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Por favor leiam: Começou o ataque a Portugal e à Grécia

Espaço dedicado a todo o tipo de troca de impressões sobre os mercados financeiros de uma forma genérica e a todo o tipo de informação útil que possa condicionar o desempenho dos mesmos

Moderadores: Pata-Hari, Ulisses Pereira, MarcoAntonio

Por favor leiam: Começou o ataque a Portugal e à Grécia

por K. » 19/4/2011 0:52

POR FAVOR LEIAM ATÉ AO FIM:

As seguintes operações estão em andamento na Grécia, Portugal (e possivelmente em Espanha e Itália), com o objectivo de ganhar todo o dinheiro possível utilizando as dividas dos periféricos Europeus e os 400 mil do fundo de estabilização, instrumentalizando os stress tests dos bancos:

O objectivo é tirar partido da ineficiência criada pelo BCE, que emprestou dinheiro a juros reduzidos aos bancos portugueses para comprarem dívida pública portuguesa, o que duplicou o problema original.

A posterior subida dos juros no mercado secundário fez cair o valor das obrigações compradas pelos bancos portugueses. Esta queda do valor das obrigações fez cair os ratios de capital dos bancos. Quando os Stresstestes começaram, os bancos portugueses aperceberam-se da situação e levaram o Governo a um pedido de ajuda de cerca de 100 mil milhões.

Os 100 mil milhões destinavam-se inicialmente a comprar dívida pública portuguesa.

Assim, existem 100 mil millhões de Euros que poderão ser retirados do País com a seguinte

TÉCNICA:

A ideia é, vendendo obrigações a descoberto (short selling) criar a ilusão da existência de dois buracos que não existem, um na dívida e outro nos activos dos bancos, forçando o dinheiro da ajuda a tapar o buraco que seria criado nos bancos por uma reestruturação. Isto permite ganhos adicionais com short selling nos bancos.

Os juros são pressionados em alta no mercado secundário de obrigações portuguesas (fácil, pois é pouco líquido) no periodo em que é feito o stress test aos bancos.

Os ratios dos bancos descem fortemente obrigando o dinheiro da ajuda a ser usado para recapitalização dos bancos, de acordo com as exigências dos stress tests.

A dívida em si acaba por ser restruturada por pressões de agentes financeiros e meios de comunicação sobre o poder políticas e FMI (já o estão a fazer na Grécia). Ao não pagar o valor total da obrigação, estas vão proporcionar um ganho na maturidade às posições short, criando assim um buraco REAL nos activos dos bancos que assim substitui o anterior (que era VIRTUAL). Todo este dinheiro é discretamente ganho em posições curtas de Obrigações e de Bancos, sendo coberto pelo dinheiro do fundo de estabilização e FMI, deixando Portugal com uma dívida gigantesca.


A única maneira de evitar este roubo é denunciar a situação e impedir a todo o custo a reestruturação da dívida publica. Receio que nem toda a gente esteja a ter a percepção disto. Quando comecei a ouvir as notícias sobre a reestruturação na Grécia, não vi ninguém a alertar para esta situação, por isso decidi partilha-la com o maior numero de pessoas antes que seja demasiado tarde, pois pode acontecer a situação de Portugal roubar-se a si prioprio sem se aperceber, dar o lucro a estrangeiros, criando assim um gigantesco buraco nas contas publicas, o que iria levar à crise que se tentou evitar e transformar o país numa colónia de escravos (tal como a Grécia).

Divulguem e comentem o mais possível. Manobras deste tipo já foram feitas com sucesso.

Se as obrigações maturarem (i.e. se a dívida não for reestruturada), os ratios dos bancos ficam normais e as posições short dos especuladores vão ter um prejuízo elevado, obrigando-os à compra de obrigações no mercado secundário, levando os juros a níveis normais, retirando-lhes os lucros e forçando os capitais a regressar ao país pela compra de acções dos bancos para short covering.

Os stress-tests serão assim instrumentalizados pelos especuladores. É esse o seu fim.



Vamos tentar evitar que isto de facto aconteça, informando o poder político e a opinião pública da situação.

K.
 
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por atomez » 19/4/2011 1:25

Hmmm... não percebi nada, mas parece-me um excelente negócio.

Vou já entrar no esquema!

Obrigado pela dica.
As pessoas são tão ingénuas e tão agarradas aos seus interesses imediatos que um vigarista hábil consegue sempre que um grande número delas se deixe enganar.
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por Lion_Heart » 19/4/2011 1:29

Eu tenho uma ideia melhor.

Fazemos o que os comunistas e bloquistas dizem: batemos o pé e não pagamos.

Depois dizemos que queremos sair da Europa e do Euro , mas pedimos em troca 500 mil milhões de euros :mrgreen: :mrgreen:

Pagamos as dividas e ainda ficamos com uns 150 mil milhões. É sempre bom ter algum no bolso até preparar o próximo esquema para enganar uns tolos 8-)
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Re: Por favor leiam: Começou o ataque a Portugal e à Grécia

por rsacramento » 19/4/2011 1:39

K. Escreveu: A ideia é, vendendo obrigações a descoberto (short selling) criar a ilusão da existência de dois buracos que não existem, um na dívida e outro nos activos dos bancos, forçando o dinheiro da ajuda a tapar o buraco que seria criado nos bancos por uma reestruturação. Isto permite ganhos adicionais com short selling nos bancos.


como é que shortando as OTs se cria a ilusão da existência de um buraco na nossa dívida?

podes explicar melhor?
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por rsacramento » 19/4/2011 1:48

ah, já me esquecia:

há quanto tempo começaram os stress tests? é que pelo que julgo saber nem sequer ainda começaram...
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por K. » 19/4/2011 2:31

Mais claro:

Foram abertas fortes posições short em bancos e vendendo Obrigações, fazendo subir os juros.

A queda das obrigações durante os stress tests dos bancos baixa
temporariamente os racios e as cotações dos bancos, obrigando a utilizar
o dinheiro da ajuda na recapitalização destes.

Esta capitalização deveria, em princípio, ser temporaria.

Porém, por pressões externas a dívida em si acaba por ser restruturada, proporcionando um ganho na
maturidade das obrigações dos shorts, ganhos estes que tornam efectivas as perdas dos bancos, que têm de
ser cobertas pelo fundo, aumentando a dívida pública.

Reparem que o buraco nos bancos só começa a aparecer quando a dívida é reestruturada, altura em que já não há nada a fazer. Porém, os stress tests permitem um número de ilusionismo financeiro: criam a ilusão de ser necessário o dobro do dinheiro que é preciso.
 
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por tugatuga11 » 19/4/2011 2:58

Escreveste no tópico "começou o ataque a Portugal e à Grécia".
Então e a Irlanda? :roll:
 
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por K. » 19/4/2011 3:47

Na Irlanda a estratégia não funciona tão bem, pois os bancos já foram em grande parte nacionalizados. Este ataque funciona em Portugal Grecia e Espanha, pois os seus bancos andaram a comprar imensa divida do país.
 
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por cmcf_CALD » 19/4/2011 8:34

K. Escreveu:Na Irlanda a estratégia não funciona tão bem, pois os bancos já foram em grande parte nacionalizados. Este ataque funciona em Portugal Grecia e Espanha, pois os seus bancos andaram a comprar imensa divida do país.


E o que sugeres que façamos?
 
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por migluso » 19/4/2011 9:57

K.,

A contabilização das imparidades é efectuada em todas as empresas. Os bancos, felizmente, neste aspecto não são diferentes.

Virtual seria contabilizar por 100 uma "coisa" que à data vale 80.

Outro aspecto que tu não consideras correctamente. Um default ou reestruturação diminui a nossa dívida, e há muita gente, que nada tem a ver com a esquerda que o Lion mencionou, que defende que esta é a melhor solução para o país no médio e longo prazo. Defende que esta será a solução menos onerosa e mais justa para os contribuintes, para os cidadãos.
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por Branc0 » 19/4/2011 10:02

K. Escreveu:Na Irlanda a estratégia não funciona tão bem, pois os bancos já foram em grande parte nacionalizados. Este ataque funciona em Portugal Grecia e Espanha, pois os seus bancos andaram a comprar imensa divida do país.


Foram nacionalizados? Então isso ainda devia ajudar mais a "criar a ilusão de um buraco" nas contas irlandesas não?

Deve estar a escapar-me qualquer coisa.
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por Pata-Hari » 19/4/2011 10:05

mas ele não deixa de ter razão na questão do efeito nas contas dos bancos de um default.... Se por um lado resolveria/limparia a dívida, limparia também os bancos que ajudaram as contas públicas comprando e revendendo ao BCE a dívida. Estou a ver mal a coisa?
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por migluso » 19/4/2011 10:11

Não percebi Pata.

Aos bancos exige-se que estejam capitalizados de forma a suportarem uma reestruturação. Ao nível da dívida soberana, os bancos fazem isso ajustando o valor dos activos contabilizados no seu balanço ao valor de mercado desses activos.

EDIT - Os bancos, contabilizando periodicamente as imparidades, ajustam-se automaticamente à perda previsível que uma reestruturação provocaria.
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por Trisquel » 19/4/2011 10:16

Pata-Hari Escreveu:mas ele não deixa de ter razão na questão do efeito nas contas dos bancos de um default.... Se por um lado resolveria/limparia a dívida, limparia também os bancos que ajudaram as contas públicas comprando e revendendo ao BCE a dívida. Estou a ver mal a coisa?


O que escapa aqui é qual o colateral que os bancos deixavam no BCE para trazerem capital, por sua vez compravam dívida soberana. O não pagamento da dívida soberana aos bancos pode ser um rombo! Mas não tinham eles um colateral?

A questão é se esse colateral é suportado no próprio estado, Garantias, então assim temos uma pescadinha de rabo na boca, falta saber por onde parte em caso de default?

Quem é o elo mais fraco o Estado ou os Bancos ou Ambos.
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por migluso » 19/4/2011 10:28

Trisquel Escreveu:O que escapa aqui é qual o colateral que os bancos deixavam no BCE para trazerem capital, por sua vez compravam dívida soberana.


O colateral era a dívida soberana anteriormente adquirida, entre outros activos possivelmente.

Daí constar que o BCE se prepara para diminuir a qualidade dos activos aceites como colateral. Até há bem pouco tempo teriam que ser activos classificados como investment grade.
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por Pata-Hari » 19/4/2011 10:34

Exacto, algo que estava a colateralizar tinha um dado rating. Agora não têm. Supostamente eram activos "sem risco".... Na irlanda esta discrepancia entre as contas dos bancos e do estado é diminuida pelo facto de terem sido nacionalizados (o buraco de uns é o de outros, fica tudo "em casa"). Cá só está diminuida no caso das operações terem todas sido feitas pela CGD. Ora parece que não foram.
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por Branc0 » 19/4/2011 10:45

Pata-Hari Escreveu:mas ele não deixa de ter razão na questão do efeito nas contas dos bancos de um default.... Se por um lado resolveria/limparia a dívida, limparia também os bancos que ajudaram as contas públicas comprando e revendendo ao BCE a dívida. Estou a ver mal a coisa?


Não estás a ver mal a coisa. É exactamente por isso que a UE não deixa Portugal fazer um default parcial apesar de ser o melhor para nós colocaria automaticamente a Espanha à beira de um bail-out que seria 10 vezes mais caro que o português.

Mutatis mutandis o que escrevi aqui aplica-se também à banca portuguesa. Uma espécia de "jogo da bolha" ao mais alto nível mas nem por isso deixa de rebentar.
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por migluso » 19/4/2011 10:49

Pata-Hari Escreveu: Cá só está diminuida no caso das operações terem todas sido feitas pela CGD. Ora parece que não foram.


Não sei se percebi Pata.
A qualquer banco, nacional ou estrangeiro, que vá ao BCE pedir emprestado e apresente dívida portuguesa como colateral é-lhe exigido um montante de colateral superior sempre que o rating desce. A partir de determinado rating nem sequer era aceite, mas o BCE mudou essa regra.
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por migluso » 19/4/2011 10:56

A grande diferença entre estes testes de stress que os bancos se preparam para fazer e os anteriores é que desta vez os bancos terão que contabilizar os activos ao preço de mercado.

O BPI ou o BCP, caso tivessem contabilizado a dívida grega que detinham ao valor de mercado teriam, quase de certeza, chumbado nos primeiros testes de stress.

Agora terão de o fazer, isto é, contabilizar a dívida grega, e todas as outras, de acordo com o valor que esta tem no mercado secundário, que em princípio espelha, a cada momento, o valor das perdas que um haircut teria.
Se tiverem que aumentar capital de forma a estarem preparados para assumirem as perdas, que o façam. Ao menos estarão protegidos caso aconteça o pior. Foi isso que o BCP fez. Será suficiente? Não sei. A banca irlandesa precisou de 34B, mas esses tinham imparidades enormes no mercado imobiliário também.
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por Lion_Heart » 19/4/2011 11:00

Por isso mesmo a Banca pediu ao Estado 15.000.000.000 eur.

Agora pergunto eu, e quais os colaterais que a banca vai dar ao Estado? Acções, balcões ou algo virtual como no BPP?
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por migluso » 19/4/2011 11:17

Lion_Heart Escreveu:Por isso mesmo a Banca pediu ao Estado 15.000.000.000 eur.


Desconheço isso.

Dado que a reestruturação da dívida grega é dada como inevitável, é imperioso que a banca esteja capitalizada para suportar as perdas. É isso que se pretende apurar com os testes de stress.

A banca espanhola, por exemplo, terá que contabilizar imparidades na dívida portuguesa que detém, entre outras, bem como em empréstimos imobiliários.
Caso passem nos testes, em princípio significará que aguentarão com um default de Portugal, por exemplo.

Quem não estiver capitalizado, e caso não encontre investidores privados, em princípio deverá ser o Estado a entrar no capital desses bancos.
Fala-se que uma parte da ajuda a Portugal será para entrar no capital do bancos. Mas não sei.

Claro que isto é tudo muito imprevisível, como aliás a queda do Lehman demonstrou. Isto é uma teia tão grande e complexa que é impossível, seja com que testes for, medir as consequências de um determinado evento com precisão.
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por Pata-Hari » 19/4/2011 14:15

migluso, o BCP precisa de aumento de capital porque, com os mesmos critérios usados para o BES e para o BPI para atingir os rácios de capital exigidos para este ano, precisa de muito mais capitais próprios. Não confundas. As contas para os rácios de capital estão feitas do mesmo modo.
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por Pata-Hari » 19/4/2011 14:17

... pois, Branc0 ... (não tinha visto o teu link, é a primeira vez que o vejo)
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por migluso » 19/4/2011 15:07

Pata-Hari Escreveu:migluso, o BCP precisa de aumento de capital porque, com os mesmos critérios usados para o BES e para o BPI para atingir os rácios de capital exigidos para este ano, precisa de muito mais capitais próprios. Não confundas. As contas para os rácios de capital estão feitas do mesmo modo.


Pata, deve ter havido uma falha de comunicação minha, pois não consegui entender a tua interpretação dos meus posts...
Onde é que eu confundi e dei a entender que os critérios para cumprir os rácios de capital variavam de banco para banco?

BrancO,
Bom post.
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por Pata-Hari » 19/4/2011 16:13

O que escreveste foi "Se tiverem que aumentar capital de forma a estarem preparados para assumirem as perdas, que o façam. Ao menos estarão protegidos caso aconteça o pior. Foi isso que o BCP fez. " Está implicito que o BCP fez uma contabilização diferente e que por essa razão precisa/precisou de um aumento de capital. Posso ter interpretado mal o que quiseste dizer, claro.
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