Caldeirão da Bolsa

Reflexões dos Analistas do BPI

Espaço dedicado a todo o tipo de troca de impressões sobre os mercados financeiros e ao que possa condicionar o desempenho dos mesmos.

por Kaiser » 20/9/2006 11:33

"REFLEÇÕES DOS ANALISTA DO BPI"

Não querendo fugir ao tema em si, não posso deixar passar a gaffe: reflexão escreve-se assim. Admito que seja um lapso mas fica o apontamento.
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por pvk » 20/9/2006 9:43

Também queria saber:
http://www.negocios.pt/default.asp?CpContentId=282392

Sir Escreveu:
pvk Escreveu:Análise do BPI
As 11 companhias identificadas pelo BPI como tendo "triggers" relacionados com F&A estão dos "dois lados da barricada" (ver tabela ao lado). Ou seja, há companhias que são potencias compradoras, e outras que são prováveis alvo. E também há as que podem comprar e serem compradas.



Que tabela ao lado?
 
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por pvk » 20/9/2006 9:42

Bem apanhado :?

Mágico Escreveu:Não me levem a mal, mas é Reflexões e não refleções.

Quanto a metade do PSI20 estar sujeito a fusões e aquisições, não me surpreende...nas opas em curso estão 7 das cotadas.
 
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por Mágico » 20/9/2006 9:31

Não me levem a mal, mas é Reflexões e não refleções.

Quanto a metade do PSI20 estar sujeito a fusões e aquisições, não me surpreende...nas opas em curso estão 7 das cotadas.
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Re: Metade das cotadas candidata a movimentos de F&A

por Sir » 20/9/2006 9:27

pvk Escreveu:Análise do BPI
As 11 companhias identificadas pelo BPI como tendo "triggers" relacionados com F&A estão dos "dois lados da barricada" (ver tabela ao lado). Ou seja, há companhias que são potencias compradoras, e outras que são prováveis alvo. E também há as que podem comprar e serem compradas.



Que tabela ao lado?
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Metade das cotadas candidata a movimentos de F&A

por pvk » 20/9/2006 7:39

Análise do BPI
Metade das cotadas candidata a movimentos de fusões e aquisições
No estudo “Small & Mid Cap Ibéricas”, o BPI analisa os principais “triggers” para as cotadas que são analisadas no “research”. Entre as 20 cotadas portuguesas incluídas no estudo, o banco assinala que mais de metade (11) poderão vir a beneficiar por participarem em movimentos de fusões & aquisições (F&A).

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Nuno Carregueiro
nc@mediafin.pt


No estudo "Small & Mid Cap Ibéricas", o BPI analisa os principais "triggers" para as cotadas que são analisadas no "research". Entre as 20 cotadas portuguesas incluídas no estudo, o banco assinala que mais de metade (11) poderão vir a beneficiar por participarem em movimentos de fusões & aquisições (F&A).

No estudo com data de segunda-feira, o BPI assinala que, "quando se espera que a actividade de F&A possa estar a abrandar, surge logo uma nova onda de negócios no horizonte". E adianta que "há ainda muitas combinações que fazem sentido" e bastantes empresas "com ‘cash flows’ atraentes que podem tentar outras companhias a lançar ofertas".

Por isso, o BPI acredita que "será difícil" que o ritmo de F&A na Península Ibérica venha a sofrer um forte abrandamento, uma vez que a maioria das empresas com potencial para fazer aquisições permanece com balanços flexíveis e muitas das empresas alvo continuam a ter uma forte geração de "cash flows", oferecendo também boas oportunidades para gerar sinergias.

Em Portugal, o BPI assinala que o facto da economia estar finalmente a dar sinais positivos, poderá levar as empresas a recuperarem o apetite por aquisições.

Os principais alvos

As 11 companhias identificadas pelo BPI como tendo "triggers" relacionados com F&A estão dos "dois lados da barricada" (ver tabela ao lado). Ou seja, há companhias que são potencias compradoras, e outras que são prováveis alvo. E também há as que podem comprar e serem compradas.

Um dos exemplos é a Sonaecom, que, caso não tenha sucesso na oferta pública de aquisição (OPA) lançada sobre a Portugal Telecom, pode ela própria ser alvo de uma oferta. Já a PT Multimédia, se a OPA da Sonae não tiver sucesso, poderá avançar para a compra da Optimus. Também a Novabase, diz o BPI, é candidata a efectuar aquisições selectivas, mas também um alvo para receber uma oferta de compra.

As outras companhias que poderão vir a ser alvo de ofertas são a Media Capital e a Cimpor. Uma OPA sobre a dona da TVI, por parte da Prisa, passou a ser mais provável a partir do momento em que Portugal aprovou a nova legislação sobre as OPA, enquanto a Cimpor – presente num sector com fortes movimentos de consolidação – vai continuar a beneficiar com a especulação sobre uma alteração na estrutura accionista.

A Brisa, Ibersol, a Mota-Engil, Sonae SGPS, Semapa e a Teixeira Duarte são as outras empresas que podem vir a beneficiar com movimentos de consolidação.
 
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Reflexões dos Analistas do BPI

por pvk » 20/9/2006 7:35

BPI aumenta preço-alvo da Altri e Portucel
O BPI, no “research” Iberian Small & Mid Caps, alterou a recomendação e avaliação de várias das 20 cotadas portuguesas de menor dimensão que acompanha. O preço-alvo da Altri e da Portucel foi revisto em alta, enquanto as recomendações da Cofina, Jerónimo Martins e da Impresa baixaram.

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Nuno Carregueiro
nc@mediafin.pt


O BPI, no "research" Iberian Small & Mid Caps, alterou a recomendação e avaliação de várias das 20 cotadas portuguesas de menor dimensão que acompanha. O preço-alvo da Altri e da Portucel foi revisto em alta, enquanto as recomendações da Cofina, Jerónimo Martins e da Impresa baixaram.

Para a Altri o BPI tem agora um preço-alvo de 3,45 euros para o final de 2007, "reiterando" contudo uma recomendação de manter. A subida na avaliação está relacionada com os preços mais elevados que o esperado nos preços da pasta e papel e a nova avaliação da Celbi.

Os principais "drivers" para a cotação da companhia são os preços da pasta e papel, a integração da Celbi, o aumento da visibilidade do negócio da Biomassa e a possível venda da F. Ramada a um bom preço.

A avaliação da Portucel também foi revista em alta, com o preço alvo para o final de 2007 a subir de 2,65 para 2,70 euros, com uma recomendação de "acumular". Esta revisão reflecte também a evolução dos preços da pasta e papel.

O BPI diz que a "performance" desta empresa estará relacionada com o processo de privatização, que aumentará o "free float", o aumento dos preços da pasta e a execução dos planos de investimento.

Com a alteração do prazo da avaliação para 2007, o BPI efectuou uma série de alterações às recomendações para as várias "small caps" que analisa. As portugueses eleitas para 2007 são a Cimpor e a Sonae SGPS.

A recomendação da Jerónimo Martins baixou para "acumular", estando o preço-alvo para 2007 nos 16,20 euros.

O "rating" atribuído à Impresa desceu para "manter", sendo que o BPI fixou o preço-alvo nos 5,35 euros.

Também a Cofina sofreu um "downgrade" na recomendação, que passou a ser de "reduzir". O preço-alvo da empresa (que controla o Jornal de Negócios) é de 3,50 euros.

A Sumolis foi a outra empresa a ver a recomendação baixar, para "reduzir". O preço-alvo para 2007 é de 1,75 euros.

Teixeira Duarte e Altri com os PER mais baixos

No mesmo estudo, o BPI efectuou várias listagens com as empresas que apresentam indicadores mais altos/baixos.

No "ranking" ao PER – rácio que mede a relação entre lucros e cotações – a Teixeira Duarte surge com o indicador mais baixo, de 7,3 vezes, indicando que tendo em conta esta análise, é a cotada mais barata.

Logo de seguida surge a Altri, com 8,9 vezes e a Semapa, com 9,2 vezes. Entre as portuguesas com PER mais alto surge a PTM, com 30,6 vezes.

Recomendações e "price targets" BPI para 2007
Recomendação Preço-Alvo Upside
Sonae Buy 1,75 34%
S.Indústria Buy 9,00 32%
Novabase Buy 7,40 27%
Ibersol Buy 11,90 26%
Cimpor Buy 6,70 25%
Semapa Buy 9,95 22%
Mota-Engil Accumulate 5,25 20%
J.Martins Accumulate 16,20 18%
Portucel Accumulate 2,70 16%
SAG Accumulate 1,95 11%
T.Duarte Hold 1,95 22%
Impresa Hold 5,35 13%
Sonaecom Hold 5,50 12%
Altri Hold 3,45 3%
C.Amorim Hold 2,00 2%
PTM Hold 9,70 2%
Brisa Hold 8,50 1%
Sumolis Reduce 1,75 -2%
Cofina Reduce 3,50 -8%
M.Capital Reduce 6,50 -21%
 
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