Forex / cripto / mercados - 2026 - 1º trimestre
Re: Forex / cripto / mercados - 2026 - 1º trimestre
« Retomando a nossa conversa, que pessoalmente acho muito interessante — mesmo não sabendo se os ouvintes partilham esse entusiasmo — penso que há primeiro um ponto bastante relevante no que está a acontecer.
A inflação dos anos 70, associada a Milton Friedman, assentava numa ideia central: a famosa frase de que “a inflação é sempre e em todo o lado um fenómeno monetário”.
Ora, o que acabámos de discutir são fenómenos extramonetários. Ou seja, há aqui um reconhecimento de que gerir a inflação apenas através da moeda — através de referências monetárias ou das taxas de juro — já não corresponde totalmente à realidade.
E digo isto porque significa que os bancos centrais devem ter cuidado. Aplica-se aqui o princípio básico da medicina: primum non nocere (primeiro, não causar dano). Na fase em que estamos, se os bancos centrais responderem ao que está a acontecer apenas com aumentos das taxas de juro, isso pode não respeitar esse princípio. Pelo contrário, podem agravar uma situação que já é desfavorável.
Está a dirigir-se a Jerome Powell e a Christine Lagarde?
Sim, precisamente.
E isto é ainda mais relevante se recordarmos aquele texto célebre de Friedman, escrito com Anna Schwartz. Encontrei um texto dela de 2011, pouco antes de morrer, em que critica Ben Bernanke. Ela diz que ele não compreendeu que a quantidade de moeda já não determina automaticamente a evolução dos preços, porque a velocidade de circulação da moeda não é constante.
Ora, o princípio do monetarismo baseava-se precisamente nessa constância. E ela reconhece que isso até se verificava no período entre 1870 e 1930, mas que já não se observa da mesma forma hoje.
Um segundo ponto evidente é a questão da guerra. Falamos novamente de Chernobyl e da antiga União Soviética. O que acabou por levar ao colapso da União Soviética foi, em grande medida, um orçamento militar enorme combinado com despesas sociais muito elevadas — ou seja, pagar às pessoas sem produção correspondente.
Não é possível sustentar uma economia com despesas improdutivas. Isso também diz algo sobre a situação atual.
Sim, absolutamente — e isto não é apenas teoria dos livros de Friedman. Estamos em 2026.
Por isso, o verdadeiro desafio é saber se os Estados-providência serão capazes de se reformar. E voltamos à questão da produtividade: será que a inteligência artificial vai gerar ganhos de produtividade suficientes para compensar a baixa produtividade em setores como os cuidados a idosos (EHPAD)? Para compensar sistemas sociais muito generosos?
No fundo, o grande tema não é a política monetária. É:
* a idade da reforma (por exemplo, 67 anos),
* a produtividade,
* e a capacidade de melhorar essa produtividade.
E há ainda outro fator estrutural de longo prazo que pode pressionar os preços em alta: uma eventual desglobalização.
A globalização teve uma grande virtude — muitas vezes esquecida —: criou pressão concorrencial, sobretudo sobre os produtores nacionais. Há estudos (como os de Jaravel nos EUA) que mostram que, entre 2000 e 2015, a entrada da China contribuiu para moderar a inflação, através de um mercado de trabalho mais competitivo e da abertura comercial.
Se caminharmos para um mundo menos globalizado, isso pode inverter essa tendência — mas isso já é outro tema que podemos desenvolver.
A inflação dos anos 70, associada a Milton Friedman, assentava numa ideia central: a famosa frase de que “a inflação é sempre e em todo o lado um fenómeno monetário”.
Ora, o que acabámos de discutir são fenómenos extramonetários. Ou seja, há aqui um reconhecimento de que gerir a inflação apenas através da moeda — através de referências monetárias ou das taxas de juro — já não corresponde totalmente à realidade.
E digo isto porque significa que os bancos centrais devem ter cuidado. Aplica-se aqui o princípio básico da medicina: primum non nocere (primeiro, não causar dano). Na fase em que estamos, se os bancos centrais responderem ao que está a acontecer apenas com aumentos das taxas de juro, isso pode não respeitar esse princípio. Pelo contrário, podem agravar uma situação que já é desfavorável.
Está a dirigir-se a Jerome Powell e a Christine Lagarde?
Sim, precisamente.
E isto é ainda mais relevante se recordarmos aquele texto célebre de Friedman, escrito com Anna Schwartz. Encontrei um texto dela de 2011, pouco antes de morrer, em que critica Ben Bernanke. Ela diz que ele não compreendeu que a quantidade de moeda já não determina automaticamente a evolução dos preços, porque a velocidade de circulação da moeda não é constante.
Ora, o princípio do monetarismo baseava-se precisamente nessa constância. E ela reconhece que isso até se verificava no período entre 1870 e 1930, mas que já não se observa da mesma forma hoje.
Um segundo ponto evidente é a questão da guerra. Falamos novamente de Chernobyl e da antiga União Soviética. O que acabou por levar ao colapso da União Soviética foi, em grande medida, um orçamento militar enorme combinado com despesas sociais muito elevadas — ou seja, pagar às pessoas sem produção correspondente.
Não é possível sustentar uma economia com despesas improdutivas. Isso também diz algo sobre a situação atual.
Sim, absolutamente — e isto não é apenas teoria dos livros de Friedman. Estamos em 2026.
Por isso, o verdadeiro desafio é saber se os Estados-providência serão capazes de se reformar. E voltamos à questão da produtividade: será que a inteligência artificial vai gerar ganhos de produtividade suficientes para compensar a baixa produtividade em setores como os cuidados a idosos (EHPAD)? Para compensar sistemas sociais muito generosos?
No fundo, o grande tema não é a política monetária. É:
* a idade da reforma (por exemplo, 67 anos),
* a produtividade,
* e a capacidade de melhorar essa produtividade.
E há ainda outro fator estrutural de longo prazo que pode pressionar os preços em alta: uma eventual desglobalização.
A globalização teve uma grande virtude — muitas vezes esquecida —: criou pressão concorrencial, sobretudo sobre os produtores nacionais. Há estudos (como os de Jaravel nos EUA) que mostram que, entre 2000 e 2015, a entrada da China contribuiu para moderar a inflação, através de um mercado de trabalho mais competitivo e da abertura comercial.
Se caminharmos para um mundo menos globalizado, isso pode inverter essa tendência — mas isso já é outro tema que podemos desenvolver.
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- Registado: 9/9/2013 15:13
Re: Forex / cripto / mercados - 2026 - 1º trimestre
Boas,
Esse artigo tem muitas coisas certas, mas falta uma nova realidade. A nova revolução tecnológica poderá ser um motor de desinflação, mais do que antes, mas poderemos ter certos bens e serviços a subir com alguma força e outros totalmente estagnados.
Altura de mais um balanço do mês
Abril mais tranquilo do que Março, apesar de todo o ruído.
A maior volatilidade vem agora do petróleo como ainda hoje se viu.
Nos mercados acionistas, temos o SPX a ganhar 10% no mês e o Nasdaq quase 15% - em qualquer dos casos, há novos touros de ouro este mês.
O DAX ganha 7%, a B3 nada ganha, mas é na Ásia que tudo está em grande, com Nikkei a avançar 16%, Taiwan 24% e Kospi 30%
Nada mau em tempos de guerras estranhas...
O mercado das OT tem perdido, mas nada de especial no mês. Ainda assim, o juro 10 anos EUA sobe de 4,3% para 4,4%. O mesmo título Alemão vê os juros em forte queda hoje, ficando assim inalterado no mês, com "yield" de 3,03% - poderia tudo isto ser pior nas atuais circunstâncias...
Apesar de uma semana terrível em alta, o mês de Abril do petróleo não é tão positivo. WTI sobe 3% e o Brent cai 7% - mas isto é tudo muito afetado pela atual volatilidade.
Ouro e prata perdem menos de 2% mas outros metais (industriais) acabaram por ganhar terreno. As agrícolas estão em alta, então, trigo e milho sobem mais de 3% no mês. O mercado de futuros norte-americano pode não nos afetar diretamente, quando se fala de comida, mas sinaliza um caminho bem claro. As energias e a alimentação são e deverão continuar a ser os motores que carregam nos preços ao produtor e ao consumidor, mas não serão os únicos, pelo que deveremos assistir em breve a subidas de juros por parte do BCE e até da FED. Talvez nas próximas reuniões.
O EUR/USD volta à inevitável casa de 1.17xx - está em alta de 1,5% no mês.
USD/JPY não terá sido alvo de intervenção, mas houve uma clara inversão quando o petróleo também inverteu em baixa. Assim, após máximos de 160.73 caiu brutalmente até 155.57 - os touros queimaram-se brutalmente
Assim, fecha o mês em perda de 1,2%.
Entretanto, destaque do mês para o AUD/USD com alta de 4% - vivam os detentores de matérias primas!!
Faltam as criptos, finalmente com um bom mês: o BTC sobe mais de 11% está em 76K e já esteve melhor. O ETH valoriza quase 8%, também esteve já melhor, mas sempre é um mês positivo.
Portanto, inúmeros ativos de risco em alta, alguns casos são mesmo fortes valorizações, é um mercado a apostar em melhores dias. Vale lembrar que o mercado começou a desvalorizar a guerra na Ucrânia e pode estar a ocorrer o mesmo em relação ao Médio Oriente.
Estranha-se apenas a questão da inflação...
O mês de Maio deverá ser decisivo para mostrar quem tem razão!!
Abraço
dj
Esse artigo tem muitas coisas certas, mas falta uma nova realidade. A nova revolução tecnológica poderá ser um motor de desinflação, mais do que antes, mas poderemos ter certos bens e serviços a subir com alguma força e outros totalmente estagnados.
Altura de mais um balanço do mês
Abril mais tranquilo do que Março, apesar de todo o ruído.
A maior volatilidade vem agora do petróleo como ainda hoje se viu.
Nos mercados acionistas, temos o SPX a ganhar 10% no mês e o Nasdaq quase 15% - em qualquer dos casos, há novos touros de ouro este mês.
O DAX ganha 7%, a B3 nada ganha, mas é na Ásia que tudo está em grande, com Nikkei a avançar 16%, Taiwan 24% e Kospi 30%
Nada mau em tempos de guerras estranhas...
O mercado das OT tem perdido, mas nada de especial no mês. Ainda assim, o juro 10 anos EUA sobe de 4,3% para 4,4%. O mesmo título Alemão vê os juros em forte queda hoje, ficando assim inalterado no mês, com "yield" de 3,03% - poderia tudo isto ser pior nas atuais circunstâncias...
Apesar de uma semana terrível em alta, o mês de Abril do petróleo não é tão positivo. WTI sobe 3% e o Brent cai 7% - mas isto é tudo muito afetado pela atual volatilidade.
Ouro e prata perdem menos de 2% mas outros metais (industriais) acabaram por ganhar terreno. As agrícolas estão em alta, então, trigo e milho sobem mais de 3% no mês. O mercado de futuros norte-americano pode não nos afetar diretamente, quando se fala de comida, mas sinaliza um caminho bem claro. As energias e a alimentação são e deverão continuar a ser os motores que carregam nos preços ao produtor e ao consumidor, mas não serão os únicos, pelo que deveremos assistir em breve a subidas de juros por parte do BCE e até da FED. Talvez nas próximas reuniões.
O EUR/USD volta à inevitável casa de 1.17xx - está em alta de 1,5% no mês.
USD/JPY não terá sido alvo de intervenção, mas houve uma clara inversão quando o petróleo também inverteu em baixa. Assim, após máximos de 160.73 caiu brutalmente até 155.57 - os touros queimaram-se brutalmente
Entretanto, destaque do mês para o AUD/USD com alta de 4% - vivam os detentores de matérias primas!!
Faltam as criptos, finalmente com um bom mês: o BTC sobe mais de 11% está em 76K e já esteve melhor. O ETH valoriza quase 8%, também esteve já melhor, mas sempre é um mês positivo.
Portanto, inúmeros ativos de risco em alta, alguns casos são mesmo fortes valorizações, é um mercado a apostar em melhores dias. Vale lembrar que o mercado começou a desvalorizar a guerra na Ucrânia e pode estar a ocorrer o mesmo em relação ao Médio Oriente.
Estranha-se apenas a questão da inflação...
O mês de Maio deverá ser decisivo para mostrar quem tem razão!!
Abraço
dj
Cuidado com o que desejas pois todo o Universo pode se conjugar para a sua realização.
Re: Forex / cripto / mercados - 2026 - 1º trimestre
De quem tenho tirado saber ,neste período com proveito na rádio,disse isto :
« Antes de mais, sobre o primeiro ponto factual: há períodos em que não há inflação, há períodos em que há deflação. Falamos desde 1900, mas entre 1815 e 1900 os preços caem. Aliás, os salários são fixados em valor nominal, porque é através da descida dos preços que se transfere o poder de compra. É no período em que o poder de compra se transfere por aumentos salariais que chamamos à economia de fordismo, ou seja, um período que é de natureza inflacionista. Ou seja, dão-se aumentos salariais a toda a gente. Em alguns casos isso corresponde a ganhos de produtividade, e então é totalmente absorvido pelas empresas. Noutros casos, não corresponde a esses ganhos, e então as empresas aumentam os preços. Esse período é relativamente curto na história, e não estamos nesse caso.
Estamos antes, penso eu, num caso em que vamos entrar em deflação. Porquê? Por três razões.
A primeira razão é que, voltando à inflação — a definição que utilizo regularmente, e à qual o Guillaume se refere — é a definição do INSEE, que diz que inflação é uma subida geral e duradoura dos preços medida pelo índice de preços no consumidor. Pode considerar-se esta definição restritiva, porque há preços que sobem e não são preços de consumo. O preço do imobiliário, por exemplo, não entra nisso. Mas, ainda assim, penso que não estamos numa fase de inflação.
Quando foi o caso, entre os anos 60 e 1986, o índice de preços ao consumidor aumentava, em média, 8% por ano. Desde 2022 até hoje, aumentou em média cerca de 1,7% por ano. Portanto, estamos abaixo da referência dos 2%. Mesmo que haja alguma inflação, alguma perda de poder de compra da moeda, porque os preços sobem um pouco, isso não é comparável.
Se olharmos para a crise ligada à Ucrânia, lembro-me de que muita gente criticou fortemente a senhora Lagarde quando disse que a inflação seria “temporária”. Mas, no fundo, quem disse que era temporária tinha razão, porque não houve inflação generalizada e duradoura — houve aumentos de preços pontuais, não uma inflação verdadeira.
Segunda observação: para haver inflação, nos anos 60 e 70 dizia-se que era preciso criação de moeda. Ora, hoje há vários estudos que mostram que a criação de moeda já não se traduz em aumento dos preços ao consumidor, mas sim em aumento do preço dos ativos. Portanto, há preços que sobem, mas não aqueles que entram na inflação clássica, nomeadamente os ligados à espiral preços-salários.
E, quanto a essa espiral preços-salários, penso que não vai acontecer. Primeiro, porque os sindicatos já não têm o poder que tinham nos anos 60 e 70 para gerar esse mecanismo. Segundo, porque quando olhamos para os salários a nível mundial, há um estudo muito interessante do Banco Mundial que mostra que, nos próximos dez anos, cerca de 1,3 mil milhões de pessoas vão sair das zonas rurais nos países emergentes para entrar no mercado de trabalho assalariado. Ora, nesses países, nos últimos dez anos foram criados cerca de 880 milhões de empregos. Portanto, será preciso criar 1,3 mil milhões de empregos num contexto onde só se criaram 880 milhões — o que vai exercer uma pressão muito forte sobre os salários.
O Banco Mundial diz que isso pode levar a uma queda dos salários a nível global como não se vê desde o século XIX, período em que o êxodo rural também fez baixar os salários.
Portanto, pode haver aumentos pontuais de preços, pode haver escassez de querosene ou outros choques, mas a tendência estrutural, de fundo, será deflacionista.
Para concluir, penso que o verdadeiro perigo do discurso sobre a inflação é o seguinte: as pessoas mais endividadas acreditam que não precisam de se preocupar, porque a inflação vai reduzir o peso das suas dívidas. Mas quem está mais endividado — nomeadamente os Estados — pode estar a contar com algo que não vai acontecer. E essas pessoas podem acabar por ser confrontadas com uma realidade bem diferente.
« Antes de mais, sobre o primeiro ponto factual: há períodos em que não há inflação, há períodos em que há deflação. Falamos desde 1900, mas entre 1815 e 1900 os preços caem. Aliás, os salários são fixados em valor nominal, porque é através da descida dos preços que se transfere o poder de compra. É no período em que o poder de compra se transfere por aumentos salariais que chamamos à economia de fordismo, ou seja, um período que é de natureza inflacionista. Ou seja, dão-se aumentos salariais a toda a gente. Em alguns casos isso corresponde a ganhos de produtividade, e então é totalmente absorvido pelas empresas. Noutros casos, não corresponde a esses ganhos, e então as empresas aumentam os preços. Esse período é relativamente curto na história, e não estamos nesse caso.
Estamos antes, penso eu, num caso em que vamos entrar em deflação. Porquê? Por três razões.
A primeira razão é que, voltando à inflação — a definição que utilizo regularmente, e à qual o Guillaume se refere — é a definição do INSEE, que diz que inflação é uma subida geral e duradoura dos preços medida pelo índice de preços no consumidor. Pode considerar-se esta definição restritiva, porque há preços que sobem e não são preços de consumo. O preço do imobiliário, por exemplo, não entra nisso. Mas, ainda assim, penso que não estamos numa fase de inflação.
Quando foi o caso, entre os anos 60 e 1986, o índice de preços ao consumidor aumentava, em média, 8% por ano. Desde 2022 até hoje, aumentou em média cerca de 1,7% por ano. Portanto, estamos abaixo da referência dos 2%. Mesmo que haja alguma inflação, alguma perda de poder de compra da moeda, porque os preços sobem um pouco, isso não é comparável.
Se olharmos para a crise ligada à Ucrânia, lembro-me de que muita gente criticou fortemente a senhora Lagarde quando disse que a inflação seria “temporária”. Mas, no fundo, quem disse que era temporária tinha razão, porque não houve inflação generalizada e duradoura — houve aumentos de preços pontuais, não uma inflação verdadeira.
Segunda observação: para haver inflação, nos anos 60 e 70 dizia-se que era preciso criação de moeda. Ora, hoje há vários estudos que mostram que a criação de moeda já não se traduz em aumento dos preços ao consumidor, mas sim em aumento do preço dos ativos. Portanto, há preços que sobem, mas não aqueles que entram na inflação clássica, nomeadamente os ligados à espiral preços-salários.
E, quanto a essa espiral preços-salários, penso que não vai acontecer. Primeiro, porque os sindicatos já não têm o poder que tinham nos anos 60 e 70 para gerar esse mecanismo. Segundo, porque quando olhamos para os salários a nível mundial, há um estudo muito interessante do Banco Mundial que mostra que, nos próximos dez anos, cerca de 1,3 mil milhões de pessoas vão sair das zonas rurais nos países emergentes para entrar no mercado de trabalho assalariado. Ora, nesses países, nos últimos dez anos foram criados cerca de 880 milhões de empregos. Portanto, será preciso criar 1,3 mil milhões de empregos num contexto onde só se criaram 880 milhões — o que vai exercer uma pressão muito forte sobre os salários.
O Banco Mundial diz que isso pode levar a uma queda dos salários a nível global como não se vê desde o século XIX, período em que o êxodo rural também fez baixar os salários.
Portanto, pode haver aumentos pontuais de preços, pode haver escassez de querosene ou outros choques, mas a tendência estrutural, de fundo, será deflacionista.
Para concluir, penso que o verdadeiro perigo do discurso sobre a inflação é o seguinte: as pessoas mais endividadas acreditam que não precisam de se preocupar, porque a inflação vai reduzir o peso das suas dívidas. Mas quem está mais endividado — nomeadamente os Estados — pode estar a contar com algo que não vai acontecer. E essas pessoas podem acabar por ser confrontadas com uma realidade bem diferente.
- Mensagens: 2031
- Registado: 9/9/2013 15:13
Re: Forex / cripto / mercados - 2026 - 1º trimestre
Boas,
É mais do mesmo!! O petróleo segue em alta, só hoje são mais 5% e o pessoal volta a fugir das OT. Amanhã vão sair muitos dados de inflação e PIB por todo o lado, vai ser lindo... o crude WTI está nos 105 USD - ai se regressa aos 110.00 dólares
Entretanto, o título a 10 anos dos EUA está em alta, 4,4% de yield. Pior França e Itália (quase 4%) e o glorioso Reino Unido a "pagar" hoje mais de 5%.
Os mercados acionistas não estão ainda sensíveis a esta questão, portanto, um dia sem grandes subidas ou descidas a assinalar. Isso é nos EUA, porque na Europa nota-se um ambiente mais negativo. Mas na Coreia do Sul ou Taiwan, tudo em ordem.
EUR/USD nos 1.17 - parece ser aqui o novo valor equilibrado
USD/JPY acima de 160.00 - novamente esperamos para ver se os touros arrancam para lá dos máximos do ano, os quais estão ali ao virar da esquina, vai ser interessante este ativo....
Abraço
dj
É mais do mesmo!! O petróleo segue em alta, só hoje são mais 5% e o pessoal volta a fugir das OT. Amanhã vão sair muitos dados de inflação e PIB por todo o lado, vai ser lindo... o crude WTI está nos 105 USD - ai se regressa aos 110.00 dólares
Entretanto, o título a 10 anos dos EUA está em alta, 4,4% de yield. Pior França e Itália (quase 4%) e o glorioso Reino Unido a "pagar" hoje mais de 5%.
Os mercados acionistas não estão ainda sensíveis a esta questão, portanto, um dia sem grandes subidas ou descidas a assinalar. Isso é nos EUA, porque na Europa nota-se um ambiente mais negativo. Mas na Coreia do Sul ou Taiwan, tudo em ordem.
EUR/USD nos 1.17 - parece ser aqui o novo valor equilibrado
USD/JPY acima de 160.00 - novamente esperamos para ver se os touros arrancam para lá dos máximos do ano, os quais estão ali ao virar da esquina, vai ser interessante este ativo....
Abraço
dj
Cuidado com o que desejas pois todo o Universo pode se conjugar para a sua realização.
Re: Forex / cripto / mercados - 2026 - 1º trimestre
BearManBull Escreveu:djovarius Escreveu:Das criptos pouco há dizer. Ainda assim o BTC está em 78K sobe mais de 3% em sete dias. O ETH sobe, mas nem chega a 1% - ainda não regressou a "velha" volatilidade. Quererá isto dizer que já é um grupo de ativos mais maduro?
IMHO, diria que estão a consolidar. A volatilidade pode voltar com o regresso da confiança do mercado. É esperar pelo fecho do mês para ver se temos vela de reversão e como ficam as MMs. Com tendência invertida abre-se o caminho para a euforia.
Esta resposta, em termos de AT, faz sentido, e até me parece isso, sim, só uma acalmia no mundo poderá levar ao regresso das euforias a que nos habituámos!!
Abraço
dj
Cuidado com o que desejas pois todo o Universo pode se conjugar para a sua realização.
Re: Forex / cripto / mercados - 2026 - 1º trimestre
Boas,
Semana a começar com um certo "resfriamento" do entusiasmo dos mercados financeiros.
Era demasiada euforia, qualquer correção será normal nesta fase.
Mas... o cisne negro continua. O petróleo volta a subir, não é coisa pouca, são 3% - má notícia para começar a semana. Isto leva as agrícolas para cima... e leva as OT para baixo.
Ações em queda, o USD perde, mas nada de especial.
Abraço
dj
Semana a começar com um certo "resfriamento" do entusiasmo dos mercados financeiros.
Era demasiada euforia, qualquer correção será normal nesta fase.
Mas... o cisne negro continua. O petróleo volta a subir, não é coisa pouca, são 3% - má notícia para começar a semana. Isto leva as agrícolas para cima... e leva as OT para baixo.
Ações em queda, o USD perde, mas nada de especial.
Abraço
dj
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Re: Forex / cripto / mercados - 2026 - 1º trimestre
djovarius Escreveu:Das criptos pouco há dizer. Ainda assim o BTC está em 78K sobe mais de 3% em sete dias. O ETH sobe, mas nem chega a 1% - ainda não regressou a "velha" volatilidade. Quererá isto dizer que já é um grupo de ativos mais maduro?
IMHO, diria que estão a consolidar. A volatilidade pode voltar com o regresso da confiança do mercado. É esperar pelo fecho do mês para ver se temos vela de reversão e como ficam as MMs. Com tendência invertida abre-se o caminho para a euforia.
“It is not the strongest of the species that survives, nor the most intelligent, but rather the one most adaptable to change.”
― Leon C. Megginson
― Leon C. Megginson
Re: Forex / cripto / mercados - 2026 - 1º trimestre
Boas,
Isto de deixar para o fds o balanço da semana rende frutos. De há semanas para cá, os eventos históricos parecem ocorrer ao sábado e ao domingo. A terceira tentativa de assassinato ao homem cor de laranja é um evento, mas não será algo que mova os mercados.
A semana que passou trouxe touros de ouro, máximos inesperados nesta fase, mas que mostram que o mercado já pensa no pós-guerra... até ver!! Na verdade, a Economia norte-americana mostra sinais positivos no consumo, apesar dos preços.
Vou começar pela renda fixa. As OT têm ligeiras quedas, o que significa alguma subida das "yields". Não é grave, mas mostra sempre algum receio em relação à taxa de inflação, a qual mostra claros sinais de subida. Nalguns casos, há mais fatores: o Reino Unido quase "pagou" 5% esta semana no título a dez anos. Vamos a ver se a história dos BIF não vai mesmo ser alvo de atenção...
Nas ações, tudo bem esta semana. SPX em alta de 0,5% e o Nasdaq com mais 1,5% - máximos de sempre em NY. No Brasil e na Europa perdas. Aqui destaco a queda do CAC 40 superior a 3% ou o IBEX mais de 4% - porque será?
Infelizmente o petróleo voltou a subidas, WTI em alta de 6,5% e o Brent 16% - voltam a terrenos perigosos. Em sinal contrário, ouro perde quase 3% e a prata um pouco mais. Metais quase todos em baixa. Perigo também a subida das agrícolas atrelada à alta do petróleo. Neste caso, a alta do trigo foi de 3% o que não é um bom cenário, pois a comida está com viés forte de alta.
Na semana, o EUR/USD e o USD/JPY quase não mexeram em relação ao fecho da semana anterior. De alguma forma isto sinaliza estabilidade.
Das criptos pouco há dizer. Ainda assim o BTC está em 78K sobe mais de 3% em sete dias. O ETH sobe, mas nem chega a 1% - ainda não regressou a "velha" volatilidade. Quererá isto dizer que já é um grupo de ativos mais maduro?
Não estou pessimista, mas não partilho de euforias. As surpresas podem ocorrer a qualquer momento, como se viu nesta madrugada....
Abraço a todos
dj
Isto de deixar para o fds o balanço da semana rende frutos. De há semanas para cá, os eventos históricos parecem ocorrer ao sábado e ao domingo. A terceira tentativa de assassinato ao homem cor de laranja é um evento, mas não será algo que mova os mercados.
A semana que passou trouxe touros de ouro, máximos inesperados nesta fase, mas que mostram que o mercado já pensa no pós-guerra... até ver!! Na verdade, a Economia norte-americana mostra sinais positivos no consumo, apesar dos preços.
Vou começar pela renda fixa. As OT têm ligeiras quedas, o que significa alguma subida das "yields". Não é grave, mas mostra sempre algum receio em relação à taxa de inflação, a qual mostra claros sinais de subida. Nalguns casos, há mais fatores: o Reino Unido quase "pagou" 5% esta semana no título a dez anos. Vamos a ver se a história dos BIF não vai mesmo ser alvo de atenção...
Nas ações, tudo bem esta semana. SPX em alta de 0,5% e o Nasdaq com mais 1,5% - máximos de sempre em NY. No Brasil e na Europa perdas. Aqui destaco a queda do CAC 40 superior a 3% ou o IBEX mais de 4% - porque será?
Infelizmente o petróleo voltou a subidas, WTI em alta de 6,5% e o Brent 16% - voltam a terrenos perigosos. Em sinal contrário, ouro perde quase 3% e a prata um pouco mais. Metais quase todos em baixa. Perigo também a subida das agrícolas atrelada à alta do petróleo. Neste caso, a alta do trigo foi de 3% o que não é um bom cenário, pois a comida está com viés forte de alta.
Na semana, o EUR/USD e o USD/JPY quase não mexeram em relação ao fecho da semana anterior. De alguma forma isto sinaliza estabilidade.
Das criptos pouco há dizer. Ainda assim o BTC está em 78K sobe mais de 3% em sete dias. O ETH sobe, mas nem chega a 1% - ainda não regressou a "velha" volatilidade. Quererá isto dizer que já é um grupo de ativos mais maduro?
Não estou pessimista, mas não partilho de euforias. As surpresas podem ocorrer a qualquer momento, como se viu nesta madrugada....
Abraço a todos
dj
Cuidado com o que desejas pois todo o Universo pode se conjugar para a sua realização.
Re: Forex / cripto / mercados - 2026 - 1º trimestre
Boas,
Pois é... até a guerra é vítima da "shitification of things"
A grande verdade é que esta semana já tivemos o Nikkei a beijar os 60 mil pontos (ainda há pouco celebrávamos a o regresso aos 30 mil) e agora mais touros de ouro em Wally
com destaque para o SPX e Nasdaq, este, a apontar para 25 mil pontos...
Esta paz podre interessa a muita gente. A questão energética afeta mais a Europa do que as Américas. A Ásia é um caso a ver.
Por outro lado, quem tem tecnologias de ponta está muito melhor.
O petróleo inverteu para quedas mas na semana está bem em alta.
Hoje não é o caso, mas o USD segue bem suportado, sobretudo por conta da instabilidade. Esta melhorou, mas ainda pode estar para durar.
Oportunamente faremos mais um balanço da semana.
Abraço, bom fds a todos!!
dj
Pois é... até a guerra é vítima da "shitification of things"
A grande verdade é que esta semana já tivemos o Nikkei a beijar os 60 mil pontos (ainda há pouco celebrávamos a o regresso aos 30 mil) e agora mais touros de ouro em Wally
Esta paz podre interessa a muita gente. A questão energética afeta mais a Europa do que as Américas. A Ásia é um caso a ver.
Por outro lado, quem tem tecnologias de ponta está muito melhor.
O petróleo inverteu para quedas mas na semana está bem em alta.
Hoje não é o caso, mas o USD segue bem suportado, sobretudo por conta da instabilidade. Esta melhorou, mas ainda pode estar para durar.
Oportunamente faremos mais um balanço da semana.
Abraço, bom fds a todos!!
dj
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Re: Forex / cripto / mercados - 2026 - 1º trimestre
A resposta é dada por um dos melhores especialista Gideon Rose Editor da revista Foreign Affairs entre 2010 e 2021 uma das publicações mais influentes em relações internacionais e Funcionário do Conselho de Segurança Nacional dos EUA
Crítico de guerras mal planeadas (ex: Iraque diz que os EUA entra em guerra mas não planei a saída.
Neste podcast explica o que vai acontecer no Irão , o interesse e comparar com os
restardados dos nossos comentadores.
Vídeo
https://www.bfmtv.com/economie/replay-e ... 10700.html
Áudio
https://www.bfmtv.com/economie/replay-e ... 10707.html
Crítico de guerras mal planeadas (ex: Iraque diz que os EUA entra em guerra mas não planei a saída.
Neste podcast explica o que vai acontecer no Irão , o interesse e comparar com os
restardados dos nossos comentadores.
Vídeo
https://www.bfmtv.com/economie/replay-e ... 10700.html
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https://www.bfmtv.com/economie/replay-e ... 10707.html
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Re: Forex / cripto / mercados - 2026 - 1º trimestre
Boas,
Afinal temos guerra ou não? Cessar fogo, negociações.... e touros de ouro
Já foi o Kospi, o Nikkei, índices norte-americanos a chegar lá também!!! Só a Europa permanece desconfiada, embora o AEX esteja mesmo junto a máximos de sempre outra vez.
Isto tudo com o petróleo em alta, hoje sobe novamente, tal como outras "commodities". Perigo, perigo!!
O USD permanece em tom de alta, temos aqui o USD/JPY seguro nos 159.xx à espera de poder atacar mais acima, mas demora
EUR/USD a depreciar e de novo em 1.17xx - eu não consigo aqui ver a manutenção de um viés de alta, mas os ursos também não demonstram a força necessária neste momento....
Depois, temos estes contrastes: o SPX, em 3 meses, está na mesma, o CAC perde mais de 3% - simboliza um pouco algumas diferenças no Atlântico, eu diria mais em termos empresariais do que a questão das guerras...
Abraço
dj
Afinal temos guerra ou não? Cessar fogo, negociações.... e touros de ouro
Já foi o Kospi, o Nikkei, índices norte-americanos a chegar lá também!!! Só a Europa permanece desconfiada, embora o AEX esteja mesmo junto a máximos de sempre outra vez.
Isto tudo com o petróleo em alta, hoje sobe novamente, tal como outras "commodities". Perigo, perigo!!
O USD permanece em tom de alta, temos aqui o USD/JPY seguro nos 159.xx à espera de poder atacar mais acima, mas demora
EUR/USD a depreciar e de novo em 1.17xx - eu não consigo aqui ver a manutenção de um viés de alta, mas os ursos também não demonstram a força necessária neste momento....
Depois, temos estes contrastes: o SPX, em 3 meses, está na mesma, o CAC perde mais de 3% - simboliza um pouco algumas diferenças no Atlântico, eu diria mais em termos empresariais do que a questão das guerras...
Abraço
dj
Cuidado com o que desejas pois todo o Universo pode se conjugar para a sua realização.
Re: Forex / cripto / mercados - 2026 - 1º trimestre
Boa noite,
Mais um dia de nervos, nada a dizer.... mesmo assim já tivemos touros de ouro no Kospi e no Russell 2000 .... em relação ao day trading, continuo a dizer que é um carrosel
Mas as coisas devem mudar em breve
Abraço
dj
Mais um dia de nervos, nada a dizer.... mesmo assim já tivemos touros de ouro no Kospi e no Russell 2000 .... em relação ao day trading, continuo a dizer que é um carrosel
Mas as coisas devem mudar em breve
Abraço
dj
Cuidado com o que desejas pois todo o Universo pode se conjugar para a sua realização.
Re: Forex / cripto / mercados - 2026 - 1º trimestre
Boas,
Nada a dizer.... mais um dia de pequeno nervosismo e espera.... os próximos dis serão mais do mesmo!!
Abraço
dj
Nada a dizer.... mais um dia de pequeno nervosismo e espera.... os próximos dis serão mais do mesmo!!
Abraço
dj
Cuidado com o que desejas pois todo o Universo pode se conjugar para a sua realização.
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Re: Forex / cripto / mercados - 2026 - 1º trimestre
a Allbirds chegou a valer 20 000 milhões caiu para cerca de 80 milhões de dólares
Estava praticamente “morta”
Decidiu abandonar completamente o negócio original
Reposicionou-se como empresa de infraestrutura de IA (GPU/cloud)
Resultado:
A ação disparou mais de +400% em poucos dias
Dos sapatos para a IA
Estava praticamente “morta”
Decidiu abandonar completamente o negócio original
Reposicionou-se como empresa de infraestrutura de IA (GPU/cloud)
Resultado:
A ação disparou mais de +400% em poucos dias
Dos sapatos para a IA
Editado pela última vez por Opcard33 em 20/4/2026 8:19, num total de 1 vez.
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Re: Forex / cripto / mercados - 2026 - 1º trimestre
Boas,
Sempre a IA na ponta tecnológica. E em relação ao Estreito, repito: está fechado, está aberto, está o quê??
Se é verdade que o petróleo colapsou, amanhã pode ser o oposto. É a nossa realidade agora.
A semana que passou é marcada por mais compras de OT com o respetivo alívio nos juros de mercado. Isto foi comum a todos, tal como se vê na OT dos EUA a 10 anos que passou de 4,35% para 4,25% - uma importante queda.
Depois, claro, os touros de ouro que regressaram mais cedo do que se esperava, sobretudo nos EUA. O Nasdaq tem alta semanal de quase 7%
SPX 4,5% DAX 3,7% tal como o Nikkei e o Kospi quase 6% - muita euforia e os touros de ouro a apanhar Sol na Florida.
Ouro a subir 2% mas é a prata que volta a tempos recentes, em alta de 7%. Os metais estiveram bem, mas as agrícolas estão mistas.
Claro que isto foi tudo por conta dos 14% de queda do petróleo, embora o Brent só tenha cedido 5% - voltam os tempos em que o Brent é muito mais caro do que o WTI. Será o regresso à normalidade?
O EUR/USD não nos dá sinais claros. Tem um fecho nos 1.17xx - subiu apenas 0,7% apesar da euforia geral. O USD/JPY cedeu de 159.00 para 158.60 perdendo apenas 0,6% - mais uma vez sem grandes mudanças.
Finalmente as criptos onde há movimentos de fim de semana, geralmente esclarecedores, sobre o que vem a seguir. Depois de uma certa euforias, quedas, à medida que se sabia de novas informações contraditórias no Médio Oriente. De novo pequenas quedas, mas nada de especial.
Em sete dias, o BTC sobe 7,5% para perto de 76K, nada mau, enquanto o ETH sobe 7% no mesmo período, para 2.335 dólares. Otimismo refreado, mas ainda assim algum otimismo.
Vamos ver se a próxima semana é igual à anterior mas desconfio que não. Nos últimos tempos nunca há uma semana igual...
Abraço, belos dias de Primavera!!
dj
Sempre a IA na ponta tecnológica. E em relação ao Estreito, repito: está fechado, está aberto, está o quê??
Se é verdade que o petróleo colapsou, amanhã pode ser o oposto. É a nossa realidade agora.
A semana que passou é marcada por mais compras de OT com o respetivo alívio nos juros de mercado. Isto foi comum a todos, tal como se vê na OT dos EUA a 10 anos que passou de 4,35% para 4,25% - uma importante queda.
Depois, claro, os touros de ouro que regressaram mais cedo do que se esperava, sobretudo nos EUA. O Nasdaq tem alta semanal de quase 7%
Ouro a subir 2% mas é a prata que volta a tempos recentes, em alta de 7%. Os metais estiveram bem, mas as agrícolas estão mistas.
Claro que isto foi tudo por conta dos 14% de queda do petróleo, embora o Brent só tenha cedido 5% - voltam os tempos em que o Brent é muito mais caro do que o WTI. Será o regresso à normalidade?
O EUR/USD não nos dá sinais claros. Tem um fecho nos 1.17xx - subiu apenas 0,7% apesar da euforia geral. O USD/JPY cedeu de 159.00 para 158.60 perdendo apenas 0,6% - mais uma vez sem grandes mudanças.
Finalmente as criptos onde há movimentos de fim de semana, geralmente esclarecedores, sobre o que vem a seguir. Depois de uma certa euforias, quedas, à medida que se sabia de novas informações contraditórias no Médio Oriente. De novo pequenas quedas, mas nada de especial.
Em sete dias, o BTC sobe 7,5% para perto de 76K, nada mau, enquanto o ETH sobe 7% no mesmo período, para 2.335 dólares. Otimismo refreado, mas ainda assim algum otimismo.
Vamos ver se a próxima semana é igual à anterior mas desconfio que não. Nos últimos tempos nunca há uma semana igual...
Abraço, belos dias de Primavera!!
dj
Cuidado com o que desejas pois todo o Universo pode se conjugar para a sua realização.
Re: Forex / cripto / mercados - 2026 - 1º trimestre
“Kalray (+300% in 2026): the current fervor is less about established execution and more about a bet on a spectacular turnaround. After years of value destruction and a near-bankruptcy, the company radically overhauled its model, abandoning a capital-intensive industrial strategy to refocus on monetizing its intellectual property in DPUs—a key segment for data centers and AI. This pivot, validated by a structural partnership with OpenChip, has sent margins soaring and restored credibility to the narrative, while anchoring Kalray in a compelling story of European technological sovereignty. However, the market enthusiasm remains largely driven by expectations (OpenChip increasing its stake, model stabilization, sustainable profitability) rather than proven fundamentals, making it more of a highly speculative special situation than a firmly established AI play.
2CRSi (+255% in 2026): the appeal of 2CRSi stems from a rare alignment between the market narrative and operational momentum. The company has emerged as one of the few French pure players in AI infrastructure, fully capitalizing on the explosion in data center investment. Its niche positioning in custom high-performance servers, particularly those featuring liquid cooling, allows it to capture surging demand while offering significant energy savings—a clear value proposition for clients. Most importantly, the group is translating this opportunity into tangible results, with spectacular revenue growth and an expected improvement in margins, finally lending credibility to a model long considered fragile.
Riber (+217% in 2026): is the Bezons-based group living its best life? Riber relies on a mix that is more solid than speculative, but which is beginning to incorporate an anticipation premium. At its core lies the quality of a niche model based on highly specialized, high-value-added equipment. To this is now added direct exposure to major tailwinds (AI, data centers, photonics, defense) supporting demand. Above all, the market is now looking ahead to a potential change in scale with its "Rosie" technology in silicon photonics, perceived as a possible industrial turning point. However, the recent rally already bakes in part of this scenario, with a speculative dimension linked to ramp-up expectations and potential M&A interest, gradually shifting the case from a quality play to an anticipated rerating story.
Soitec (+199% in 2026): the Isère-based firm typically gives its shareholders vertigo, but the current phase is bringing back the smiles. After a depressive collapse in the share price (from 243 EUR in 2021 to 22.62 EUR in December 2025), the time for recovery has come. This return to favor is explained by a perceived disconnect between short-term fundamentals, which remain weakened (notably by persistent weakness in the mobile market), and a rerating potential linked to strategic growth drivers. The market is beginning to price in silicon photonics and optical architectures for AI (CPO), where Soitec could benefit from its positioning on certain substrates, leading to higher margins. This thesis is fueling a rapid resurgence of interest in the stock.
2CRSi (+255% in 2026): the appeal of 2CRSi stems from a rare alignment between the market narrative and operational momentum. The company has emerged as one of the few French pure players in AI infrastructure, fully capitalizing on the explosion in data center investment. Its niche positioning in custom high-performance servers, particularly those featuring liquid cooling, allows it to capture surging demand while offering significant energy savings—a clear value proposition for clients. Most importantly, the group is translating this opportunity into tangible results, with spectacular revenue growth and an expected improvement in margins, finally lending credibility to a model long considered fragile.
Riber (+217% in 2026): is the Bezons-based group living its best life? Riber relies on a mix that is more solid than speculative, but which is beginning to incorporate an anticipation premium. At its core lies the quality of a niche model based on highly specialized, high-value-added equipment. To this is now added direct exposure to major tailwinds (AI, data centers, photonics, defense) supporting demand. Above all, the market is now looking ahead to a potential change in scale with its "Rosie" technology in silicon photonics, perceived as a possible industrial turning point. However, the recent rally already bakes in part of this scenario, with a speculative dimension linked to ramp-up expectations and potential M&A interest, gradually shifting the case from a quality play to an anticipated rerating story.
Soitec (+199% in 2026): the Isère-based firm typically gives its shareholders vertigo, but the current phase is bringing back the smiles. After a depressive collapse in the share price (from 243 EUR in 2021 to 22.62 EUR in December 2025), the time for recovery has come. This return to favor is explained by a perceived disconnect between short-term fundamentals, which remain weakened (notably by persistent weakness in the mobile market), and a rerating potential linked to strategic growth drivers. The market is beginning to price in silicon photonics and optical architectures for AI (CPO), where Soitec could benefit from its positioning on certain substrates, leading to higher margins. This thesis is fueling a rapid resurgence of interest in the stock.
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Re: Forex / cripto / mercados - 2026 - 1º trimestre
djovarius Escreveu:Mas, depois, com pessoas sem dinheiro para comprar, quem vai adquirir produtos e serviços das ditas empresas?
Encontrar quem derreta dinheiro nunca foi problema.
Neste momento temos um problema gravíssimo de escassez de oferta em quase tudo.
Vamos continuar sò a gastar dinheiro em sucata e em que nao faz nada?
Ou zelar que o dinheiro seja investido em avanços na medicina, métodos mais eficientes de produzir, de defesa contra ameaças externas, de maior harmonia com o planeta?
Obviamente que desemprego nao implica canalização de recursos a áreas que sustentam o progresso humano, mas potenciam. Tenho a certeza é que nao vamos progredir a ser reféns de um exercito de pensionistas.
A minha expectativa é que venha a existir um período de transição agitado, mas, eventualmente, ficaremos muito melhor do que na actualidade. Quem sabe, lá para 2040-50, para quem precise de um rim, seja tão fácil como ir a um hospital, solicitar o fabrico e usufruir de um rim novo passado algumas semanas. Tratar qualquer tipo de cancro pode ser algo rotineiro.
“It is not the strongest of the species that survives, nor the most intelligent, but rather the one most adaptable to change.”
― Leon C. Megginson
― Leon C. Megginson
Re: Forex / cripto / mercados - 2026 - 1º trimestre
Vamos ver se realmente é o que vai acontecer.
Na prática as empresas podiam ser muito mais eficientes e parece que por vezes não são por forças internas.
Empresas com influencias corruptas têm outros argumentos do que meramente a competitividade.
Que mais valias traz o ESG? Nada... antes pelo contrário, ainda assim são milhares de empregos criados á volta deste cancro.
Também existe o critério de valor em bolsa. Mais empregados, mais potencial para valer mais.
Estou divido, mas temos de ser pragmáticos e esperar para ver se as empresas vão manter empregos desnecessário, se vão simplesmente rodar pessoal a novas actividades.
O que é certo é que as empresas tendem a ser mais estimuladas pelos efeitos de curto prazo, do retorno imediato. Portanto para existir efetivamente uma necessidade de corte laboral tem de ser porque alguém no mercado vai pela estratégia de redução de preço. Tem de haver deflação.
Na prática as empresas podiam ser muito mais eficientes e parece que por vezes não são por forças internas.
Empresas com influencias corruptas têm outros argumentos do que meramente a competitividade.
Que mais valias traz o ESG? Nada... antes pelo contrário, ainda assim são milhares de empregos criados á volta deste cancro.
Também existe o critério de valor em bolsa. Mais empregados, mais potencial para valer mais.
Estou divido, mas temos de ser pragmáticos e esperar para ver se as empresas vão manter empregos desnecessário, se vão simplesmente rodar pessoal a novas actividades.
O que é certo é que as empresas tendem a ser mais estimuladas pelos efeitos de curto prazo, do retorno imediato. Portanto para existir efetivamente uma necessidade de corte laboral tem de ser porque alguém no mercado vai pela estratégia de redução de preço. Tem de haver deflação.
“It is not the strongest of the species that survives, nor the most intelligent, but rather the one most adaptable to change.”
― Leon C. Megginson
― Leon C. Megginson
Re: Forex / cripto / mercados - 2026 - 1º trimestre
Boas,
Num primeiro momento, demitir em massa pode ser ótimo para os lucros das empresas.
Mas, depois, com pessoas sem dinheiro para comprar, quem vai adquirir produtos e serviços das ditas empresas?
Os robôs humanóides e a IA? Não me parece.... lá está, continuo na minha, são turtuosos os caminhos desta década de vinte....
Bem, e o Estreito? Está aberto ou fechado? Ou apenas controlado ou monitorizado?
Real é a carrada de touros de ouro no mercado norte-americano
Nova Iorque festeja e Toronto pode ser já a seguir. São Paulo já passou por isso há dias.
Então, máximos de sempre nos Nasdaqs, SPX e mesmo em Small Caps 2000. O DJIA está mais atrasado. Na Europa, DAX, tal como outros, em alta de mais de 2%. Na Ásia há que esperar pela próxima semana. Mas esta é de festa até ver, nunca se sabe o que trará o fim de semana. De resto, o nosso resumo da semana... só é feito no fim dos negócios ou depois.
Há também uma explosão de alegria no mercado de OT por óbvias razões. Temos a queda de 12% no petróleo, embora a queda do Brent seja "apenas" de 10%. Suficiente para a euforia geral. Assim, temos os metais a subir, com a prata a voltar aos dias de glória, hoje são 5% de alta. Também animador, é a continuação do viés de baixa das agrícolas. No fundo, é todo um mercado a antecipar menor inflação, após descontar o possível aumento da mesma taxa de inflação...
O EUR/USD estabiliza em torno de 1.18 - nada mau para um par que andou nos 1.15xx - sinaliza o alívio dos mercados.
O mesmo no USD/JPY. Os touros tinham o jogo na mão, mas agora, com o recuo de 159.00 para 158.00 há que ser mais desconfiado. Vamos ver o que se segue. O Forex nunca andou muito agitado nesta crise, quando comparado com outros ativos.
Alguma euforia também nas criptos, hoje alta de 5% no BTC a subir aos 78K. O ETH sobe 6% para perto de 2.500 USD. Os touros começam a sair da toca à conta das boas notícias.
No meio disto tudo, Wally é o grande vencedor. Quem haveria de dizer há um mês que o SPX subiria tão rápido, até perto de 7.150 pontos??
Abraço fraterno, bom fds a todos
dj
Num primeiro momento, demitir em massa pode ser ótimo para os lucros das empresas.
Mas, depois, com pessoas sem dinheiro para comprar, quem vai adquirir produtos e serviços das ditas empresas?
Os robôs humanóides e a IA? Não me parece.... lá está, continuo na minha, são turtuosos os caminhos desta década de vinte....
Bem, e o Estreito? Está aberto ou fechado? Ou apenas controlado ou monitorizado?
Real é a carrada de touros de ouro no mercado norte-americano
Nova Iorque festeja e Toronto pode ser já a seguir. São Paulo já passou por isso há dias.
Então, máximos de sempre nos Nasdaqs, SPX e mesmo em Small Caps 2000. O DJIA está mais atrasado. Na Europa, DAX, tal como outros, em alta de mais de 2%. Na Ásia há que esperar pela próxima semana. Mas esta é de festa até ver, nunca se sabe o que trará o fim de semana. De resto, o nosso resumo da semana... só é feito no fim dos negócios ou depois.
Há também uma explosão de alegria no mercado de OT por óbvias razões. Temos a queda de 12% no petróleo, embora a queda do Brent seja "apenas" de 10%. Suficiente para a euforia geral. Assim, temos os metais a subir, com a prata a voltar aos dias de glória, hoje são 5% de alta. Também animador, é a continuação do viés de baixa das agrícolas. No fundo, é todo um mercado a antecipar menor inflação, após descontar o possível aumento da mesma taxa de inflação...
O EUR/USD estabiliza em torno de 1.18 - nada mau para um par que andou nos 1.15xx - sinaliza o alívio dos mercados.
O mesmo no USD/JPY. Os touros tinham o jogo na mão, mas agora, com o recuo de 159.00 para 158.00 há que ser mais desconfiado. Vamos ver o que se segue. O Forex nunca andou muito agitado nesta crise, quando comparado com outros ativos.
Alguma euforia também nas criptos, hoje alta de 5% no BTC a subir aos 78K. O ETH sobe 6% para perto de 2.500 USD. Os touros começam a sair da toca à conta das boas notícias.
No meio disto tudo, Wally é o grande vencedor. Quem haveria de dizer há um mês que o SPX subiria tão rápido, até perto de 7.150 pontos??
Abraço fraterno, bom fds a todos
dj
Cuidado com o que desejas pois todo o Universo pode se conjugar para a sua realização.
Re: Forex / cripto / mercados - 2026 - 1º trimestre
“Mo Koyfman, da empresa de capital de risco Shine Capital, vai ainda mais longe: "A maioria, senão todas as empresas, poderiam reduzir a sua força de trabalho em 30 a 50% sem que isso tivesse um impacto significativo no seu desempenho."
Isto é certamente claro e dará a muitos CEOs e conselhos de administração algumas ideias.”
Has the Era of the Mega-Layoff Arrived?
From Snap to Block to Amazon, a new template for ‘right sizing’ the workforce is spreading through C-suites—and other companies are taking note
https://www.wsj.com/business/has-the-er ... d-928f061d
Isto é certamente claro e dará a muitos CEOs e conselhos de administração algumas ideias.”
Has the Era of the Mega-Layoff Arrived?
From Snap to Block to Amazon, a new template for ‘right sizing’ the workforce is spreading through C-suites—and other companies are taking note
https://www.wsj.com/business/has-the-er ... d-928f061d
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Re: Forex / cripto / mercados - 2026 - 1º trimestre
Boas,
Depois de touros de ouro
na B3, foi a vez do SPX e do Nasdaq. Festa nas Américas, com hipótese de se repetir na Ásia, sobretudo Kospi e Nikkei, este de novo a espreitar os 60 mil pontos.
No petróleo, altas de novo, com o Brent novamente mais caro do que o WTI. Eu já esperava isto à medida que a se avizinha um gap entre a América do Norte e a Europa / Ásia.
Lá mais para Ocidente, há petróleo e produto refinado que chegue. Por cá, poderemos ter voos adiados, tal como disse há pouco a KLM.
Curiosamente... o dólar hoje não cai, em dia de altas bolsistas. O EUR/USD bateu em 1.18 mas recua um pouco. Nada a dizer.
USD/JPY está em 159.xx outra vez. Aqui vou tendo um olho atento, pois os touros parecem ter uma vantagem.
Também a destacar: calma nos mercados de renda fixa. Talvez o "medo" da subida da inflação não seja muito grave....
Abraço
dj
Depois de touros de ouro
No petróleo, altas de novo, com o Brent novamente mais caro do que o WTI. Eu já esperava isto à medida que a se avizinha um gap entre a América do Norte e a Europa / Ásia.
Lá mais para Ocidente, há petróleo e produto refinado que chegue. Por cá, poderemos ter voos adiados, tal como disse há pouco a KLM.
Curiosamente... o dólar hoje não cai, em dia de altas bolsistas. O EUR/USD bateu em 1.18 mas recua um pouco. Nada a dizer.
USD/JPY está em 159.xx outra vez. Aqui vou tendo um olho atento, pois os touros parecem ter uma vantagem.
Também a destacar: calma nos mercados de renda fixa. Talvez o "medo" da subida da inflação não seja muito grave....
Abraço
dj
Cuidado com o que desejas pois todo o Universo pode se conjugar para a sua realização.
Re: Forex / cripto / mercados - 2026 - 1º trimestre
Boas,
Havia um filme antigo chamado amor em tempo de guerra.
Aqui parece mais "amor pelos mercados em tempo de guerra".... bem, o mercado está a descontar um entendimento no Oriente Médio, com menos agitação no futuro. Será que vai ser?
A verdade é que há touros de ouro à vista, tal como já ocorreu na B3 (perto de 200.000 pontos), também o SPX e o Nasdaq podem lá chegar, entre outros. O VIX baixou para 18 pontos, algo encorajador. Vamos a ver!!
Abraço
dj
Havia um filme antigo chamado amor em tempo de guerra.
Aqui parece mais "amor pelos mercados em tempo de guerra".... bem, o mercado está a descontar um entendimento no Oriente Médio, com menos agitação no futuro. Será que vai ser?
A verdade é que há touros de ouro à vista, tal como já ocorreu na B3 (perto de 200.000 pontos), também o SPX e o Nasdaq podem lá chegar, entre outros. O VIX baixou para 18 pontos, algo encorajador. Vamos a ver!!
Abraço
dj
Cuidado com o que desejas pois todo o Universo pode se conjugar para a sua realização.
Re: Forex / cripto / mercados - 2026 - 1º trimestre
Boas,
Está tudo contente!! Petróleo em queda de 5% - isso dá azo a altas de OT, Ações, ouro, etc.... e o USD em queda face a tudo o que mexe, até face às criptos.
Estamos numa fase em que ninguém acredita num aprofundamento da crise. Haverá algum acordo manhoso, que pode até incluir outros atores do Médio Oriente. Enfim, vamos ver se assim será. Nesse caso seria um "replay" da crise das tarifas há um ano atrás.
Ainda assim, cautelas são necessárias... afinal o petróleo ainda está muito alto e tudo pode acontecer....
Abraço
dj
Está tudo contente!! Petróleo em queda de 5% - isso dá azo a altas de OT, Ações, ouro, etc.... e o USD em queda face a tudo o que mexe, até face às criptos.
Estamos numa fase em que ninguém acredita num aprofundamento da crise. Haverá algum acordo manhoso, que pode até incluir outros atores do Médio Oriente. Enfim, vamos ver se assim será. Nesse caso seria um "replay" da crise das tarifas há um ano atrás.
Ainda assim, cautelas são necessárias... afinal o petróleo ainda está muito alto e tudo pode acontecer....
Abraço
dj
Cuidado com o que desejas pois todo o Universo pode se conjugar para a sua realização.
Re: Forex / cripto / mercados - 2026 - 1º trimestre
Boas,
Para já os mercados não fazem muito desse bloqueio. Ações em alta e até o petróleo já esteve mais cara ontem à noite.
De qualquer forma, isto é tudo muito volátil. Há mais de cinco semanas que o mercado vive de "breaking news".... não é o meu mercado favorito.
Vamos a ver!
Abraço
dj
Para já os mercados não fazem muito desse bloqueio. Ações em alta e até o petróleo já esteve mais cara ontem à noite.
De qualquer forma, isto é tudo muito volátil. Há mais de cinco semanas que o mercado vive de "breaking news".... não é o meu mercado favorito.
Vamos a ver!
Abraço
dj
Cuidado com o que desejas pois todo o Universo pode se conjugar para a sua realização.
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