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Políticas para Portugal

Espaço dedicado a todo o tipo de troca de impressões sobre os mercados financeiros de uma forma genérica e a todo o tipo de informação útil que possa condicionar o desempenho dos mesmos

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Re: Políticas para Portugal

por Ocioso » 6/4/2017 0:09

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Re: Políticas para Portugal

por Ocioso » 6/4/2017 0:38

Um em cada 10 diplomados que terminaram o curso em 2015 estavam desempregados um ano depois, a maioria das áreas das Ciências Sociais e do Comportamento, Arquitetura e Engenharias, segundo dados oficiais.

De acordo com dados da Direcção Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC), dos 81 953 alunos diplomados no ano lectivo 2014/2015, mais de 7 000 estavam inscritos em Junho do ano passado no Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP).

Dos 7 199 desempregados inscritos no IEFP, 9,7% eram da área das Ciências Sociais e do Comportamento (704 casos), sobretudo em cursos de Psicologia, 9,4% de Engenharia e Técnicas Afins (683) e 6,8% de Arquitectura e Construção (521).

Em declarações à Lusa, o bastonário dos Psicólogos reconhece que a situação de desemprego destes profissionais não é nova, mas lembra que o país continua a não ter um aproveitamento dos recursos existentes em áreas necessitadas como a educação e a saúde, onde “não há nem de perto nem de longe os mínimos assegurados”.

“Se estivéssemos a ter aproveitamento dos recursos existentes em áreas necessitadas, estaríamos noutro cenário”, disse à Lusa Francisco Miranda Rodrigues, lembrando a proposta da Ordem de alterar a legislação para, à semelhança do médico do trabalho, criar a figura do psicólogo do trabalho.

“Com isto já daríamos passos significativos para resolver problemas que são reconhecidos por responsáveis políticos e decisores nas organizações a nível nacional e europeu”, considerou o bastonário, sublinhando os problemas de competitividade nas organizações causados, por exemplo, pelo stress ou burnout, que levam ao absentismo laboral.

Francisco Miranda Rodrigues reconhece o número muito significativo de oferta de formação superior todos os anos, mas lembra que é menor do que há alguns anos.

Segundo o bastonário da Ordem dos Psicólogos, quando esta estrutura foi criada estavam a funcionar 38 cursos de Psicologia e hoje em dia são 31 (dois terços são privados).

“Há ainda uma tendência para que esta queda no número de curso possa ter continuidade”, afirmou, frisando que o número de formados todos os anos (1 300) não é excessivo para as necessidades do país e que é preciso uma aposta na prevenção para que estes recursos possam ser utilizados, pois no futuro acabam por gerar poupança.

“Estamos a falar de profissionais que, está mais do que provado que, do ponto de vista da sua intervenção, geram retornos por via da prevenção em áreas onde há um consumo de recursos muito grande, como por exemplo na medicação”, disse.

Uma estimativa apresentada no ano passado pela Ordem dos Psicólogos indica que, na área da saúde, por cada 75 cêntimos investidos existe um retorno de 3,74€.

Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística, em 2016 estavam desempregadas 109 000 pessoas com ensino superior completo (menos 5,5% do que em 2015).

http://radiocomercial.iol.pt/noticias/6 ... m-trabalho
 
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Re: Políticas para Portugal

por Ocioso » 9/4/2017 1:33

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Re: Políticas para Portugal

por Ocioso » 9/4/2017 18:54

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Re: Políticas para Portugal

por Ocioso » 13/4/2017 1:01

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Re: Políticas para Portugal

por Ocioso » 15/4/2017 1:59

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Re: Políticas para Portugal

por Ocioso » 15/4/2017 23:37

 
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Re: Políticas para Portugal

por Ocioso » 17/4/2017 0:53

Na semana passada, passou relativamente despercebida a notícia de que a OCDE considerou Portugal o 12º país com uma carga mais elevada entre os seus membros. Segundo a dita entidade, entre impostos propriamente ditos e os impostos-por-outro-nome que a criativa burocracia portuguesa designa por “contribuições”, o Estado retira aos portugueses cerca de 41,5% do salário médio no país. Tendo em conta que esses rendimentos não são propriamente elevados quando comparados com muitos dos nossos vizinhos e parceiros europeus, esse número (que deixa ainda de fora os impostos sobre o consumo) é bem revelador de como, mais do que – como se tornou costume dizer-se – os portugueses viverem “acima das suas possibilidades”, é o Estado que vive acima das possibilidades que os portugueses têm para o financiar.

O problema é crónico: Portugal é, para os padrões com que os seus habitantes o querem comparar, um país relativamente pobre. Por várias razões, o modo como estes tradicionalmente têm tentado ultrapassar essa infeliz condição tem sido o de se sentarem à mesa do Orçamento de Estado e, do seu banquete redistributivo, retirar alimento com que saciar os seus apetites. Claro que o dinheiro necessário ao festim tem de vir de algum lado, e dada a natureza do Estado, esse lado só pode ser um: a carteira dos portugueses que tenham o azar de não fazer parte das clientelas cultivadas e acarinhadas pelos partidos que vão passando pelo governo.

O arranjo, naturalmente, é frágil. A parte da população que tem de abdicar de quase metade do seu rendimento para dar à restante o seu, nutre por esta última um ódio e hostilidade que, inevitavelmente, a fazem sentir-se menosprezada e vilificada pelos primeiros.

Para piorar as coisas, as clientelas que dependem dos partidos (e de quem eles dependem também) têm naturais e compreensíveis expectativas para a suas vidas, que os sucessivos governos sentem a necessidade de satisfazer sob pena de deixarem de o ser, o que os obriga a gastos maiores e, consequentemente, a ir cada vez mais ao bolso de quem paga o rodízio orçamental. Ao mesmo tempo, o que sai desses bolsos nunca é suficiente para pagar tudo aquilo a que, para conseguirem votos, os governos se comprometeram a oferecer aos seus apaniguados, obrigando-os a pedir dinheiro emprestado ao estrangeiro, a preços tanto mais incomportáveis quanto o receio dos credores de que nunca o verão de volta.

Do CDS ao BE, passando pelo PSD, PS e PCP, nenhum dos partidos que estiveram no governo, ou que lhe dão o necessário apoio, alguma vez fez algo para sair deste sarilho. Só diferem entre si na medida em que uns acham que a diferença entre o que uma parte significativa do país espera do Estado e aquilo que o Estado lhes pode oferecer – ou seja, o défice – deve ser a menor possível (e para isso é necessário aumentar impostos); e outros não estão muito preocupados com isso, seguros de que a boa vontade europeia lhes permitirá usar truques contabilísticos para fingir contra toda a lógica que com a dívida a aumentar o défice está a baixar.

Mas a ninguém ocorre a possibilidade de mudar um sistema injusto que sobrecarrega uma parte da sociedade em benefício de quem tem algo (votos, influência, “fotocópias” ou “robalos”) a oferecer ao poder político.

O país paga, e pagará, um preço elevado por isso. A vida de quem tem que abdicar de uma parte tão grande de tão parco rendimento não pode melhorar. Como aquilo que se pode retirar a essas pessoas também não é muito, a vida que se pode oferecer aos felizardos que estão do lado certo da mesa redistributiva também não é particularmente generosa. E como a paciência da “Europa” também é limitada, mais tarde ou mais cedo a torneira do BCE e dos “fundos” também se vai apertar. O “sistema” nacional não se limita a prejudicar o presente de muitos portugueses. Acima de tudo, estrangula o futuro de todos nós.

http://www.jornaleconomico.sapo.pt/noti ... des-146925
 
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Re: Políticas para Portugal

por Ocioso » 18/4/2017 1:27

 
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Re: Políticas para Portugal

por JohnyRobaz » 20/4/2017 2:02

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Do livro "Rise of the Robots", Martin Ford

Eu diria o mesmo da educação, bens essenciais e infraestruturas.
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Re: Políticas para Portugal

por Dr Tretas » 20/4/2017 10:21

Liberalismo não é "eliminar o governo do circuito". O Estado pode fornecer os seus serviços se quiser, e como não tem fins lucrativos, em teoria pode sempre bater os privados em temos de qualidade/preço.
Não duvido que um Estado bem gerido, como os Nórdicos ou a Suíça, conseguia bater os privados seguindo as leis do mercado. Os utentes ou consumidores ou o que seja politicamente correcto chamar-lhes, iriam naturalmente dar a maior quota de mercado ao Estado. Não são precisas mais leis artificiais.
Agora cá em Portugal... :shame:
 
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Re: Políticas para Portugal

por JohnyRobaz » 20/4/2017 11:55

Dr Tretas Escreveu:Liberalismo não é "eliminar o governo do circuito". O Estado pode fornecer os seus serviços se quiser, e como não tem fins lucrativos, em teoria pode sempre bater os privados em temos de qualidade/preço.
Não duvido que um Estado bem gerido, como os Nórdicos ou a Suíça, conseguia bater os privados seguindo as leis do mercado. Os utentes ou consumidores ou o que seja politicamente correcto chamar-lhes, iriam naturalmente dar a maior quota de mercado ao Estado. Não são precisas mais leis artificiais.
Agora cá em Portugal... :shame:


Eu não estou a dizer que em Portugal é que se faz bem as coisas. No entanto, há quem pense que o Estado deve sair da frente em tudo, menos no que toca a questões administrativas mínimas, defesa e segurança...
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Re: Políticas para Portugal

por Ocioso » 21/4/2017 0:42

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Re: Políticas para Portugal

por JohnyRobaz » 21/4/2017 0:54

Ocioso Escreveu:http://www.oecd.org


Acho que esse gráfico é bastante esclarecedor acerca do que era a ditadura e da evolução que a democracia trouxe a este país. Alguns nostálgicos do tempo da velha senhora precisavam de olhar mais para ele. :roll:
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Re: Políticas para Portugal

por Ocioso » 21/4/2017 1:07

JohnyRobaz Escreveu:
Ocioso Escreveu:http://www.oecd.org


Acho que esse gráfico é bastante esclarecedor acerca do que era a ditadura e da evolução que a democracia trouxe a este país. Alguns nostálgicos do tempo da velha senhora precisavam de olhar mais para ele. :roll:

E da ineficiência do sistema de saúde dos USA… :shock:
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Re: Políticas para Portugal

por Àlvaro » 21/4/2017 7:51

O que se irá passar hoje nas Escolas é sintomático da qualidade das políticas para Portugal. Ontem através do site do Agrupamento de Escolas recebi a informação assinada pela Directora que os pais em caso algum deverão deixar os filhos nas Escolas sem se certificarem que os serviços funcionam regularmente. Como o meu filho está pela 1.ª vez na Escola falei com outros pais no sentido de me informar do melhor procedimento. Fui informado que por regra um ou dois funcionários de sectores chave (cozinha, portaria, refeitório) faz greve e toda a gente do agrupamento tem o dia ganho duplamente (recebe vencimento e tem um dia de férias). Viva a camarada Catarina, Viva o camarada Nogueira! Viva! Vivam sempre! E ninguém que ganha o dinheiro em funções públicas dá conta do truque?! Oh... piratas. Se não fosse o tio Costa como é que se viveria assim tão bem?
 
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Re: Políticas para Portugal

por JohnyRobaz » 21/4/2017 10:13

Ocioso Escreveu:
JohnyRobaz Escreveu:
Ocioso Escreveu:http://www.oecd.org


Acho que esse gráfico é bastante esclarecedor acerca do que era a ditadura e da evolução que a democracia trouxe a este país. Alguns nostálgicos do tempo da velha senhora precisavam de olhar mais para ele. :roll:

E da ineficiência do sistema de saúde dos USA… :shock:


Sim, claro. Este livro dos robots acaba por ter uma parte de crítica ao sistema de saúde americano, e à sua ineficiência, parte da qual eu coloquei em cima. Aliás, o autor chega a dizer que o povo americano subsidia os medicamentos dos outros países, por exemplo. :-k
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Re: Políticas para Portugal

por bogos » 28/4/2017 16:09

Caro amigo Johny....

Penso que é possível ir ainda mais longe do que aquilo que aqui o Dr Tretas escreveu com sabedoria...
Só te deixo a ti a questão, porque é tão difícil aceitar que o ser humano individual tenha uma escolha voluntária...
Não admito, não quero e não pretendo ter a minha escolha controlado por um decisor Estado, na saúde, na educação, e em demais sectores que são simples actividades económicas......

Qual é a parte que te custa prescindir? E explica-me o porquê!!!!

Cumprimentos
Pedro Pereira

Nota: O Estado admitir concorrência era já uma verdadeira vitória...

Dr Tretas Escreveu:Liberalismo não é "eliminar o governo do circuito". O Estado pode fornecer os seus serviços se quiser, e como não tem fins lucrativos, em teoria pode sempre bater os privados em temos de qualidade/preço.
Não duvido que um Estado bem gerido, como os Nórdicos ou a Suíça, conseguia bater os privados seguindo as leis do mercado. Os utentes ou consumidores ou o que seja politicamente correcto chamar-lhes, iriam naturalmente dar a maior quota de mercado ao Estado. Não são precisas mais leis artificiais.
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Re: Políticas para Portugal

por JohnyRobaz » 28/4/2017 16:55

bogos Escreveu:Caro amigo Johny....

Penso que é possível ir ainda mais longe do que aquilo que aqui o Dr Tretas escreveu com sabedoria...
Só te deixo a ti a questão, porque é tão difícil aceitar que o ser humano individual tenha uma escolha voluntária...
Não admito, não quero e não pretendo ter a minha escolha controlado por um decisor Estado, na saúde, na educação, e em demais sectores que são simples actividades económicas......

Qual é a parte que te custa prescindir? E explica-me o porquê!!!!

Cumprimentos
Pedro Pereira

Nota: O Estado admitir concorrência era já uma verdadeira vitória...

Dr Tretas Escreveu:Liberalismo não é "eliminar o governo do circuito". O Estado pode fornecer os seus serviços se quiser, e como não tem fins lucrativos, em teoria pode sempre bater os privados em temos de qualidade/preço.
Não duvido que um Estado bem gerido, como os Nórdicos ou a Suíça, conseguia bater os privados seguindo as leis do mercado. Os utentes ou consumidores ou o que seja politicamente correcto chamar-lhes, iriam naturalmente dar a maior quota de mercado ao Estado. Não são precisas mais leis artificiais.
Agora cá em Portugal... :shame:


bogos, primeiro a minha resposta está na citação que aqui coloquei. Para bom entendedor, meia palavra basta. Há uma diferença entre negócios concorrenciais e negócios que são monopólios naturais, e nos quais as pessoas não têm propriamente a opção por comprar ou não comprar, têm mesmo que comprar. E não há dois hospitais concorrentes em todas as cidades. O que é que para ti neste raciocínio não faz sentido? :roll:
Segundo, o Estado já admite concorrência...
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Re: Políticas para Portugal

por Ocioso » 10/5/2017 1:14

 
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Re: Políticas para Portugal

por JohnyRobaz » 10/5/2017 1:52

Ocioso, o vídeo é interessante e concordo com a localização da Social-Democracia que penso ser a política dominante na Europa (até agora pelo menos).
No entanto, não vejo como um anarquista é comunista pois defende a inexistência de leis e de controlo por parte de um Estado/Polícia, que basicamente, é o pilar do comunismo... :roll:
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Re: Políticas para Portugal

por Ocioso » 10/5/2017 2:14

 
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Re: Políticas para Portugal

por Ocioso » 10/5/2017 17:50


 
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Re: Políticas para Portugal

por Ocioso » 10/5/2017 22:56

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Re: Políticas para Portugal

por Ocioso » 12/5/2017 1:08

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