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OT :: Eu não pedi um plano nacional de barragens

Espaço dedicado a todo o tipo de troca de impressões sobre os mercados financeiros de uma forma genérica e a todo o tipo de informação útil que possa condicionar o desempenho dos mesmos

Moderadores: Pata-Hari, Ulisses Pereira, MarcoAntonio

por mcarvalho » 29/10/2011 13:10

Francisco José Viegas … antes de ser Secretario de Estado da Cultura
Ler – Livros & Leitores, nº 97 – Dezembro de 2010, p. 27

“O IGESPAR acha que a Linha do Tua não tem relevância cultural enquanto património a classificar. Ou seja, não possui “valor arqueológico, arquitectónico, artístico, científico ou tecnológico e industrial”. Provavelmente, há alguma razão nos seus argumentos. Uma parte dela ficará debaixo de água quando a EDP construir uma barragem na foz do Tua com o Douro. O IGESPAR pode decidir e dar pareceres sobre o assunto – mas devia providenciar para que não desaparecesse uma das mais belas paisagens portuguesas – que pudesse ser vista e a comover os seus visitantes. A paisagem (a do Tua incluída) é um dos mais importantes patrimónios portugueses. O betão, as auto-estradas e as barragens têm vindo a destruí-la. Os portugueses acham que a paisagem é coisa de doidos que não vivem neste mundo; o mundo deles é uma paranóia”.

este também "parece que esqueceu"...ficou maluco com as lampadinhas da capital
 
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por mcarvalho » 29/10/2011 17:22

Não podemos permitir que a voragem especulativa dos piratas que levaram Portugal à bancarrota prossiga agora sob o patrocínio do liberalismo retardatário, da distracção, ou da hipocrisia dissimulada dos novos governantes. Álvaro Santos Pereira e Assunção Cristas (o que começou bem pode acabar depressa e mal!) têm que se entender sobre o que é vital para o país, e não deixar-se influenciar pelo poder da corrupção, que não desiste.

Ler texto integral em O António Maria
Link: http://o-antonio-maria.blogspot.com/201 ... a-edp.html (via shareaholic.com)
 
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COMENTÁRIO RECEBIDO VIA EMAIL À ENTREVISTA DE CRISTAS

por mcarvalho » 29/10/2011 17:25

A Ministra da Agricultura decididamente só tem alguma coisa a dizer de concreto sobre a última questão, isto é, sobre a actividade do escritório jurídico onde trabalhou.

No resto da entrevista, dá para perceber onde estão as preocupações, passar por cima de todos para proteger o "concessionario", coitadinho que não pode ser defraudado sobre as suas perspectivas e expectativas.

Mas as expectativas dos portigueses e do país, que se lixem, que não têm que ser indeminizados, apenas saqueados.
A tradição mantêm-se: depois do crime que foi ter o Tintas no Ambiente, agora temos uma urban yuppie para quem existe Lisboa e o resto é uma coisa nebulosa chamada província...
 
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por mcarvalho » 29/10/2011 18:07

mcarvalho Escreveu:obrigado Toni

limitei-me a alertar para a discussão

há ali pessoas que me merecem credibilidade

abraço

mcarvalho


para informação

PREÇO DA ENERGIA ELÉCTRICA AO PREÇO DE MERCADO A DIFERENTES HORAS DO DIA


Os 750 milhões de euros que pagamos, por ano, para as Eólicas de subsídios é a diferença de preço do mercado e o preço de 93,7 euros por MW/h das Eólicas que se pode ver a cada hora do dia

750 milhões fazem parte da verba total dos 2500 milhões do CIEG

O Valor exacto das Eólicas do custo por MW/h vem no documento da ERSE


No canto superior direito podemos escolher as datas dos dias

As Eólicas têm prioridade nas vendas de energia à Rede relativamente ás outras centrais de energia

(Ver gráfico. Colocar seta do rato nas barras para ver o preço)


www.omel.es/files/flash/ResultadosMercado.swf


Cumprimentos
Rui Rodrigues


comentário no Aventar
http://aventar.eu/2011/10/28/tem-contra ... ment-47570
chatice_tuga em 29/10/2011 às 14:10 disse:
Já conhecem a tarifa tri-horária? LOL, sim, o consumidor quer-se esquizofrénico e insatisfeito. Não tenho nada contra a EDP mas certamente ela não me vem dar nada a casa, só incomodar. Este artigo é mais uma prova do preço que sempre acabamos por pagar pela distracção.

Por favor tomem conhecimento do conteúdo deste blogue e defendam-se:
http://recusecontadoresinteligentes.blogspot.com/

ATENÇÃO: A tarifa bi-horária é uma manobra para aliciar as pessoas a mudar, de modo a instalarem os contadores inteligentes. A alteração, tudo indica, levará você a receber um contador inteligente enquanto está distraído com a ideia de poupança. Este aliciar materializa uma das maiores premissas da sua introdução, a modificação e o controlo sobre o comportamento das pessoas. O seu benefício é mera propaganda, você não existe na equação (faça o favor de não se sentir culpado), contudo, a Agenda 21 e toda a sua malícia dá mais um passo na sua implementação.

Passem e repassem a informação junto dos vossos amigos e colaboradores, é preciso que a verdade se saiba. É preciso estar informado sobre o futuro que pensaram para nós. É que povo desinformado é povo enganado.
Obrigado
 
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por Fingerspitzengefuhl » 29/10/2011 20:02

tonirai Escreveu:Nesses tempos, só havia bi-horário... agora parece que até há tri-horário.


Existem também os tetra-horários, mas apenas para potências acima dos 41.4 kW.
 
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TUA .. O EXEMPLO DA DESTRUIÇÃO DE PORTUGAL E DA ANIQUILAÇÃO

por mcarvalho » 31/10/2011 9:22

TUA .. O EXEMPLO DA DESTRUIÇÃO DE PORTUGAL E DA ANIQUILAÇÃO DOS PORTUGUESES

http://www.youtube.com/watch?v=TUhaY0GB ... ture=share

a estória de como se destrói um santuário, um povo, um pais enfim a História...

por má fé, incúria, ou incompetencia.. ? ou todas juntas.

cump

mcarvalho

ps Parabéns Dario Silva por mais este óptimo trabalho
 
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por mcarvalho » 5/11/2011 12:18

http://www.dn.pt/inicio/portugal/interi ... 33&page=-1

Souto Moura


galardoado arquitecto português Eduardo Souto Moura vai conceber a central hidroeléctrica da barragem de Foz Tua, no Nordeste Transmontano, com o desafio de harmonizar a edificação com a paisagem do Douro Património da Humanidade.

De acordo com informação fornecida pela EDP à Agência Lusa, esta será a primeira vez nas barragens portuguesas que uma central de produção de energia terá a assinatura de um profissional de renome, contratado propositadamente para o efeito.

Com a entrega do projeto a Souto Moura, a EDP "procura garantir a melhor integração possível na paisagem do Alto Douro Vinhateiro, conseguindo em simultâneo uma obra de arte arquitectónica de referência internacional capaz de funcionar como mais um pólo de atração para a região".

O arquitecto vencedor do prémio Pritzker 2011 será o responsável pela concepção do edifício a instalar junto à foz do rio Tua, no âmbito da nova barragem que a EDP está a construir a cerca de um quilómetro da confluência do rio Tua com o rio Douro, entre os concelhos de Carrazeda de Ansiães (Bragança) e Alijó (Vila Real).
 
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por mcarvalho » 5/11/2011 12:23

mario carvalho em 03/11/2011 às 21:15 disse:
http://www.dn.pt/bolsa/emprego/interior ... id=1599396

Desemprego não desce apesar das novas estradas e barragens
por Helena Fidalgo, da Lusa21 Junho 2010

As grandes obras públicas estão a revelar-se incapazes de diminuir o desemprego em Bragança, com os inscritos nos centros de emprego a aumentarem, apesar das necessidades de mão de obra serem suficientes para absorver todos os desempregados da região.

O distrito está transformado num estaleiro, com empreitadas em simultâneo de estradas e barragens que representam um investimento sem precedentes no Nordeste Transmontano superior a 1.500 milhões de euros, só na fase de construção.

A criação de novos postos de trabalho tem sido apontada como a grande mais valia destas obras, que têm já no terreno um número próximo de metade dos cerca de nove mil trabalhadores previstos no pico dos trabalhos, dentro de um ano.

Porém, a esmagadora maioria da mão de obra já recrutada é de fora da região e, desde o início das empreitadas, o número oficial de desempregados inscritos nos centros de emprego passou de menos de seis mil, no início de 2009, para 7.333 em Abril de 2010.

O desemprego não desce principalmente pelo perfil dos desempregados. A maioria, 4266, são mulheres e mesmo entre os 3067 homens não parece haver muitos candidatos.

“Há situações de desemprego ligado ao sector agrícola e as pessoas não têm perfil e aqueles que eventualmente podem ter perfil muitas vezes não se adaptam”, disse à Lusa o director do projecto da barragem da Baixo Sabor na EDP, Lopes dos Santos.

……………………..

Afinal os estudos servem para quê ? .. ou são feitos para quê .. ou para quem???

Só depois de prometerem o … CÉU.. e de destruirem tudo .inclusivé os postos de trabalho agricolas... é que chegaram à conclusão de que .. afinal .. os transmontanos não servem???.. Só servem para a agricultura e como esta foi destruida :( :(
 
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por mcarvalho » 5/11/2011 22:20

http://www.destak.pt/artigo/110057-pico ... m-portugal

Barragem classifica​da....mome​ntos antes de o governo cair...per​mitam que nem comente...​.para não chamar todos os nomes feios que merecem


como se podem denominar individuos que consideram uma barragem como


http://www.destak.pt/artigo/110057-pico ... m-portugal




e que consideram a linha do tua ... banal.. para não prejudicar uma barragemmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm!!!!!

Igespar considera que classificação da Linha do Tua não tem interesse cultural
12.11.2010



http://ecosfera.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1465795

e... agora vem o souto moura..

http://www.jn.pt/paginainicial/pais/con ... id=2102608


ESTES GAJOS PERDERAM A VERGONHA .. OU NÃO SABEM O QUE ISSO É...

arqu Souto Moura sobre o que é ARTE para ele .. se Arte é destruir a ARTE da Linha do Tua concebida por HOMENS e o vale do Tua concebido por DEUS...

e. se ele faz arte destruindo arte por dinheiro ou só por arte
Editado pela última vez por mcarvalho em 6/11/2011 17:32, num total de 1 vez.
 
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por mcarvalho » 6/11/2011 17:29

http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedad ... 58&page=-1

Activistas acorrentados pararam obras da barragem de Foz-Tua duas horas
12h21m
Eduardo Pinto
Meia dúzia de activistas acorrentaram-se este domingo de manhã aos portões de acesso às obras de construção da barragem de Foz Tua, em Alijó. Uma iniciativa que visou protestar contra a construção deste aproveitamento hidroeléctrico, da responsabilidade da EDP, que, alegam, ameaça o Douro vinhateiro.
 
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por mcarvalho » 7/11/2011 10:48

http://o-antonio-maria.blogspot.com/


Tal como a Parque Escolar escolheu a dedo projectistas e empresas de construção, sem cumprir nem a lei nem as regras da decência democrática, o mesmo acaba de ocorrer com a escolha, pela pública e tecnicamente falida EDP, do arquitecto Eduardo Souto de Moura, para desenhar os edifícios de um dos monumentais embustes herdados da era "socialista" que nos atirou para o buraco da bancarrota: a Barragem do Tua!

ler tudo em

http://o-antonio-maria.blogspot.com/
 
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por mcarvalho » 8/11/2011 9:52

http://o-antonio-maria.blogspot.com/201 ... a-edp.html

a água... choca!

Barragem do Torrao- Amarante
Anexos
HPIM7973.JPG
HPIM7973.JPG (580.97 KiB) Visualizado 2093 vezes
 
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por mcarvalho » 9/11/2011 23:12

 
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por mcarvalho » 11/11/2011 21:28

http://www.linhadotua.net/3w/index.php? ... e&Itemid=1

Informação à Sr ª Ministra amanhã em Mirandela

e convite a visitar uma das suas áreas de intervenção

Conheça a sua Ministra antes que ela o conheça a si





http://pensar-ansiaes.blogspot.com/2011 ... -arte.html
 
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por mcarvalho » 12/11/2011 20:04

Rio abaixo! Rio acima!

Souto Moura desilude e compromete

O laureado arquitecto Souto Moura, ao aceitar o projecto da obra da Barragem do Tua, desiludiu todos aqueles que acreditam que a arquitectura contribui para o melhoramento da qualidade de vida e do ambiente.
Torna-se assim cúmplice neste crime ambiental que é o de destruir o Vale do Tua.
E não venha justificar a anuência, com o facto de estar a contribuir para a amenização do impacto paisagístico que a Barragem vai provocar.
Por detrás da Barragem, ficará submersa parte da alma transmontana. Se é para amenizar, façam lá o paredão e pintem-no de verde.
Para além desta cumplicidade, Souto Moura ajuda, com o seu nome, a comprometer a luta daqueles que têm resistido com persistência ao crime que a EDP está a cometer para com Trás-os-Montes.
Era bem escusado o senhor arquitecto sujar o seu currículo com este projecto.
Esqueceu-se que a História grava com mais força as manchas do que os méritos.

Quem paga o Cais do Pinhão, e os outros?

ler mais em

http://www.dodouro.com/noticia.asp?idEd ... on=noticia
 
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por mcarvalho » 14/11/2011 13:05

EU ALINHO. É SÓ DESLIGAR O QUADRO GERAL!
>
> PROPOSTA:
>
> - no dia 20 (Domingo) de Novembro de 2011, às 15:00, a nível nacional,
> vamos, todos nós consumidores domésticos, desligar TUDO durante uma
> hora (os nossos congeladores aguentam mais do que isso quando há uma
> "anomalia" na rede que nos deixa sem energia e as baterias dos nossos
> portáteis também);
>
> A EDP já teme os prejuízos desta medida na escala dos vários milhões
> de portugueses, que estão conscientes do abuso a que estão sujeitos.
>
> CONTINUEM A PARTILHAR!!!
>
>
>
>
>
> ________________________________
>
> A EDP mantém um nível de lucros totalmente incompatível com o estado
> do país e com os sacrifícios exigidos a todos nós.
>
> A EDP tem mais poder que o Governo de Portugal e conseguiu (vá-se lá
> saber por que vias...) impedir uma medida que visava minorar os
> brutais aumentos da energia que se estão a verificar - e que vão,
> certamente, aumentar ainda mais os ditos lucros.
>
> A EDP mantém um monopólio (não de jure, mas de facto) uma vez que a
> concorrência não oferece aos consumidores domésticos (por exemplo)
> taxas bi-horárias.
>
> PROPOSTA:
>
> - no dia 20 de Novembro de 2011, às 15:00, a nível nacional, vamos,
> todos nós consumidores domésticos, desligar TUDO durante uma hora (os
> nossos congeladores aguentam mais do que isso quando há uma "anomalia"
> na rede que nos deixa sem energia e as baterias dos nossos portáteis
> também);
>
> - vamos repetir a acção até a EDP ter de nos PEDIR para parar com a
> coisa. Na qualidade de bons cidadão, que todos somos, pararemos mas só
> se os preços forem ajustados de forma a que os lucros da EDP se
> acertem pelo razoável, pelo socialmente justo e pelo moralmente
> correcto.
>
> Se gostarem da ideia, espalhem... veremos no que dá.
>
> --
>
> P Antes de imprimir este e-mail, pense que estará a gastar papel e
> tinta. Proteja o ambiente
 
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por mcarvalho » 14/11/2011 16:11

NOVO DOSSIER ARRASADOR SOBRE FOZ TUA E ALTO DOURO VINHATEIRO ENTREGUE À UNESCO EM PARIS O Partido Ecologista “Os Verdes” entregou, pela mão da sua dirigente Manuela Cunha, na passada semana, no Centro do Património Mundial da UNESCO, em Paris, um dossier com dados arrasadores e que não deixam margem para dúvidas sobre os impactos negativos e destrutivos da Barragem de Foz Tua na área classificada do Alto Douro Vinhateiro. A entrega deste dossier visa complementar a informação da Missão levada a cabo em Abril de 2011 pelo ICOMOS (Organização Consultiva da UNESCO que, a pedido desta, se deslocou a Portugal para avaliar dos impactos da Barragem do Tua sobre o Alto Douro Vinhateiro) pois “Os Verdes” estão convictos que as entidades oficiais sonegaram a esta organização os verdadeiros impactos que decorreriam, para a área classificada, da construção deste empreendimento hidroeléctrico. Por outro lado, o Partido Ecologista “Os Verdes” quer saber porque é que o Governo Português não enviou ainda nenhum comentário, tal como era sua obrigação, ao Comité Mundial do Património da UNESCO, sobre a Recomendação decorrente da Missão feita em Abril pelo ICOMOS e, como tal, vão questionar, por via parlamentar, o Secretário de Estado da Cultura, sobre este silêncio. “Os Verdes” relembram que o Centro do Património Mundial da UNESCO, organismo que vai averiguando do cumprimento dos compromissos assumidos aquando de uma classificação, deveria ter sido informado pelo Governo Português da intenção de construção desta Barragem, e ter-se pronunciado sobre a mesma, o que nunca veio a acontecer. Este organismo só foi informado desta situação por via de “Os Verdes” que, desde 2007, lhe têm feito chegar estas informações.
 
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Re: olá Marco

por Elias » 15/11/2011 15:05

MarcoAntonio Escreveu:
MarcoAntonio Escreveu:
Isto parece-me essencialmente ruído até porque não há mais fontes para alegação e ela foi feita por um partido durante uma campanha eleitoral e foi extremamente localizada...



Já agora, dei-me ao trabalho de ir ao site da Unesco e tem lá um indicador do nível de ameaça que curiosamente está em zero por enquanto para esta região:

http://whc.unesco.org/en/list/1046/indicators/


O que não acontece neste caso por exemplo:

http://whc.unesco.org/en/list/211/indicators/


Os indicadores estão (ainda) a zero, mas os avisos começam a aparecer.

UNESCO faz recomendação ao Governo sobre impactos da barragem do Tua
14.11.2011 - 17:43 Por Lusa

A intervenção da UNESCO surge na sequência de uma queixa apresentada pelos Verdes (Paulo Ricca)
Os eventuais impactos da barragem de Foz Tua no Douro Vinhateiro motivaram uma recomendação ao Estado português por parte da UNESCO, o organismo mundial responsável pela classificação como Património da Humanidade, divulgou hoje o Partido Ecologista “Os Verdes” (PEV).

Em declarações à Lusa, a dirigente do PEV Manuela Cunha escusou-se a divulgar o conteúdo da recomendação, alegando “razões diplomáticas”, mas adiantou que hoje mesmo o partido apresentará na Assembleia da República um requerimento ao Governo a pedir informação sobre o teor do documento da UNESCO.

De acordo com a dirigente que tem protagonizado a oposição à construção da barragem, “a UNESCO não tem poder de impor ao Estado português, apenas de fazer recomendações”, mas em última instância pode avançar para a “desclassificação, se concluir que o objecto da classificação foi desvirtuado”.

A intervenção da UNESCO surge na sequência de uma queixa apresentada pelo PEV à UNESCO.

Em Abril, uma missão da UNESCO, representada pela ICOMOS, o grupo técnico daquele organismo, deslocou-se a Portugal para avaliar os referidos impactos.

Esta visita terá dado origem à recomendação que, de acordo com “Os Verdes”, já chegou ao Estado Português que deverá responder, segundo os procedimentos habituais.

O partido “quer saber porque é que o governo português não enviou ainda nenhum comentário, tal como era sua obrigação, ao comité mundial do património da UNESCO” sobre esta recomendação e para tal vai também questionar, por via parlamentar, o secretário de Estado da Cultura, sobre “este silêncio”.

O PEV reitera que “não desiste” da luta contra a construção da barragem e entregou, na semana passada, pela mão da dirigente Manuela Cunha, no Centro do Património Mundial da UNESCO, em Paris, um dossier com dados que classifica de “arrasadores e que não deixam margem para dúvidas sobre os impactos negativos e destrutivos da barragem de Foz Tua na área classificada do Alto Douro Vinhateiro”.

De acordo com Manuela Cunha, este dossier compila toda informação existente sobre o processo da barragem desde os estudos, às autorizações oficiais e pareceres de diferentes entidades.

O PEV defende que existem “contradições de diversas entidades” e que “foram violados vários procedimentos” no processo.

Para Manuela Cunha, esta obra “seja ela com que design e com a grife que for, vai ser uma porta aberta para outras edificações na área classificada”, referindo-se à contratação por parte da EDP do arquitecto Souto Moura para projectar a central de produção de energia.

O empreendimento faz parte do Plano Nacional de Barragens e tem sido alvo de contestação, nomeadamente pelos alegados impactos na paisagem protegida do Douro Vinhateiro, classificado Património da Humanidade.

A barragem deverá estar concluída em 2015 e representa um investimento de 305 milhões de euros.
 
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por mcarvalho » 15/11/2011 18:49

 
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por mcarvalho » 17/11/2011 7:28

http://vimeo.com/32115701

barragem do tua porquê e para quê?

http://vimeo.com/32115701


16 000 000 de euros 70 anos de destruição do petrimónio.. o que fica???

veja o video e pense

nós não herdámos a TERRA.. nós pedimos-la emprestada aos nossos filhos e netos..

honremos o passado para que no futuro se honrem de nós

temos obrigação de proteger o património
 
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por mcarvalho » 17/11/2011 12:07

alem de pagarmos 16 000 000 000

ainda temos a energia mais cara da Europa .. apesar de sermos os mais pobres e é por favor que em 2012 não vai aumentar 30%

http://economico.sapo.pt/noticias/famil ... 31570.html


Prioridade do Governo é garantir o reequilíbrio financeiro do sector eléctrico e travar a escalada dos preços.

As famílias portuguesas terão, em 2012, as tarifas de electricidade mais caras da Europa. A projecção foi avançada do secretário de Estado da Energia, Henrique Gomes, durante X Forúm Energia, promovido pelo Diário Económico.

Esta realidade seria ainda mais grave, defende o mesmo responsável, caso não tivessem sido tomadas medidas para diferir no tempo os chamados custos de interesse económico de que beneficiam os operadores do sector energético, fruto das políticas levadas a cabo pelos anteriores Executivos.

"Estes incentivos e apoios conduziram à criação dos custos de interesse económico que assumem hoje valores extremamente elevados nas facturas dos consumidores e que põem em causa a sustentabilidade económica ou financeira do sistema eléctrico nacional", diz Henrique Gomes. Neste sentido, reforça que, "em 2012, se fossem repercutidos todos os custos, as tarifas subiriam em média 27%. Para evitar este crescimento insustentável diferiram-se custos que vão elevar a dívida tarifária para cerca de 2.800 milhões de euros no final do próximo ano".

Apesar do travão colocado, o secretário de Estado da Energia defende que "estes diferimentos não serão suficientes para impedir que Portugal, em 2012, fique em quarto lugar no ‘ranking' de preços do segmento doméstico mais elevados da Europa e, corrigida a paridade do poder de compra, o custo da electricidade no sector doméstico é já mesmo o mais elevado
 
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convite

por mcarvalho » 17/11/2011 13:53

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=542617

Serralves debate hoje «gestão participada da água»

O ciclo «Conversas sobre Ambiente» em Serralves regressa hoje às 17:00 horas para debater o tema «Gestão participada da água, o que falta fazer?», na Biblioteca de Serralves.

Neste debate pretende-se discutir de que forma é integrada a participação na gestão da água em Portugal e que mecanismos ou ferramentas existem actualmente que permitam aos cidadãos interessados actuar nos processos de decisão. Estas e outras questões serão abordadas neste debate, procurando uma reflexão alargada e profunda.

Os oradores da conversa são António Brito, da Administração da Região Hidrográfica do Norte, Rodrigo Maia, da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, e Paulo Santos, representante da Plataforma Sabor Livre. A moderação está a cargo de Arminda Deusdado, coordenadora do programa Biosfera.

Este ciclo de conversas, com periodicidade mensal, tem como ponto de partida o tema «Participação Pública e Cidadania Ambiental», segundo o divulgado em comunicado.


CONTINUA ...
 
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por mcarvalho » 17/11/2011 23:39

Debate Programa Nacional de Barragens
Cinco argumentos ridículos: do atentado à anedotaJoão Joanaz de Melo
Professor de Engenharia do Ambiente na Universidade Nova de Lisboa, presidente do GEOTA
Público -16 de Novembro de 2011
Finalmente, ao fim de quatro anos de esforços de organizações ambientalistas e populações locais, começou a haver algum debate público sobre o programa nacional de barragens (PNBEPH).Em prol da verdade, vale a pena desmontar alguns argumentos que a propaganda oficial e articulistas mal informados têm vindo a atirar para a arena mediática.

Argumento ridículo 1 - "O investimento é privado." O investimento inicial nas nove grandes barragens apro­vadas pelo Governo ascende a 3600 M€, o que, somado aos custos financeiros e ao lucro das empresas de elec­tricidade, gerará um encargo global estimado em 16.000 M€ ao longo de 75 anos - que obviamente será pago na totalidade pelos cidadãos-consumidores-contribuintes. Parte deste custo será reflectido na factura da electricida­de, e parte nos impostos, para suportar o défice tarifário e a "garantia de potência" estabelecida na Portaria n.° 765/2010. O que importa é que, entre tarifa e impostos, as novas barragens implicarão um aumento superior a 10% no custo da electricidade.

Argumento ridículo 2 - "Independência energética e alterações climáticas." As nove barragens novas, que iriam espatifar outros tantos rios, produziriam apenas 1,7 TWh/ ano de electricidade, ou seja, 0,5% da energia primária do país ou 3% da procura de electricidade; isto para poupar apenas 0,7% das emissões nacionais de gases de efeito de estufa e 0,8% das importações de combustíveis fósseis. Se, em vez de barragens, investirmos o mesmo dinheiro em medidas de eficiência energética, conseguiremos um efeito cerca de 10 (dez) vezes maior na poupança de emissões e importações, com valor acrescentado para as famílias e as empresas, e efeitos ambientais positivos.

Argumento ridículo 3 - "Armazenar energia." Argu­menta-se que o esquema da bombagem hidroeléctrica, usando energia barata produzida à noite (eólica e não só) permite armazenar energia; é meia verdade. A ou­tra metade da verdade é que, segundo o PNBEPH, Por­tugal precisaria no futuro de 2000 MW de bombagem hidroeléctrica; ora, entre as centrais já operacionais e em construção, só em barragens preexistentes, já temos disponíveis 2510 MW de potência de bombagem - ou seja, não precisamos de nenhuma barragem nova!

Argumento ridículo 4 - "Energia renovável." As gran­des barragens estão entre os modos de produção de ener­gia mais agressivos, porque destroem irreversivelmente os solos agrícolas, os ecossistemas, as paisagens natu­rais e humanizadas, o património cultural. O paradigma moderno não é o "renovável", mas sim o "sustentável" - social, ecológico, económico -, que as novas grandes barragens não respeitam de todo.

Argumento ridículo 5 - "Já pagámos as concessões." As concessões pagas pelas empresas de electricidade ao Estado serão, em última análise, suportadas pelos consu­midores; ou, se o Estado devolver essas verbas, serão su­portadas pelos contribuintes, o que vai a dar ao mesmo.Para além de uma ou outra gaffe, o silêncio do actu­al Governo neste assunto tem sido ensurdecedor. Não se trata de mera ignorância, porque já foi informado. Será medo de desvalorizar as acções da EDP até à privatização? Ou simples cobardia política para afrontar o lobby do betão e electrão? Ou haverá outras razões ainda menos respeitáveis?Muito se tem falado de outras obras faraónicas, como o aeroporto de Lisboa, as auto-estradas ou os estádios. Está na hora de o programa nacional de barragens ocu­par o lugar que lhe cabe no rol das fraudes cometidas sobre os cidadãos portugueses em nome do "interesse público", (www.geota.pt)

www.youtube.com/watch?v=TWWwfL66MPs&fea ... r_embedded
 
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por mcarvalho » 17/11/2011 23:44

DENÚNCIA À UNESCO - PATRIMÓNIO DA HUMANIDADE DO ALTO DOURO VINHATEIRO FERIDO DE MORTE



A Quercus - ANCN formalizou uma segunda denúncia à UNESCO relativa à construção da barragem de Foz Tua a denunciar o imenso estaleiro em que se transformou aquela região classificada do Alto Douro Vinhateiro.


Relembramos que a UNESCO classificou em 2001 o Douro como Património da Humanidade incluindo a Foz do rio Tua, sendo esta zona e todo o Vale do Tua um cartaz turístico relevante da região classificada.

A ferida que se rasga na foz do rio Tua, com os trabalhos de construção da Barragem do Tua em curso, é visível a quilómetros de distância, em diferentes locais de ambas as margens do Rio Douro.
Pretende a queixa agora apresentada impedir a consumação de um verdadeiro atentado a um património ambiental e cultural insubstituível.


Objecto de denúncia na queixa agora apresentada foi, também, a instalação de uma vasta rede de linhas de alta tensão em toda a região do Alto Douro desde Foz Tua até Armamar, com significativos impactos paisagísticos negativos.


Apelamos a todos os cidadãos e associações, nacionais e internacionais, que façam chegar o seu apelo à UNESCO no sentido de pressionar o governo português a parar com estas obras. Poderão faze-lo através do e-mail (cnu@unesco.pt).

Para mais informação: João Branco 96 453 47 61
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O caso Westrags

por carf2007 » 19/11/2011 20:20

Mais um Caso :

"os últimos tempos parece que todas as semanas há uma empresa que descobre (violentamente) como não se deve estar nas redes sociais.
A EDP foi vitima do poder da rede e acabou por fechar a sua página de Facebook, um desfecho incrível que mostra a fragilidade de uma grande marca perante uma massa de consumidores em fúria.
É sabido que os portugueses adoram ver acidentes e são capazes de parar o trânsito para ver as tripas em mais detalhe e tirar uma foto com o telemóvel. Mesmo assim há marcas que insistem em provocar choques em cadeia.
O caso Westrags

O caso mais recente de uma gestão completamente desastrada de uma marca no Facebook aconteceu com a Westrags portuguesa.
A Westrags decidiu fazer algo muito comum nesta época do ano – uma campanha de vendas com parte dos lucros a reverter para uma instituição de solidariedade. Foi lançada uma colecção especial em que 50% do lucro será doado. Até aqui a ideia não era muito original, mas sempre de louvar. Junta-se o interesse da empresa à solidariedade e ficamos todos a ganhar.
Quando a Westrags decidiu que seriam os fãs no Facebook a escolher a instituição que vai receber o donativo, devia ter logo pensado em todas as implicações de um tema tão sensível, que envolve dinheiro, solidariedade social e uma votação pública. Mas não pensaram nos potenciais problemas e deixaram os fãs escolher a instituição através do seu voto.
O que aconteceu foi que a União Zoófila venceu esta votação, ficando o IPO em segundo lugar e a Ajuda de Berço na terceira posição. A Westrags comunicou à UZ o resultado e o assunto deveria ter ficado por aqui.
Mas, como a Westrags se colocou nesta posição delicada de fazer uma competição pública entre instituições, a história não acabou assim. Algumas pessoas, entre as quais funcionários da Westrags, manifestaram-se contra o resultado da votação, por considerarem mais importante ajudar pessoas do que animais.
Perante estas queixas, que eram evitáveis se não tivessem posto instituições a competir pelo prémio, a Westrags teve a pior atitude possível. Pôs em causa as regras que tinha criado, o resultado da votação dos seus fãs e o vencedor que já tinha contactado. A sondagem original continuou aberta e a Westrags assumiu perante os fãs que estava perante o dilema de escolher uma associação de apoio a animais ou a pessoas.
Ao por em questão a vontade da maioria dos fãs só porque uma minoria protestou e ao não legitimar imediatamente o resultado da votação que decorreu normalmente, a Westrags estava claramente a pedir problemas. Se antes houve uma minoria descontente, perante isto, a conclusão lógica seria uma maioria revoltada.
A cereja no topo deste bolo foi o conjunto imagem+frase que a Westrags escolheu para ilustrar o seu dilema. E aqui incompetência não é uma palavra suficientemente forte para descrever a categoria da pessoa que decidiu publicar este post. Vejam e avaliem.

É claro que isto despertou uma onda de indignação, que nada tem a ver com defender ou não a UZ. A imagem e a pergunta são de muito mau gosto, as instituições que não pediram para entrar nesta guerra ficam expostas a um suposto dilema absurdo, é um desastre total.
A UZ explicou na sua página de fãs o que se passou, repudiou e afastou-se desta iniciativa. “Posto isto prescindimos da posição de vitória que conquistámos respeitando as regras da votação estabelecidas pela Westrags PT. Damos os parabens ao IPO caso este aceite o donativo que lhe é transmitido visto ter ficado na 2ª posição.”
Foi nesta altura que eu tomei conhecimento de toda esta situação e deparei-me com centenas de pessoas revoltadas com a atitude da Westrags. As horas que se seguiram foram aquilo que já conhecemos, uma chuva de comentários negativos e muitas promessas de nunca mais comprar nada à Westrags.
Perante a revolta dos fãs na página da Westrags, provocada exclusivamente pelas acções da própria marca no Facebook, a direcção da Westrags sentiu necessidade de emitir um comunicado para acalmar as hostes.
Nesta altura, já em cenário de crise, esperava-se um pedido de desculpas e uma solução consensual, mesmo que isso significasse abrir mais os cordões à bolsa e apoiar duas instituições em vez de uma. Em vez disso, a Westrags publicou um comunicado em que conseguiu justificar tudo o que foi feito, culpar os fãs das instituições envolvidas pelos problemas e chegou ao cúmulo de voltar a mudar as regras do jogo – retirou da votação os 2 primeiros classificados e atribuiu o prémio ao terceiro.
Este texto já foi entretanto removido, mas quem viu não se esquece facilmente. A melhor solução que a Westrags encontrou foi por as culpas em toda a gente menos em si mesma. Foram colaboradores que agiram pela sua própria cabeça, foram instituições que criaram teorias da conspiração e foram fãs arruaceiros que estragam tudo. Conclusão: desqualificam-se as duas instituições mais votadas e atribui-se o prémio à terceira! Inacreditável…
E assim se transforma uma campanha solidária num ataque à reputação da empresa por parte dos seus próprios consumidores. Os dias que se seguiram foram de guerra constante entre Westrags e consumidores e a marca chegou à comunicação social pelas piores razões.
Conclusão

Eu não apoio nenhuma instituição em particular, qualquer uma que ganhasse com os votos de milhares de pessoas com certeza que merecia ser apoiada. A Westrags, que teve tempo para pensar esta acção, os métodos e as consequências, devia ter respeitado a vontade dos seus fãs e evitado uma situação muito triste.
Caso a Westrags sentisse uma grande necessidade de apoiar também qualquer outra instituição, além da que ganhou, ninguém impedia uma doação adicional. Custaria com certeza muito menos à empresa do que ter que lidar com esta crise, beneficiaria quem precisa e deixaria todos os seguidores da marca satisfeitos e com muito mais vontade de gastar dinheiro nesta colecção especial.
Durante esta semana a Westrags fez uma operação de limpeza no seu Facebook e apagou todos os seus posts desta polémica e milhares de comentários dos fãs. Neste momento, nem sequer existe qualquer referência a qual foi a instituição escolhida para receber o donativo. Foi a única forma da Westrags tentar ultrapassar o problema, apagar tudo e esperar que as pessoas se esqueçam, ou pelo menos, que não se continue a espalhar a mensagem. Com este apagão, a Westrags voltou a recuar, desta vez totalmente.
Até quando é que empresas com dezenas de milhares de seguidores nas redes sociais vão continuar a entregar a gestão dessas comunidades a pessoas claramente incompetentes para uma função tão importante?…"

http://www.webmilionario.com/redes-soci ... s-sociais/
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