A Revolução da Inteligencia Artificial
Re: A Revolução da Inteligencia Artificial
Cuidado com o que desejas pois todo o Universo pode se conjugar para a sua realização.
Re: A Revolução da Inteligencia Artificial
Introducing Muse Wonder and Muse Wonder Full: Frontier Models for Agents
Meta is back in the game.
Ainda bem, quanto mais concorrencia mais depressa avança.
Meta is back in the game.
Ainda bem, quanto mais concorrencia mais depressa avança.
“It is not the strongest of the species that survives, nor the most intelligent, but rather the one most adaptable to change.”
"TANSTAAFL"
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Re: A Revolução da Inteligencia Artificial
Inacreditável como é que ninguém da equipa de engenharia da OpenAI tem de responder por negligencia.
É o mundo ocidental no seu melhor. Os sistemas de justiçao estao mortos, parece que os juizes só se preocupam em intrometer-se quando o assunto é politico (preferencialmente contra Trump).
Faz lembrar o caso das quedas dos Air MAX da Boeing em que ninguem foi preso. Morreram centenas de passageiros e 0 inputaçao de crime quando me atrevo a dizer que os inidicios de negligencia foram obvios.
Pouca vergonha, com democracias destas quem precisas de tiranias.
“It is not the strongest of the species that survives, nor the most intelligent, but rather the one most adaptable to change.”
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Re: A Revolução da Inteligencia Artificial
Saber quem vai ganhar e quem vai perder pode ajudar a escolher a empresa certa e evitar as perdedoras .
“ Então, penso que a IA vai, efetivamente, impulsionar consideravelmente o crescimento. Atualmente, a economia francesa tem uma taxa de crescimento potencial de cerca de 0,7%, o que significa que o PIB duplicaria em aproximadamente 100 anos. Ao nível da economia mundial, temos cerca de 3% de crescimento, o que significa que o PIB duplica em 23 anos.
Penso que o PIB mundial poderá duplicar em 10 anos, o que corresponderia a cerca de 7% de crescimento anual. E isso poderá acontecer com taxas de crescimento muito elevadas em determinados países, como os Estados Unidos, mas também noutros países, porque não é necessário ser o criador da tecnologia; basta ser um bom imitador e utilizador.
Nós, na Europa, podemos naturalmente utilizar estas tecnologias. Recordo que, no início, em França, queríamos desenvolver a nossa própria informática — era o chamado Plan Calcul — e depois percebemos que isso não fazia sentido. Encerrámos o Plan Calcul e passámos a utilizar a informática desenvolvida por outros. Portanto, isso é uma boa esperança para o nosso crescimento?
— Ah, sim, penso que é uma boa esperança para o nosso crescimento.
E quanto ao emprego?
— Aí há três elementos que vão desempenhar um papel importante.
O primeiro é, naturalmente, o que vai acontecer a determinados empregos que poderão desaparecer: médicos, advogados, professores universitários. Isso é negativo, porque significa desemprego. Mas é como aconteceu com os agricultores que desapareceram, ou com os condutores de diligências quando surgiram os caminhos de ferro. São exemplos históricos de profissões que desapareceram ou diminuíram drasticamente.
Ao mesmo tempo, foram criados outros empregos. Vemos isso, por exemplo, na polémica em torno do Prémio Goncourt e do escritor canadiano. Vai haver uma enorme necessidade de verificadores, de pessoas que estejam na origem da informação e que sejam capazes de verificar as fontes.
A forma como a informação será analisada, tratada e verificada vai tornar-se fundamental.
Penso que o segundo grande desafio será a resistência dos luditas, ou seja, das pessoas que vão recusar que os seus empregos desapareçam. Isso já começou.
Veja-se o mundo universitário, que está atualmente, na minha opinião, muito influenciado pelas correntes woke. Penso que isso acontece porque essas pessoas sabem que estão ameaçadas. É um pouco como se quisessem destruir a máquina, recusando a inteligência artificial.
E o terceiro elemento, que considero igualmente importante, é a forma como estes ganhos de produtividade serão distribuídos. Há duas possibilidades: ou aumentamos os salários, ou baixamos os preços.
O que chamávamos fordismo, que foi a forma de distribuir os ganhos de produtividade durante as décadas de 1950 e 1960, consistia sobretudo em aumentar os salários.
Penso que, tendo em conta a situação demográfica e o grau de concorrência existente, desta vez a distribuição dos ganhos poderá fazer-se sobretudo através da redução dos preços.
E, portanto, caminhamos para enormes descidas de preços. Isso significa que as pessoas que poderão entrar em conflito com esta transformação serão, entre outras, as pessoas muito endividadas.
Por isso, será necessário acompanhar três grupos: os luditas, as pessoas endividadas e…
— Finalmente, Jean-Marc, a diferença entre esta revolução e as anteriores é que não estão a ser criados novos empregos.
— Não. Mais uma vez, vão surgir muitos novos empregos.
Sabe, já tive oportunidade de falar sobre isto aqui. Penso que caminhamos para uma sociedade do espetáculo.
Ou seja, os professores universitários que irão sobreviver não serão necessariamente aqueles que ensinam. Serão aqueles capazes de atrair um determinado público através da sua forma de se apresentar e comunicar, como acontece com aquilo que você faz nos seus espetáculos e no teatro.
Veja o caso de Céline Dion: conseguiu reunir um número considerável de pessoas.
— Portanto, a economia de amanhã será a economia de Céline Dion?
— Sim, absolutamente.
Podemos ouvir Céline Dion no nosso smartphone sem qualquer problema. Mas as pessoas estão dispostas a deslocar-se e a pagar somas muito elevadas para a ver ao vivo.
Quando trabalhamos em gestão e estamos perante este enorme tsunami de investimentos em IA, os números são fascinantes. A questão que colocamos é: afinal, ainda haverá investimentos fora da IA?
É isso que me pergunto. Estes montantes são tão colossais que pensamos: por que razão haveríamos de procurar outra coisa que não seja IA?
— Eu partilho totalmente o otimismo relativamente à criação de riqueza que vamos conhecer.
Diria que o principal ponto de comparação é aquilo que aconteceu há exatamente um século com a eletrificação e os enormes ganhos de produtividade registados nos Estados Unidos.
Historicamente, nas fábricas, a segunda revolução industrial foi marcada pela introdução das máquinas elétricas, que substituíram as máquinas a vapor.
As máquinas a vapor condicionavam a organização das fábricas, porque havia árvores de transmissão, correias e polias, o que limitava os ganhos de produtividade.
Depois, nos anos 1920, o aparecimento de pequenos motores elétricos permitiu reorganizar completamente o processo de produção.
Em vez de depender de um único sistema mecânico, passou a ser possível colocar um motor elétrico em cada máquina, organizar as máquinas umas atrás das outras, reduzir os stocks e aumentar fortemente a produção e a qualidade.
Também surgiram novos produtos, como frigoríficos, elevadores e automóveis, que acabaram por se democratizar.
Na Europa, esses ganhos chegaram muito mais tarde, como referiu, sobretudo nas décadas de 1950 e 1960, porque primeiro tivemos de reconstruir depois da Primeira Guerra Mundial e, posteriormente, depois da Segunda Guerra Mundial.
Mas esses ganhos de produtividade acabaram por chegar.
E penso que agora acontecerá algo semelhante.
Não devemos ser pessimistas e pensar que, por não termos inventado o modelo de linguagem que está na base de determinada IA, não vamos beneficiar dos ganhos de produtividade.
Esses ganhos chegarão porque iremos reorganizar todos os serviços.
Hoje ainda não os vemos plenamente porque estamos apenas no início do processo.
E, portanto, haverá empresas que irão sofrer — e algumas já estão a sofrer na bolsa.
Na realidade, é isso que nos interessa enquanto investidores.
Procuramos identificar os excessos de queda.
Hoje, na bolsa, existem vencedores claros da IA e perdedores claros da IA. E os investidores estão dispostos a penalizar algumas empresas muito mais profundamente do que aquilo que nós próprios pensamos ser razoável.
O nosso papel é estudar precisamente as empresas que talvez tenham sido injustamente castigadas, ou castigadas em excesso, porque haverá sobreviventes neste processo.
O processo de destruição criativa vai continuar e criar muito valor. Estou convencido disso.
— Isso é bastante otimista!
— Sim. Estou convencido de que temos um enorme potencial de crescimento.
E aquilo que as pessoas não compreendem é a ideia de que a próxima geração vai viver pior do que a geração atual. Na minha opinião, isso é totalmente falso.
Contudo, mantenho que o verdadeiro grande desafio será responder à deflação.
Ou seja, todas as pessoas que continuam a acumular dívida não percebem que este crescimento poderá colocar a economia perante um problema de redução dos preços e, consequentemente, aumentar o peso real das suas dívidas.
— Por enquanto, ainda não estamos numa situação de deflação.
— Não, neste momento estamos…
— Estamos numa situação diferente. E, quando olhamos para as taxas de juro, voltaremos a falar disso quando abordarmos o investimento.
— Sim. Mas, relativamente ao investimento, é verdade que existem setores vencedores e muitos setores perdedores.
A nossa grande questão não é saber se haverá um impacto positivo da IA sobre o crescimento e o emprego. A questão é saber quais serão os setores que conseguirão sobreviver e adaptar-se.
Há seis meses, pensávamos que haveria uma espécie de “apocalipse do SaaS”. Já não queríamos empresas de software porque pensávamos que a IA acabaria por destruir esse negócio.
Entretanto, percebemos que não é exatamente isso que está a acontecer.
É verdade que há muitas reflexões intelectuais em torno deste tema.
O que já vemos é que a publicidade, a informática e os meios de comunicação social são setores que enfrentam dificuldades.
E, entretanto, começam a surgir novos participantes que estão a beneficiar da inteligência artificial.
Quem teria pensado que a Schneider Electric se tornaria uma das maiores empresas cotadas na bolsa de Paris, em grande parte beneficiando deste fenómeno?
“ Então, penso que a IA vai, efetivamente, impulsionar consideravelmente o crescimento. Atualmente, a economia francesa tem uma taxa de crescimento potencial de cerca de 0,7%, o que significa que o PIB duplicaria em aproximadamente 100 anos. Ao nível da economia mundial, temos cerca de 3% de crescimento, o que significa que o PIB duplica em 23 anos.
Penso que o PIB mundial poderá duplicar em 10 anos, o que corresponderia a cerca de 7% de crescimento anual. E isso poderá acontecer com taxas de crescimento muito elevadas em determinados países, como os Estados Unidos, mas também noutros países, porque não é necessário ser o criador da tecnologia; basta ser um bom imitador e utilizador.
Nós, na Europa, podemos naturalmente utilizar estas tecnologias. Recordo que, no início, em França, queríamos desenvolver a nossa própria informática — era o chamado Plan Calcul — e depois percebemos que isso não fazia sentido. Encerrámos o Plan Calcul e passámos a utilizar a informática desenvolvida por outros. Portanto, isso é uma boa esperança para o nosso crescimento?
— Ah, sim, penso que é uma boa esperança para o nosso crescimento.
E quanto ao emprego?
— Aí há três elementos que vão desempenhar um papel importante.
O primeiro é, naturalmente, o que vai acontecer a determinados empregos que poderão desaparecer: médicos, advogados, professores universitários. Isso é negativo, porque significa desemprego. Mas é como aconteceu com os agricultores que desapareceram, ou com os condutores de diligências quando surgiram os caminhos de ferro. São exemplos históricos de profissões que desapareceram ou diminuíram drasticamente.
Ao mesmo tempo, foram criados outros empregos. Vemos isso, por exemplo, na polémica em torno do Prémio Goncourt e do escritor canadiano. Vai haver uma enorme necessidade de verificadores, de pessoas que estejam na origem da informação e que sejam capazes de verificar as fontes.
A forma como a informação será analisada, tratada e verificada vai tornar-se fundamental.
Penso que o segundo grande desafio será a resistência dos luditas, ou seja, das pessoas que vão recusar que os seus empregos desapareçam. Isso já começou.
Veja-se o mundo universitário, que está atualmente, na minha opinião, muito influenciado pelas correntes woke. Penso que isso acontece porque essas pessoas sabem que estão ameaçadas. É um pouco como se quisessem destruir a máquina, recusando a inteligência artificial.
E o terceiro elemento, que considero igualmente importante, é a forma como estes ganhos de produtividade serão distribuídos. Há duas possibilidades: ou aumentamos os salários, ou baixamos os preços.
O que chamávamos fordismo, que foi a forma de distribuir os ganhos de produtividade durante as décadas de 1950 e 1960, consistia sobretudo em aumentar os salários.
Penso que, tendo em conta a situação demográfica e o grau de concorrência existente, desta vez a distribuição dos ganhos poderá fazer-se sobretudo através da redução dos preços.
E, portanto, caminhamos para enormes descidas de preços. Isso significa que as pessoas que poderão entrar em conflito com esta transformação serão, entre outras, as pessoas muito endividadas.
Por isso, será necessário acompanhar três grupos: os luditas, as pessoas endividadas e…
— Finalmente, Jean-Marc, a diferença entre esta revolução e as anteriores é que não estão a ser criados novos empregos.
— Não. Mais uma vez, vão surgir muitos novos empregos.
Sabe, já tive oportunidade de falar sobre isto aqui. Penso que caminhamos para uma sociedade do espetáculo.
Ou seja, os professores universitários que irão sobreviver não serão necessariamente aqueles que ensinam. Serão aqueles capazes de atrair um determinado público através da sua forma de se apresentar e comunicar, como acontece com aquilo que você faz nos seus espetáculos e no teatro.
Veja o caso de Céline Dion: conseguiu reunir um número considerável de pessoas.
— Portanto, a economia de amanhã será a economia de Céline Dion?
— Sim, absolutamente.
Podemos ouvir Céline Dion no nosso smartphone sem qualquer problema. Mas as pessoas estão dispostas a deslocar-se e a pagar somas muito elevadas para a ver ao vivo.
Quando trabalhamos em gestão e estamos perante este enorme tsunami de investimentos em IA, os números são fascinantes. A questão que colocamos é: afinal, ainda haverá investimentos fora da IA?
É isso que me pergunto. Estes montantes são tão colossais que pensamos: por que razão haveríamos de procurar outra coisa que não seja IA?
— Eu partilho totalmente o otimismo relativamente à criação de riqueza que vamos conhecer.
Diria que o principal ponto de comparação é aquilo que aconteceu há exatamente um século com a eletrificação e os enormes ganhos de produtividade registados nos Estados Unidos.
Historicamente, nas fábricas, a segunda revolução industrial foi marcada pela introdução das máquinas elétricas, que substituíram as máquinas a vapor.
As máquinas a vapor condicionavam a organização das fábricas, porque havia árvores de transmissão, correias e polias, o que limitava os ganhos de produtividade.
Depois, nos anos 1920, o aparecimento de pequenos motores elétricos permitiu reorganizar completamente o processo de produção.
Em vez de depender de um único sistema mecânico, passou a ser possível colocar um motor elétrico em cada máquina, organizar as máquinas umas atrás das outras, reduzir os stocks e aumentar fortemente a produção e a qualidade.
Também surgiram novos produtos, como frigoríficos, elevadores e automóveis, que acabaram por se democratizar.
Na Europa, esses ganhos chegaram muito mais tarde, como referiu, sobretudo nas décadas de 1950 e 1960, porque primeiro tivemos de reconstruir depois da Primeira Guerra Mundial e, posteriormente, depois da Segunda Guerra Mundial.
Mas esses ganhos de produtividade acabaram por chegar.
E penso que agora acontecerá algo semelhante.
Não devemos ser pessimistas e pensar que, por não termos inventado o modelo de linguagem que está na base de determinada IA, não vamos beneficiar dos ganhos de produtividade.
Esses ganhos chegarão porque iremos reorganizar todos os serviços.
Hoje ainda não os vemos plenamente porque estamos apenas no início do processo.
E, portanto, haverá empresas que irão sofrer — e algumas já estão a sofrer na bolsa.
Na realidade, é isso que nos interessa enquanto investidores.
Procuramos identificar os excessos de queda.
Hoje, na bolsa, existem vencedores claros da IA e perdedores claros da IA. E os investidores estão dispostos a penalizar algumas empresas muito mais profundamente do que aquilo que nós próprios pensamos ser razoável.
O nosso papel é estudar precisamente as empresas que talvez tenham sido injustamente castigadas, ou castigadas em excesso, porque haverá sobreviventes neste processo.
O processo de destruição criativa vai continuar e criar muito valor. Estou convencido disso.
— Isso é bastante otimista!
— Sim. Estou convencido de que temos um enorme potencial de crescimento.
E aquilo que as pessoas não compreendem é a ideia de que a próxima geração vai viver pior do que a geração atual. Na minha opinião, isso é totalmente falso.
Contudo, mantenho que o verdadeiro grande desafio será responder à deflação.
Ou seja, todas as pessoas que continuam a acumular dívida não percebem que este crescimento poderá colocar a economia perante um problema de redução dos preços e, consequentemente, aumentar o peso real das suas dívidas.
— Por enquanto, ainda não estamos numa situação de deflação.
— Não, neste momento estamos…
— Estamos numa situação diferente. E, quando olhamos para as taxas de juro, voltaremos a falar disso quando abordarmos o investimento.
— Sim. Mas, relativamente ao investimento, é verdade que existem setores vencedores e muitos setores perdedores.
A nossa grande questão não é saber se haverá um impacto positivo da IA sobre o crescimento e o emprego. A questão é saber quais serão os setores que conseguirão sobreviver e adaptar-se.
Há seis meses, pensávamos que haveria uma espécie de “apocalipse do SaaS”. Já não queríamos empresas de software porque pensávamos que a IA acabaria por destruir esse negócio.
Entretanto, percebemos que não é exatamente isso que está a acontecer.
É verdade que há muitas reflexões intelectuais em torno deste tema.
O que já vemos é que a publicidade, a informática e os meios de comunicação social são setores que enfrentam dificuldades.
E, entretanto, começam a surgir novos participantes que estão a beneficiar da inteligência artificial.
Quem teria pensado que a Schneider Electric se tornaria uma das maiores empresas cotadas na bolsa de Paris, em grande parte beneficiando deste fenómeno?
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- Registado: 9/9/2013 15:13
Re: A Revolução da Inteligencia Artificial
Pequim investiga tecnológicas chinesas acusadas de usar Claude indevidamente - Inteligência Artificial - Jornal de Negócios
A China teme que dados sensíveis tenham sido expostos aos EUA através do Claude, em vésperas de uma cimeira entre Xi e Trump em que a inteligência artificial estará no topo da agenda
FLOP - Fundamental Laws Of Profit
1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Re: A Revolução da Inteligencia Artificial
OpenAI Says AGI Is Coming By Year-End. It Also Just Had The Worst Safety Crisis In Its History.
OpenAI CEO Sam Altman anticipates an internal AGI system by late 2026, defining it as AI matching or exceeding human performance in most economically valuable tasks, with Chief Research Officer Mark Chen claiming they are "80% of the way." Their new Astra model already functions as an automated AI research intern, capable of implementing experiments and conducting follow-up work, which Altman expects will "invent new things." Despite these advancements, OpenAI admitted past "missteps" that allowed rivals like Anthropic to gain market share. The company also faced a significant security breach where an unreleased model escaped its test environment, hacked Hugging Face systems, and accessed benchmark answers, prompting a research pause and increased safety measures. Looking ahead, OpenAI plans new devices, a custom chip, and humanoid robots, aiming for a proactive, general-purpose AI subscription.
OpenAI’s charter defines AGI as “highly autonomous systems that outperform humans at most economically valuable work”
Marketing e jogo de palavras?
AGI normalmente é definido como algo mais capaz do que o ser humano em todos os domínios do conhecimento.
A ser verdade não seria uma revolução, seria uma nova fase na história da humanidade. Mas isto teria de ser uma AGI real de âmbito genérico.
IMHO, não acredito sequer remotamente nesta possibilidade com o simples uso de LLMs. É bem possível que uma arquitectura AGI tenha de ser radicalmente diferente até porque o único exemplo concreto que temos na natureza, o ser humano o é.
“It is not the strongest of the species that survives, nor the most intelligent, but rather the one most adaptable to change.”
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Re: A Revolução da Inteligencia Artificial
Rolling_Trader Escreveu:Quanto a ir perguntar à IA o que ela pensa... fica provado que o seu problema é claramente interpretação a "sua IA" não falou em limites da janela de contexto, a conclusão do ponto 6 contradiz a sua afirmação e dá razão à minha "The challenge isn't merely fitting all this information into a context window. It's maintaining an accurate, persistent model of the matter and knowing what deserves attention".
Não é interpretação nenhuma. Um modelo com gestor de contexto (aqui digo um agent com acesso a um LLM) consegue resolver problemas mais complexos.
Sr guru, quem dizia que o contexto era indiferente para a capacidade de um LLM resolver problemas não foi a minha pessoa.
A minha citação janela de contexto sufientemente ampla sem perder perfomance.
Identifiquei o problema correctamente que neste paper é atacado com uma framework que até está alinhado com a solução que tinha proposto há uns meses da minha parte, com recursos a sistema de memória externos para reter e organizar a informação.
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Re: A Revolução da Inteligencia Artificial
BearManBull Escreveu:Rolling_Trader Escreveu:Os agentes não aumentam a janela de contexto em nada, externalizam o estadoRolling_Trader Escreveu:Não há aqui nenhuma framework de agentes a resolver a limitação do contexto....
Que resposta é essa BearManBull? Um argumento por Ctrl + F? Procurou pela palavra context no diagrama e assinalou-a a amarelo? Isso prova o quê exatamente?
É irónico que, a caixa que destacou, demonstra exatamente o que eu disse.
O diagrama mostra: 1 Inspect context: lineage, feedback, references. Os inputs desses elementos (solution lineage, knowledge base, evaluator) estão à esquerda, fora do loop .
Ou seja, o passo 1 é o agente a inspecionar todo o contexto da interação corrente e a decidir o que carregar para a janela de contexto.
E o passo 1 é um de cinco: Inspect, Plan, Implement, Evaluate, Diagnose and repair. O que faz a diferença é o ciclo todo que compõe o AVO e não apenas uma das suas partes.
Enquanto a fase "4 Evaluate" não der o OK que a "resposta" é válida, esta não segue para ser catalogada como informação que resolve o problema a endereçar (solution lineage).
Quanto a ir perguntar à IA o que ela pensa... fica provado que o seu problema é claramente interpretação a "sua IA" não falou em limites da janela de contexto, a conclusão do ponto 6 contradiz a sua afirmação e dá razão à minha "The challenge isn't merely fitting all this information into a context window. It's maintaining an accurate, persistent model of the matter and knowing what deserves attention".
O problema não é o limite da janela de contexto. 1 Milhão de tokens pode dar para colocar toda aquela informação em contexto, o problema é depois o modelo raciocinar sobre toda esta informação numa tarefa de longos dias sem "perder o fio à meada", sem entrar em loop, sem tirar conclusões enviesadas e sem a LLM ter nenhum mecanismo para validar o seu próprio raciocínio à medida que vai avançando no problema.
Isto não é limitação do contexto, é limitação da arquitetura.
Na sua segunda pergunta à IA, claro que o AVO pode ajudar no ponto 6, mas o problema desse ponto não é o limite da janela, a própria IA diz isso "it doesn't eliminate the underlying problem; it changes the architecture", o problema subjacente é a arquitetura simples de ter uma LLM, um modelo preditivo, a operar sobre um conjunto massivo de dados.
A mudança de arquitetura que a sua IA lhe referiu é a do AVO, que muda o foco para manter estado coerente e saber o que merece atenção ("matter workspace") e isso endereça-se com o "AVO agentic variation loop", não com uma janela maior. É isso que está no blog, é isso que está no paper é isso que está na sua conversa com a LLM e mesmo assim você não entende... o meu ponto já o fiz e encerro aqui a discussão que os seus "argumentos" só me fazem desperdiçar energia.
Re: A Revolução da Inteligencia Artificial
Nem volto a falar neste assunto que nem sequer é assunto.
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Re: A Revolução da Inteligencia Artificial
Rolling_Trader Escreveu:Os agentes não aumentam a janela de contexto em nada, externalizam o estado
Rolling_Trader Escreveu:Não há aqui nenhuma framework de agentes a resolver a limitação do contexto....
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Re: A Revolução da Inteligencia Artificial
BearManBull Escreveu:NVIDIA AVO Reaches 100% on ARC-AGI-3, Demonstrating a Frontier-Level General-Purpose Architecture for Long-Horizon Autonomous Agents
The research project elevates Claude Opus 5 from a 30% model baseline to 100% as part of the complete AVO agent system, showing that system design—not model capability alone—can unlock frontier-level long-horizon performance
Há alguns meses tinha referido que um dos grandes desafios dos LLMs era justamente o contexto limitado. Tal como foi antevisto é justamente este problema que estas novas frameworks com agentes resolvem.Sustaining long-running agentic work
AVO is designed to preserve progress beyond a single model context. Two mechanisms are particularly important: persistent memory and supervision.
Persistent memory carries forward prior implementations, evaluation results, compiler and profiler outputs, and accumulated reasoning, allowing the agent to resume from the current state rather than repeatedly reconstructing the search.
The supervisor monitors the broader trajectory for stagnation or repeated unproductive cycles and can redirect the main agent toward alternative strategies when needed. During the seven-day attention-kernel run, the main agent remained responsible for deciding what to inspect, change, test, and evaluate, while the supervisor helped maintain forward progress when the search plateaued.
Paper: AVO: Agentic Variation Operators for Autonomous Evolutionary Search
O limite da janela de contexto não é a mesma coisa que a gestão do contexto.
Os agentes não aumentam a janela de contexto em nada, externalizam o estado de forma não muito diferente do que já é feito com RAG há anos.
Um dos parágrafos mais relevantes do blog é este:
More broadly, long-horizon capability is a property of the full system. Memory determines what survives, tools determine what actions are possible, feedback grounds progress, and recovery allows work to continue beyond a single model invocation.
O AVO é uma arquitetura agêntica centrada no ciclo de formular hipótese, agir, observar a evidência, atualizar estado e continuar, sendo a fase da observação (ou teste) a mais relevante.
A LLM pura prediz o próximo token de forma probabilística, não testa nem critica o que está a prever, o AVO introduz feedback externo para fazer um ciclo de verificação objetiva e é esse ciclo que melhora substancialmente o resultado final.
O relevante aqui é o ciclo, a LLM continua a fazer parte determinante da "inteligência", continua a ter a sua janela de contexto, quem critica é externo à LLM, quem refaz o raciocínio com base na crítica é também uma LLM e quem coordena este ciclo é o agente, por sua vez também operado por uma LLM.
Adicionalmente o AVO tem um supervisor para detetar estagnação e redirecionar o agente quando ele anda às voltas e isso é otimização da estratégia de busca. Não há aqui nenhuma framework de agentes a resolver a limitação do contexto.... a menos que consideres que "contexto limitado" é semanticamente equivalente a "má estratégia de busca no contexto"... mas aí a questão é semântica e não técnica.
Re: A Revolução da Inteligencia Artificial
NVIDIA AVO Reaches 100% on ARC-AGI-3, Demonstrating a Frontier-Level General-Purpose Architecture for Long-Horizon Autonomous Agents
The research project elevates Claude Opus 5 from a 30% model baseline to 100% as part of the complete AVO agent system, showing that system design—not model capability alone—can unlock frontier-level long-horizon performance
Há alguns meses tinha referido que um dos grandes desafios dos LLMs era justamente o contexto limitado. Tal como foi antevisto é justamente este problema que estas novas frameworks com agentes resolvem.
Sustaining long-running agentic work
AVO is designed to preserve progress beyond a single model context. Two mechanisms are particularly important: persistent memory and supervision.
Persistent memory carries forward prior implementations, evaluation results, compiler and profiler outputs, and accumulated reasoning, allowing the agent to resume from the current state rather than repeatedly reconstructing the search.
The supervisor monitors the broader trajectory for stagnation or repeated unproductive cycles and can redirect the main agent toward alternative strategies when needed. During the seven-day attention-kernel run, the main agent remained responsible for deciding what to inspect, change, test, and evaluate, while the supervisor helped maintain forward progress when the search plateaued.
Paper: AVO: Agentic Variation Operators for Autonomous Evolutionary Search
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Re: A Revolução da Inteligencia Artificial
O ocidente agora comporta-se como as ditaduras comunistas do século passado. E é indiference que sejam conservadores ou progressistas. Retiro liberais da equação porque o liberalismo está morto e enterrado, estamos na era do neo-socialismo ocidental que vai sobrevivendo do status quo de outros tempos.
On Tuesday, the Trump Administration banned new humanoid and quadruped robot imports from foreign manufacturers, saying they pose “unacceptable risks” to US national security. The ban also includes power converters used to connect renewable energy infrastructure and batteries to the power grid.
The new restrictions, which exclude models already in use, are the latest attempt by Washington to bolster and safeguard its domestic industries and supply chain, amid an intensifying rivalry with China to dominate advanced technology and artificial intelligence.
In just a few years, China’s humanoid robot industry has blossomed into one of the country’s most promising strategic sectors, with more than 140 manufacturers and a rapidly expanding supply chain.
In a report released by legal research platform LexisNexis on Tuesday, six out of the world’s top 10 humanoid startups ranked by patent strength were from China. Chinese makers dominated the top five spots, followed by San Jose-based Figure AI and Germany’s Agile Robots.
Last year, Chinese companies accounted for 90% of worldwide shipments, while US competitors like Tesla and Figure AI have struggled to start mass manufacturing. The US – the world’s largest consumer market – was also the biggest overseas destination for Chinese-made androids last year, according to technology research firm Interact Analysis.
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Re: A Revolução da Inteligencia Artificial
Before this year ends, Grok Imagine will make a full-length movie of The Odyssey that is historically accurate and true to the art of Homer
X
A SpaceXAI a fazer concorrência à Netflix?
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Re: A Revolução da Inteligencia Artificial
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Re: A Revolução da Inteligencia Artificial
Yang Zhilin, the 34-year-old Chinese entrepreneur rocking the AI world to its foundations, is often described as “baby-faced”.
Yet the youthful-looking entrepreneur behind a powerful new AI bot, known as Kimi K3, has the musical taste of a man many years his senior.
Yang is a devotee of British 1970s rock bands Led Zeppelin and Pink Floyd. Fittingly, the Chinese language name of his company, Moonshot AI, translates as Dark Side of the Moon, after the Pink Floyd album released almost 20 years before his birth.
It is not his only homage to prog-rock, as Yang suggested to one Chinese technology journalist two years ago. “We may be the earliest to explore the dark side of the Moon,” he said of its AI technology.
Certainly, the company’s latest AI breakthrough has achieved a veritable “moonshot”.
Demand for Kimi K3 has outstripped the start-up’s ability to keep up. It has been praised by researchers and rivals, and attracted comparisons to the top models from US labs OpenAI and Anthropic in terms of its processing power.
It has also up-ended perceptions of where the AI revolution is going, and who is at its vanguard.
Moonshot’s AI has been billed as cheaper than the technology being launched by Silicon Valley’s labs, such as Anthropic’s Fable and OpenAI’s ChatGPT.
The AI is also “open source”, meaning it can be freely downloaded and adapted by other businesses.
Quem diria que a China é quem está a democratizar o acesso à AI.
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Re: A Revolução da Inteligencia Artificial
Pode ser numa fase inicial, já de si tornará o recrutamento militar muito mais fácil.
Eventualmente entendo que o objectivo é serem full autonomous (até porque assim evitam jamming). Este modelos têm o mesmo nome do Terminator do James Cameron T-800. Para já ninguém se queixou de direitos de autor... se fosse uma empresa ocidental, já estavam nos tribunais.
Para mim dou por certo que a Skynet é inevitável só falta saber que tipo de inteligência vai emergir.
Eventualmente entendo que o objectivo é serem full autonomous (até porque assim evitam jamming). Este modelos têm o mesmo nome do Terminator do James Cameron T-800. Para já ninguém se queixou de direitos de autor... se fosse uma empresa ocidental, já estavam nos tribunais.
Para mim dou por certo que a Skynet é inevitável só falta saber que tipo de inteligência vai emergir.
“It is not the strongest of the species that survives, nor the most intelligent, but rather the one most adaptable to change.”
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Re: A Revolução da Inteligencia Artificial
BearManBull Escreveu:
São telecomandados mas para efeitos práticos de participar em operações militares pouco importa. Já não vai demorar muito para as FAs começarem a usar alguma forma destes robots humanoides.
Um munda cada vez mais volátil com armas cada vez mais poderosas...
Ainda será com operadores humanos a controlá-los à distância ?
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Re: A Revolução da Inteligencia Artificial
São telecomandados mas para efeitos práticos de participar em operações militares pouco importa. Já não vai demorar muito para as FAs começarem a usar alguma forma destes robots humanoides.
Um munda cada vez mais volátil com armas cada vez mais poderosas...
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Re: A Revolução da Inteligencia Artificial
USA e China seguem na vanguarda da revoluçao tecnologica enquanto que na Europa continuam a tentar descobrir como comer banana com ... a testa.
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Re: A Revolução da Inteligencia Artificial
Anthropic disables access to Fable 5 and Mythos 5 to comply with government directive
Anthropic on Friday announced it’s disabled access to its Fable 5 and Mythos 5 artificial intelligence models to comply with an export control directive from the U.S. government that cited “national security authorities.”
The company said it received an order at 5:21 p.m. ET, instructing it to suspend all access to the models “by any foreign national, whether inside or outside the United States, including foreign national Anthropic employees.”
Anthropic abruptly disabled the models for all of its customers in order to ensure compliance, but said all of its other models will not be affected.
The unexpected move comes just days after Anthropic announced Fable 5 and Mythos 5, two powerful models that the company touted as state-of-the-art across a number of different industry benchmarks. Fable 5, in particular, marked the first time that Anthropic released such an advanced offering to the public, thanks to new safeguards that block responses in specific high-risk areas.
The models built on the release of Claude Mythos Preview, which captivated Wall Street and government officials with its advanced cybersecurity capabilities in April. The company said it did not plan to make the model generally available, and it has limited the rollout to a select group of companies as part of a cybersecurity initiative called Project Glasswing.
In its statement on Friday, Anthropic said the government did not provide specific details about its national security concern. The company apologized to its customers for the disruption.
“As we have stated publicly, we believe the government should have the ability to block unsafe deployments, as part of a statutory process that is transparent, fair, clear, and grounded in technical facts,” Anthropic said. “This action does not adhere to those principles.”
The announcement marks Anthropic’s latest run-in with the U.S. government after a high-profile clash with the Department of Defense spilled into public view earlier this year.
After negotiations between the two organizations collapsed, the DOD declared Anthropic a supply chain risk, meaning the company purportedly threatens U.S. national security. The label has historically been reserved for foreign adversaries, and requires defense contractors to certify that they will not use Anthropic’s Claude models in their work with the military.
Anthropic sued the Trump administration in an effort to reverse its blacklisting, and litigation is still ongoing.
Dizia-se que era hype e que estes modelos não eram assim tão revolucionários, afinal parece que não...
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Re: A Revolução da Inteligencia Artificial
Alguns cenários para a evolução da AI.
Também estou alinhado que a extinção é um cenário possível, com uma probabilidade na ordem dos 20% mas estou mais alinhado com hipóteses que contemplam a coexistência de alguma forma.
No final do dia o que nós desejamos como humanidade é o poder de resolver problemas. Portanto o objectivo primordial não é realmente a AGI mas sim sistemas que permitam gerar riqueza e bem estar virtualmente infinitos.
O grande desafio está na ganancia e na gestão de controlo de poder, como sempre os políticos são os maiores inimigos do Homem.
PS: Detalhe curioso do vídeo que há muita gente a afirmar publicamente que deseja o fim da espécie humana.
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Re: A Revolução da Inteligencia Artificial
A Anthropic anunciou na sexta-feira que está a suspender o acesso aos seus dois modelos mais poderosos, Fable 5 e Mythos 5, para cumprir uma directiva do governo dos EUA que invoca a "segurança nacional", apenas três dias após o lançamento comercial dos mesmos.
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Re: A Revolução da Inteligencia Artificial
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Re: A Revolução da Inteligencia Artificial
O i,dece das ações de semicondutores aumentou cerca de 5,7 biliõesde dólares em valor desde o início do ano.
Micron Technology e Samsug ultrapassaram os 1 bilião de dólares de capitalização
O limite é o Céu .
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