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Caldeirão da Bolsa

Bovespa

Espaço dedicado a todo o tipo de troca de impressões sobre os mercados financeiros de uma forma genérica e a todo o tipo de informação útil que possa condicionar o desempenho dos mesmos

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por Celsius-reloaded » 8/8/2011 18:52

Mais uma senhora malha.

Abaixo dos 49500 e a perder mais de 6,5%
31 de Julho: dia de São Stop.
 
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bear market

por FilipeTouro » 9/8/2011 1:11

É possível existir um bear market enquanto a economia continua a crescer 3 ou 4% por ano???
 
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Re: bear market

por MNFV » 9/8/2011 10:31

Se o preço das acções estiver a descontar um crescimento de 7-8%...

FilipeTouro Escreveu:É possível existir um bear market enquanto a economia continua a crescer 3 ou 4% por ano???
 
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Re: bear market

por andre_ferreira » 9/8/2011 10:42

mnfv Escreveu:Se o preço das acções estiver a descontar um crescimento de 7-8%...

FilipeTouro Escreveu:É possível existir um bear market enquanto a economia continua a crescer 3 ou 4% por ano???


exacto. por exemplo,se a China cresce 3-4% significa recessão.

mas acho que este bear market da Bovespa está mais relacionado com o fraco crescimento da Europa e US, ou melhor pela descida dos preços das commodities que é o motor das exportações do Brasil
 
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por Mares » 17/8/2011 22:17


Bovespa se descola do exterior e fecha em alta de 1,38%

A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) terminou a quarta-feira em alta, retomando a série de valorizações interrompida na véspera por uma realização de lucros. Agora, o mercado brasileiro acumula queda de 6,37% no mês --o número chegou a passar dos 17% na segunda-feira passada.

Hoje, o Ibovespa, o termômetro dos negócios da Bolsa paulista, subiu 1,38%, atingindo os 55.073 pontos. O giro financeiro foi de R$ 13,11 bilhões --bem acima da média.

Nos Estados Unidos, o Dow Jones teve alta de 0,04%. O Nasdaq, dominado pelo setor tecnológico, caiu 0,47%, enquanto o índice ampliado Standard & Poor's 500 registrou valorização de 0,09%.

O dólar comercial foi negociado por R$ 1,585, na venda, em queda de 0,43%.

Perguntas e respostas sobre investimentos na crise

Beneficiada pelo movimento de compra de ações ainda baratas, a Bolsa doméstica conseguiu se descolar do mercado norte-americano --que operou em queda durante boa parte do dia e terminou a sessão com estabilidade.

Ao longo do dia, a Bolsa oscilou bastante, chegando a cair 0,91% no começo da tarde. Com a melhora à tarde, no entanto, acabou fechando na máxima do dia.

"Estamos com uma força compradora melhor que lá fora, pois o nosso mercado estava bem depreciado. Mas a volatilidade vai ser uma presença normal no mercado depois dos acontecimentos nos EUA e na Europa", afirmou Leandro Martins, analista-chefe da Walpires Corretora.

De acordo com ele, o setor bancário e os papéis da própria BM&FBovespa, "que estavam bem defasados nas últimas semanas" estão se recuperando e ajudando a Bovespa nessa recuperação. As ações preferenciais do Itaú Unibanco subiram 2,99%, para R$ 28,85. Já os papéis ordinários da Bolsa tiveram valorização de 2,77%.

Entre as principais notícias do dia, fontes da Casa Branca disseram que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciará um pacote econômico para incentivar a geração de empregos e encontrar cortes no Orçamento que ultrapassem a meta de US$ 1,5 trilhão estabelecida pelo comitê parlamentar de redução de deficit.

Suas ideias serão colocadas durante um discurso imediatamente depois do Dia do Trabalho nos Estados Unidos, em 5 de setembro.

EUROPA

A inflação anual na zona do euro também está entre os destaques do noticiário do dia. O indicador abrandou em julho dentro das expectativas dos analistas.

Foi registrada alta de 2,5% no mês passado, na comparação com um ano antes. Em junho, tinha ficado em 2,7%, no mesmo tipo de comparação.

Também hoje a chanceler alemã, Angela Merkel, e o presidente francês, Nicolas Sarkozy, levantaram em carta dirigida ao presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, a possibilidade de suspender fundos estruturais aos países que não reduzirem o deficit.

De volta aos EUA, o PPI (Índice de Preços ao Produtor) teve alta de 0,2% em julho na comparação com o mês anterior, na série com ajuste sazonal. Em junho, tinha recuado 0,4% e, em maio, subido 0,2%.

No mercado doméstico, o ICE (Índice de Clima Econômico) do Brasil recuou de 5,9 pontos em abril para 5,8 pontos em julho e ficou abaixo da média histórica dos dez últimos anos (6,0 pontos).

O indicador, elaborado em parceria entre o instituto alemão Ifo e a FGV (Fundação Getulio Vargas), passou a refletir a situação desfavorável em Portugal, Grécia, Espanha, Itália e Reino Unido.

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/96 ... -138.shtml

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por Mares » 31/8/2011 22:51


Bovespa fecha em alta de 2%, mas amarga perdas de 4% no mês


Os quatro dias consecutivos de valorização completados nesta quarta-feira não evitaram que a Bolsa de Valores brasileira amargasse seu quinto mês seguido de fortes perdas.

Dessa forma, com o tombo registrado em agosto (3,96%), a Bolsa já acumula perdas de 18,5% neste ano. Trata-se de um desempenho muito pior do que o visto nas praças americanas, onde a Bolsa de Nova York já voltou a acumular ganho, ainda que modesto (0,31%), no período anual.

Apos semanas de turbulência neste mês, analistas ressaltaram a expectativa dos agentes financeiros de que o banco central americano volte a tomar medidas para estimular a economia local a partir de setembro, provavelmente.

Ainda no front externo, os sinais de que as principais economias europeias começam a chegar um consenso em torno um medidas urgentes para conter a crise das dívidas soberanas também foram bem vistos pelos mercados.

Mas também há motivos de otimismo considerando os fatores internos: há uma opinião quase unânime entre economistas do setor financeiro de que a taxa básica de juros deve cair nos próximos meses. "Isso torna a concorrência para a renda variável menos acirrada. O investidor leva em conta uma Bolsa de Valores que caiu fortemente neste ano com a perspectiva de juros em queda", comenta Luiz Mourato, da mesa de operações da Tov Corretora.

Profissionais do setor financeiro ainda lembram que no último dia do mês as chances de valorização do mercado sempre são maiores, já que habitualmente grandes gestores tendem a puxar os preços para melhorar o desempenho apresentado nos fundos que administram.

"Não podemos descartar também alguma cobertura de posições vendidas", lembra Mourato. Para ganhar com a baixa dos mercados, muitos investidores adotaram o que no setor financeiro se chama de "posição vendida": o investidor vende uma ação que não possui, apostando que pode recomprá-la a preço muito baixo no curto prazo, de modo a lucrar com a diferença das cotações. Com a reversão da tendência de baixa nesses últimos pregões, muitos foram forçados a desmontar essa estratégia.

Hoje, o índice Ibovespa subiu 2%, atingindo os 56.495 pontos. O giro financeiro foi de R$ 7,20 bilhões, mostrando alguma recuperação frente ao volume habitual das últimas semanas, em torno de R$ 5 bilhões.

O dólar comercial foi negociado por R$ 1,593, em alta de 0,25%. No mês, a taxa de câmbio subiu 2,5%, mas no ano, a desvalorização acumulada é de 4,4%.

EMPREGO NOS EUA, JUROS NO BRASIL

O governo americano revelou hoje que as encomendas de bens duráveis aumentaram 2,4% em julho, após um descréscimo de 1,3% em junho. O desempenho do setor manufatureiro foi bem melhor do que o esperado pelo mercado financeiro, que projetava um aumento em torno de 2% para o período.

Horas antes, o mercado havia sustentado o otimismo apesar do número decepcionante visto no relatório da consultoria ADP, que apontou a geração de apenas 91 mil empregos em agosto (setor privado), ante expectativas de 102 mil.

Há grande expectativa pelo relatório oficial previsto para a sexta-feira, que vai revelar as estatísticas sobre o nível de desocupação e a criação de postos de trabalho.

No front doméstico, prevalece a expectativa pela reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), que anuncia a nova taxa básica de juros do país após o encerramento dos negócios de hoje. O consenso do mercado financeiro aponta para a manutenção da Selic em 12,50% ao ano.

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/96 ... -mes.shtml

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por Mares » 31/8/2011 23:08


Investidor dos EUA prefere Brasil a outros dos Brics, diz estudo


O Brasil é o país preferido entre os Brics --que incluem ainda Rússia, Índia e China-- por investidores norte-americanos no mercado acionário, segundo um estudo divulgado nesta quarta-feira.

Cerca de 60% dos gestores baseados nos Estados Unidos colocam o Brasil como principal destino de recursos dentro do universo dos quatro emergentes. A China aparece em seguida, com 27%.

A pesquisa --realizada pela consultoria de comunicação FD (Financial Dynamics)-- ouviu investidores como BlackRock, Franklin Templeton e Boston Company Asset Management.

"Os investidores acreditam que os fundamentos das companhias brasileiras são o ponto mais importante para as decisões de portfólio", disse em comunicado o vice-presidente da FD, Gordon McCoun.

"Mas em um tempo em que a incerteza macroeconômica [global] está retardando a alocação de capital em mercados emergentes, as companhias brasileiras precisam trabalhar duro para aumentar sua visibilidade com a comunidade financeira dos EUA", acrescentou.

O levantamento mostra ainda que 12,5% dos investidores consultados estão muito otimistas com as empresas brasileiras, com outros 66,7% relativamente otimistas e 18,8% neutros. Não houve respostas indicando pessimismo.

No total, 33 grupos que investem na América Latina e no Brasil participaram do estudo, que foi conduzido de 26 de julho a 15 de agosto.

Trinta e nove por cento deles ampliaram os investimentos em ações no Brasil no último ano, 24% mantiveram suas aplicações e cerca de 36 por cento reduziram suas posições.

SMALL CAPS

Cerca de metade dos investidores norte-americanos consideram investir em empresas brasileiras listadas em Bolsa com valor de mercado de até US$ 5 bilhões, com a outra metade mencionando as maiores.

Ao mesmo tempo, a existência de recibos de ações nos EUA (ADRs) é um fator crítico para que os gestores invistam nas companhias brasileiras. Como normalmente são as grandes empresas que têm programas de ADRs, as menores --as "small caps"-- acabam tendo visibilidade inferior para atração de investimento.

Quanto aos setores e indústrias citados pelos investidores norte-americanos, o preferido no Brasil é o financeiro, seguido por construção, energia e consumo.


http://www1.folha.uol.com.br/mercado/96 ... tudo.shtml

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por Mares » 1/9/2011 22:46


Bovespa sobe 2,8% com 'euforia' por Copom


A brusca redução dos juros brasileiros deu novo alento para a Bolsa de Valores nacional, que amargava perdas de quase 19% neste ano, e fez ações bastante castigadas nos últimos meses subirem mais de 7% no pregão desta quinta-feira.

"O Banco Central deu uma guinada [ontem à noite] e praticamente mudou toda a política monetária. E essa notícia pegou um mercado que estava sedento por alguma boa notícia", comenta Antonio Cesar Amarante, analista da corretora Senso.

O Ibovespa, o termômetro do mercado acionário brasileiro, subiu mais de 3% ao longo de boa parte do dia, para avançar 2,87% no fechamento de hoje, atingindo os 58.118 pontos.

O volume financeiro também foi surpreendente, na casa dos R$ 9,5 bilhões, muito acima da média de R$ 5 bilhões vista nos últimos meses.

Os principais beneficados pela "corrida" de hoje foram ações do segmentos ligados ao consumo doméstico, como as redes varejistas, construtoras e bancos. Os papéis da PDG e Rossi avançaram mais de 7%, enquanto a ação da Tecnica disparou 8,8%, somente entre as imobiliárias.

No ramo de varejo, os papéis da Magazine Luiza valorizaram 8,7%, enquanto os ativos das Lojas Renner e Lojas Americanas subiram mais de 4%.

Já entre os bancos, as ações do Bradesco ganharam 7,4%, enquanto os papéis de BB e Itaú-Unibanco tiveram ganhos de 6,10% e 6,83%, respectivamente.

O relaxamento inesperado da política de juros ajudou a Bolsa nacional a escapar da derrocada generalizada nos mercados americanos, que fatalmente devem afetar os negócios de amanhã: em Nova York, o mundialmente influente índice de ações Dow Jones caiu 1%, enquanto o mais abrangente S&P500 cedeu 1,18%. A Casa Branca revisou para baixo as projeções de crescimento econômico deste ano e do próximo.

O dólar comercial avançou 1,50%, atingindo R$ 1,617 no encerramento das operações de hoje.

E no segmento de juros futuros, os principais contratos negociados desabaram: a taxa projetada para janeiro de 2012 passou de 11,95% para 11,36%. Para janeiro de 2013, a taxa prevista passou de 11,12% para 10,48%.

"Agora, o mercado já espera que em outubro [mês da próxima reunião do BC] vai haver um novo corte de juros", comenta Reginaldo Galhardo, diretor da corretora Treviso.

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/96 ... opom.shtml

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por Mares » 10/9/2011 17:47

A derrocada está em todo lugar...



Tensão global faz Bovespa recuar 3,2% no fechamento


A primeira semana "cheia" de setembro mostrou que os mercados financeiros ainda não deixaram a volatilidade de agosto para trás.

Em meio ao desânimo com os rumos das economias americana e europeia, as principais Bolsas de Valores registraram uma nova sessão de fortes perdas nesta sexta-feira enquanto a taxa de câmbio doméstica subiu pelo sétimo dia.

O índice Ibovespa retrocedeu 3,20% no fechamento, batendo os 55.778 pontos. O giro financeiro foi de R$ 5,3 bilhões.

Entre as ações mais negociadas do pregão, as cinco maiores quedas registradas hoje foram maiores que 6%, a exemplo dos papéis da PDG (queda de 6,75%), Rossi (6,70%) e Gafisa (6,62%).

Na verdade, entre as quase 70 ações que compõem o Ibovespa (que reúne os ativos mais procurados pelos investidores), apenas dois papéis tiveram alguma valorização: não por acaso, as ações da Usiminas (alta de 1,9% no caso das ordinárias, e de 0,92%, no caso preferenciais), em meio à especulações de uma possível compra pela CSN, mas desmentida pela siderúrgica.

O dólar comercial foi negociado por R$ 1,678, em um avanço de 1%, no maior preço desde 17 de março. "[O dólar] a R$ 1,70 não demora a chegar", comenta Alessandro Malagutti, operador da Vision Corretora, refletindo uma opinião já corrente nas mesas de operações.

Na BM&F, a taxa de câmbio projetada para dezembro atingiu R$ 1,711, em um aumento de 1,3% sobre o pregão de ontem.

Desde o final de agosto, a Bolsa brasileira cedeu 1,3%, enquanto o preço da divisa americana subiu 5,3%.

A Bolsa de Frankfurt, que chegou a derreter 5,3% na segunda-feira, quase repetiu esse desempenho, amargando perdas de 4% hoje. Fora do velho continente, a Bolsa de Nova York retrocedeu 2,69% --o índice Dow Jones, que abriu agosto na marca dos 12 mil pontos, hoje já ficou abaixo da marca dos 11 mil.

CETICISMO

Investidores e analistas encararam com ceticismo as medidas anunciadas ontem à noite (após o fechamento da Bovespa) pela Casa Branca para estimular a criação de empregos.

Apesar do valor orçado (cerca de US$ 400 bilhões) ser superior à cifra anteriormente divulgada, o teor do novo plano da gestão Obama não entusiasmou os comentaristas econômicos e muitos vaticinaram dificuldades para o projeto ser aprovado no Congresso.

"Como o processo depende de acordo com os republicanos no Congresso, as chances de ser executado ficam reduzidas, dando a impressão que se tratou de um passo mais político do que econômico de fato. Esse fato, somado ao sentimento da inércia europeia dá o tom pessimista no dia de hoje nos mercados mundiais", comenta a equipe de analistas da Lerosa Investimentos.

E hoje, mais uma autoridade econômica de influência mundial reforçou os apelos para que os países adotem mais medidas para evitar a recaída da economia mundial numa recessão.

A diretora-gerente do FMI (Fundo Monetário Internacional), Christine Lagarde, pediu 'urgência' e 'convicção' e inclusive 'medidas pouco convencionais' para combater a crise mundial.

"A atividade global se desacelerou, os riscos financeiros aumentaram, enquanto o reequilíbrio global da demanda, necessário para o crescimento global, se estagnou', disse ela, acrescentando que 'o risco de recessão supera o da inflação".

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/97 ... ento.shtml

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por Mares » 25/9/2011 19:44

Junto com o risco das bolsas tem também o risco cambial.


Real recua com aumento do medo nos mercados


Apesar da queda do real, as autoridades brasileiras mostram-se satisfeitas com o alívio da cotação da sua divisa.
Collapse Comunidade+ Vistos+ ComentadosFórumOs bancos europeus mais "odiados" pelos analistas 11:00Oferta de habitação nova começa a escassear em alguns locais 09:10Ninguém sai da política "com as mãos limpas" 08:47Jardim pede voto no PSD à esquerda e à direita 00:02“É nas dificuldades que se vêem o carácter e os homens” 00:15"Se Portugal e Madeira são dois países, dêem-nos a independência" 24/09/11Ninguém sai da política "com as mãos limpas" 08:47"Temos de procurar o entendimento com as pessoas" 24/09/11Governo quer despedir 50 mil funcionários públicos 24/09/11Preço da gasolina desce na próxima semana 14:50

.Sempre que o medo sobe de tom, as moedas menos líquidas e de países emergentes são afectadas. O fenómeno também atingiu o real.

A evolução do câmbio do real brasileiro voltou a ser condicionada por factores externos. A aversão ao risco que se faz sentir nos mercados internacionais tem penalizado as moedas menos líquidas ou de países emergentes e o real não tem escapado. Fala-se em escassez de dólares no mercado e o Banco Central não tem ajudado na oferta, visivelmente satisfeito com o recuo do real.

O mercado financeiro reduziu as previsões para o crescimento económico brasileiro neste ano e no próximo, além de cortar a expectativa de taxa de juros para 2012, mas elevou os cenários para a inflação e câmbio. A perspectiva para a alta do PIB em 2011 caiu pela sétima semana seguida, de 3,56% na semana passada para 3,52%, enquanto o de 2012 recuou pela quarta vez, de 3,80% para 3,70%. O Usd/Brl atingiu os valores mais altos desde Julho de 2010, quebrando em alta as importantes resistências nos 1,74 e 1,82 reais por dólar. A resistência seguinte está na zona 1,90/1,92.

Historicamente, o real cai muito mais depressa do que sobe e o movimento actual é coerente com essas características.

http://www.destakes.com/redir/aaefe2395 ... f8df8e267e

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por Mares » 30/9/2011 22:35


Bovespa tem pior desempenho mensal desde outubro de 2008


A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) encerrou o último pregão de setembro revelando um desempenho ainda pior do que agosto: o índice Ibovespa, que cedeu 2% nesta sexta-feira, acumulou uma perda de 7,4% no mês, o pior tombo mensal desde outubro de 2008 (a histórica queda de 24,8%).

No ano, a desvalorização chega a 24,5%, embutindo uma rara sequência de seis meses de perdas (de abril a setembro), não registrada desde 2008, na fase mais turbulenta da crise mundial.

O índice Ibovespa, que oscilou entre 53 mil e 58 mil pontos em setembro, finalizou o mês na ponta mais baixa, em 53.324 pontos. Analistas gráficos contavam que o indicador permanecesse acima dos 54 mil pontos para mostrar uma recuperação consistente. Abaixo desse valor, a Bolsa tende a oscilar na marca dos 51 mil pontos e 48 mil pontos (o patamar mais baixo registrado neste ano).

O giro financeiro, após vários dias magros, ficou acima dos R$ 6 bilhões, o valor médio para o período.

A Bolsa brasileira, na verdade, acompanhou o mau humor generalizado visto nas demais Bolsas, que sofreram perdas de 1,31% (Londres), 2,43% (Frankfurt) e 2,16% (Nova York).

O dólar comercial refletiu a alta aversão ao risco deste momento e bateu R$ 1,882, um aumento de 2% num só dia.

EUA, EUROPA E CHINA

Investidores e analistas seguem temerosos em relação à crise europeia, ainda longe de uma solução real e definitiva. A aprovação pelo parlamento alemão ao reforço do fundo de estabilidade financeira europeu trouxe algum alívio, mas não ao ponto de melhorar substancialmente o humor dos mercados.

O mercado ainda monitora as negociações da Grécia com o FMI, que avalia a liberação da última parcela do pacote do socorro financeiro acertado no ano passado, estimada em 8 bilhões de euros.

Ainda na Europa, outro indicador assustou os investidores: a inflação ao consumidor na zona do euro atingiu 3% (taxa anualizada) em setembro, bem acima das projeções de 2,5% do setor financeiro para o período. O número aumenta a apreensão dos mercados porque surge justamente num momento em que o BCE (Banco Central Europeu) é pressionado para reduzir os juros da região, num cenário de provável recaída numa recessão.

Nos EUA, o governo revelou que o nível de gastos dos americanos aumentou 0,2% em agosto (em linha com as expectativas), enquanto o nível de renda pessoal encolheu 0,1%, um desempenho bem pior do que o projetado por analistas do setor financeiro.

E finalmente, no front asiático, uma sondagem do banco HSBC apontou que uma contração do nível de atividade do setor manufatureiro chinês pelo terceiro mês consecutivo em setembro.

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/98 ... 2008.shtml

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por paubo » 2/11/2011 14:45

O Bovespa sofreu uma enorme desvalorização, tal como a generalidade dos índices ocidentais, no final de Julho e inicio de Agosto. Perdeu +- 20% em apenas 2 semanas.

O BVSP teve uma particularidade bastante interessante. Foi um dos primeiros índices a sinalizar uma inversão de tendência. Durante os primeiros meses deste ano vinha construindo um possível triângulo descendente, enquanto os principais índices europeus e americanos continuavam a sua caminhada ascendente.

Em Maio activou o triângulo descendente, com uma projecção de 9.3K, O seu target ,nos 54.5K, ficou curto. Apenas o suporte dos +-48K conseguiu parar a queda.

Neste momento, o índice vêm conseguindo fazer highers higs e highers lows relativos, o que demonstra força por parte dos touros. Contudo, na semana passada encontrou a agora histórica resistência dos +-60K e corrigiu. Ontem deixou um possível hammer.

Tenho seguido este índice com interesse. Não o negoceio, mas aparentemente vem sendo um importante farol para os restantes índices ocidentais.

A MA200 aparece nos gráficos semanais por engano... :lol:
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Update

por muadyb » 13/1/2012 0:32

Alguém poderá fazer um update deste Indice?

BN
 
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Re: Update

por paubo » 13/1/2012 19:28

muadyb Escreveu:Alguém poderá fazer um update deste Indice?

BN


Aqui fica sem a vela de hoje.

Neste momento perde +- 1,60%, reagindo novamente à resistência.

No entanto, existe um possível triângulo ascendente. O seu target é atirado 10% acima da resistência dos +-60K.
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por djovarius » 15/4/2013 17:25

Boas,

Hoje vou matar saudades do meu passado e recordar um índice que, para mim, é um grande "canário da mina" que são os mercados, por se tratar de um grande mercado emergente, sujeito a grandes alterações de humor, devido à perceção de risco.

Um gráfico mensal que mostra o período eufórico pós 2002, onde o índice multiplicou seu valor por nove.
Fez a máxima em 2008 - tendo despencado devido à crise da LB, mas ainda fez um duplo topo em 2010, mas depois seria o sul da Europa a fazê-lo recuar.

Nunca mais chegou a esses valores e agora está claramente "bear" em todos os prazos e muito perto de suportes importantes no longo prazo. Parece ter mais para cair, pelo menos 1.500 pontos no curto prazo...

Fica o ga

Abraço

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por djovarius » 8/6/2013 10:16

Boas,

Apesar de ser fds, não posso deixar de atualizar um índice, que continua a ser um belo "proxy" da perceção de risco dos mercados.
Não sei como ninguém pega nisto: eu posso dizer que tenho sido um urso contente. Afinal, no Brasil, é Inverno mesmo :lol: :lol: :lol:

Na última intervenção, disse que o índice estava pronto para a possibilidade de cair mais 1.500 pontos no curto prazo. Afinal, desde aí (15 Abril) até ontem à noite caiu cerca de 2.300 pontos, o que até não é muito em termos %%%, dá quase 5%.
Desde o início do ano já cedeu mais de 11.000 pontos, ou quase 20% - estamos mesmo em território minado de ursos.
Até agora, tudo bem, mas onde estão agora os suportes do Ibovespa?
Claramente nos 50.000 pontos e até podemos falar de toda a faixa até aos 48.000 pontos, sensivelmente.
Penso que em breve, as quedas serão contidas, embora seja assustador o facto deste índice ter caído ontem, mesmo com os mercados em franca recuperação.
Abaixo de 48.000 pontos... só mesmo os 30.000 para suportar (longo prazo).
Não creio nesse descalabro.

Fica o gráfico mensal de um índice que desenvolve belas tendências, daí, sempre interessante para "trading" em prazos superiores a um mês.

Abraço

Excelente fds

dj
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por djovarius » 11/6/2013 14:40

Boas,

Os 50.000 pontos já cá cantam, agora veremos se para aqui ou ainda vai desafiar o restante espaço de suporte, até cerca de 48.000 pontos...

Abraço

dj
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por djovarius » 5/7/2013 15:55

Parece um relato de futebol, mas continua tudo conforme o previsto.

Já vamos nos 45.000 pontos.
No gráfico MENSAL há uma resistência horizontal (fraca) em torno dos 43.600 - onde deve parar para respirar, mas o caminho deve ser mesmo a casa dos 30.000 pontos.
A linha diagonal não tem a validade técnica de uma LT, mas ainda assim mostra como o fabuloso bull market que começou em 2002 está em forte risco.
E se não é de crer que voltaremos a 12.000 pontos, podemos apontar como valor viável os 30.000 pontos ou pouco acima - mínimos de Outubro de 2008 !!

É um mercado, que, para mim, foi sempre um farol de outros ativos financeiros, talvez devido ao fator de risco associado aos chamados mercados emergentes.

Claro que, como sempre, o caminho das quedas, como das subidas, não é linear, pode haver uma recuperação, mas isso não impede que a tendência de médio a longo prazo seja a de descida.

Abraço

dj
Anexos
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Bovespa(Monthly).png (34.08 KiB) Visualizado 4854 vezes
Editado pela última vez por djovarius em 5/7/2013 16:04, num total de 1 vez.
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por Figueiraa1 » 5/7/2013 16:01

dj
Tenho a emissora sintonizada :mrgreen:



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por djovarius » 5/7/2013 16:04

Já editei o post com o gráfico mensal mais atualizado possível
Cuidado com o que desejas pois todo o Universo pode se conjugar para a sua realização.
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Re: Bovespa

por andre.santos » 28/8/2013 11:54

Ninguem está a seguir o Bovespa nem o que se passou com as empresas e a fortuna do Eike Batista?
Gostaria de saber o que se passa no Bovespa mas não encontro nada recente no fórum..
Cumprimentos,
André dos Santos
 
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Re: Bovespa

por Eurouro » 28/8/2013 12:40

andre.santos Escreveu:Ninguem está a seguir o Bovespa nem o que se passou com as empresas e a fortuna do Eike Batista?
Gostaria de saber o que se passa no Bovespa mas não encontro nada recente no fórum..



É tremendo como o homem que chegou a ser o mais rico do Brasil e esteve nos 10 primeiros do mundo há 3 ou 4 anos e dum momento para o outro algo correu mal...

É a sustentabilidade da participação dos negócios! O risco de cada empresa! Será isso possivel com a Berkshire Hathaway um dia? penso que não. É completamente diferente. As participações de Buffett têm sumo, as de Eike Batista teriam...

No entanto Eike, dizia em 2010 que daqui por 4 ou 5 anos pretendia estar entre os 3 primeiros...
 
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Re: Bovespa

por andre.santos » 28/8/2013 12:52

Segundo o que percebi, do pouco que li, esta destruição de riqueza foi porque uma das suas empresas de exploração de petroleo que tinha como objetivo 1 milhão de barris por dia afinal so consegue 100 mil (ou algo parecido) da exploração do poço e as ações cairam a pique e neste momento Eike tem uma fortuna de "apenas" 150 milhões.
Mas gostava que os mais atentos ao que se passou que deixassem comentários a explicar melhor..
Cumprimentos,
André dos Santos
 
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Re: Bovespa

por andre.santos » 28/8/2013 12:58

Eurouro Escreveu:
andre.santos Escreveu:Ninguem está a seguir o Bovespa nem o que se passou com as empresas e a fortuna do Eike Batista?
Gostaria de saber o que se passa no Bovespa mas não encontro nada recente no fórum..



É tremendo como o homem que chegou a ser o mais rico do Brasil e esteve nos 10 primeiros do mundo há 3 ou 4 anos e dum momento para o outro algo correu mal...

É a sustentabilidade da participação dos negócios! O risco de cada empresa! Será isso possivel com a Berkshire Hathaway um dia? penso que não. É completamente diferente. As participações de Buffett têm sumo, as de Eike Batista teriam...

No entanto Eike, dizia em 2010 que daqui por 4 ou 5 anos pretendia estar entre os 3 primeiros...


Para acontecer isto com a Berkshire Hathaway, a meu ver, só se a economia america for a falencia que os investimentos da Berkshire são em empresas fundamentais da economia dos EUA... Mas como é obvio é normal que em crises como a actual a sua riqueza tenha diminuido.
Cumprimentos,
André dos Santos
 
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Re: Bovespa

por Eurouro » 28/8/2013 13:00

andre.santos Escreveu:Segundo o que percebi, do pouco que li, esta destruição de riqueza foi porque uma das suas empresas de exploração de petroleo que tinha como objetivo 1 milhão de barris por dia afinal so consegue 100 mil (ou algo parecido) da exploração do poço e as ações cairam a pique e neste momento Eike tem uma fortuna de "apenas" 150 milhões.
Mas gostava que os mais atentos ao que se passou que deixassem comentários a explicar melhor..


Pois eu tenho a ideia que Eika não tem apenas 150 milhoes como dizes, até porque ele tem outras participações noutros sectores lucrativos. Esses 150milhoes devem dizer respeito das petroliferas...
Creio que poucos foristas seguem o que se passa no Brasil, inclusive com Eike Batista. A mim até me admira como é que as acções da Galp não tenham sofrido um revés também, mas pronto.
 
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