Cofina
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dividendos ?!?!?
No site da CMVM o comunicado da Cofina relativamente à evolução da actividade no 1º Semestre de 2006 consta o seguinte:
Se bem me lembro, a distribuição de dividendos em 2006 foi suspensa devido a uma impugnação da AG (pedida por um accionista ?António Oliveira?) ... e nunca mais se ouviu nada sobre o assunto.
No entanto eles (dividendos) figuram nas contas apresentadas ...
Houve alguma evolução neste caso?
"A comparação dos capitais próprios no final do primeiro semestre de 2006 com os do final do ano
de 2005 encontra-se afectada pelo resultado do período e pela distribuição de dividendos decidida
na Assembleia Geral de Accionistas realizada em 31 de Março de 2006 no montante de cerca de
2,6 milhões de euros."
Se bem me lembro, a distribuição de dividendos em 2006 foi suspensa devido a uma impugnação da AG (pedida por um accionista ?António Oliveira?) ... e nunca mais se ouviu nada sobre o assunto.
No entanto eles (dividendos) figuram nas contas apresentadas ...
Houve alguma evolução neste caso?
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- Registado: 20/11/2006 23:11
A Cofina registou lucros de 5,4 milhões de euros no primeiro semestre deste ano, o que representa um crescimento de 15,4% face ao período homólogo de 2005. As receitas desceram mas a empresa beneficiou com a redução de custos.
De acordo com o comunicado enviado hoje à CMVM, as receitas operacionais da empresa (que detém, entre outros títulos, o Jornal de Negócios) desceram 5%, de 68,6 milhões de euros para 65,1 milhões nos primeiros seis meses de 2006. Os custos operacionais passaram de 60,4 milhões para 56,6 milhões de euros, uma descida de 6,3%.
As receitas provenientes da publicidade atingiram os 26,8 milhões de euros, o que significa uma subida de 0,8%. Já as receitas de circulação desceram 0,8% para os 28,1 milhões de euros. As receitas dos produtos de "marketing" alternativo e outros desceram 24,7%, para 10,3 milhões de euros.
A performance das receitas "foi negativamente influenciada pela descida da venda de produtos de ‘marketing’ alternativo mas influenciada positivamente pelo contributo da publicidade", diz a empresa em comunicado.
Nos primeiros seis meses de 2006, o EBITDA da empresa liderada por Paulo Fernandes atingiu os 8,5 milhões de euros, mais 4,9% do que em igual período do ano passado. Já o EBIT aumentou 11,3% para os 7,5 milhões de euros.
Segmento dos jornais beneficia do Mundial
As receitas dos jornais da Cofina ("Correio da Manhã","Record" e Jornal de Negócios) desceram 6% para os 45,4 milhões de euros. As receitas publicitárias atingiram os 19,6 milhões de euros, um crescimento de 0,8% de Janeiro a Junho deste ano. As receitas de circulação subiram 0,3% para os 20,3 milhões de euros.
A empresa acrescenta que a subida nas receitas de publicidade é "resultado de alguma recuperação do mercado publicitário e do impacto das receitas de publicidade geradas pelo Mundial 2006".
A venda de produtos de "marketing" alternativo no segmento dos jornais desceu 36,1%, para os 5,5 milhões de euros, sofrendo "os efeitos da retracção do poder de compra e da saturação do mercado"
No sector das revistas, as receitas de circulação diminuíram 3,5% para os 7,8 milhões de euros, enquanto os proveitos da publicidade atingiram os 7,2 milhões de euros, uma subida de 0,5%. A Cofina detém, no segmento das revistas, a "Sábado", a "TV Guia", a "Flash" e a "Vogue", entre outras publicações.
As acções da Cofina fecharam a descer 0,51% para 3,91 euros.
De acordo com o comunicado enviado hoje à CMVM, as receitas operacionais da empresa (que detém, entre outros títulos, o Jornal de Negócios) desceram 5%, de 68,6 milhões de euros para 65,1 milhões nos primeiros seis meses de 2006. Os custos operacionais passaram de 60,4 milhões para 56,6 milhões de euros, uma descida de 6,3%.
As receitas provenientes da publicidade atingiram os 26,8 milhões de euros, o que significa uma subida de 0,8%. Já as receitas de circulação desceram 0,8% para os 28,1 milhões de euros. As receitas dos produtos de "marketing" alternativo e outros desceram 24,7%, para 10,3 milhões de euros.
A performance das receitas "foi negativamente influenciada pela descida da venda de produtos de ‘marketing’ alternativo mas influenciada positivamente pelo contributo da publicidade", diz a empresa em comunicado.
Nos primeiros seis meses de 2006, o EBITDA da empresa liderada por Paulo Fernandes atingiu os 8,5 milhões de euros, mais 4,9% do que em igual período do ano passado. Já o EBIT aumentou 11,3% para os 7,5 milhões de euros.
Segmento dos jornais beneficia do Mundial
As receitas dos jornais da Cofina ("Correio da Manhã","Record" e Jornal de Negócios) desceram 6% para os 45,4 milhões de euros. As receitas publicitárias atingiram os 19,6 milhões de euros, um crescimento de 0,8% de Janeiro a Junho deste ano. As receitas de circulação subiram 0,3% para os 20,3 milhões de euros.
A empresa acrescenta que a subida nas receitas de publicidade é "resultado de alguma recuperação do mercado publicitário e do impacto das receitas de publicidade geradas pelo Mundial 2006".
A venda de produtos de "marketing" alternativo no segmento dos jornais desceu 36,1%, para os 5,5 milhões de euros, sofrendo "os efeitos da retracção do poder de compra e da saturação do mercado"
No sector das revistas, as receitas de circulação diminuíram 3,5% para os 7,8 milhões de euros, enquanto os proveitos da publicidade atingiram os 7,2 milhões de euros, uma subida de 0,5%. A Cofina detém, no segmento das revistas, a "Sábado", a "TV Guia", a "Flash" e a "Vogue", entre outras publicações.
As acções da Cofina fecharam a descer 0,51% para 3,91 euros.
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