Políticas para Portugal

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Cominustas preparam ataque ao capital

por news_js » 13/7/2019 11:40

Depois dos boatos sobre englobamento obrigatório dos rendimentos do capital, eis que os comunistas preparam o ataque ao próprio capital:

PCP propõe baixar a taxa do IVA de 23% para 21% e cobrar um imposto de 0,5% aos depósitos bancários acima de 100 mil euros, estendendo esta medida fiscal a todo o património mobiliário (títulos, ações, obrigações).


https://eco.sapo.pt/2019/07/13/pcp-promete-baixar-iva-depositos-acima-de-100-mil-alvo-de-taxa/
 
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Re: Políticas para Portugal

por grambill » 14/7/2019 10:51

Existem dois partidos com propostas claras de mudança de rumo do paradigma socialista-social democrata. Podem se queixar do que quiserem mas não de falta de alternativas como acontecia há uns anos atrás, os eleitores só não votam se não quiserem.







https://www.jornaldenegocios.pt/economia/politica/detalhe/iniciativa-liberal-quer-taxa-unica-de-irs-de-15-para-rendimentos-acima-de-650-euros
 
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Re: Políticas para Portugal

por grambill » 14/7/2019 10:58

Flav Escreveu:Só mais duas coisas.
Primeiro não considero que existe socialismo em Portugal, da forma como algumas cabecinhas pensadoras dizem e até escrevem neste fórum e noutros sítios. O que existe está mais próximo de uma social democracia (nórdica), menos nos ordenados, etc, lol.



Uma social-democracia disfuncional que talvez por essa razão uns lhe chamam socialismo outros cleptocracia. Mas se vires os videos dos Spotniks colocados acima sobre a URSS começa a parecer haver uma convergência.
 
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Re: Políticas para Portugal

por ativo » 17/7/2019 15:03

In Negócios Online, hoje:

«Défice corrente e de capital até maio duplica face a 2018.

A trajetória de deterioração das contas externas de Portugal manteve-se até maio deste ano.

O acumulado do défice da balança corrente e de capital entre janeiro e maio deste ano atingiu os 2,6 mil milhões de euros, o que compara com os 1,3 mil milhões de euros registados no mesmo período do ano passado. Os dados sobre a balança de pagamentos de maio foram divulgados esta quarta-feira, 17 de julho, pelo Banco de Portugal.

O agravamento do défice da balança corrente e de capital para o dobro nestes primeiros cinco meses deve-se "sobretudo" à balança de bens. Tal como têm vindo a mostrar os números divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) relativo aos comércio internacional de bens, as importações de bens têm crescido muito mais do que as exportações.

O excedente comercial dado pelas exportações de serviços tinha vindo a compensar o défice dos bens, mas tal deixou de acontecer. "Em termos homólogos, o défice da balança de bens aumentou 1.901 milhões de euros e o excedente da balança de serviços diminuiu 25 milhões de euros", esclarece o banco central.

Em causa está um crescimento de 4,8% das exportações ao passo que as importações aumentaram 10,3%, conjugando bens e serviços. Assim, o défice comercial (junta bens e serviços) fixou-se nos 1,6 mil milhões de euros.

A contribuir de forma positiva, ainda que diminuta, para o défice da balança corrente e de capital esteve a balança de rendimento primário, cujo défice reduziu-se em 201 milhões de euros. "Esta variação resultou, principalmente, da redução dos juros pagos a entidades não residentes", explica o Banco de Portugal.

A balança de capital diminuiu ligeiramente de 571 milhões de euros para 532 milhões de euros entre janeiro e maio de 2019.

Já a balança financeira também se deteriorou de 972 milhões de euros para 2,2 mil milhões de euros. "Os passivos aumentaram, refletindo o investimento de não residentes em títulos de dívida pública portuguesa e em sociedades não financeiras residentes", explica o banco central, acrescentando que esse efeito "foi parcialmente" compensado pelo aumento de ativos financeiros no exterior, "através do investimento dos bancos residentes em títulos de dívida emitidos por não residentes, e pela redução de depósitos de não residentes em bancos residentes"
».

Coisas da "geringonça" governamental … :roll:
 
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Re: Políticas para Portugal

por lfhm83 » 17/7/2019 23:43

Lá está o mundo ao contrário do socialismo volta à evidência. Os donos do património mais valioso do país e que mais usufruem dos gastos com a receita do IMI vão ficar isentos.


Casas em centros históricos classificados pela UNESCO já não têm de pagar IMI
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Re: Políticas para Portugal

por lfhm83 » 19/7/2019 11:39

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