REN - Tópico Geral
Açor3 Escreveu:A equipa de analistas do ESR, que atribui uma recomendação de “neutral” às acções da energética e que avalia os títulos em 3,80 euros, vê esta notícia como “ligeiramente positiva”.
O BPI recomenda “manter” as acções da companhia liderada por José Penedos, às quais concede um preço-alvo de 2,80 euros por acção.
Vá lá agente tentar entender estes analistas... Uma diferença de quase 40%... nem parece que estão a falar da mesma empresa...
Está-se mesmo a ver, aqui bem patente e como há dias (02Fev)referia, onde está uma amostra do alguém que puxa para baixo (clã BPI)e do contramovimento presente ultimamente a puxar para cima (clã BES).
Já agora, caros técnicos, para que valor apontam para a anunciada resistência ? 3,5€ ?
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S&P reitera "rating" de A+ à REN. A S&P decidiu reiterar o “rating” para reflectir “a expectativa de que a REN vai continuar a reestruturar o seu capital e refinanciar com sucesso a dívida de curto prazo”. A partir desta noticia acho que estavam criadas as condições para uma quebra da resistência.com mais estes 300 milhoes de emissão de divida positivo para a ren, ainda a devemos ver passar mais algumas resistências .A única do psi 20 neste momento com interesse progressivo.
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A REN tem subido bastante, estes útimos tempos, será por fazer parte do sector da energia, e esse ser um dos sectores em que o Obama disse que ia apostar mais?? Parece estar a quebrar a resistência, e depois? também parece que está a começar a ficar sobrecomprada...
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Nova emissão de dívida "ligeiramente positiva" para a REN
09/02/2009
Os analistas do BPI e do Espírito Santo Research (ESR) qualificam de “ligeiramente positiva” a nova emissão de dívida anunciada pela Redes Energéticas Nacionais (REN). Os bancos de investimento destacam que a companhia continua a reestruturar a sua dívida, tirando partido do seu “rating”.
A REN anunciou, na passada sexta-feira, que vai emitir dívida no valor de 300 milhões de euros, depois de ter emitido uma série em Dezembro de 2008 pelo prazo de cinco anos. A taxa de juro será correspondente à "mid swap rate", que se situa actualmente nos 2,98%, acrescida de um "spread" de 2,60%. Dado que a "mid swap rate" se situa nos 2,98% e o "spread" ascende a 2,6%, a empresa vai pagar um juro acima de 5,5% neste empréstimo.
A equipa de analistas do ESR, que atribui uma recomendação de “neutral” às acções da energética e que avalia os títulos em 3,80 euros, vê esta notícia como “ligeiramente positiva”. “A REN continua a reestruturar a sua dívida tirando vantagem do seu ‘rating’”, acrescentam estes analistas que relembram que o S&P atribui à empresa um “outlook” estável.
Já os analistas do BPI sublinham que esta é uma “tendência ligeiramente positiva depois da última emissão de obrigações que apresentava um ‘spread’ de 325 pontos base”. Os analistas destacam que esta emissão “é parte da estratégia de reestruturação de dívida do grupo aumentando a maturidade da dívida, assim como preparando o grupo para o importante fluxo de ‘capex’ no futuro”.
Este banco de investimento frisa que, no entanto, esta emissão de dívida continua a representar um agravamento do custo médio de dívida do grupo que era de 4,75% nos resultados relativos aos primeiros nove meses do ano de 2008. “Considerando os actuais níveis de ‘mid swap rate’ de 2,98%, esta emissão deve implicar uma taxa de cupão de 5,58% face aos 6,4% da anterior emissão de 500 milhões de euros”, conclui o banco.
O BPI recomenda “manter” as acções da companhia liderada por José Penedos, às quais concede um preço-alvo de 2,80 euros por acção.
Os títulos da REN seguiam a negociar nos 3,12 euros, o que representava um ganho de 1,30%.
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Banco BPI
09/02/2009
Os analistas do BPI e do Espírito Santo Research (ESR) qualificam de “ligeiramente positiva” a nova emissão de dívida anunciada pela Redes Energéticas Nacionais (REN). Os bancos de investimento destacam que a companhia continua a reestruturar a sua dívida, tirando partido do seu “rating”.
A REN anunciou, na passada sexta-feira, que vai emitir dívida no valor de 300 milhões de euros, depois de ter emitido uma série em Dezembro de 2008 pelo prazo de cinco anos. A taxa de juro será correspondente à "mid swap rate", que se situa actualmente nos 2,98%, acrescida de um "spread" de 2,60%. Dado que a "mid swap rate" se situa nos 2,98% e o "spread" ascende a 2,6%, a empresa vai pagar um juro acima de 5,5% neste empréstimo.
A equipa de analistas do ESR, que atribui uma recomendação de “neutral” às acções da energética e que avalia os títulos em 3,80 euros, vê esta notícia como “ligeiramente positiva”. “A REN continua a reestruturar a sua dívida tirando vantagem do seu ‘rating’”, acrescentam estes analistas que relembram que o S&P atribui à empresa um “outlook” estável.
Já os analistas do BPI sublinham que esta é uma “tendência ligeiramente positiva depois da última emissão de obrigações que apresentava um ‘spread’ de 325 pontos base”. Os analistas destacam que esta emissão “é parte da estratégia de reestruturação de dívida do grupo aumentando a maturidade da dívida, assim como preparando o grupo para o importante fluxo de ‘capex’ no futuro”.
Este banco de investimento frisa que, no entanto, esta emissão de dívida continua a representar um agravamento do custo médio de dívida do grupo que era de 4,75% nos resultados relativos aos primeiros nove meses do ano de 2008. “Considerando os actuais níveis de ‘mid swap rate’ de 2,98%, esta emissão deve implicar uma taxa de cupão de 5,58% face aos 6,4% da anterior emissão de 500 milhões de euros”, conclui o banco.
O BPI recomenda “manter” as acções da companhia liderada por José Penedos, às quais concede um preço-alvo de 2,80 euros por acção.
Os títulos da REN seguiam a negociar nos 3,12 euros, o que representava um ganho de 1,30%.
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Banco BPI
Na bolsa só se perde dinheiro.Na realidade só certos Iluminados com acesso a informação privilegiada aproveitam-se dos pequenos investidores para lhes sugarem o dinheiro.
Alcagoitas Escreveu:alguém faz ideia de quando vão apresentar resultados? Andei às voltas no site e não encontrei informação sobre isso...E expectativas dos analistas para os resultados, alguém sabe?
Conforme notícias no site da Ren:
Próximos Eventos
Data Evento
25-02-2009 Apresentação de Resultados Anuais Consolidados do Exercício de 2008
26-02-2009 Conference call com analistas e investidores
24-04-2009 Dia do Investidor
Esperemos que até lá a cotação continue para norte !
Bom fim de semana a todos.
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REN paga juro acima de 5,5% na emissão de dívida de 300 milhões
06/02/2009
A Redes Energéticas Nacionais (REN) vai emitir dívida no valor de 300 milhões de euros, depois de ter emitido uma série em Dezembro de 2008 pelo prazo de cinco anos. A taxa de juro será correspondente à "mid swap rate", que se situa actualmente nos 2,98%, acrescida de um "spread" de 2,60%.
Dado que a "mid swap rate" se situa nos 2,98% e o "spread" ascende a 2,6%, a REN vai pagar um juro acima de 5,5% neste empréstimo.
Em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a empresas explica que “estabeleceu hoje os termos de emissão de uma nova série de instrumentos de dívida (notes) no montante de 300 milhões de euros, adicional à série emitida em Dezembro de 2008 pelo prazo de cinco anos ao abrigo do respectivo programa de EMTN (European Medium Term Notes), e com uma taxa de juro correspondente à ‘mid swap rate’, acrescida de 2,60%”.
“Esta emissão visa dar continuidade ao programa de reestruturação da dívida da REN, anunciado aquando do IPO da empresa”, conclui a mesma fonte.
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Banco BPI
06/02/2009
A Redes Energéticas Nacionais (REN) vai emitir dívida no valor de 300 milhões de euros, depois de ter emitido uma série em Dezembro de 2008 pelo prazo de cinco anos. A taxa de juro será correspondente à "mid swap rate", que se situa actualmente nos 2,98%, acrescida de um "spread" de 2,60%.
Dado que a "mid swap rate" se situa nos 2,98% e o "spread" ascende a 2,6%, a REN vai pagar um juro acima de 5,5% neste empréstimo.
Em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a empresas explica que “estabeleceu hoje os termos de emissão de uma nova série de instrumentos de dívida (notes) no montante de 300 milhões de euros, adicional à série emitida em Dezembro de 2008 pelo prazo de cinco anos ao abrigo do respectivo programa de EMTN (European Medium Term Notes), e com uma taxa de juro correspondente à ‘mid swap rate’, acrescida de 2,60%”.
“Esta emissão visa dar continuidade ao programa de reestruturação da dívida da REN, anunciado aquando do IPO da empresa”, conclui a mesma fonte.
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Banco BPI
Na bolsa só se perde dinheiro.Na realidade só certos Iluminados com acesso a informação privilegiada aproveitam-se dos pequenos investidores para lhes sugarem o dinheiro.
COMUNICADO
EMISSÃO DE SÉRIE ADICIONAL DE INSTRUMENTOS DE DÍVIDA NO MONTANTE DE 300
MILHÕES DE EUROS
Nos termos do disposto no artigo 248.º do Código dos Valores Mobiliários, a REN –
Redes Energéticas Nacionais, SGPS, S.A. (REN) vem comunicar ao mercado e ao
público em geral a seguinte informação:
A REN estabeleceu hoje os termos de emissão de uma nova série de instrumentos de
dívida (notes) no montante de 300 milhões de euros, adicional à série emitida em
Dezembro de 2008 pelo prazo de cinco anos ao abrigo do respectivo programa de
EMTN (European Medium Term Notes), e com uma taxa de juro correspondente à mid
swap rate, acrescida de 2,60%. Esta emissão visa dar continuidade ao programa de
reestruturação da dívida da REN, anunciado aquando do IPO da empresa.
Lisboa, 6 de Fevereiro de 2009
BPI
EMISSÃO DE SÉRIE ADICIONAL DE INSTRUMENTOS DE DÍVIDA NO MONTANTE DE 300
MILHÕES DE EUROS
Nos termos do disposto no artigo 248.º do Código dos Valores Mobiliários, a REN –
Redes Energéticas Nacionais, SGPS, S.A. (REN) vem comunicar ao mercado e ao
público em geral a seguinte informação:
A REN estabeleceu hoje os termos de emissão de uma nova série de instrumentos de
dívida (notes) no montante de 300 milhões de euros, adicional à série emitida em
Dezembro de 2008 pelo prazo de cinco anos ao abrigo do respectivo programa de
EMTN (European Medium Term Notes), e com uma taxa de juro correspondente à mid
swap rate, acrescida de 2,60%. Esta emissão visa dar continuidade ao programa de
reestruturação da dívida da REN, anunciado aquando do IPO da empresa.
Lisboa, 6 de Fevereiro de 2009
BPI
Na bolsa só se perde dinheiro.Na realidade só certos Iluminados com acesso a informação privilegiada aproveitam-se dos pequenos investidores para lhes sugarem o dinheiro.
S&P reitera "rating" de A+ à REN
A Standard & Poor’s reiterou hoje o "rating" de A+ para a Redes Energéticas Nacionais, apenas um nível abaixo do atribuído à República Portuguesa, por acreditar que a companhia liderada por José Penedos vai continuar a reestruturar o seu capital e refinanciar a dívida de curto prazo.
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Nuno Carregueiro
nc@mediafin.pt
A Standard & Poor’s reiterou hoje o “rating” de A+ para a Redes Energéticas Nacionais, apenas um nível abaixo do atribuído à República Portuguesa, por acreditar que a companhia liderada por José Penedos vai continuar a reestruturar o seu capital e refinanciar a dívida de curto prazo.
Num relatório hoje divulgado, a S&P reiterou o “rating” para a dívida de longo prazo em A+ e para a dívida de curto prazo em A-1. No mês passado a agência de notação financeira tinha cortado o “rating” de Portugal de AA- para AA+, uma classificação que se encontra apenas um nível acima do da REN.
A S&P decidiu reiterar o “rating” para reflectir “a expectativa de que a REN vai continuar a reestruturar o seu capital e refinanciar com sucesso a dívida de curto prazo”.
Ainda assim, a S&P nota que a liquidez da REN é “fraca”, e os riscos de refinanciamento no último trimestre um “motivo de preocupação”. A agência destaca os 350 milhões de euros de dívida que vai atingir a maturidade em Outubro de 2009.
A Standard & Poor’s reiterou hoje o "rating" de A+ para a Redes Energéticas Nacionais, apenas um nível abaixo do atribuído à República Portuguesa, por acreditar que a companhia liderada por José Penedos vai continuar a reestruturar o seu capital e refinanciar a dívida de curto prazo.
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Nuno Carregueiro
nc@mediafin.pt
A Standard & Poor’s reiterou hoje o “rating” de A+ para a Redes Energéticas Nacionais, apenas um nível abaixo do atribuído à República Portuguesa, por acreditar que a companhia liderada por José Penedos vai continuar a reestruturar o seu capital e refinanciar a dívida de curto prazo.
Num relatório hoje divulgado, a S&P reiterou o “rating” para a dívida de longo prazo em A+ e para a dívida de curto prazo em A-1. No mês passado a agência de notação financeira tinha cortado o “rating” de Portugal de AA- para AA+, uma classificação que se encontra apenas um nível acima do da REN.
A S&P decidiu reiterar o “rating” para reflectir “a expectativa de que a REN vai continuar a reestruturar o seu capital e refinanciar com sucesso a dívida de curto prazo”.
Ainda assim, a S&P nota que a liquidez da REN é “fraca”, e os riscos de refinanciamento no último trimestre um “motivo de preocupação”. A agência destaca os 350 milhões de euros de dívida que vai atingir a maturidade em Outubro de 2009.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Não há dúvidas de será das poucas do nosso PSI com um aspecto bull.
Só falta quebra a LTD que vem desde a entrada em bolsa.
Mas cuidado, porque nunca se aguentou muito tempo acima da MM200 e quando volta a quebrar em baixa tem sido sempre em direcção de minimos históricos.
Só falta quebra a LTD que vem desde a entrada em bolsa.
Mas cuidado, porque nunca se aguentou muito tempo acima da MM200 e quando volta a quebrar em baixa tem sido sempre em direcção de minimos históricos.
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sadinos Escreveu:A ren tem vindo a subir, mas agora está com muitas ordens a 3€ (cerca de 100.000 papeis)o que me leva a pensar que ela por agora não vai passar daqui. O que já estou a pensar em sair por agora.
Alguem poderia comentar esta situação e atualizar um gráfico com suportes e resistências.
Com gráficos, meu caro,não posso ajudar. Mas posso dar a minha perspectiva, que é assim:
De facto, nos últimos tempos, a novidade é que apareceu no mercado alguém que, vá lá saber-se porquê, resolveu intervir para contrariar um outro alguém ( se calhar são os mesmos ) que sistemàticamente puxava a cotação para baixo e ainda se mantém com essa estratégia, pois de outra forma admito que elas já estariam bem mais acima... Não sei a que se deve este contramovimento surgido a partir de meados de Dezembro, porventura a alguma notícia que esteja para sair ou até relacionado com as anunciadas compras feitas pela própria Ren, e/ou de alguns dos seus quadros individualmente...
Agora quanto à saída, ( eu estou dentro há muito e acho que estarei ) não posso emitir opinião, mas penso que pela capacidade relativa evidenciada pelas forças em presença, tenho um sentimento de que pode chegar mais além, pois tem vindo recentemente a subir com significativa consistência, em preço e quantidade, tendo quebrado as médias móveis que os mais técnicos utilizam, incluindo a MM200.
Renovo o apelo feito aos mais técnicos, para se pronunciarem, sendo que a última intervenção que li, com muito interesse, foi a do tiagopt de 12 e 19-Jan. Se ele quizer ter a maçada de se repronunciar, era certamente bem vindo.
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A ren tem vindo a subir, mas agora está com muitas ordens a 3€ (cerca de 100.000 papeis)o que me leva a pensar que ela por agora não vai passar daqui. O que já estou a pensar em sair por agora.
Alguem poderia comentar esta situação e atualizar um gráfico com suportes e resistências.
Alguem poderia comentar esta situação e atualizar um gráfico com suportes e resistências.
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É o velho esquema....
Não, eu não vi qualquer notícia sobre o título.
O que todos temos vindo a reparar é que, gradual e sucessivamente, a cotação vinha a subir, desde os 2,5x até 2,91 e, quando chega aqui (já em 12-Jan tinha chegado), alguém acha que não deve subir mais... E, vai daí, durante a manhã e só em uma transacção, foi 1 milhão delas a 2,85€ para arrefecer! É incrível como um título tão fortemente manipulado ao longo dos meses, por força da sua pouca liquidez, (deve ser aí uma média de 100 mil títulos por dia), de repente e só numa transacção leva com 1 milhão, em queda de 2,91€ para 2,85€!
Quem fez esta jogada, parece que se cansou de fazer pressão na sessão final e, vai daí, optou por outra via, apesar de tudo mais admíssivel, digo eu! Vamos ver o que acontece no leilão de fecho...
O que todos temos vindo a reparar é que, gradual e sucessivamente, a cotação vinha a subir, desde os 2,5x até 2,91 e, quando chega aqui (já em 12-Jan tinha chegado), alguém acha que não deve subir mais... E, vai daí, durante a manhã e só em uma transacção, foi 1 milhão delas a 2,85€ para arrefecer! É incrível como um título tão fortemente manipulado ao longo dos meses, por força da sua pouca liquidez, (deve ser aí uma média de 100 mil títulos por dia), de repente e só numa transacção leva com 1 milhão, em queda de 2,91€ para 2,85€!
Quem fez esta jogada, parece que se cansou de fazer pressão na sessão final e, vai daí, optou por outra via, apesar de tudo mais admíssivel, digo eu! Vamos ver o que acontece no leilão de fecho...
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Volume alto
Saiu alguma notícia que justifique o volume anormalmente alto que a REN está a ter hoje?
Deixo uma actualização gráfica à RENE, numa altura que se pode vir a revelar como decisiva. A análise mantém-se
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Surfar a Tendência - Análises técnicas, oportunidades, sugestões de investimento e artigos didácticos
Análise Semanal - REN
A vencedora desta semana foi uma enorme surpresa para mim, por dois motivos. Normalmente a REN passa ao lado de todas as votações e esta semana teve uma vitória esmagadora. Por outro lado, confesso que nunca a tinha analisado a fundo, sempre que olhava para ela classificava-a erroneamente como desinteressante tecnicamente. É incrível a quantidade de pormenores importantes que nos passam ao lado quando fazemos as coisas à pressa.
Nesta análise vou fazer algo que provavelmente nunca mais me verão fazer: Substituir, no gráfico, o volume pelo RSI. Não é por acaso que esta empresa está no topo da lista de preferências para sair do PSI-20 na próxima revisão (se houver saídas, claro está). Os volumes são muitas vezes miseráveis, o que torna o título facilmente manipulável. A única informação pertinente que extraí do volume vai ser adiantada mais à frente.
Já agora explico porque optei por substituir um pelo outro em vez de os colocar aos dois em simultâneo. Quantos mais indicadores tivermos em simultâneo, mais achatado ficará o gráfico. Isso deturpa a informação que nos é transmitida especialmente pelas tendências secundárias, pois fá-las parecer menos relevantes. Não é por acaso que muitas vezes indico o grau de inclinação de uma linha de tendência secundária à tendência principal (neste caso as LTa's de médio prazo). E se isso for facilmente visível, tanto melhor.
Desde que foi lançada em Bolsa que a REN vive num bear market. Apesar disso, é uma acção defensiva, característica própria do sector em que se insere. Em 2008 caiu "apenas" 21%. Confesso que não vi todas as constituintes do PSI-20, mas provavelmente esta foi uma das que melhor se aguentou, batendo o próprio índice. Para um ano de crise profunda, é algo fantástico!
Tecnicamente, é visível que ainda está longe de inverter definitivamente a tendência de longo prazo. Tem feito uma sequência quase perfeita de lower-highs e lower-lows. Após um lower-low reage sempre em alta com uma vela díspar (relativamente ao habitual, neste título tão defensivo), pela sua extensão e por ser bastante bullish (perdoem a redundância). Este acontecimento é sempre acompanhado por um aumento significativo nos volumes. Após essa vela, inicia uma tendência secundária de alta, formando uma LTa de médio prazo. Quando essa LTa é quebrada, a cotação afunda-se e faz novo lower-low.
Actualmente está a formar-se nova LTa. Embora a cotação ainda esteja longe de a quebrar, penso que a subida estará a terminar. Olhemos para o RSI. Desde que há dados suficientes para traçar o RSI que os 70 pontos servem de resistência. Neste momento estamos a assistir a uma divergência entre o indicador e a cotação, o que pode indiciar a presença de um topo de médio prazo.
Se fosse possível shortar, seria uma boa oportunidade já que a baixa volatilidade implícita transmite alguma segurança. Se eu estivesse longo, começava a pensar em sair, só voltando a entrar caso o anterior topo fosse quebrado. Na minha modesta opinião, os 7% que nos separam desse lower-high não compensam o risco de ter uma posição aberta neste momento. Se ela começar a cair com convicção e quebrar a LTa, provavelmente ultrapassará o anterior mínimo, resultando numa perda potencial de mais de 25%. Mas, como sempre, onde uns vêem uma casa de palha outros vêem um palácio.
Disclaimer
Este comentário é uma opinião pessoal, não deve ser confundido com uma recomendação de compra ou venda. As compras e vendas são da responsabilidade do investidor, bem como os lucros ou perdas resultantes.
Nesta análise vou fazer algo que provavelmente nunca mais me verão fazer: Substituir, no gráfico, o volume pelo RSI. Não é por acaso que esta empresa está no topo da lista de preferências para sair do PSI-20 na próxima revisão (se houver saídas, claro está). Os volumes são muitas vezes miseráveis, o que torna o título facilmente manipulável. A única informação pertinente que extraí do volume vai ser adiantada mais à frente.
Já agora explico porque optei por substituir um pelo outro em vez de os colocar aos dois em simultâneo. Quantos mais indicadores tivermos em simultâneo, mais achatado ficará o gráfico. Isso deturpa a informação que nos é transmitida especialmente pelas tendências secundárias, pois fá-las parecer menos relevantes. Não é por acaso que muitas vezes indico o grau de inclinação de uma linha de tendência secundária à tendência principal (neste caso as LTa's de médio prazo). E se isso for facilmente visível, tanto melhor.
Desde que foi lançada em Bolsa que a REN vive num bear market. Apesar disso, é uma acção defensiva, característica própria do sector em que se insere. Em 2008 caiu "apenas" 21%. Confesso que não vi todas as constituintes do PSI-20, mas provavelmente esta foi uma das que melhor se aguentou, batendo o próprio índice. Para um ano de crise profunda, é algo fantástico!
Tecnicamente, é visível que ainda está longe de inverter definitivamente a tendência de longo prazo. Tem feito uma sequência quase perfeita de lower-highs e lower-lows. Após um lower-low reage sempre em alta com uma vela díspar (relativamente ao habitual, neste título tão defensivo), pela sua extensão e por ser bastante bullish (perdoem a redundância). Este acontecimento é sempre acompanhado por um aumento significativo nos volumes. Após essa vela, inicia uma tendência secundária de alta, formando uma LTa de médio prazo. Quando essa LTa é quebrada, a cotação afunda-se e faz novo lower-low.
Actualmente está a formar-se nova LTa. Embora a cotação ainda esteja longe de a quebrar, penso que a subida estará a terminar. Olhemos para o RSI. Desde que há dados suficientes para traçar o RSI que os 70 pontos servem de resistência. Neste momento estamos a assistir a uma divergência entre o indicador e a cotação, o que pode indiciar a presença de um topo de médio prazo.
Se fosse possível shortar, seria uma boa oportunidade já que a baixa volatilidade implícita transmite alguma segurança. Se eu estivesse longo, começava a pensar em sair, só voltando a entrar caso o anterior topo fosse quebrado. Na minha modesta opinião, os 7% que nos separam desse lower-high não compensam o risco de ter uma posição aberta neste momento. Se ela começar a cair com convicção e quebrar a LTa, provavelmente ultrapassará o anterior mínimo, resultando numa perda potencial de mais de 25%. Mas, como sempre, onde uns vêem uma casa de palha outros vêem um palácio.
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Este comentário é uma opinião pessoal, não deve ser confundido com uma recomendação de compra ou venda. As compras e vendas são da responsabilidade do investidor, bem como os lucros ou perdas resultantes.
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REN investe 1400 milhões até 2014 no reforço da redeNegócios07/01/09, 13:11
OJE/Lusa
A Redes Energéticas Nacionais (REN) vai investir cerca de 1.400 milhões de euros até 2014 na modernização e reforço da rede eléctrica.
O investimento na rede tornou-se prioritário devido ao aumento da produção esperada com a entrada em funcionamento das quatro centrais de ciclo combinado a gás natural, com um total de 3.200 megawatts (MW) de capacidade instalada.
O plano vai viabilizar igualmente os cerca de 8.000 MW de potência eólica esperada para 2019 e os 7.000 MW de capacidade hídrica esperada com a construção de 10 novas barragens.
Por outro lado, a REN tem de dar resposta ao programado reforço da interligação com Espanha que deverá subir dos 1.000 para os 1.300 MW em 2013.Entretanto, a REN anunciou hoje que já entrou em funcionamento a nova subestação de Macedo de Cavaleiros e respectiva linha de alimentação que envolveram o investimento de 18 milhões de euros.
A infra-estrutura, que foi colocada em tensão no dia 20 de Dezembro, tem como principais finalidades alimentar a rede regional de alta tensão da EDP e reforçar a capacidade de recepção de energia eólica, refere a REN em comunicado.
A subestação tem uma potência de transformação instalada de cerca de 126 MVA (megavolts/ampere) e a linha de transporte tem cerca de 30 quilómetros de comprimento.
Na zona de Trás-os-Montes, em especial no Douro Internacional, existe actualmente um valor bastante significativo de potência instalada em parques eólicos, em centrais hidroeléctricas e um valor elevado na capacidade das interligações de energia eléctrica entre as redes portuguesa e espanhola, afirma a REN.
A nova subestação vai permitir o escoamento da energia eléctrica produzida, contribuindo também para a melhoria das condições de fornecimento de energia à região de Trás-os-Montes.
http://www.oje.pt/noticia.aspx?channeli ... 9532656CCF
OJE/Lusa
A Redes Energéticas Nacionais (REN) vai investir cerca de 1.400 milhões de euros até 2014 na modernização e reforço da rede eléctrica.
O investimento na rede tornou-se prioritário devido ao aumento da produção esperada com a entrada em funcionamento das quatro centrais de ciclo combinado a gás natural, com um total de 3.200 megawatts (MW) de capacidade instalada.
O plano vai viabilizar igualmente os cerca de 8.000 MW de potência eólica esperada para 2019 e os 7.000 MW de capacidade hídrica esperada com a construção de 10 novas barragens.
Por outro lado, a REN tem de dar resposta ao programado reforço da interligação com Espanha que deverá subir dos 1.000 para os 1.300 MW em 2013.Entretanto, a REN anunciou hoje que já entrou em funcionamento a nova subestação de Macedo de Cavaleiros e respectiva linha de alimentação que envolveram o investimento de 18 milhões de euros.
A infra-estrutura, que foi colocada em tensão no dia 20 de Dezembro, tem como principais finalidades alimentar a rede regional de alta tensão da EDP e reforçar a capacidade de recepção de energia eólica, refere a REN em comunicado.
A subestação tem uma potência de transformação instalada de cerca de 126 MVA (megavolts/ampere) e a linha de transporte tem cerca de 30 quilómetros de comprimento.
Na zona de Trás-os-Montes, em especial no Douro Internacional, existe actualmente um valor bastante significativo de potência instalada em parques eólicos, em centrais hidroeléctricas e um valor elevado na capacidade das interligações de energia eléctrica entre as redes portuguesa e espanhola, afirma a REN.
A nova subestação vai permitir o escoamento da energia eléctrica produzida, contribuindo também para a melhoria das condições de fornecimento de energia à região de Trás-os-Montes.
http://www.oje.pt/noticia.aspx?channeli ... 9532656CCF
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
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Administrador da REN compra mais de 18 mil acções em bolsa
Rui Manuel Janes Cartaxo, membro do Conselho de Administração da REN, adquiriu em bolsa, no passado dia 22 de Dezembro, 18.182 acções da empresa, num investimento de 50 mil euros.
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Patrícia Abreu
pabreu@mediafin.pt
Rui Manuel Janes Cartaxo, membro do Conselho de Administração da REN, adquiriu em bolsa, no passado dia 22 de Dezembro, 18.182 acções da empresa, num investimento de 50 mil euros.
De acordo com informação divulgada pela REN à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), comprou 18.182 acções representativas do capital social da companhia, ao preço de 2,75 euros, o que se traduz um investimento de 50.000,5 euros.
Com esta aquisição, o administrador da REN passou a deter 18.672 acções da empresa.
Rui Manuel Janes Cartaxo, membro do Conselho de Administração da REN, adquiriu em bolsa, no passado dia 22 de Dezembro, 18.182 acções da empresa, num investimento de 50 mil euros.
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Patrícia Abreu
pabreu@mediafin.pt
Rui Manuel Janes Cartaxo, membro do Conselho de Administração da REN, adquiriu em bolsa, no passado dia 22 de Dezembro, 18.182 acções da empresa, num investimento de 50 mil euros.
De acordo com informação divulgada pela REN à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), comprou 18.182 acções representativas do capital social da companhia, ao preço de 2,75 euros, o que se traduz um investimento de 50.000,5 euros.
Com esta aquisição, o administrador da REN passou a deter 18.672 acções da empresa.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
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"Nada se perde tudo se transforma"... na versão actual podia dizer-se que o dinheiro é o mesmo e não estica! Neste caso o dinheiro até será menos já que os lucros vão cair!
De qualquer forma é sempre uma notícia que agrada os accionistas (e ao estado) já que vão receber mais alguma coisa (depois de impostos nem um cêntimo deve ser a mais) e o que vier para cá já não fica lá!
abraços
artista
De qualquer forma é sempre uma notícia que agrada os accionistas (e ao estado) já que vão receber mais alguma coisa (depois de impostos nem um cêntimo deve ser a mais) e o que vier para cá já não fica lá!
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Sugestões de trading, análises técnicas, estratégias e ideias http://sobe-e-desce.blogspot.com/
http://www.gamesandfun.pt/afiliado&id=28
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REN entrega 70% dos lucros para aumentar dividendo
Mesmo em crise, os accionistas da REN - Redes Energéticas Nacionais vão ter motivos para sorrir. Apesar da quebra de resultados prevista para 2008, a empresa presidida por José Penedos vai ser uma das mais generosas do PSI-20 e aumentar o valor do próximo dividendo, face ao que foi pago em 2007.
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Mesmo em crise, os accionistas da REN - Redes Energéticas Nacionais vão ter motivos para sorrir. Apesar da quebra de resultados prevista para 2008, a empresa presidida por José Penedos vai ser uma das mais generosas do PSI-20 e aumentar o valor do próximo dividendo, face ao que foi pago em 2007.
Isto vai obrigar a REN a distribuir mais de 70% dos lucros aos accionistas, contra a percentagem de 60% do ano passado, segundo apurou o Negócios. O compromisso de remunerar em 2009 com um dividendo mais alto do que o deste ano, de 16,3 cêntimos por acção, foi assumido por José Penedos. "Temos condições para melhorar o dividendo", afirmou o presidente da REN na conferência de imprensa de apresentação dos resultados dos primeiros nove meses, sem se comprometer, no entanto, com um valor.
Mesmo em crise, os accionistas da REN - Redes Energéticas Nacionais vão ter motivos para sorrir. Apesar da quebra de resultados prevista para 2008, a empresa presidida por José Penedos vai ser uma das mais generosas do PSI-20 e aumentar o valor do próximo dividendo, face ao que foi pago em 2007.
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Mesmo em crise, os accionistas da REN - Redes Energéticas Nacionais vão ter motivos para sorrir. Apesar da quebra de resultados prevista para 2008, a empresa presidida por José Penedos vai ser uma das mais generosas do PSI-20 e aumentar o valor do próximo dividendo, face ao que foi pago em 2007.
Isto vai obrigar a REN a distribuir mais de 70% dos lucros aos accionistas, contra a percentagem de 60% do ano passado, segundo apurou o Negócios. O compromisso de remunerar em 2009 com um dividendo mais alto do que o deste ano, de 16,3 cêntimos por acção, foi assumido por José Penedos. "Temos condições para melhorar o dividendo", afirmou o presidente da REN na conferência de imprensa de apresentação dos resultados dos primeiros nove meses, sem se comprometer, no entanto, com um valor.
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Boa noite
casualmente dei com esta noticia do dia 12 que não me lembro de aqui ter visto comentar.
serà que a valorização da REN desde o dia 13 e a desvalorizaão da SONC desde o dia 12 terão a ver com
a possibilidade disto vir a acontecer?
bom fim de semana
casualmente dei com esta noticia do dia 12 que não me lembro de aqui ter visto comentar.
serà que a valorização da REN desde o dia 13 e a desvalorizaão da SONC desde o dia 12 terão a ver com
a possibilidade disto vir a acontecer?
bom fim de semana
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Reforça no seu capital para 0,4679%
REN compra mais de um milhão de acções próprias
A Redes Energéticas Nacionais (REN) detalhou hoje as operações de compra de acções próprias que efectuou desde 15 de Outubro, período em que adquiriu mais de um milhão de títulos.
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Jornal de Negócios Online
negocios@mediafin.pt
A Redes Energéticas Nacionais (REN) detalhou hoje as operações de compra de acções próprias que efectuou desde 15 de Outubro, período em que adquiriu mais de um milhão de títulos.
A empresa transaccionou em bolsa 1.257.394 acções próprias, o que corresponde a cerca de 0,2355% do seu capital.
A 15 de Dezembro, tendo já em conta estas operações, a REN detinha 2.498.702 acções próprias, o que corresponde a 0,4679% do seu capital social.
As acções da REN, em forte alta nas últimas sessões, fecharam hoje a subir 3,85% para 2,70 euros.
REN compra mais de um milhão de acções próprias
A Redes Energéticas Nacionais (REN) detalhou hoje as operações de compra de acções próprias que efectuou desde 15 de Outubro, período em que adquiriu mais de um milhão de títulos.
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A Redes Energéticas Nacionais (REN) detalhou hoje as operações de compra de acções próprias que efectuou desde 15 de Outubro, período em que adquiriu mais de um milhão de títulos.
A empresa transaccionou em bolsa 1.257.394 acções próprias, o que corresponde a cerca de 0,2355% do seu capital.
A 15 de Dezembro, tendo já em conta estas operações, a REN detinha 2.498.702 acções próprias, o que corresponde a 0,4679% do seu capital social.
As acções da REN, em forte alta nas últimas sessões, fecharam hoje a subir 3,85% para 2,70 euros.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
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REN ganha quase 10% desde a revisão do prémio da ERSE
A Redes Energéticas Nacionais (REN) está a negociar em alta pela terceira sessão consecutiva. Chegou a subir mais de 5%, hoje, acumulando uma valorização de quase 10% desde que o regulador, a ERSE, revelou o aumento da taxa de retorno para os investimentos.
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Paulo Moutinho
paulomoutinho@mediafin.pt
A Redes Energéticas Nacionais (REN) está a negociar em alta pela terceira sessão consecutiva. Chegou a subir mais de 5%, hoje, acumulando uma valorização de quase 10% desde que o regulador, a ERSE, revelou o aumento da taxa de retorno para os investimentos.
A ERSE determinou, no início desta semana, que, em 2009, a taxa de remuneração sobre os novos investimentos da REN irá aumentar para 9,05%. Para os activos já em exploração da empresa liderada por José Penedos, o incentivo irá manter-se nos actuais 7,55%.
O aumento da taxa tem tido um impacto positivo nas acções da REN, na sessão seguinte ao anúncio, subiram mais de 2%. Ontem avançaram 3,17% e hoje seguem em alta de 3,85% para 2,70 euros. A REN já esteve a valorizar um máximo de 5,31%, na sessão de hoje.
No acumulado, em três sessões, os títulos avançaram 9,31%. Para a subida de hoje está também a contribuir a recomendação de “comprar” do CaixaBI. O banco reviu as estimativas, para incorporar a nova taxa de retorno dos investimentos, descendo o preço-alvo para 3,30 euros, dos anteriores 3,60 euros. Face ao novo “target”, a REN tem margem para subir mais de 22%.
A Redes Energéticas Nacionais (REN) está a negociar em alta pela terceira sessão consecutiva. Chegou a subir mais de 5%, hoje, acumulando uma valorização de quase 10% desde que o regulador, a ERSE, revelou o aumento da taxa de retorno para os investimentos.
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Paulo Moutinho
paulomoutinho@mediafin.pt
A Redes Energéticas Nacionais (REN) está a negociar em alta pela terceira sessão consecutiva. Chegou a subir mais de 5%, hoje, acumulando uma valorização de quase 10% desde que o regulador, a ERSE, revelou o aumento da taxa de retorno para os investimentos.
A ERSE determinou, no início desta semana, que, em 2009, a taxa de remuneração sobre os novos investimentos da REN irá aumentar para 9,05%. Para os activos já em exploração da empresa liderada por José Penedos, o incentivo irá manter-se nos actuais 7,55%.
O aumento da taxa tem tido um impacto positivo nas acções da REN, na sessão seguinte ao anúncio, subiram mais de 2%. Ontem avançaram 3,17% e hoje seguem em alta de 3,85% para 2,70 euros. A REN já esteve a valorizar um máximo de 5,31%, na sessão de hoje.
No acumulado, em três sessões, os títulos avançaram 9,31%. Para a subida de hoje está também a contribuir a recomendação de “comprar” do CaixaBI. O banco reviu as estimativas, para incorporar a nova taxa de retorno dos investimentos, descendo o preço-alvo para 3,30 euros, dos anteriores 3,60 euros. Face ao novo “target”, a REN tem margem para subir mais de 22%.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
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