BCP: Os 10 mil milhões não nos protegem de uma OPA
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stock options
O TEIXEIRA PINTO deve querer vender as suas STOCK OPTIONS !!!
(com comentarios destes de tipo PUMP UP para subir a cotação... eh eh eh)
(com comentarios destes de tipo PUMP UP para subir a cotação... eh eh eh)
... if you feel like doubling up a profitable position, slam your finger in a drawer until the feeling goes away !
Re: BCP: Os 10 mil milhões não nos protegem de uma OPA
Só estão ainda rumores em jogo, ainda nem foi efectuada a Assembleia Geral do BPI, e até parece que há rumores relativamente à posição a vender:
Eu cá seria mais cauteloso aos eventos seguintes.[/b]
Pata-Hari Escreveu:A forte subida das acções na sessão de hoje foi motivada por rumores de que o banco poderia ser alvo de uma OPA, depois do BPI ter anunciado que vai vender a posição de cerca de 7% que detém no banco.
O BPI é o segundo maior accionista do BCP com 7,3% e deverá alienar 4,56% do rival.
Eu cá seria mais cauteloso aos eventos seguintes.[/b]
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- Registado: 6/12/2006 9:45
BCP: Os 10 mil milhões não nos protegem de uma OPA
Teixeira Pinto
“Os 10 mil milhões não nos protegem de uma OPA”
As acções do Banco Comercial Português subiram 5,32%, elevando a capitalização bolsista do banco para mais de 10 mil milhões de euros, um nível que Paulo Teixeira Pinto considera importante mas que não protege o banco de movimentos de consolidação.
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Paulo Moutinho
paulomoutinho@mediafin.pt
As acções do Banco Comercial Português subiram 5,32%, elevando a capitalização bolsista do banco para mais de 10 mil milhões de euros, um nível que Paulo Teixeira Pinto considera importante mas que não protege o banco de movimentos de consolidação.
A forte subida das acções na sessão de hoje foi motivada por rumores de que o banco poderia ser alvo de uma OPA, depois do BPI ter anunciado que vai vender a posição de cerca de 7% que detém no banco.
Questionado acerca desta venda e da possibilidade de o La Caixa ser o possível adquirente, Paulo Teixeira Pinto afirmou que "não fazemos comentários sobre as posições dos accionistas", acrescentando que "cada um tem que zelar pelos seus próprios interesses".
O CEO do BCP afirma que "respeito e acredito no mercado", salientando que "do ponto de vista institucional fazemos o que queremos e quando queremos, não temos que ser condicionados".
Esta subida levou as acções do BCP para máximos desde Março e a capitalização bolsista para mais de 10 mil milhões de euros, um patamar apelidado de "a linha da vida" pelo CEO do BCP.
Teixeira Pinto considera que a subida das acções do BCP é justificada "pelo livre funcionamento do mercados", recusando-se a comentar a especulação sobre uma potencial OPA sobre o banco.
O CEO do BCP salienta que a actual cotação do BCP está ainda abaixo dos últimos "targets" definidos para o banco por parte de variadas casas de investimento e da média dessas avaliações.
"Os 10 mil milhões de euros que tínhamos definido não nos protegem dos movimentos de consolidação que vão continuar a jogar-se em diversos patamares", disse Paulo Teixeira Pinto, explicando que "estes 10 mil milhões são o mínimo definido por nós para crescer".
"Nunca dissemos que iríamos vender os 300 balcões"
O presidente do BCP afirma que "nunca dissemos que iríamos vender os 300 balcões" resultantes da sobreposição de agências em caso de a OPA sobre o BPI seja bem sucedida.
Foi desta foram que Teixeira Pinto respondeu à possibilidade de poder vir a utilizar estes balcões para conquistar o La Caixa, o maior accionista do BPI, a aceitar a OPA que lançou sobre o banco liderada por Fernando Ulrich.
"Dissemos que existiria uma sobreposição de agências, mas não dissemos que as iríamos vender", referiu o líder do BCP, acrescentando que "estamos dispostos a encerrá-los. Não prescindimos dos nossos clientes", reforçou.
A OPA já "dura à nove longos meses"
Paulo Teixeira Pinto acredita que o projecto de decisão da Autoridade da Concorrência (AdC) sobre a OPA ao BPI que já "dura à nove longos meses", será revelado por Abel Mateus "até ao final do ano".
O CEO do BCP afirmou que "dado o deslize desde Novembro, admitimos que o processo possa ficar concluído em Abril" de 2007.
Teixeira Pinto diz não estar a negociar nenhuns remédio com a AdC, salientando que a última vez "que entreguei algo à Autoridade da Concorrência foi a 19 de Outubro" e que "não houve interrupções do prazo".
O presidente do maior banco privado nacional acrescentou que "sempre manifestei disponibilidade para proceder a qualquer ajustamento" e "sempre me mostrei disponível para cooperar".
“Os 10 mil milhões não nos protegem de uma OPA”
As acções do Banco Comercial Português subiram 5,32%, elevando a capitalização bolsista do banco para mais de 10 mil milhões de euros, um nível que Paulo Teixeira Pinto considera importante mas que não protege o banco de movimentos de consolidação.
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Paulo Moutinho
paulomoutinho@mediafin.pt
As acções do Banco Comercial Português subiram 5,32%, elevando a capitalização bolsista do banco para mais de 10 mil milhões de euros, um nível que Paulo Teixeira Pinto considera importante mas que não protege o banco de movimentos de consolidação.
A forte subida das acções na sessão de hoje foi motivada por rumores de que o banco poderia ser alvo de uma OPA, depois do BPI ter anunciado que vai vender a posição de cerca de 7% que detém no banco.
Questionado acerca desta venda e da possibilidade de o La Caixa ser o possível adquirente, Paulo Teixeira Pinto afirmou que "não fazemos comentários sobre as posições dos accionistas", acrescentando que "cada um tem que zelar pelos seus próprios interesses".
O CEO do BCP afirma que "respeito e acredito no mercado", salientando que "do ponto de vista institucional fazemos o que queremos e quando queremos, não temos que ser condicionados".
Esta subida levou as acções do BCP para máximos desde Março e a capitalização bolsista para mais de 10 mil milhões de euros, um patamar apelidado de "a linha da vida" pelo CEO do BCP.
Teixeira Pinto considera que a subida das acções do BCP é justificada "pelo livre funcionamento do mercados", recusando-se a comentar a especulação sobre uma potencial OPA sobre o banco.
O CEO do BCP salienta que a actual cotação do BCP está ainda abaixo dos últimos "targets" definidos para o banco por parte de variadas casas de investimento e da média dessas avaliações.
"Os 10 mil milhões de euros que tínhamos definido não nos protegem dos movimentos de consolidação que vão continuar a jogar-se em diversos patamares", disse Paulo Teixeira Pinto, explicando que "estes 10 mil milhões são o mínimo definido por nós para crescer".
"Nunca dissemos que iríamos vender os 300 balcões"
O presidente do BCP afirma que "nunca dissemos que iríamos vender os 300 balcões" resultantes da sobreposição de agências em caso de a OPA sobre o BPI seja bem sucedida.
Foi desta foram que Teixeira Pinto respondeu à possibilidade de poder vir a utilizar estes balcões para conquistar o La Caixa, o maior accionista do BPI, a aceitar a OPA que lançou sobre o banco liderada por Fernando Ulrich.
"Dissemos que existiria uma sobreposição de agências, mas não dissemos que as iríamos vender", referiu o líder do BCP, acrescentando que "estamos dispostos a encerrá-los. Não prescindimos dos nossos clientes", reforçou.
A OPA já "dura à nove longos meses"
Paulo Teixeira Pinto acredita que o projecto de decisão da Autoridade da Concorrência (AdC) sobre a OPA ao BPI que já "dura à nove longos meses", será revelado por Abel Mateus "até ao final do ano".
O CEO do BCP afirmou que "dado o deslize desde Novembro, admitimos que o processo possa ficar concluído em Abril" de 2007.
Teixeira Pinto diz não estar a negociar nenhuns remédio com a AdC, salientando que a última vez "que entreguei algo à Autoridade da Concorrência foi a 19 de Outubro" e que "não houve interrupções do prazo".
O presidente do maior banco privado nacional acrescentou que "sempre manifestei disponibilidade para proceder a qualquer ajustamento" e "sempre me mostrei disponível para cooperar".
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