Mercados e economia mundial 2007
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Mercados e economia mundial 2007
Morgan Stanley prevê subida de 11% nas acções europeias
A Morgan Stanley está optimista com o desempenho das bolsas europeias, tendo elevado a sua previsão de valorização das acções do velho continente. O banco de investimento norte-americano está agora a contar que nos próximos 12 meses o Morgan Stanley Capital International Europe Index (MSCI Europe) suba 11% até aos 1.516 pontos.
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Nuno Carregueiro
nc@mediafin.pt
A Morgan Stanley está optimista com o desempenho das bolsas europeias, tendo elevado a sua previsão de valorização das acções do velho continente. O banco de investimento norte-americano está agora a contar que nos próximos 12 meses o Morgan Stanley Capital International Europe Index (MSCI Europe) suba 11% até aos 1.516 pontos.
O "target" anterior da casa de investimento para este índice composto por acções europeias era de 1.356 pontos, perto do valor a que o índice transacciona actualmente. Este potencial de valorização resulta da média de dois cenários definidos pela Morgan Stanley. O primeiro (mais optimista) aponta para uma subida de 16,8% nas bolsas, enquanto o segundo (neutral) sugere um ganho mais modesto de 5,7%. O banco definiu um terceiro cenário – queda de 13,6% no MSCI Europe – mas considera-o pouco provável, devido às perspectivas favoráveis.
O optimismo da Morgan Stanley para as acções europeias é justificado sobretudo pelas perspectivas animadoras para a economia e resultados das empresas. "O ‘outlook’ macroeconómico é benigno, pois as preocupações com a inflação já atingiram um pico e o crescimento económico, apesar de estar a abrandar, permanece sólido", disse Teun Draaisma, estratega da Morgan Stanley para o mercado accionista europeu. O banco nota que o sentimento nos mercado ainda é de "cautela", o que providencia uma "base saudável" para a continuação do "rally".
Para os resultados das empresas europeias o banco de investimento está também mais optimista, aguardando um crescimento de 10% nos lucros por acção deste ano, acima da estimativa inicial de 6%. Esta revisão em alta deve-se ao facto dos dois primeiros trimestres terem "muito bons" e de estar a ocorrer uma queda nos preços da energia e das "commodities". Caso o crescimento dos lucros por acção seja superior a 12,4%, a Morgan Stanley aponta para o cenário mais "bullish" (subida de 16,8% no MSCI Europe). Para o mercado descer 13,6%, os resultados teriam de cair cerca de 10%.
A Morgan Stanley elege as acções do sector segurador, pasta e papel, "media" e semicondutores como as principais apostas, recomendando aos investidores que evitem o sector farmacêutico e empresas que produzem bens de consumo. Entre as acções mais recomendadas estão a STMicroelectronics, a Allianz, a IPM-Kymnene e a Mediaset.
Standard & Poor’s
Economia mundial irá manter crescimento saudável em 2007
A economia mundial deverá crescer este ano 4,9% e desacelerar ligeiramente para 4,5% em 2007, mas manterá um perfil de crescimento tendencialmente mais equilibrado e saudável.
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Eva Gaspar
egaspar@mediafin.pt
A economia mundial deverá crescer este ano 4,9% e desacelerar ligeiramente para 4,5% em 2007, mas manterá um perfil de crescimento tendencialmente mais equilibrado e saudável.
Isto deve-se, de acordo com um estudo hoje divulgado pela Standard & Poor´s, ao facto de a economia global estar hoje assente em vários "motores", o que lhe permite ficar menos exposta às oscilações da economia dos Estados Unidos.
Neste contexto, o estudo da agência norte-americana de "rating", destaca em particular o papel que está a ser desempenhado pelos países ainda classificados de "em vias de desenvolvimento", e onde se encaixam os gigantes asiáticos.
"Os países em vias de desenvolvimento vão ser responsáveis por dois terços do crescimento global neste ano". Os casos de maior sucesso são o chinês e o indiano, onde as taxas de crescimento se escrevem com dois dígitos, mas, segundo a S&P, "Brasil, México, Chile e Peru também têm revelado um crescimento sólido", enquanto a Rússia está a tirar particular partido da alta dos preços das matérias-primas.
A África subsariana deverá ser a única excepção. Apesar de o PIB ter crescido acima de 4,6% nos últimos quatro anos, a progressão é ilusória, em especial na África do Sul e na Nigéria, na medida em que decorre quase exclusivamente do preço mais elevado a que têm vendido as matérias-primas.
A Morgan Stanley está optimista com o desempenho das bolsas europeias, tendo elevado a sua previsão de valorização das acções do velho continente. O banco de investimento norte-americano está agora a contar que nos próximos 12 meses o Morgan Stanley Capital International Europe Index (MSCI Europe) suba 11% até aos 1.516 pontos.
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Nuno Carregueiro
nc@mediafin.pt
A Morgan Stanley está optimista com o desempenho das bolsas europeias, tendo elevado a sua previsão de valorização das acções do velho continente. O banco de investimento norte-americano está agora a contar que nos próximos 12 meses o Morgan Stanley Capital International Europe Index (MSCI Europe) suba 11% até aos 1.516 pontos.
O "target" anterior da casa de investimento para este índice composto por acções europeias era de 1.356 pontos, perto do valor a que o índice transacciona actualmente. Este potencial de valorização resulta da média de dois cenários definidos pela Morgan Stanley. O primeiro (mais optimista) aponta para uma subida de 16,8% nas bolsas, enquanto o segundo (neutral) sugere um ganho mais modesto de 5,7%. O banco definiu um terceiro cenário – queda de 13,6% no MSCI Europe – mas considera-o pouco provável, devido às perspectivas favoráveis.
O optimismo da Morgan Stanley para as acções europeias é justificado sobretudo pelas perspectivas animadoras para a economia e resultados das empresas. "O ‘outlook’ macroeconómico é benigno, pois as preocupações com a inflação já atingiram um pico e o crescimento económico, apesar de estar a abrandar, permanece sólido", disse Teun Draaisma, estratega da Morgan Stanley para o mercado accionista europeu. O banco nota que o sentimento nos mercado ainda é de "cautela", o que providencia uma "base saudável" para a continuação do "rally".
Para os resultados das empresas europeias o banco de investimento está também mais optimista, aguardando um crescimento de 10% nos lucros por acção deste ano, acima da estimativa inicial de 6%. Esta revisão em alta deve-se ao facto dos dois primeiros trimestres terem "muito bons" e de estar a ocorrer uma queda nos preços da energia e das "commodities". Caso o crescimento dos lucros por acção seja superior a 12,4%, a Morgan Stanley aponta para o cenário mais "bullish" (subida de 16,8% no MSCI Europe). Para o mercado descer 13,6%, os resultados teriam de cair cerca de 10%.
A Morgan Stanley elege as acções do sector segurador, pasta e papel, "media" e semicondutores como as principais apostas, recomendando aos investidores que evitem o sector farmacêutico e empresas que produzem bens de consumo. Entre as acções mais recomendadas estão a STMicroelectronics, a Allianz, a IPM-Kymnene e a Mediaset.
Standard & Poor’s
Economia mundial irá manter crescimento saudável em 2007
A economia mundial deverá crescer este ano 4,9% e desacelerar ligeiramente para 4,5% em 2007, mas manterá um perfil de crescimento tendencialmente mais equilibrado e saudável.
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Eva Gaspar
egaspar@mediafin.pt
A economia mundial deverá crescer este ano 4,9% e desacelerar ligeiramente para 4,5% em 2007, mas manterá um perfil de crescimento tendencialmente mais equilibrado e saudável.
Isto deve-se, de acordo com um estudo hoje divulgado pela Standard & Poor´s, ao facto de a economia global estar hoje assente em vários "motores", o que lhe permite ficar menos exposta às oscilações da economia dos Estados Unidos.
Neste contexto, o estudo da agência norte-americana de "rating", destaca em particular o papel que está a ser desempenhado pelos países ainda classificados de "em vias de desenvolvimento", e onde se encaixam os gigantes asiáticos.
"Os países em vias de desenvolvimento vão ser responsáveis por dois terços do crescimento global neste ano". Os casos de maior sucesso são o chinês e o indiano, onde as taxas de crescimento se escrevem com dois dígitos, mas, segundo a S&P, "Brasil, México, Chile e Peru também têm revelado um crescimento sólido", enquanto a Rússia está a tirar particular partido da alta dos preços das matérias-primas.
A África subsariana deverá ser a única excepção. Apesar de o PIB ter crescido acima de 4,6% nos últimos quatro anos, a progressão é ilusória, em especial na África do Sul e na Nigéria, na medida em que decorre quase exclusivamente do preço mais elevado a que têm vendido as matérias-primas.
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