Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Só para defender as Bases Aéreas de Muwaffaq Salti e Prince Hassan, na Jordânia, os EUA lançaram dezenas de mísseis PAC-2 GEM, que interceptaram 18 dos 20 mísseis lançados pelo Irão.
No ataque de hoje, o Irão terão lançado 30 mísseis balísticos e os EUA e os países da região cerca de 100 mísseis PAC-2 GEM e PAC-3 MSE.
Mais uma machada nas defesas aéreas dos EUA, para defender bases que perderam a capacidade operacional.
O Irão atacou ainda os contratorpedeiros USS Delbert D. Black e USS John Paul Jones, que operam no Mar Arábico.
https://x.com/BabakTaghvaee1/status/2097596761053221280/video/1
Pedro
No ataque de hoje, o Irão terão lançado 30 mísseis balísticos e os EUA e os países da região cerca de 100 mísseis PAC-2 GEM e PAC-3 MSE.
Mais uma machada nas defesas aéreas dos EUA, para defender bases que perderam a capacidade operacional.
O Irão atacou ainda os contratorpedeiros USS Delbert D. Black e USS John Paul Jones, que operam no Mar Arábico.
https://x.com/BabakTaghvaee1/status/2097596761053221280/video/1
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Os Houtis atacaram a refinaria da Saudi Aramco em Jazan, no Mar Vermelho, que é o principal ponto de exportação da região.
O esforço Saudita de transportar o petróleo através de oleodutos para o porto de Yanbu, no Mar Vermelho, pode não servir de nada.
O fecho do Estreito de Ormuz e de Bab el-Mandeb estava nos planos do Irão, bem como, levar o petróleo aos 200 dólares.
Entretanto, o Irão capturou um drone marítimo (UUV - Unmanned and Autonomous Underwater Vehicles) Anduril Dive-LD, que poderá acabar na China.
https://x.com/sentdefender/status/2097301302405464347?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E2097301302405464347%7Ctwgr%5Edb471d8a0990d125504fef3f8acbb21bf87bd02d%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fwww.twz.com%2Fnews-features%2Fsaudis-remaining-energy-lifeline-to-the-world-under-threat-after-successful-houthi-strikes
Pedro
O esforço Saudita de transportar o petróleo através de oleodutos para o porto de Yanbu, no Mar Vermelho, pode não servir de nada.
O fecho do Estreito de Ormuz e de Bab el-Mandeb estava nos planos do Irão, bem como, levar o petróleo aos 200 dólares.
Entretanto, o Irão capturou um drone marítimo (UUV - Unmanned and Autonomous Underwater Vehicles) Anduril Dive-LD, que poderá acabar na China.
https://x.com/sentdefender/status/2097301302405464347?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E2097301302405464347%7Ctwgr%5Edb471d8a0990d125504fef3f8acbb21bf87bd02d%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fwww.twz.com%2Fnews-features%2Fsaudis-remaining-energy-lifeline-to-the-world-under-threat-after-successful-houthi-strikes
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
“ O Irão encontra-se numa situação económica e financeira desastrosa.
Segundo o Wall Street Journal, o bloqueio americano está a funcionar plenamente. Nenhum petroleiro conseguiu passar desde meados de julho.
E as únicas receitas que o Irão ainda obtém vêm dos petroleiros que já tinham partido antes do bloqueio — mas o número destes está a diminuir rapidamente.
| ZERO
É o número de petroleiros que transportam petróleo iraniano que conseguiram passar o bloqueio desde que este foi imposto de forma rigorosa, em meados de julho.
Zero petroleiros, portanto, zero receitas, numa economia que já está exaurida.
O Irão continua a carregar petróleo nos petroleiros, mas estes permanecem bloqueados e não conseguem sair.
| O FLUXO DE RECEITAS
Gerado pelos petroleiros que já tinham partido antes do bloqueio está a esgotar-se.
Restam apenas 29 milhões de barris no mar, contra 90 milhões em meados de julho.
E no próximo mês já não haverá praticamente nenhum.
O Irão ficará, portanto, sem receitas dentro de poucos dias.
| ESTAMOS TÃO CONCENTRADOS
No impacto do conflito sobre o resto do mundo e no facto de Trump não conseguir sair deste conflito, que nos esquecemos do impacto da guerra sobre o próprio Irão.
A moeda está a entrar em colapso, a inflação dispara, o desemprego aumenta, o crescimento económico cai e as carências multiplicam-se.
É certo que o regime se preocupa pouco com a situação da sua população, mas a queda das receitas em moeda estrangeira também afeta a sua capacidade de continuar o conflito.
| ACORDO IMINENTE COM OMÃ
O Irão está a tentar encontrar uma saída, através da assinatura de um acordo com Omã sobre o estreito de Ormuz.
Um acordo que permitiria a passagem dos petroleiros pelo estreito, nomeadamente dos petroleiros iranianos.
Mas não se sabe qual será a reação dos americanos, sobretudo depois de terem disparado este fim de semana contra navios iranianos que tentavam passar o bloqueio.
Segundo o Wall Street Journal, o bloqueio americano está a funcionar plenamente. Nenhum petroleiro conseguiu passar desde meados de julho.
E as únicas receitas que o Irão ainda obtém vêm dos petroleiros que já tinham partido antes do bloqueio — mas o número destes está a diminuir rapidamente.
| ZERO
É o número de petroleiros que transportam petróleo iraniano que conseguiram passar o bloqueio desde que este foi imposto de forma rigorosa, em meados de julho.
Zero petroleiros, portanto, zero receitas, numa economia que já está exaurida.
O Irão continua a carregar petróleo nos petroleiros, mas estes permanecem bloqueados e não conseguem sair.
| O FLUXO DE RECEITAS
Gerado pelos petroleiros que já tinham partido antes do bloqueio está a esgotar-se.
Restam apenas 29 milhões de barris no mar, contra 90 milhões em meados de julho.
E no próximo mês já não haverá praticamente nenhum.
O Irão ficará, portanto, sem receitas dentro de poucos dias.
| ESTAMOS TÃO CONCENTRADOS
No impacto do conflito sobre o resto do mundo e no facto de Trump não conseguir sair deste conflito, que nos esquecemos do impacto da guerra sobre o próprio Irão.
A moeda está a entrar em colapso, a inflação dispara, o desemprego aumenta, o crescimento económico cai e as carências multiplicam-se.
É certo que o regime se preocupa pouco com a situação da sua população, mas a queda das receitas em moeda estrangeira também afeta a sua capacidade de continuar o conflito.
| ACORDO IMINENTE COM OMÃ
O Irão está a tentar encontrar uma saída, através da assinatura de um acordo com Omã sobre o estreito de Ormuz.
Um acordo que permitiria a passagem dos petroleiros pelo estreito, nomeadamente dos petroleiros iranianos.
Mas não se sabe qual será a reação dos americanos, sobretudo depois de terem disparado este fim de semana contra navios iranianos que tentavam passar o bloqueio.
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Claro que sim
Mas não é fácil trabalhar num porta-aviões, que está constantemente em operações de combate, e onde não são permitidos erros.
Só a tarefa de reabastecer de combustível de avião, munições, bens .... em alto mar, é uma tarefa extremamente dificíl.
Depois são 5.000 pessoa a conviver diáriamente, e muitas a trabalhar numa área 18k m2.
Pedro
Mas não é fácil trabalhar num porta-aviões, que está constantemente em operações de combate, e onde não são permitidos erros.
Só a tarefa de reabastecer de combustível de avião, munições, bens .... em alto mar, é uma tarefa extremamente dificíl.
Depois são 5.000 pessoa a conviver diáriamente, e muitas a trabalhar numa área 18k m2.
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Apesar de tudo preferia ser marinheiro agora em outros tempos os homens dormiam em redes, esteiras ou simplesmente no chão, …no convés, ficavam expostos à chuva, vento e frio …
Abaixo do convés ainda era pior .
comida pouca e deteriorava-se, havia ratos
Quanto higiene e WC a mar aberto
Para os actuais marinheiro para se sentirem uns surtos era passar uns filmes como era no passado iam se sentir melhor .
Abaixo do convés ainda era pior .
comida pouca e deteriorava-se, havia ratos
Quanto higiene e WC a mar aberto
Para os actuais marinheiro para se sentirem uns surtos era passar uns filmes como era no passado iam se sentir melhor .
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
O grande problema, é que a maior parte dos marinheiros são muito jovens e organizam a vida (casamentos, batizados, viagens, escrituras ....) para desdobramentos de 7 meses, com escalas e abastecimentos em vários portos, raros dias em operações de combate ..... e últimamente, os desdobramentos não têm fim, são raras as escalas, os reabastecimentos são feitos em alto mar, efectuam mais de 100 operações diárias de lançamento/recolha de aeronaves.
Quem opera no convés, são na maioria miudos de 18/22 anos, que fazem o trabalho duro e num ambiente caótico.
Acrescentar, que estes navios necessitam de manutenção, e cada dia a mais no mar, são mais dias em manutenção, para não falar nos contratos de manutenção agendados e não cumpridos nas datas previstas.
Pedro
Quem opera no convés, são na maioria miudos de 18/22 anos, que fazem o trabalho duro e num ambiente caótico.
Acrescentar, que estes navios necessitam de manutenção, e cada dia a mais no mar, são mais dias em manutenção, para não falar nos contratos de manutenção agendados e não cumpridos nas datas previstas.
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Já não há homem como antigamente o Magalhães ou melhor o seu escravo o Enrique ( que foi a primeira pessoa a dar a volta ao mundo) fizeram
60 000 km 3 anos e os que voltaram estavam rijos que nem um pêro , essa raça de homem terminou ( hoje são criados com pão com manteiga )
60 000 km 3 anos e os que voltaram estavam rijos que nem um pêro , essa raça de homem terminou ( hoje são criados com pão com manteiga )
PMP69 Escreveu:O USS Abraham Lincoln, chegou ao porto de Laem Chabang, na Tailândia, depois de 286 dias no mar, sem qualquer escala (breve paragem logistíca em Guam em dezembro de 2025), e uma boa parte do tempo em operações de combate.
Até ao fim do mês deve chegar a San Diego, na Califórnia.
Além dos diversos problemas de saúde mental, este é o estado em que está o navio.
O USS Gerald R. Ford esteve no mar 326 dias, o USS Abraham Lincoln vai completar cerca de 300 dias, o USS Theodore Roosevelt deve começar em breve um desdobramento previsto de 8 meses ..... tudo isto prova a falta de meios navais dos EUA.
Os desdobramente tinham por norma a duração de 7 meses, e cada mês a mais no mar, implica mais tempo de manutenção.
Pedro
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Estava a referir-me ao facto de alguém ir investir numa estrutura obsoleta, num país instável, liderado por uma presidente ultra marxista, cujo foi torturado e morreu na prisão, devido ao envolvimento no sequestro de um americano .....
Nem é preciso a instabilidade de Trump, basta uma mudança de governo nos EUA, e lá são outra vez nacionalizadas as empresas americanas.
Pedro
Nem é preciso a instabilidade de Trump, basta uma mudança de governo nos EUA, e lá são outra vez nacionalizadas as empresas americanas.
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
PMP69 Escreveu:BearManBull Escreveu:Além disso Trump abriu um precedente ao capturar o presidente da Venezuela em funções, é motivação suficiente para os venezuelanos colaborarem no longo prazo. Um seguro para os investidores americanos.
Acreditas nisso?
Se me dissessem há um par de anos não acreditava, mas aconteceu.
“It is not the strongest of the species that survives, nor the most intelligent, but rather the one most adaptable to change.”
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Shimazaki_2 Escreveu:O que vale é que na Tailândia vão ter suporte emocional para limpar a cabeça
Estamos a falar de 5.000 homens, com uma média de idades muito baixa, sendo que metade da tripulação tem menos de 25 anos.
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
O que vale é que na Tailândia vão ter suporte emocional para limpar a cabeça 
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
O USS Abraham Lincoln, chegou ao porto de Laem Chabang, na Tailândia, depois de 286 dias no mar, sem qualquer escala (breve paragem logistíca em Guam em dezembro de 2025), e uma boa parte do tempo em operações de combate.
Até ao fim do mês deve chegar a San Diego, na Califórnia.
Além dos diversos problemas de saúde mental, este é o estado em que está o navio.
O USS Gerald R. Ford esteve no mar 326 dias, o USS Abraham Lincoln vai completar cerca de 300 dias, o USS Theodore Roosevelt deve começar em breve um desdobramento previsto de 8 meses ..... tudo isto prova a falta de meios navais dos EUA.
Os desdobramente tinham por norma a duração de 7 meses, e cada mês a mais no mar, implica mais tempo de manutenção.


Pedro
Até ao fim do mês deve chegar a San Diego, na Califórnia.
Além dos diversos problemas de saúde mental, este é o estado em que está o navio.
O USS Gerald R. Ford esteve no mar 326 dias, o USS Abraham Lincoln vai completar cerca de 300 dias, o USS Theodore Roosevelt deve começar em breve um desdobramento previsto de 8 meses ..... tudo isto prova a falta de meios navais dos EUA.
Os desdobramente tinham por norma a duração de 7 meses, e cada mês a mais no mar, implica mais tempo de manutenção.


Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
BearManBull Escreveu:Além disso Trump abriu um precedente ao capturar o presidente da Venezuela em funções, é motivação suficiente para os venezuelanos colaborarem no longo prazo. Um seguro para os investidores americanos.
Acreditas nisso?
E mesmo que assim fosse, essa "garantia" só tinha a validade de mais 2 anos.
No tempo do Rómulo Betancourt, achavam o mesmo.
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
PMP69 Escreveu:BearManBull Escreveu:Quando era no tempo de Biden era ok a Chevron investir (e investiu).
Não entedo esse clubismo ferranho... já chega CNN para ouvir contantemente o mesmo lélélé.
Biden allowing Chevron to drill in Venezuela 'makes absolutely no sense': Stephen Moore
Achas que quem viu os seus activos nacionalizados na Venezuela, vai investir num país instável e numa estrutura obsoleta?
Já agora, em 2007 o presidente era o George W. Bush![]()
Pedro
A Chevron está lá e aumentou o investimento com Biden que fez um acordo para financiar Maduro e permitir aumentar a produção da Chevron.
The Biden administration's decision to allow Chevron to pay Venezuela millions of dollars was driven by strategic motivations aimed at encouraging democratic reforms and stabilizing the Venezuelan economy. According to the information provided, the Biden administration reached a secret deal allowing Chevron to pay hundreds of millions of dollars to Venezuela's authoritarian government. This decision was part of a broader strategy to incentivize the Maduro regime to hold democratic elections and pave the way toward freer and fairer elections. The administration initially gave Chevron permission to conduct limited operations in the country through a sanctions waiver from the Treasury Department's Office of Foreign Assets Control (OFAC) in November 2022. This waiver was supplemented to allow Chevron to pay oil royalties and taxes in Venezuela while remaining in compliance with U.S. law.
Além disso Trump abriu um precedente ao capturar o presidente da Venezuela em funções, é motivação suficiente para os venezuelanos colaborarem no longo prazo. Um seguro para os investidores americanos.
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Um F/A-18F Super Hornet, no USS George W Bush (Mar Arábico), com quatro tanques de combustível externos de 1.800 lt, cada, e outros com Pods de reabastecimento aéreo.
Prova a distância a que estão a operar do Irão.
https://x.com/CENTCOM/status/2094916573920199143
Pedro
Prova a distância a que estão a operar do Irão.
https://x.com/CENTCOM/status/2094916573920199143
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
O USS Abraham Lincoln, escoltado pelo cruzador USS Robert Smalls e pelo contratorpedeiro USS Frank E. Petersen Jr., atravessou o Estreito de Malaca e o Estreito de Singapura a caminho da Tailândia, onde vai efectuar uma escala.
Está no mar, sem qualquer escala, há 285 dias, devendo regressar à sua base de San Diego, na Califórnia, no final do mês.
Entretanto, os EUA voltaram a atacar alvos no Irão, e têm na região o USS George Washington, acompanhado de um único contratorpedeiro (USS Shoup) e o USS George HW Bush, acompanhado do cruzador USS Tico USS Princeton e dos contratorpedeiros USS Ross e USS Donald Cook.
Três porta-aviões em operação, sendo que um está de regresso à sua base (USS Abraham Lincoln), um em pré mobilização, três em treinamento, sendo que o USS Nimitz, está na pré-reforma, pois vai ser desactivado no início do próximo ano e quatro em manutenção.
Uma vez mais, ficam a nú as fragelidades da marinha dos EUA (Big Deck Force).
https://eu.usatoday.com/story/news/politics/2026/08/24/uss-abraham-lincoln-update-thailand/91442505007/
Pedro
Está no mar, sem qualquer escala, há 285 dias, devendo regressar à sua base de San Diego, na Califórnia, no final do mês.
Entretanto, os EUA voltaram a atacar alvos no Irão, e têm na região o USS George Washington, acompanhado de um único contratorpedeiro (USS Shoup) e o USS George HW Bush, acompanhado do cruzador USS Tico USS Princeton e dos contratorpedeiros USS Ross e USS Donald Cook.
Três porta-aviões em operação, sendo que um está de regresso à sua base (USS Abraham Lincoln), um em pré mobilização, três em treinamento, sendo que o USS Nimitz, está na pré-reforma, pois vai ser desactivado no início do próximo ano e quatro em manutenção.
Uma vez mais, ficam a nú as fragelidades da marinha dos EUA (Big Deck Force).
https://eu.usatoday.com/story/news/politics/2026/08/24/uss-abraham-lincoln-update-thailand/91442505007/
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
BearManBull Escreveu:Quando era no tempo de Biden era ok a Chevron investir (e investiu).
Não entedo esse clubismo ferranho... já chega CNN para ouvir contantemente o mesmo lélélé.
Biden allowing Chevron to drill in Venezuela 'makes absolutely no sense': Stephen Moore
Achas que quem viu os seus activos nacionalizados na Venezuela, vai investir num país instável e numa estrutura obsoleta?
Já agora, em 2007 o presidente era o George W. Bush
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
PMP69 Escreveu:Qual o custo necessário efectuar na industria obsoleta Venezuelana?
Quem é que está disponível para investir?
A ExxonMobil e a ConocoPhillips não devem estar.
Pedro
Quando era no tempo de Biden era ok a Chevron investir (e investiu).
Não entedo esse clubismo ferranho... já chega CNN para ouvir contantemente o mesmo lélélé.
Biden allowing Chevron to drill in Venezuela 'makes absolutely no sense': Stephen Moore
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Isto é o declarar formalmente que a Russia entende que a América, neste momento, é irrelevante, não tem força, não conta para nada.PMP69 Escreveu:Putin declara solidariedade ao Irão e diz estar a prestar “assistência necessária” em plena guerra com os EUA e Israel
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, declarou esta terça-feira a solidariedade de Moscovo para com o povo iraniano, numa reunião com o homólogo iraniano, Masoud Pezeshkian.
https://executivedigest.sapo.pt/putin-declara-solidariedade-ao-irao-e-diz-estar-a-prestar-assistencia-necessaria-em-plena-guerra-com-os-eua-e-israel/
Pedro
Se a Russia estivesse convencida que a América fosse a tal super potência alguma iria declarar solidariedade com o inimigo nº 1 da América? Nem pensar,
Trump levou a América para o cano de esgoto. Já não faltará muito para a China se levantar e dizer que chegou a vez de Tawian voltar à grande mãe China.
E o Trump vai comer e calar porque não tem força e o povo não entenderia milhares de americanos mortos para defender Tawian.
Cumprimentos,
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Putin declara solidariedade ao Irão e diz estar a prestar “assistência necessária” em plena guerra com os EUA e Israel
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, declarou esta terça-feira a solidariedade de Moscovo para com o povo iraniano, numa reunião com o homólogo iraniano, Masoud Pezeshkian.
https://executivedigest.sapo.pt/putin-declara-solidariedade-ao-irao-e-diz-estar-a-prestar-assistencia-necessaria-em-plena-guerra-com-os-eua-e-israel/
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Qual o custo necessário efectuar na industria obsoleta Venezuelana?
Quem é que está disponível para investir?
A ExxonMobil e a ConocoPhillips não devem estar.
Pedro
Quem é que está disponível para investir?
A ExxonMobil e a ConocoPhillips não devem estar.
Pedro
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
President Donald Trump said Friday night the United States has reached an oil agreement with Venezuela, a move he said will “more than double” American oil reserves, increase oil supply and lower gas prices.
“At my direction, Secretary of State Marco Rubio, and Secretary of War Pete Hegseth, working closely with Highly Respected Interim President of Venezuela, Delcy Rodriguez, and, through a partnership with private business, have secured majority U.S. control of more than 65 BILLION BARRELS of proven Oil Reserves in Venezuela, at no cost to the American Taxpayer,” Trump wrote on social media.
Trump’s emphasis on lowering American gas prices, almost two months before the US midterm elections, comes as the national average gas price sits at more than $4 a gallon.
Venezuela's interim president says US energy deal will last 25 years
Venezuelan interim President Delcy Rodriguez said on Saturday that an energy agreement with the U.S. would remain in force for 25 years, target an increase in crude output to 1.5 million barrels per day (bpd) and preserve the country's sovereignty over its natural resources.
Rodriguez hailed the accord in a late-night address as a "historic" deal that would help revive the economy and boost government revenue, saying it would help shape the country's future.
“This 25-year bilateral project envisages the development of 17 strategic oilfields with a production target of more than 1.5 million barrels per day," Rodriguez said on state broadcaster VTV.
"That figure relates solely to the bilateral agreement between Venezuela and the United States."
Rodriguez added that the agreement's target of 1.5 million bpd was only an initial goal and that the broader plan also included the development of eight greenfield oil blocks as part of a wider expansion of the country's energy sector.
A Venezuela tem as maiores reservas mas com um custo de extração bastante superior ao oil saudita. Mesmo assim por proximidade e questões estratégicas pode em breve ser um novo rival de peso no mercado do oil.
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Mais uma perspectiva do porque da divisão entre o Irão e resto do mundo.
Para o Irão o oil é uma recurso existencial para um regime. Na Arábia Saudita o oil são $3.000.000 por habitante, fazendo os sauditas o povo mais rico do planeta. Mas têm a sensatez de squeeze the lemon dry. Preços demasiado elevados do oil acatam 2 grandes problemas, a procura de alternativas e potencial perda de quota de mercado.
O Irão não tem visão de longo prazo, um regime que luta pela sobrevivência no dia a dia, que se limita a explorar o povo e vive na fantasia do comunismo do controlo total top down.
Claro que existem muitas outras divergências culturais, religiosas, politicas, étnicas. Esta é mais uma que me parece interessante e também ajuda a compreender o eterno conflito Irão vs rest of the arab world/US/Israel.
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Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
Viva,
Então se têm um PIB ao nível dos anos noventa, presumo que seja o PIB real (corrigido pela inflação)... nesse caso é um grave problema para qualquer regime. Estão mais voláteis para a asfixia económica.
Já a deviam ter concretizado há anos, mas ainda pode ser feita, mas para isso, não pode haver "portas do cavalo" para o país a ser "asfixiado".
Cuba foi mais fácil.... uma ilha com parcos recursos, mas no Oriente Médio... a coisa pia mais fino!!
Abraço
dj
Então se têm um PIB ao nível dos anos noventa, presumo que seja o PIB real (corrigido pela inflação)... nesse caso é um grave problema para qualquer regime. Estão mais voláteis para a asfixia económica.
Já a deviam ter concretizado há anos, mas ainda pode ser feita, mas para isso, não pode haver "portas do cavalo" para o país a ser "asfixiado".
Cuba foi mais fácil.... uma ilha com parcos recursos, mas no Oriente Médio... a coisa pia mais fino!!
Abraço
dj
Cuidado com o que desejas pois todo o Universo pode se conjugar para a sua realização.
Re: Irão–EUA: fim do regime dos Aiatolas?
PMP69 Escreveu:BearManBull Escreveu:Como é que se prepara para este cenário?
Dinheiro.
Estão com um GDP ao nível dos anos 90...
2026 $300,293,000,000 −6.1% $3,415 0.81%
2025 $371,196,000,000 −1.5% $4,264 0.93%
2024 $416,676,000,000 3.7% $4,834 1.06%
2023 $421,547,000,000 5.3% $4,940 1.21%
2022 $403,254,000,000 4.4% $4,761 1.21%
2021 $307,337,000,000 4.1% $3,656 0.83%
2020 $209,510,000,000 4.4% $2,493 0.77%
2019 $252,142,000,000 −2.4% $3,035 1.08%
2018 $343,713,000,000 −3.7% $4,187 1.28%
2017 $507,800,000,000 3.0% $6,264 1.45%
2016 $477,575,000,000 6.5% $5,975 1.44%
2015 $471,415,000,000 −1.4% $5,972 1.37%
2014 $532,056,000,000 5.0% $6,824 1.35%
2013 $494,544,000,000 −1.5% $6,421 1.32%
2012 $487,110,000,000 −3.7% $6,406 1.26%
2011 $722,130,000,000 5.7% $9,609 1.24%
2010 $598,566,000,000 5.8% $8,072 1.26%
2009 $509,095,000,000 1.0% $6,955 1.25%
2008 $498,712,000,000 0.3% $6,901 1.22%
2007 $430,465,000,000 8.2% $6,018 1.65%
2006 $326,450,000,000 5.0% $4,631 2.18%
2005 $276,383,000,000 3.2% $3,983 2.24%
2004 $230,618,000,000 4.3% $3,374 2.16%
2003 $193,340,000,000 8.6% $2,872 1.11%
2002 $161,932,000,000 8.1% $2,466 0.83%
2001 $403,943,000,000 2.4% $6,255 1.56%
2000 $447,805,000,000 5.8% $7,050 1.49%
1999 $335,737,000,000 2.0% $5,371 1.43%
A Rússia por exemplo tem um GDP 10x aos anos 90. O Irão em 1999 tinha um GDP superior á Russia.
2026 $2,656,452,000,000 1.1% $18,525 −0.42%
2025 $2,587,938,000,000 1.0% $17,972 −0.57%
2024 $2,185,848,000,000 4.9% $15,094 −0.43%
2023 $2,034,681,000,000 4.1% $13,990 −0.1%
2022 $2,296,410,000,000 −1.4% $15,774 −0.18%
2021 $1,828,927,000,000 5.9% $12,541 −0.37%
2020 $1,488,118,000,000 −2.7% $10,167 −0.11%
2019 $1,695,724,000,000 2.2% $11,572 0.07%
2018 $1,653,005,000,000 2.8% $11,289 0.17%
2017 $1,575,140,000,000 1.8% $10,775 0.28%
2016 $1,280,648,000,000 0.2% $8,785 0.32%
2015 $1,356,703,000,000 −2.0% $9,337 0.26%
2014 $2,048,837,000,000 0.7% $14,137 0.22%
2013 $2,288,428,000,000 1.8% $15,825 0.22%
2012 $2,191,486,000,000 4.0% $15,188 0.17%
2011 $2,046,621,000,000 4.0% $14,208 0.08%
2010 $1,633,111,000,000 4.5% $11,346 0.05%
2009 $1,307,927,000,000 −7.8% $9,091 0.04%
2008 $1,779,109,000,000 5.2% $12,371 −0.03%
2007 $1,393,416,000,000 8.6% $9,686 −0.17%
2006 $1,060,901,000,000 8.2% $7,362 −0.34%
2005 $817,717,000,000 6.4% $5,655 −0.4%
2004 $633,294,000,000 7.1% $4,362 −0.42%
2003 $461,518,000,000 7.4% $3,166 −0.1%
2002 $370,062,000,000 4.7% $2,536 −0.12%
2001 $328,475,000,000 5.1% $2,248 −0.41%
2000 $278,264,000,000 10.1% $1,897 −0.36%
1999 $209,657,000,000 6.3% $1,424 −0.27%
“It is not the strongest of the species that survives, nor the most intelligent, but rather the one most adaptable to change.”
"TANSTAAFL"
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