, durante o quarto trimestre de 2006, o Pingo Doce inaugurou cinco lojas, elevando o número total para 202 e quatro lojas Feira Nova, elevando o número total para 38.
"Estes resultados (de 2006) confirmam o êxito das estratégias em curso e a preferência dos consumidores pelas cadeias de retalho do grupo, cumprindo integralmente os objectivos de Gestão", afirma em comunicado.
O número dois do retalho em Portugal e líder do retalho alimentar na Polónia refere que "para este notável desempenho contribuíram decisivamente as cadeias de retalho, particularmente o Pingo Doce e a Biedronka" polaca.
Explica que a cadeia de supermercados Pingo Doce manteve, no quarto trimestre, o forte desempenho dos primeiros nove meses do ano com as vendas Like-for-Like (LFL) a cresceram 13 pct no trimestre, "um excelente desempenho se se levar em consideração a deflação anual de 2,5 pct do cabaz médio da insígnia".
Quanto à cadeia de hipermercados Feira Nova, afirma que o reposicionamento de preços e de formato permitiram que as vendas LFL dos mini-hipers crescessem 2,1 pct no total do ano.
Afirma que no cash & carry Recheio as vendas atingiram 602 ME, um crescimento de 4,1 pct face a 2005 com as vendas LFL a aumentarem 3,6 pct no conjunto do ano.
Acrescenta que, em 2006, o crescimento LFL das vendas da Biedronka em zlotys foi de 11,8 pct e de 27,3 pct em euros devido à expansão do parque de lojas combinado com o sólido LFL.
"A Biedronka revelou, uma vez mais, o seu excepcional dinamismo, que lhe tem permitido apresentar regularmente taxas de crescimento de vendas de dois dígitos", acrescenta.
Na área da indústria, as vendas de 2006 aumentaram 4,9 pct atingindo 253 ME," apesar da alienação do negócio de ultracongelados no último trimestre", realçando o "bom desempenho da categoria dos azeites".
((---Sérgio Gonçalves, Lisboa Editorial, 351-21-3509204 lisbon.newsroom@reuters.com; Reuters Messaging: sergio.goncalves.reuters.com@reuters.net))
16/01/2007
(Acrescenta com mais informação)
LISBOA, 16 Jan (Reuters) - As vendas preliminares líquidas do grupo Jerónimo Martins (JM) subiram 15,2 pct para 4.409 milhões de euros (ME), o valor mais elevado de sempre e suportado pela performance do Pingo Doce e da Biedronka polaca, anunciou a empresa.
As vendas saíram acima das previsões do sete analistas que, numa Poll, estimavam que as vendas preliminares da JM em 2006 tivessem subido 14 pct para um valor médio de 4.357,2 ME, com o intervalo de previsões a oscilar entre os 4.293 e os 4.387 ME.
Adianta que, em 2007, o grupo "continuará a apostar na contínua competitividade dos preços e na melhoria da eficiência" e que "sustentabilidade das margens em Portugal também será uma das grandes prioridades".
Recorda que, no corrente ano, "o plano de expansão do grupo será intensificado, o que permitirá o fortalecimento das posições de mercado, tanto em Portugal como na Polónia".
Ao longo de 2006, o grupo abriu 120 lojas, das quais 20 em Portugal e 100 na Polónia e, durante o quarto trimestre de 2006, o Pingo Doce inaugurou cinco lojas, elevando o número total para 202 e quatro lojas Feira Nova, elevando o número total para 38.
"Estes resultados (de 2006) confirmam o êxito das estratégias em curso e a preferência dos consumidores pelas cadeias de retalho do grupo, cumprindo integralmente os objectivos de Gestão", afirma em comunicado.
O número dois do retalho em Portugal e líder do retalho alimentar na Polónia refere que "para este notável desempenho contribuíram decisivamente as cadeias de retalho, particularmente o Pingo Doce e a Biedronka" polaca.
Explica que a cadeia de supermercados Pingo Doce manteve, no quarto trimestre, o forte desempenho dos primeiros nove meses do ano com as vendas Like-for-Like (LFL) a cresceram 13 pct no trimestre, "um excelente desempenho se se levar em consideração a deflação anual de 2,5 pct do cabaz médio da insígnia".
Quanto à cadeia de hipermercados Feira Nova, afirma que o reposicionamento de preços e de formato permitiram que as vendas LFL dos mini-hipers crescessem 2,1 pct no total do ano.
Afirma que no cash & carry Recheio as vendas atingiram 602 ME, um crescimento de 4,1 pct face a 2005 com as vendas LFL a aumentarem 3,6 pct no conjunto do ano.
Acrescenta que, em 2006, o crescimento LFL das vendas da Biedronka em zlotys foi de 11,8 pct e de 27,3 pct em euros devido à expansão do parque de lojas combinado com o sólido LFL.
"A Biedronka revelou, uma vez mais, o seu excepcional dinamismo, que lhe tem permitido apresentar regularmente taxas de crescimento de vendas de dois dígitos", acrescenta.
Na área da indústria, as vendas de 2006 aumentaram 4,9 pct atingindo 253 ME," apesar da alienação do negócio de ultracongelados no último trimestre", realçando o "bom desempenho da categoria dos azeites".
((---Sérgio Gonçalves, Lisboa Editorial, 351-21-3509204 lisbon.newsroom@reuters.com; Reuters Messaging: sergio.goncalves.reuters.com@reuters.net))
As decisões fáceis podem fazer-nos parecer bons,mas tomar decisões difíceis e assumi-las faz-nos melhores.
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- Registado: 26/11/2004 23:00
- Localização: Belém-Lisboa
Vendas preliminares J.Martins 06 sobem para máximo histórico
16/01/2007
LISBOA, 16 Jan (Reuters) - As vendas preliminares líquidas consolidadas do grupo Jerónimo Martins (JM) subiram 15,2 pct para 4.409 milhões de euros (ME), o valor mais elevado de sempre e acima das previsões dos analistas, anunciou a empresa.
Uma Poll de sete analistas previa que as vendas preliminares da JM em 2006 tivessem subido 14 pct para um valor médio de 4.357,2 ME, com o intervalo de previsões a oscilar entre os 4.293 e os 4.387 ME.
Em 2005, as vendas da JM situaram-se nos 3.828 ME.
((---Sérgio Gonçalves, Lisboa Editorial, 351-21-3509204 lisbon.newsroom@reuters.com; Reuters Messaging: sergio.goncalves.reuters.com@reuters.net))
16/01/2007
LISBOA, 16 Jan (Reuters) - As vendas preliminares líquidas consolidadas do grupo Jerónimo Martins (JM) subiram 15,2 pct para 4.409 milhões de euros (ME), o valor mais elevado de sempre e acima das previsões dos analistas, anunciou a empresa.
Uma Poll de sete analistas previa que as vendas preliminares da JM em 2006 tivessem subido 14 pct para um valor médio de 4.357,2 ME, com o intervalo de previsões a oscilar entre os 4.293 e os 4.387 ME.
Em 2005, as vendas da JM situaram-se nos 3.828 ME.
((---Sérgio Gonçalves, Lisboa Editorial, 351-21-3509204 lisbon.newsroom@reuters.com; Reuters Messaging: sergio.goncalves.reuters.com@reuters.net))
As decisões fáceis podem fazer-nos parecer bons,mas tomar decisões difíceis e assumi-las faz-nos melhores.
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LISBOA, 15 Jan (Reuters) - As acções da Jerónimo Martins
subiram 3,22 pct para um máximo de 2000 nos 18,58
euros, a beneficiar da expectativa do mercado de que as vendas
da empresa tenham registado uma boa performance em 2006,
disseram operadores.
Acrescentam que o sentimento de optimismo dos investidores
face aos títulos do mercado português está também a suportar os
ganhos da acção.
"A liquidez do título ainda é reduzida, estará a antecipar a
divulgação da evolução das vendas de 2006, agendada para
amanhã", afirmou um dealer.
Uma poll de sete analistas contactados pela Reuters prevê
que a Jerónimo Martins tenha registado um aumento das vendas em
14 pct em 2006 para um valor médio de 4.357,2 milhões de euros
(ME).
Acrescentam que o crescimento terá sido suportado pela boa
performance da polaca Biedronka e da rede Pingo Doce em
Portugal.
Negociaram-se 42.774 acções da Jerónimo Martins a ganhar
3,22 pct para os 18,58 euros.
((---Ruben Bicho, Lisboa Editorial 351 21 350 9206,
lisbon.newsroom@reuters.com; Reuters messaging:
ruben.bicho.reuters.com@reuters.net))
subiram 3,22 pct para um máximo de 2000 nos 18,58
euros, a beneficiar da expectativa do mercado de que as vendas
da empresa tenham registado uma boa performance em 2006,
disseram operadores.
Acrescentam que o sentimento de optimismo dos investidores
face aos títulos do mercado português está também a suportar os
ganhos da acção.
"A liquidez do título ainda é reduzida, estará a antecipar a
divulgação da evolução das vendas de 2006, agendada para
amanhã", afirmou um dealer.
Uma poll de sete analistas contactados pela Reuters prevê
que a Jerónimo Martins tenha registado um aumento das vendas em
14 pct em 2006 para um valor médio de 4.357,2 milhões de euros
(ME).
Acrescentam que o crescimento terá sido suportado pela boa
performance da polaca Biedronka e da rede Pingo Doce em
Portugal.
Negociaram-se 42.774 acções da Jerónimo Martins a ganhar
3,22 pct para os 18,58 euros.
((---Ruben Bicho, Lisboa Editorial 351 21 350 9206,
lisbon.newsroom@reuters.com; Reuters messaging:
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- Registado: 3/11/2006 12:56
LISBOA, 11 Jan (Reuters) - As vendas preliminares da
Jerónimo Martins (JM) terão aumentado 14 pct para um
valor médio de 4.357,2 milhões de euros (ME) em 2006 contra os
3.823 ME de 2005, segundo uma poll de sete analistas.
Afirmam que este crescimento terá sido suportado na boa
performance da polaca Biedronka e dos supermercados Pingo Doce
no caso do retalho nacional, devendo ambos registar crescimentos
de dois dígitos.
A Jerónimo Martins -- número dois do retalho em Portugal --
vai divulgar as suas vendas preliminares a 16 de Janeiro, antes
da abertura do mercado.
"Esperamos um aumento de 14,5 pct nas vendas totais do
Grupo, em termos homólogos, suportado pelo sólido crescimento em
Portugal, ajudado pelo forte consumo registado no último
trimestre do ano, bem como a forte expansão das suas operações
na Polónia, nomeadamente na cadeia Biedronka", explicou John dos
Santos, analista da Lisbon Brokers.
A analista do Banif, Julieta Vital, salienta, numa nota de
research, que estima "um crescimento das vendas like-for-like no
retalho nacional de 10,4 pct em 2006, suportado nos produtos de
marca própria e na abertura de novas lojas", considerando mesmo
que a sua previsão pode até ser conservadora.
No caso das operações na Polónia, adianta que está "a prevêr
que as vendas da Biedronka em 2006 tenham crescido 24,4 pct
ajudadas pela aceleração de novas aberturas durante o segundo
semestre de 2006".
Os analistas referem que a área industrial e o cash and
carry deverão ter registado subidas ligeiras num comportamento
semelhante ao reportado ao longo do ano.
Segue tabela com estimativas de analistas: valores em
milhões euros
Vendas preliminares 2006
BPI 4.293
Banif 4.330
Caixa Banco de Investimento 4.363,9
JP Morgan 4.366
Espírito Santo Research 4.379
Lisbon Brokers 4.381,5
IXIS Securities 4.387
-----------------------------------------------------
Média 4.357,2
-----------------------------------------------------
((---Patrícia Vicente Rua, Lisboa Editorial 351 21 3509207,
lisbon.newsroom@reuters.com; Reuters Messaging:
patricia.rua.reuters.com@reuters.net))
Jerónimo Martins (JM) terão aumentado 14 pct para um
valor médio de 4.357,2 milhões de euros (ME) em 2006 contra os
3.823 ME de 2005, segundo uma poll de sete analistas.
Afirmam que este crescimento terá sido suportado na boa
performance da polaca Biedronka e dos supermercados Pingo Doce
no caso do retalho nacional, devendo ambos registar crescimentos
de dois dígitos.
A Jerónimo Martins -- número dois do retalho em Portugal --
vai divulgar as suas vendas preliminares a 16 de Janeiro, antes
da abertura do mercado.
"Esperamos um aumento de 14,5 pct nas vendas totais do
Grupo, em termos homólogos, suportado pelo sólido crescimento em
Portugal, ajudado pelo forte consumo registado no último
trimestre do ano, bem como a forte expansão das suas operações
na Polónia, nomeadamente na cadeia Biedronka", explicou John dos
Santos, analista da Lisbon Brokers.
A analista do Banif, Julieta Vital, salienta, numa nota de
research, que estima "um crescimento das vendas like-for-like no
retalho nacional de 10,4 pct em 2006, suportado nos produtos de
marca própria e na abertura de novas lojas", considerando mesmo
que a sua previsão pode até ser conservadora.
No caso das operações na Polónia, adianta que está "a prevêr
que as vendas da Biedronka em 2006 tenham crescido 24,4 pct
ajudadas pela aceleração de novas aberturas durante o segundo
semestre de 2006".
Os analistas referem que a área industrial e o cash and
carry deverão ter registado subidas ligeiras num comportamento
semelhante ao reportado ao longo do ano.
Segue tabela com estimativas de analistas: valores em
milhões euros
Vendas preliminares 2006
BPI 4.293
Banif 4.330
Caixa Banco de Investimento 4.363,9
JP Morgan 4.366
Espírito Santo Research 4.379
Lisbon Brokers 4.381,5
IXIS Securities 4.387
-----------------------------------------------------
Média 4.357,2
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((---Patrícia Vicente Rua, Lisboa Editorial 351 21 3509207,
lisbon.newsroom@reuters.com; Reuters Messaging:
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- Registado: 3/11/2006 12:56
JM resultados de vendas
JM amanha apresenta resultados de vendas segundo analistas são melhores que o esperado. BN
- Mensagens: 281
- Registado: 3/11/2006 12:56
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