OT - Hamas vs Israel vs Bolsas
Re: OT - Hamas vs Israel vs Bolsas
PMP69 Escreveu:Isso não resolve nada, pois não há Estado, nem há liderança, é maquilhar a situação.
exacto. a faixa de Gaza não tem um governo, como por exemplo a Ucrania.
bom, podemos argumentar que o nível de destruição é tão grande que sería impossível ter um governo, mas muito provavelmente antes do ataque de Israel era exactamente igual.
era, infelizmente, um amontoado de seres humanos que não tinha para onde ir, não tem como se defender de nada, têm muitos filhos, recebia dinheiro de fora para poder ter mais filhos, onde quem manda é o Hamas, articulado por países externos.
os países externos que financiam/articulam o Hamas sabem que a melhor arma são os seres humanos palestinos, e precisamente não lhes interessa receber esses seres humanos palestinos como refugiados porque o objectivo sempre foi o oposto a proteger vidas humanas.
é uma tristeza para a qual não vejo solução.
Re: OT - Hamas vs Israel vs Bolsas
Nuseir Yassin, conhecido como Nas Daily, é um palestino-árabe nascido em Israel, o que o torna cidadão israelense de origem palestina. Em outubro de 2022, publicou o vídeo viral “My Israel And Palestine, Explained”, onde defende uma solução de dois Estados e apela à coexistência pacífica. Usando a sua experiência pessoal entre os dois mundos, tenta explicar o conflito com empatia e equilíbrio.
Licenciado em Economia pela Universidade de Harvard, com especialização secundária em Ciência da Computação, Nuseir começou a sua carreira como engenheiro de software na empresa Venmo (parte do PayPal). Mais tarde, decidiu deixar o emprego para viajar pelo mundo e criar 1.000 vídeos de um minuto em 1.000 dias — projeto que o tornou famoso nas redes sociais. Com esse sucesso, fundou a Nas Daily Corporation, a Nas Academy (plataforma educativa para criadores) e a Nas Studios (produtora de conteúdo). Em 2024, o seu património líquido foi estimado em cerca de 21 milhões de dólares.
https://youtu.be/oNW2p0nTEto
Re: OT - Hamas vs Israel vs Bolsas
Vítimas Estrangeiras em Protestos no Conflito Israel‑Palestina
Aysenur Ezgi Eygi (2024)
• Quem era: Ativista turco-americana de 26 anos, membro do movimento “International Solidarity Movement” (ISM), conhecido por apoiar direitos dos palestinianos e organizar manifestações pacíficas.
• O que aconteceu: Em setembro de 2024, Aysenur participou num protesto contra a expansão de assentamentos ilegais perto de Nablus, na Cisjordânia. Durante a manifestação, forças militares israelitas abriram fogo e Aysenur foi mortalmente atingida.
• Contexto: Ela integrava um grupo internacional de ativistas que procurava chamar atenção para a ocupação e para as dificuldades enfrentadas pela população palestiniana. A sua morte gerou comoção e protestos internacionais exigindo justiça e responsabilização pelas autoridades israelitas.
• Fonte: Al Jazeera, The Guardian, Reuters
Re: OT - Hamas vs Israel vs Bolsas
Curiosamente o único herói que merecia menção nao foi referido na lista da propaganda pro terrorismo.
“It is not the strongest of the species that survives, nor the most intelligent, but rather the one most adaptable to change.”
― Leon C. Megginson
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Re: OT - Hamas vs Israel vs Bolsas
Andas a defender o Hamas que tortura o próprio povo palestino.
Surreal...
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― Leon C. Megginson
― Leon C. Megginson
Re: OT - Hamas vs Israel vs Bolsas
Isto já entra no limite do tolerável.
Beatificar terroristas é um novo nível, realmente caso perdido.
Curioso que neste caso o recurso a fontes aleatórias não constitui qualquer problema.
Enfim...
Beatificar terroristas é um novo nível, realmente caso perdido.
Curioso que neste caso o recurso a fontes aleatórias não constitui qualquer problema.
Enfim...
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― Leon C. Megginson
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Re: OT - Hamas vs Israel vs Bolsas
Heróis da Guerra em Gaza: Casos de Coragem Individual
Heroísmo Palestiniano
1. Dr. Hussam Abu Safiya
(Novembro–Dezembro de 2023)
Pediatra e diretor do Hospital Kamal Adwan, no norte da Faixa de Gaza.
Durante o cerco israelita ao hospital, o Dr. Abu Safiya recusou abandonar os pacientes — entre eles dezenas de recém-nascidos em incubadoras, feridos graves e grávidas em trabalho de parto. Continuou a trabalhar sem anestesia, com luz de telemóvel, escassez extrema de medicamentos e falta total de eletricidade.
Apesar de ferido por estilhaços, permaneceu em funções. Foi visto a caminhar calmamente entre tanques israelitas e escombros, com bata branca e um megafone, pedindo proteção para as equipas médicas.
No final de dezembro, quando as tropas israelitas invadiram o hospital, ele foi detido pelas Forças de Defesa de Israel (IDF) e levado para interrogatório. A sua imagem tornou-se um símbolo de coragem médica sob fogo.
Fonte: Al Jazeera, The Guardian, New Arab, MSF, vídeos verificados no local.
2. Dr. Ghassan Abu Sittah
(Outubro–Dezembro de 2023)
Cirurgião plástico e reconstrutivo palestiniano-britânico.
Voluntariou-se para entrar em Gaza através do Egito logo após o início da ofensiva aérea e terrestre. Trabalhou principalmente no Hospital Al-Shifa, realizando entre 30 e 40 cirurgias por dia em condições extremas. Tratava feridos por estilhaços, amputações e queimaduras, muitas vezes sem analgésicos adequados nem luz elétrica.
Permaneceu no hospital mesmo após bombardeamentos nas redondezas. Teve de abandonar Gaza quando o cerco tornou impossível continuar. Posteriormente foi impedido de voltar pelas autoridades israelitas. Tornou-se uma das vozes médicas mais ouvidas internacionalmente sobre o impacto da guerra nos civis.
Fonte: BBC, Al Jazeera, The Guardian, Channel 4 News, The New York Times.
Heroísmo Israelita
1. Rachel Edri (65 anos)
(7 de Outubro de 2023)
Residente na cidade de Ofakim, sul de Israel.
Durante o ataque do Hamas, dois militantes armados invadiram a sua casa e fizeram reféns Rachel e o marido, David. Rachel manteve a calma e começou a servir chá, bolachas e a conversar com os atacantes. Fez piadas, tentou acalmá-los e prolongou a interação durante mais de 15 horas, enquanto o marido conseguia comunicar discretamente com as forças especiais.
Quando os agentes entraram, os militantes foram neutralizados sem que Rachel ou o marido fossem feridos. A sua astúcia e sangue-frio tornaram-na um símbolo nacional de coragem civil.
Fonte: Associated Press, Ynet News, Times of Israel, entrevistas televisivas.
2. Amit Mann (22 anos)
(7 de Outubro de 2023)
Enfermeira e socorrista do Magen David Adom (MDA).
Trabalhava no kibutz Be’eri quando o local foi invadido por dezenas de combatentes do Hamas. Em vez de fugir, permaneceu no seu posto, tratando os feridos e protegendo os residentes. Montou um ponto improvisado de socorro e acolheu crianças escondidas.
Foi morta enquanto tentava resgatar uma família sob fogo cruzado. O seu corpo foi encontrado com luvas postas e equipamento médico. Foi homenageada postumamente como heroína nacional e internacional pela entrega à missão de salvar vidas.
Fonte: Magen David Adom, Haaretz, Times of Israel, Jerusalem Post.
Combatentes Palestinianos vistos como heróis (do lado de Gaza)
1. Abu Anas al-Ghandour
(morto em julho de 2024)
Comandante da Brigada de Gaza do Hamas.
Considerado um dos principais estrategas militares do Hamas, foi responsável por operações de defesa urbana em Gaza e pela organização da resistência na zona norte. Era natural do bairro de Shuja’iyya, onde liderava pessoalmente ações de combate e logística.
Morreu num ataque aéreo israelita enquanto coordenava o transporte de feridos e munições. O Hamas declarou-o “mártir comandante de honra” e a sua morte gerou protestos e luto em várias cidades palestinianas.
Fonte: Al-Aqsa TV, Al Jazeera, canais Telegram ligados ao Hamas.
2. Combatente desconhecido – Jabaliya
(março de 2024)
Vídeo amplamente partilhado mostra um combatente (sem identificação) que, durante um ataque israelita em Jabaliya, corre entre destroços para retirar três crianças soterradas.
O vídeo mostra o homem a puxar uma menina coberta de pó e sangue e dois rapazes, sob o som de drones de reconhecimento. O gesto foi partilhado como símbolo da ligação entre combatentes e civis.
Embora não oficialmente reconhecido como “herói militar”, o seu gesto é exaltado em redes palestinianas como exemplo de coragem e humanidade em meio ao caos.
Fonte: Al Mayadeen, Telegram, partilhas locais verificadas.
Soldados Heróis de Israel (IDF)
1. Arnon Zmora (36 anos)
Comandante da unidade de elite Yamam – Nuseirat, 8 de junho de 2024
Comandante operacional da unidade antiterrorista Yamam, Zmora liderou a operação que libertou quatro reféns israelitas em Nuseirat, incluindo Noa Argamani. A ação foi realizada em plena luz do dia, sob forte resistência.
Zmora entrou primeiro num dos apartamentos, onde enfrentou militantes armados. Foi baleado durante o resgate, mas conseguiu proteger os reféns até à sua evacuação. Morreu pouco depois devido aos ferimentos.
A operação foi renomeada “Operação Arnon” em sua homenagem. Foi condecorado postumamente com a Medalha de Valor da polícia de Israel.
Fonte: Times of Israel, Haaretz, Ynet, The Guardian.
2. David Yehuda Yitzhak (23 anos)
Sargento da Brigada Givati – Khan Younis, julho de 2024
Durante operações terrestres intensas em Khan Younis, a sua unidade ficou sob fogo cruzado. Um soldado foi atingido e ficou exposto. David saiu da cobertura, rastejou até ao colega e carregou-o às costas por 300 metros sob fogo direto, sendo ele próprio atingido por estilhaços.
O soldado ferido sobreviveu graças ao seu ato. David foi condecorado com a Medalha de Coragem das FDI.
Fonte: IDF Blog Oficial, Jerusalem Post, Channel 12.
Heroísmo de Estrangeiros em Gaza
1. Dr. Mohammed Taher
(2024–2025)
Neurocirurgião iraquiano, voluntário com a ONG Al-Ayn Foundation.
Trabalhou em hospitais no sul de Gaza, realizando mais de 290 cirurgias em três meses. Um dos casos mais emblemáticos foi o reimplante de um braço amputado de uma menina de 9 anos, feito sem luz elétrica, anestesia adequada ou instrumentos modernos.
Tratou mais de 1.100 pacientes num ambiente de devastação total. Mesmo após bombardeamentos nas redondezas, recusou evacuação. Foi chamado de “anjo de Gaza” por familiares de pacientes e colegas médicos.
Fonte: Al-Ayn Foundation, relatos em vídeo, The New Arab, Reddit verificado.
2. Dr. Thienminh Dinh
(Julho de 2025)
Médico vietnamita-americano, voluntário com a ONG Medical Relief for Gaza.
Trabalhou no Hospital Al-Aqsa, onde tratava diariamente crianças com ferimentos devastadores, malnutrição severa e traumas de guerra. Escreveu um diário clínico, publicado no The Guardian, onde partilhou a experiência de operar entre bombardeamentos e sem descanso.
Relatou a coragem “silenciosa e persistente” dos médicos locais, e a angústia de ter de escolher quem podia ser salvo. O seu testemunho mobilizou solidariedade internacional e foi descrito como uma das denúncias humanitárias mais poderosas da guerra.
Fonte: The Guardian (18 de julho de 2025), Medical Relief for Gaza.
Re: OT - Hamas vs Israel vs Bolsas
PMP69 Escreveu:Hoje, Israel precisava de um Ben Guiron, Peres ou Dayan.
Nao sei o que precisa Israel mas sei que nem Israel nem o mundo precisam do que defendes.
Socialismo nunca.
“It is not the strongest of the species that survives, nor the most intelligent, but rather the one most adaptable to change.”
― Leon C. Megginson
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Re: OT - Hamas vs Israel vs Bolsas
Quem diria novamente ver judeus a morrer esfomeados no século XXI.
Bruxelas pacta com isto e assume que è legitimo para motivaçoes politicas.
No fundo assume que qualquer barbaridade é ok desde que seja contra o povo judeu.
Bruxelas pacta com isto e assume que è legitimo para motivaçoes politicas.
No fundo assume que qualquer barbaridade é ok desde que seja contra o povo judeu.
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Re: OT - Hamas vs Israel vs Bolsas
O Agostinho Costa, comunista, Maçon e propagandista Russo, não pode ser levado a sério, mas hoje, provavelmente pela ideologia do PCP, disse coisas que qualquer ser humano percebe, e que quem acompanha a situação sabe.
É verdade que nas últimas semanas, e apesar de não ser notificado, têm morrido muitos soldados israelitas em Gaza, mas é mentira que os mobilizados não tenham experiência militar.
Hoje, Israel precisava de um Ben Guiron, Peres ou Dayan.
Pedro
É verdade que nas últimas semanas, e apesar de não ser notificado, têm morrido muitos soldados israelitas em Gaza, mas é mentira que os mobilizados não tenham experiência militar.
Hoje, Israel precisava de um Ben Guiron, Peres ou Dayan.
Pedro
Re: OT - Hamas vs Israel vs Bolsas
Estava aqui a ver Agostinho Costa é ultra "Free Palestine", porque será?
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Re: OT - Hamas vs Israel vs Bolsas
Isso não resolve nada, pois não há Estado, nem há liderança, é maquilhar a situação.
Peguem nos Acordos de Oslo (1 e 2) e a partir daí tracem novas fronteiras.
Todos têm que ceder.
Pedro
Peguem nos Acordos de Oslo (1 e 2) e a partir daí tracem novas fronteiras.
Todos têm que ceder.
Pedro
Re: OT - Hamas vs Israel vs Bolsas
Portugal também parece que vai anunciar em breve o reconhecimento do Estado da Palestina, em setembro.
Acho que é esse o caminho que têm que fazer todos
Acho que é esse o caminho que têm que fazer todos
Re: OT - Hamas vs Israel vs Bolsas
Israel e os EUA têm uma ligação muito forte, que vem dos tempos Henry Kissinger. Foi o primeiro Secretário de Estado Judeu.
Teve um papel muito importante na Guerra do Yom Kippur, e no acordo de cessar-fogo (Israel/Egito/Síria).
Os Judeus americanos têm muita influência no partido Repúblicano.
Pedro
Teve um papel muito importante na Guerra do Yom Kippur, e no acordo de cessar-fogo (Israel/Egito/Síria).
Os Judeus americanos têm muita influência no partido Repúblicano.
Pedro
Re: OT - Hamas vs Israel vs Bolsas
PMP69 Escreveu:
Claro que sim, mas de um lado temos Israel que não tem abertura para negociar, e do outro lado temos uma Autoridade Palestiniada aburguesada, que pensa que Israel vai resolver o problema que tem na Faixa de Gaza, desde 2007.
De ambos os lados, vão ser necessários novos interlocutores, e pressão dos EUA e Egipto, entre outros.
Pedro
Israel é influenciado pelos EUA, e a Europa pode influenciar os EUA, como faz em relação à Ucrânia.
Se muitos países reconhecerem o Estado da Palestina, os EUA também podem seguir essa posição e influenciar Israel a aceitar.
Acho que isso vai acabar por acontecer, pq já aconteceu antes, por exemplo em 1947, quando a ONU propôs dividir o território em dois Estados.
O problema nessa altura foi alguns países árabes não reconhecerem o Estado de Israel.
Ambos os lados devem reconhecer os 2 Estados.
Re: OT - Hamas vs Israel vs Bolsas
previsor Escreveu:Acho que a primeira coisa que devem decidir é reconhecer que os palestinianos têm o direito a viver no Estado da Palestina, lado a lado com Israel. Só depois de todos estarem de acordo quanto a isso é que podem tratar dessas coisas
Mas isso tinha sido decidido, eles viviam assim. Recebiam e recebem fundos um pouco de todo lado só não vivem em paz porque decidiram atacar Israel.
Quando muito para mim tinha alguma logica existir uma guerra na Cisjordânia. Em Gaza é tudo doutrinamento e Israel vai estar sempre na mira do fanatismo.
É normal existirem movimentos extremistas em Israel, afinal para entrar no shopping é preciso passar num detector de metais ou ser revistado. É o dia a dia em Israel...
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― Leon C. Megginson
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Re: OT - Hamas vs Israel vs Bolsas
PMP69 Escreveu:Reconhecer o quê?
Reconhecem assassinar inocentes num concerto é uma forma legitima de activismo politico.
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Re: OT - Hamas vs Israel vs Bolsas
previsor Escreveu:Acho que a primeira coisa que devem decidir é reconhecer que os palestinianos têm o direito a viver no Estado da Palestina, lado a lado com Israel. Só depois de todos estarem de acordo quanto a isso é que podem tratar dessas coisas
Claro que sim, mas de um lado temos Israel que não tem abertura para negociar, e do outro lado temos uma Autoridade Palestiniada aburguesada, que pensa que Israel vai resolver o problema que tem na Faixa de Gaza, desde 2007.
De ambos os lados, vão ser necessários novos interlocutores, e pressão dos EUA e Egipto, entre outros.
Pedro
Re: OT - Hamas vs Israel vs Bolsas
PMP69 Escreveu:Reconhecer o quê?
Esse reconhecimento não tem qualquer efeito, pois a Autoridade Palestiniana/Fatah, só "controla" a Cisjordânia, a Faixa de Gaza é controlada pelo Hamas/Brigadas Al-Qassam, e alberga vários grupos "independentes", como a Jihad Islâmica Palestina/Brigadas de Al-Quds, FPLP/Brigadas Abu Alí Mustafá (presença assídua na Festa do Avante), Brigadas Muyahidines ......
Primeiro, têm que arranjar alguém com quem negociar, que não me parece que seja Mahmoud Abbas, depois, apoiar um dos grupos da Faixa de Gaza, de maneira a esse expulsar os restantes, o que não é fácil.
A solução dos dois Estados obriga a redesenhar novas fronteiras, o que ninguém está disposto a fazer, pois é impossível, pelo menos, naquela zona ter um país dívidido, e a prova disso foi o que aconteceu em 2007.
Acrescentar, que o Governo de Israel está muito dependente de partidos, como o Poder Judaico, Judaísmo Unido da Torá ....., que querem a anexação da Faixa de Gaza e apoiam a construção de novos colonatos na Cisjordânia, o que está a acontecer, com o compadrio da Autoridade Palestiniana.
Deviam olhar para o passado e aprender com Presidente Sadat, que durante anos foi um inimigo mortal de Israel (Guerra do Yom Kippur), e foi capaz de assinar os Acordos de Camp David, que lhe valeram a morte. O Egipto foi o primeiro pais a reconhecer o Estado de Israel.
Pedro
Acho que a primeira coisa que devem decidir é reconhecer que os palestinianos têm o direito a viver no Estado da Palestina, lado a lado com Israel. Só depois de todos estarem de acordo quanto a isso é que podem tratar dessas coisas
Re: OT - Hamas vs Israel vs Bolsas
previsor Escreveu:porque foram enganados pelos EUA com a história das armas de destruição maciça que não existiam
O Blair que era o chefe de estado virtual da UE na altura tinha os próprios relatórios e disse que estava contente com o resultado que seria um problema pior se não tivessem agido na altura.
when he was asked if he had any regrets, he has none...
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Re: OT - Hamas vs Israel vs Bolsas
Reconhecer o quê?
Esse reconhecimento não tem qualquer efeito, pois a Autoridade Palestiniana/Fatah, só "controla" a Cisjordânia, a Faixa de Gaza é controlada pelo Hamas/Brigadas Al-Qassam, e alberga vários grupos "independentes", como a Jihad Islâmica Palestina/Brigadas de Al-Quds, FPLP/Brigadas Abu Alí Mustafá (presença assídua na Festa do Avante), Brigadas Muyahidines ......
Primeiro, têm que arranjar alguém com quem negociar, que não me parece que seja Mahmoud Abbas, depois, apoiar um dos grupos da Faixa de Gaza, de maneira a esse expulsar os restantes, o que não é fácil.
A solução dos dois Estados obriga a redesenhar novas fronteiras, o que ninguém está disposto a fazer, pois é impossível, pelo menos, naquela zona ter um país dívidido, e a prova disso foi o que aconteceu em 2007.
Acrescentar, que o Governo de Israel está muito dependente de partidos, como o Poder Judaico, Judaísmo Unido da Torá ....., que querem a anexação da Faixa de Gaza e apoiam a construção de novos colonatos na Cisjordânia, o que está a acontecer, com o compadrio da Autoridade Palestiniana.
Deviam olhar para o passado e aprender com Presidente Sadat, que durante anos foi um inimigo mortal de Israel (Guerra do Yom Kippur), e foi capaz de assinar os Acordos de Camp David, que lhe valeram a morte. O Egipto foi o primeiro pais a reconhecer o Estado de Israel.
Pedro
Esse reconhecimento não tem qualquer efeito, pois a Autoridade Palestiniana/Fatah, só "controla" a Cisjordânia, a Faixa de Gaza é controlada pelo Hamas/Brigadas Al-Qassam, e alberga vários grupos "independentes", como a Jihad Islâmica Palestina/Brigadas de Al-Quds, FPLP/Brigadas Abu Alí Mustafá (presença assídua na Festa do Avante), Brigadas Muyahidines ......
Primeiro, têm que arranjar alguém com quem negociar, que não me parece que seja Mahmoud Abbas, depois, apoiar um dos grupos da Faixa de Gaza, de maneira a esse expulsar os restantes, o que não é fácil.
A solução dos dois Estados obriga a redesenhar novas fronteiras, o que ninguém está disposto a fazer, pois é impossível, pelo menos, naquela zona ter um país dívidido, e a prova disso foi o que aconteceu em 2007.
Acrescentar, que o Governo de Israel está muito dependente de partidos, como o Poder Judaico, Judaísmo Unido da Torá ....., que querem a anexação da Faixa de Gaza e apoiam a construção de novos colonatos na Cisjordânia, o que está a acontecer, com o compadrio da Autoridade Palestiniana.
Deviam olhar para o passado e aprender com Presidente Sadat, que durante anos foi um inimigo mortal de Israel (Guerra do Yom Kippur), e foi capaz de assinar os Acordos de Camp David, que lhe valeram a morte. O Egipto foi o primeiro pais a reconhecer o Estado de Israel.
Pedro
Re: OT - Hamas vs Israel vs Bolsas
Os europeus até são os que têm tomado as posições mais justas e equilibradas e quando falharam, como na guerra do Iraque, foi porque foram enganados pelos EUA com a história das armas de destruição maciça que não existiam, e depois pagaram por isso com os ataques terroristas no seu território.
Se não se deixarem levar pelos eua tomam boas decisões
Se não se deixarem levar pelos eua tomam boas decisões
Re: OT - Hamas vs Israel vs Bolsas
Reconhecer a Palestina por UK, Canada, França é abrir a caixa de Pandora.
A leitura é simples: o terrorismo compensa.
Tiveram anos para negociar durante um período de paz uma solução de dois estados. Esperaram o momento de um dos maiores ataques terroristas da historia para legitimar esse acto como uma forma de activismo politico.
Outros grupos vão ficar motivados a seguir o mesmo modelo afinal o matar indiscriminadamente compensa.
A leitura é simples: o terrorismo compensa.
Tiveram anos para negociar durante um período de paz uma solução de dois estados. Esperaram o momento de um dos maiores ataques terroristas da historia para legitimar esse acto como uma forma de activismo politico.
Outros grupos vão ficar motivados a seguir o mesmo modelo afinal o matar indiscriminadamente compensa.
“It is not the strongest of the species that survives, nor the most intelligent, but rather the one most adaptable to change.”
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Re: OT - Hamas vs Israel vs Bolsas
Quem é o maior financiador do Hamas, e que acolhe os seus líderes?
Pedro
Pedro
Re: OT - Hamas vs Israel vs Bolsas
“ Dezessete países pediram o desarmamento da organização terrorista Hamas, responsável pelos ataques bárbaros contra Israel em 7 de outubro de 2023.
Uma mensagem forte. Dezessete países, incluindo Arábia Saudita, Catar e Egito, pediram ao Hamas, na terça-feira, que entregasse suas armas à Autoridade Palestina, durante uma conferência da ONU que visa dar novo fôlego à solução de dois Estados para Israel e Palestina.
A "Declaração de Nova York", preparada pela França e pela Arábia Saudita, copresidentes da conferência, pede o fim da guerra em Gaza, para alcançar "uma resolução justa, pacífica e duradoura para o conflito israelense-palestino, baseada na implementação da solução de dois Estados".
Uma mensagem forte. Dezessete países, incluindo Arábia Saudita, Catar e Egito, pediram ao Hamas, na terça-feira, que entregasse suas armas à Autoridade Palestina, durante uma conferência da ONU que visa dar novo fôlego à solução de dois Estados para Israel e Palestina.
A "Declaração de Nova York", preparada pela França e pela Arábia Saudita, copresidentes da conferência, pede o fim da guerra em Gaza, para alcançar "uma resolução justa, pacífica e duradoura para o conflito israelense-palestino, baseada na implementação da solução de dois Estados".
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