REN - pontapé de saida a 10 euros
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Uma boa notícia, os espanhois também querem
A Red Eléctrica de Espana vai provavelmente investir na REN, quando o Governo português vender acções da sua congénere, disse José Penedos, presidente da companhia que gere a rede de eléctrica portuguesa.
"A Red Eléctrica de Espana é uma das empresas com mais interesse na REN", disse o presidente da empresa portuguesa numa conferência hoje em Lisboa, citado pela Bloomberg.
A REN vai provavelmente, também, adquirir uma participação na REE acrescentou o mesmo responsável.
Portugal e Espanha marcaram este ano o início formal de um mercado de electricidade comum. Em 2004, quando os dois países acordaram criar o MIBEL, o presidente executivo da empresa espanhola, Pedro Mielgo disse que faria sentido às duas empresas investir uma na outra tendo em conta um único mercado.
O governo português detém 50% da REN, a Caixa Geral de Depósitos (CGD) detém 20% e a Energias de Portugal (EDP) o restante.
O governo nacional planeia vender uma participação de 19% no período que vai de Abril a Junho do próximo ano e a EDP disse o mês passado que poderá vender 15% da REN no final de Dezembro.
Penedos disse saber de dez empresas interessadas em comprar acções da REN. Os compradores não serão necessariamente eléctricas, disse o presidente da REA acrescentando que esta empresa "é atractiva mesmo como uma participação financeira".
A Red Eléctrica de Espana vai provavelmente investir na REN, quando o Governo português vender acções da sua congénere, disse José Penedos, presidente da companhia que gere a rede de eléctrica portuguesa.
"A Red Eléctrica de Espana é uma das empresas com mais interesse na REN", disse o presidente da empresa portuguesa numa conferência hoje em Lisboa, citado pela Bloomberg.
A REN vai provavelmente, também, adquirir uma participação na REE acrescentou o mesmo responsável.
Portugal e Espanha marcaram este ano o início formal de um mercado de electricidade comum. Em 2004, quando os dois países acordaram criar o MIBEL, o presidente executivo da empresa espanhola, Pedro Mielgo disse que faria sentido às duas empresas investir uma na outra tendo em conta um único mercado.
O governo português detém 50% da REN, a Caixa Geral de Depósitos (CGD) detém 20% e a Energias de Portugal (EDP) o restante.
O governo nacional planeia vender uma participação de 19% no período que vai de Abril a Junho do próximo ano e a EDP disse o mês passado que poderá vender 15% da REN no final de Dezembro.
Penedos disse saber de dez empresas interessadas em comprar acções da REN. Os compradores não serão necessariamente eléctricas, disse o presidente da REA acrescentando que esta empresa "é atractiva mesmo como uma participação financeira".
Embora estas empresas continuem interessadas em investir na REN, que qualificam de activo estratégico
é isso mesmo trata-se de uma empresa que contem activos estratégicos para o país quem como quem diz para a maioria de pessoas é tão importante como a EDP e tal como a Galp não pode ser vendida barata mas, tal como a Galp tem tudo para ser um sucesso e permitir mais ganhos aos pequenos investidores acredito que em 2007 os mercados vão continuar em termos fundamentais bons e positivos.
Abraço
Aqui no Caldeirão no Longo Prazo estamos todos ricos ... no longuissimo prazo os nossos filhos estarão ainda mais ricos ...
Mesmo cara (na minha opinião) eles andam lá
A Mota-Engil foi uma das empresas que terão a apresentado uma proposta de compra para um bloco de 5% do capital social da Rede Eléctrica Nacional (REN), no quadro do concurso limitado lançado pela EDP para vender 15% do capital da gestora da rede.
Segundo o «Diário de Notícias» soube, a Mota-Engil está com a Caixa Banco de Investimento neste negócio que, a concretizar, será o primeiro investimento accionista de uma construtora numa grande empresa nacional de energia.
No entanto, muitos dos investidores convidados pela EDP a apresentarem propostas têm reservas em relação do modelo do negócio, sobretudo no que toca à fixação do preço final, e não terão ainda feito, nesta fase, qualquer oferta, segundo apurou o «DN».
Empresas de energia como as espanholas Endesa e Iberdrola, a inglesa International Power (maior accionista da Turbogás e da Tejo Energia), a Galpenergia ou mesmo um investidor como Fomentivest, que está associada a institucionais portugueses e estrangeiros, ainda não avançaram. Embora estas empresas continuem interessadas em investir na REN, que qualificam de activo estratégico, a maioria prefere esperar pela dispersão em bolsa da gestora das redes de energia. Esta operação, prevista para meados do ano, irá incidir sobre 29% do capital da REN (19% do Estado e mais 10% da EDP).
Em causa está o modelo de fixação do preço final a pagar pelos três blocos de 5% da REN que para alguns interessados contactados pelo «DN» apresenta e incertezas e riscos para os compradores.
A Mota-Engil foi uma das empresas que terão a apresentado uma proposta de compra para um bloco de 5% do capital social da Rede Eléctrica Nacional (REN), no quadro do concurso limitado lançado pela EDP para vender 15% do capital da gestora da rede.
Segundo o «Diário de Notícias» soube, a Mota-Engil está com a Caixa Banco de Investimento neste negócio que, a concretizar, será o primeiro investimento accionista de uma construtora numa grande empresa nacional de energia.
No entanto, muitos dos investidores convidados pela EDP a apresentarem propostas têm reservas em relação do modelo do negócio, sobretudo no que toca à fixação do preço final, e não terão ainda feito, nesta fase, qualquer oferta, segundo apurou o «DN».
Empresas de energia como as espanholas Endesa e Iberdrola, a inglesa International Power (maior accionista da Turbogás e da Tejo Energia), a Galpenergia ou mesmo um investidor como Fomentivest, que está associada a institucionais portugueses e estrangeiros, ainda não avançaram. Embora estas empresas continuem interessadas em investir na REN, que qualificam de activo estratégico, a maioria prefere esperar pela dispersão em bolsa da gestora das redes de energia. Esta operação, prevista para meados do ano, irá incidir sobre 29% do capital da REN (19% do Estado e mais 10% da EDP).
Em causa está o modelo de fixação do preço final a pagar pelos três blocos de 5% da REN que para alguns interessados contactados pelo «DN» apresenta e incertezas e riscos para os compradores.
Os 10 euros definidos pela EDP têm em conta a avaliação do banco de investimento Rothschild, que atribuiu um valor de 2 mil milhões de euros à REN.
São 200 milhões de acções parece-me.
O mais engraçado é a EDP ficar a ganhar quanto mais a cotação subir nos primeiros 2 meses de cotação ou quanto mais o Estado pedir na OPV. Ou seja, dificilmente vamos comprar REN a 10 Euros.
São 200 milhões de acções parece-me.
O mais engraçado é a EDP ficar a ganhar quanto mais a cotação subir nos primeiros 2 meses de cotação ou quanto mais o Estado pedir na OPV. Ou seja, dificilmente vamos comprar REN a 10 Euros.
- Mensagens: 132
- Registado: 20/11/2006 23:09
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Esta notícia faz-me alguma confusão. Como pode ser proposto um preço por acção sem que seja referido o número de acções?
Por outras palavras, ao ser referido o preço por acção sem indicação do número total de acções, fica a sensação de que o que interessa é o preço unitário e não o encaixe global
Elias
Por outras palavras, ao ser referido o preço por acção sem indicação do número total de acções, fica a sensação de que o que interessa é o preço unitário e não o encaixe global
Elias
- Mensagens: 35428
- Registado: 5/11/2002 12:21
- Localização: Barlavento
REN - pontapé de saida a 10 euros
Está dado o valor de saida da REN.
Já existem interessados nos primeiros 5%.
Será caro, será barato? digam se vale a pena.
A Energias de Portugal impôs várias condições para a venda da sua posição no capital da REN, que passam por um preço mínimo de 10 euros por acção, o direito de escolher os vencedores e a garantia aos dividendos que a companhia vai distribuir em 2006.
De acordo com o "Semanário Económico", a venda dos três lotes de 5% da REN que a EDP pretende vender será efectuada até ao final deste ano, ao preço base de 10 euros por acção.
Este preço será depois ajustado em 2007, após a oferta pública de venda da REN, ao maior dos seguintes valores: preço a que o Governo vai alienar os títulos ou o preço da cotação em 40 dias seguintes aos primeiros 20 dias de negociação em bolsa.
Os vencedores pagam 10 euros na operação de venda, mas depois terão de pagar mais ou receber o diferencial entre esse preço e o valor de mercado.
Os 10 euros definidos pela EDP têm em conta a avaliação do banco de investimento Rothschild, que atribuiu um valor de 2 mil milhões de euros à REN.
O mesmo jornal adianta que o prazo para a entrega de propostas para a compra dos três lotes de 5% da REN terminou na passada quinta-feira. Terão apresentado propostas várias empresas estrangeiras, fundos de investimento, e algumas companhias nacionais, como a Barbosa Almeida, a Logoplaste, a Galp e a Cofina.
Jornal de Negocios
http://www.negocios.pt/default.asp?Sess ... tId=287017
Já existem interessados nos primeiros 5%.
Será caro, será barato? digam se vale a pena.
A Energias de Portugal impôs várias condições para a venda da sua posição no capital da REN, que passam por um preço mínimo de 10 euros por acção, o direito de escolher os vencedores e a garantia aos dividendos que a companhia vai distribuir em 2006.
De acordo com o "Semanário Económico", a venda dos três lotes de 5% da REN que a EDP pretende vender será efectuada até ao final deste ano, ao preço base de 10 euros por acção.
Este preço será depois ajustado em 2007, após a oferta pública de venda da REN, ao maior dos seguintes valores: preço a que o Governo vai alienar os títulos ou o preço da cotação em 40 dias seguintes aos primeiros 20 dias de negociação em bolsa.
Os vencedores pagam 10 euros na operação de venda, mas depois terão de pagar mais ou receber o diferencial entre esse preço e o valor de mercado.
Os 10 euros definidos pela EDP têm em conta a avaliação do banco de investimento Rothschild, que atribuiu um valor de 2 mil milhões de euros à REN.
O mesmo jornal adianta que o prazo para a entrega de propostas para a compra dos três lotes de 5% da REN terminou na passada quinta-feira. Terão apresentado propostas várias empresas estrangeiras, fundos de investimento, e algumas companhias nacionais, como a Barbosa Almeida, a Logoplaste, a Galp e a Cofina.
Jornal de Negocios
http://www.negocios.pt/default.asp?Sess ... tId=287017
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