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por Açor3 » 19/11/2008 20:40

BE pede demissão de Dias Loureiro de conselheiro de Estado

O Bloco de Esquerda pediu a demissão do conselheiro de Estado Manuel Dias Loureiro na sequência da divulgação de noticias que apontam a participação do antigo administrador da sociedade proprietária do BPN num negócio ocultado às autoridades.
«A ser verdade tal facto», Dias Loureiro «devia demitir-se de conselheiro de Estado», disse o líder bloquista, Francisco Louçã, esta quarta-feira, durante uma discussão sobre a audição parlamentar do ex-administrador da Sociedade Lusa de Negócios.

A audição de Dias Loureiro, bem como de outros antigos responsáveis do banco, foram chumbadas pelo PS, esta quarta-feira, com base no argumento de que existe uma investigação judicial em curso sobre o caso BPN.
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por Açor3 » 20/11/2008 1:04

Finanças
Presidente do Banco Privado Português
Rendeiro: «Sistema financeiro português está em dificuldades»

Responsável diz que banca nacional está, de facto, a ser afectada pela crise global
O presidente do Banco Privado Português (BPP), João Rendeiro, considera que o sistema financeiro português está, na sua generalidade, em dificuldades.

Em entrevista à «SIC Notícias», o presidente do primeiro banco português a admitir que precisa de ajuda, mostrou-se mais pessimista que a maioria dos seus homólogos, ao admitir que os bancos nacionais estão, de facto, em dificuldades «na medida que o sistema financeiro internacional também está».

Embora não comente as declarações ligeiramente mais «optimistas» dos outros responsáveis do sector-alguns ainda a ponderar se recorrerão ou não às ajudas do Estado-, João Rendeiro lembra que «basta ir até Lomdres ou até Nova Iorque, dois grandes centros financeiros, para se sentir o clima que se vive».

«É talvez a maior crise dos últimos 70 anos», afirmou o presidente do BPP, acrescentando que, se se evita dizer que o sistema nacional está também mal, «não estamos a entender o que se passa».

«A nível global esta é uma situação delicada», afirmou
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por Açor3 » 20/11/2008 9:17

Antigos accionistas do BPN avaliam acção contra Estado por causa de indemnização
Os accionistas da Sociedade Lusa de Negócios (SLN) vão decidir em breve sobre a possível acção contra o Estado por causa dos critérios de fixação da indemnização destinada a compensar os investidores pela nacionalização do Banco Português de Negócios (BPN).

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Maria João Gago
mjgago@mediafin.pt


Os accionistas da Sociedade Lusa de Negócios (SLN) vão decidir em breve sobre a possível acção contra o Estado por causa dos critérios de fixação da indemnização destinada a compensar os investidores pela nacionalização do Banco Português de Negócios (BPN).

Ao que o Negócios apurou, é cada vez mais forte a probabilidade de os antigos proprietários do BPN processarem o Estado por considerarem inconstitucional aquele ponto da lei das nacionalizações.
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por Açor3 » 20/11/2008 14:14

Santos Silva diz que intervenção no BPN foi acertada
O presidente do BPI, Artur Santos Silva, classificou hoje de "acertada" e "necessária" a intervenção do governo no Banco Português de Negócios (BPN).

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Jornal de Negócios com Lusa


O presidente do BPI, Artur Santos Silva, classificou hoje de “acertada” e “necessária” a intervenção do governo no Banco Português de Negócios (BPN).

Referindo-se à decisão do Executivo de nacionalizar o BPN, Santos Silva disse que essa “foi uma medida acertada”, notando que “era necessária uma solução”, dado “o peso importante” do BPN no sector financeiro português.

O mesmo responsável referiu, em declarações aos jornalistas à margem do II Encontro da Rede PME Inovação COTEC, que era “fundamental transmitir confiança” no sistema, para que as pessoas se sentissem “protegidas”.

O Governo português anunciou no início de Novembro a nacionalização do BPN na sequência de perdas não declaradas no valor de 700 milhões de euros e da impossibilidade de cumprimento dos rácios de capital obrigatórios por lei.

A Cotec Portugal - associação empresarial para a inovação - foi constituída em Abril de 2003, por iniciativa do Presidente da República Jorge Sampaio, com vista a contribuir para o aumento da competitividade das empresas portuguesas através do desenvolvimento e difusão de uma cultura e prática de inovação.

Elogiando a autoridade de supervisão do sistema financeiro português, Santos Silva disse, contudo, que “em situações em que há fraudes, não é possível chegar lá”.

“A intervenção [decidida pelas autoridades] é muito positiva”, afirmou, mas isso não impede que se aprenda “com situações mais críticas”. A título de exemplo, Santos Silva recordou o que se passou com o Banesto em Espanha.
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por Açor3 » 20/11/2008 16:11

Problemas na banca resultam de falta de controlo das sociedades
2008/11/20 14:19Redacção / MDAAAA
«Os controlos societários não funcionam», defende
O presidente da Comissão dos Mercados de Valores Mobiliários(CMVM), Carlos Tavares, disse esta quinta-feira que os problemas no BPN e no BCP foram devidos «à falta de controlo do governo das sociedades», escreve a agência «Lusa».

Carlos Tavares, que abordou o tema «informação financeira e mercado de capitais» no XII Congresso de Contabilidade e Auditoria que decorre na Universidade de Aveiro, ao responder a questões do público, defendeu que «os problemas no BCP e BPN teriam seguramente sido evitados se houvesse regulamentação sobre a governação das sociedades».

«Os controlos societários não funcionam e não há administradores independentes Os administradores não executivos vão às sociedades uma vez por mês e não questionam as decisões», disse.

Segundo Carlos Tavares, «os accionistas também não pedem habitualmente explicações nas assembleias-gerais» e «há a prática indesejável das instituições financiarem a compra de capital, o que deixa os accionistas numa situação de dependência».

Sobre o caso do BPN, Carlos Tavares não quis entrar em detalhes, limitando-se apenas a justificar: «não posso e não devo».

Comentando a crise internacional, o presidente da CMVM referiu que houve uma expansão da economia financeira sem tradução na economia real, nomeadamente com liquidez abundante e baixas taxas de juro.
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Última Hora...

por Açor3 » 20/11/2008 17:45

Operação Furacão
Oliveira e Costa constituído arguido
Por Felícia Cabrita
José Oliveira e Costa, antigo administrador do BPN, foi hoje constituído arguido, após o Ministério Público (MP), a Inspecção Tributária e a Guarda Fiscal terem realizado uma série de buscas a várias das suas residências, soube o SOL
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por Açor3 » 20/11/2008 19:14

Casa de Oliveira e Costa alvo de buscas
A casa do ex-presidente do BPN, José Oliveira e Costa, está a ser alvo de buscas. Equipas da Brigada Fiscal, Inspecção Tributária e Ministério Público fazem buscas na casa de Lisboa e noutras casas suas, revela a Antena1.

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Jornal de Negócios Online
negocios@mediafin.pt


A casa do ex-presidente do BPN, José Oliveira e Costa, está a ser alvo de buscas. Equipas da Brigada Fiscal, Inspecção Tributária e Ministério Público fazem buscas na casa de Lisboa e noutras casas suas, revela a Antena1.

O ex-gestor do Banco Português de Negócios terá sido já constituído arguido no âmbito da Operação Furacão, segundo informações do semanário Sol.

O BPN foi nacionalizado pelo Governo a 2 de Novembro e está neste momento sob gestão da Caixa Geral de Depósitos. O então presidente do grupo Miguel Cadilhe entregou ao Ministério Público um conjunto de documentos dias antes da nacionalização, tendo o processo transitado para a equipa que investiga a Operação Furacão
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por Açor3 » 20/11/2008 19:15

Garantia do Estado
Teixeira dos Santos diz que tem mais pedidos de bancos para utilizar garantia do Estado
O ministro das Finanças ainda não viabilizou o pedido de garantia feito pelo Banco Privado. E confirma que já tem outros pedidos para avaliar.

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António Larguesa
alarguesa@mediafin.pt


O ministro das Finanças ainda não viabilizou o pedido de garantia feito pelo Banco Privado. E confirma que já tem outros pedidos para avaliar.

“Até este momento ainda não assinei nenhum aval”. Foi desta forma que o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, respondeu à pergunta de Francisco Louçã sobre a decisão do Governo quanto ao pedido de garantia de 750 milhões de euros do Banco Privado Português (BPP).

Na comissão de orçamento e finanças, onde se deslocou para discutir as propostas de Orçamento do Estado para 2009, o ministro confirmou, contudo, que João Rendeiro não é o único à espera de apreciação: “Alguns estão a ser preparados, dentro em breve é natural que venha a assinar alguns desses pedidos”, adiantou.

Sobre o programa de recapitalização dos bancos, para o qual o Estado disponibilizou 4 mil milhões de euros, o ministro considera “muito natural que as instituições que queiram reforçar os rácios de solvabilidade recorram primeiro aos seus accionistas antes de recorrerem ao Estado”.
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por Rockerduck » 20/11/2008 19:20

José Oliveira e Costa detido por suspeita de burla agravada e fraude fiscal
Após duas buscas domiciliárias
José Oliveira e Costa detido por suspeita de burla agravada e fraude fiscal
20.11.2008 - 17h50
Por António Arnaldo Mesquita, Mariana Oliveira
PÚBLICO

Oliveira e Costa vai ser ainda hoje sujeito a primeiro interrogatório judicialJosé Oliveira Costa, fundador do grupo Sociedade Lusa de Negócios, que integra o BPN, foi detido hoje na sequência de duas buscas domiciliárias feitas a uma quinta que possui na zona do Cartaxo e a uma residência em Lisboa, por suspeita de burla agravada, falsificação de documentos, fraude fiscal e branquemento de capitais numa das investigações pendentes no Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP).

O arguido vai ser apresentado ainda hoje no Tribunal Central de Instrução Criminal em Lisboa para primeiro interrogatório judicial e fixação das respectivas medidas de coacção.

O ex-secretário de Estado dos Assuntos Fiscais de um dos governos de Cavaco Silva possuía quase quatro por cento do capital do Banco Português de Negócios (BPN), tendo sido presidente do conselho de administração da instituição entre 1997 e Fevereiro deste ano. Oliveira Costa abandonou as funções executivas no BPN, mantendo-se, no entanto, nos bastidores do banco, como membro do respectivo Conselho Superior, ao passo que um seu filho, José Augusto Oliveira Costa, ficou com funções na administração.

A detenção de Oliveira Costa foi feita no âmbito da investigação que o procurador-geral da República, Pinto Monteiro, anunciou estar pendente no DCIAP, que terá sido aberta com base em informações transmitidas ao Banco de Portugal pelo Banco de Cabo Verde, bem como em factos apurados na auditoria efectuada por iniciativa do ex-presidente do BPN, Miguel Cadilhe. Embora o BPN seja uma das cinco instituições bancárias referenciada na operação Furacão, Oliveira Costa não foi ainda constituído como arguido neste megaprocesso, que já tem centenas de arguidos, nomeadamente empresas, sociedades de advogados e respectivos clientes.

http://economia.publico.clix.pt/noticia ... idCanal=57
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por tiagopt2 » 20/11/2008 19:24

Bem, isto é mesmo muito estranho... Será que é desta que um criminoso de colarinho branco é verdadeiramente punido? Não pode ser, só acredito depois de ver factos :lol:
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por Açor3 » 20/11/2008 19:31

BPN: PSD votará a favor de inquérito parlamentar
«Se houver um pedido de inquérito parlamentar, obviamente que o PSD vota a favor», declarou Ferreira Leite

A presidente do PSD, Manuela Ferreira Leite, anunciou esta quinta-feira que se o CDS-PP propuser um inquérito parlamentar sobre o BPN o grupo parlamentar social-democrata votará a favor da proposta, noticia a Lusa.

«Se houver um pedido de inquérito parlamentar, obviamente que o PSD vota a favor», declarou Manuela Ferreira Leite aos jornalistas, no final de uma reunião com a plataforma sindical de professores, na sede nacional do PSD.

«A única coisa que fico verdadeiramente suspensa é de ver qual é que é a posição do PS perante esse pedido de inquérito. Gostaria bem de saber, se o recusarem e portanto se forem necessários os nossos votos, que terão com certeza, quais é que são os fundamentos para negar esse processo de inquérito», acrescentou a presidente do PSD.

Manuela Ferreira Leite disse ainda que «gostaria muito de conhecer quais é que são os fundamentos para negar a audição das pessoas que estão envolvidas no processo», referindo-se às audições chumbadas pelos socialistas em comissão parlamentar.
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por trinamixx » 20/11/2008 19:40

Finibanco foi vendido...Proximas manchetes do jornal e TV...
 
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por Açor3 » 20/11/2008 19:54

Após duas buscas domiciliárias
BPN: Oliveira e Costa já foi detido
2008/11/20 18:07Redacção / CPSAAAA
Suspeita de burla agravada e fraude fiscal

José Oliveira Costa já foi detido na sequência de duas buscas domiciliárias feitas a uma quinta que possui na zona do Cartaxo e a uma residência em Lisboa.

O fundador do grupo Sociedade Lusa de Negócios, que integra o BPN, é acusado de burla agravada, falsificação de documentos, fraude fiscal e branqueamento de capitais numa das investigações pendentes no Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP).

Segundo a «Lusa», o Ministério Público, a Inspecção Tributária e a Guarda Fiscal realizaram buscas às residências do antigo presidente do Banco Português de Negócios (BPN), José de Oliveira e Costa, que foi constituído arguido.

Segundo uma fonte judicial, foi apreendida alguma «documentação e material de relevo».

Medidas de coacção só serão conhecidas amanhã

O jornal «Público», por sua vez, diz que o arguido vai ser apresentado ainda esta noite no Tribunal Central de Instrução Criminal em Lisboa para primeiro interrogatório judicial e fixação das respectivas medidas de coacção.

Dada a gravidade e extensão dos factos não será de excluir que esta diligência venha a ser interrompida prosseguindo amanhã, porque o Código de Processo Penal aconselha que os arguidos não sejam interrogados pela noite fora como já chegou a acontecer.
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por Açor3 » 20/11/2008 20:44

José Oliveira e Costa detido por suspeita de burla agravada e fraude fiscal (act.)
José Oliveira e Costa, fundador do grupo Sociedade Lusa de Negócios, que integra o BPN, foi detido hoje na sequência de duas buscas domiciliárias feitas a uma quinta que possui na zona do Cartaxo e a uma residência em Lisboa, por suspeita de burla agravada, falsificação de documentos, fraude fiscal e branqueamento de capitais numa das investigações pendentes no Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP).

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Jornal de Negócios Online
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José Oliveira e Costa, fundador do grupo Sociedade Lusa de Negócios, que integra o BPN, foi detido hoje na sequência de duas buscas domiciliárias feitas a uma quinta que possui na zona do Cartaxo e a uma residência em Lisboa, por suspeita de burla agravada, falsificação de documentos, fraude fiscal e branqueamento de capitais numa das investigações pendentes no Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP).

O arguido vai ser apresentado ainda hoje no Tribunal Central de Instrução Criminal em Lisboa para primeiro interrogatório judicial e fixação das respectivas medidas de coacção, noticiou esta tarde o “Público online”.

Esta informação já foi confirmada pela Procuradoria-Geral da República (PGR), que emitiu um comunicado onde revela que Oliveira e Costa "foi constituído arguido" e que deverá prestar declarações perante o Tribunal Central Instrução Criminal, "para primeiro interrogatório e aplicação de medidas de coacção".

Devido à sua idade (73 anos), Oliveira e Costa já não deverá ser alvo de prisão preventiva uma vez que, de acordo com as mais recentes regras do código penal, a idade pode ser considerada pelo juiz como um atenuante.

O ex-secretário de Estado dos Assuntos Fiscais de um dos governos de Cavaco Silva possuía quase 4% do capital do Banco Português de Negócios (BPN), tendo sido presidente do conselho de administração da instituição entre 1997 e Fevereiro deste ano.

A detenção de Oliveira Costa foi feita no âmbito da investigação que o Procurador-geral da República, Pinto Monteiro, anunciou estar pendente no DCIAP, que terá sido aberta com base em informações transmitidas ao Banco de Portugal pelo Banco de Cabo Verde, bem como em factos apurados na auditoria efectuada por iniciativa do ex-presidente do BPN, Miguel Cadilhe, avançou esta tarde o “Público online”.
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por Crómio » 20/11/2008 20:55

tiagopt Escreveu:Bem, isto é mesmo muito estranho... Será que é desta que um criminoso de colarinho branco é verdadeiramente punido? Não pode ser, só acredito depois de ver factos :lol:


Deviam abrir um put para essa opção... comprava 2 camiões.

Abraço
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William Bernstein
 
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por Panizzi » 20/11/2008 21:11

Bem as declarações de Menezes é que são deveras engraçadas....
 
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por jony_cash » 20/11/2008 22:04

Primeiro deixaram o homem destruir as provas só 2 semanas depois fazem as buscas e a detenção.

Só mesmo em Portugal. Se fosse nos US ia logo de preso pelo FBI e depois logo se via.

Agora o caso vai arrastar pelos tribunais e ninguém vai ser preso não tenham dúvidas.

BN
 
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por Açor3 » 21/11/2008 9:46

Banqueiro suspeito de burla e branqueamento


CARLOS RODRIGUES LIMA
GONÇALO BORGES DIAS (foto)
Minifuracão. A presença de Oliveira e Costa no Tribunal Central de Instrução Criminal foi o culminar de uma operação do Ministério Público que envolveu buscas em Aveiro, Cartaxo e em Lisboa. O ex-presidente do BPN é o primeiro banqueiro de topo a entrar num tribunal na condição de detido
Foi perto das 21.00 de ontem que José Oliveira e Costa, ex-presidente do BPN, entrou, como arguido, para a garagem do Tribunal Central de Instrução Criminal (TCIC). Ficando para a História como o primeiro banqueiro de topo em Portugal suspeito de cometer crimes no exercício de funções: burla agravada, falsificação de documentos, fraude fiscal e branqueamento de capitais são, segundo apurou o DN, as suspeitas que incidem sobre o antigo homem forte do BPN.

Um desfecho esperado depois de, nos últimos meses, se ter assistido a uma catadupa de informações públicas sobre a sua gestão à frente do banco. O processo que está na origem da sua "detenção" diz respeito, não à Operação Furacão, mas sim aos elementos fornecidos pelo Banco de Portugal ao Ministério Público e à auditoria ordenada por Miguel Cadilhe à gestão do BPN.

Durante o dia de ontem, uma pequena equipa de procuradores, militares da Brigada Fiscal da GNR e inspectores tributários montaram uma operação de busca em três localidades, nas quais Oliveira e Costa possuiu residência: Aveiro, Cartaxo e em Lisboa. Terá sido numa propriedade do Cartaxo que os investigadores recolheram documentação com interesse para o processo.

À hora de fecho desta edição, Oliveira e Costa ainda se encontrava a ser interrogado pelo juiz Carlos Alexandre do TCIC. Um interrogatório que poderá prolongar-se ainda hoje, dado que o novo Código do Processo Penal já não permite as "maratonas noctívogas" como, por exemplo, se assistiu na fase de inquérito do processo da Casa Pia.

O facto de o Ministério Público ter apresentado o arguido ao juiz de instrução, isto quer dizer que os procuradores pretendiam a aplicação de medidas de coacção para além do Termo de Identidade e Residência (TIR).

Oliveira e Costa terá sido confrontado com os factos recolhidos pela investigação. A expectativa residia no comportamento no ex-presidente do BPN: iria rejeitar as acusações ou mostrar-se-ia colaborante?

Tendo em conta que se está perante suspeitas de crimes económicos, o MP poderá pedir a aplicação de uma caução e, caso haja elementos que indiciem perigo de fuga, a prisão domiciliária é outra hipótese.

Ao fim da tarde de ontem, uma fonte ligada a esta investigação garantiu ao DN que o MP não ia para o interrogatório com propostas de medidas de coacção pré-estabelecidas. "No decorrer do interrogatório é que se perceberá qual a atitude do arguido. Só depois serão propostas as medidas de coacção", explicou a mesma fonte.

O antigo presidente do BPN é suspeito de ser o principal responsável por uma série de actos de gestão que levaram à queda do banco (obrigando o Governo a avançar para a nacionalização). A ocultação do Banco Insular, a criação de um balcão virtual, que seria gerido através de um computador portátil, terão sido os principais temas do interrogatório. É que por detrás destas situações poderá estar a prática de crimes.

Oliveira e Costa, antigo secretário de Estado dos Assuntos Fiscais de um dos governos de Cavaco Silva detinha quase quatro por cento do capital do BPN, tendo sido presidente do conselho de administração da instituição entre 1997 e Fevereiro deste ano. Abandonando as funções executivas, mas mantendo-se, no entanto, nos bastidores do banco, como membro do respectivo Conselho Superior. A sua queda começou com a entrada de Miguel Cadilhe na liderança do BPN, a instituição que, em 1997, fundou. E que liderava com mão de ferro.|
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por Açor3 » 21/11/2008 9:52

21 Novembro 2008 - 01h30

BPN: Ex-presidente planeou estratégia para salvar o seu património e divorciou-se pouco depois de sair do banco
Mulher fica com bens do casal
O ex-presidente do Banco Português de Negócios (BPN) José de Oliveira e Costa, que ontem foi detido e constituído arguido pelos crimes de burla agravada, fraude fiscal qualificada, branqueamento de capitais e falsificação de documentos, garantiu há oito meses que nenhum do património pessoal pudesse ser congelado ou executado.




Com efeito, pouco tempo depois de ser concretizado o afastamento do banco (15 de Fevereiro de 2008), Oliveira e Costa divorciava-se da mulher, Maria Yolanda Rodrigues Alves de Oliveira e Costa, com quem esteve casado durante 42 anos.

O divórcio foi realizado por mútuo consentimento e com a apresentação de uma relação de bens comuns para partilha que atribuiu de imediato à mulher a casa de morada de família, situada na Av. Álvares Cabral, nº 45, em Lisboa.

A necessidade de apressar o divórcio e a partilha levaram o casal Oliveira e Costa a renunciar ao prazo de recurso como permite o nº 1 do Artigo 681 do Código de Processo Civil – uma renúncia que só pode ser decretada e aceite se ambas as partes dela beneficiarem.

A decisão final de divórcio foi decretada no dia 3 de Março, menos de um mês depois de os accionistas o terem afastado da presidência do BPN. Ontem, conduzido ao Tribunal Central de Instrução Criminal, foi interrogado pelo juiz Carlos Alexandre sobre as transacções financeiras e negócios imobiliários sobrevalorizados do BPN em Cabo Verde e em paraísos fiscais, apanhadas na ‘Operação Furacão’.

Oliveira e Costa foi detido no Cartaxo depois de ter estado várias semanas fora do País, provavelmente no Brasil. As autoridades fizeram ainda buscas a uma das suas casas, em Lisboa. O interrogatório começou às 21h00 e terminou às 00h30. 'Está a colaborar com a Justiça e regressa a casa', disse o advogado do arguido à saída, acrescentando que o interrogatório recomeça hoje às 10h00. O arguido ficou em regime de detenção, depois de ter saído do tribunal na sequência de uma operação de diversão dos jornalistas com um carro da Brigada Fiscal.

ACUSAÇÕES

BRANQUEAMENTO

O crime de branqueamento de capitais imputado a Oliveira e Costa é o que admite uma maior pena de cadeia. Está em causa a suspeita de que muitas das operações financeiras feitas no banco serviam para ocultar a origem das verbas.

FRAUDE FISCAL

O crime de fraude fiscal qualificada está previsto nos artigos 103 e 104 do Regime Geral das Infracções Tributária (RGIT) e é a espinha dorsal de toda a ‘Operação Furacão’.No caso do BPN, são diversas as operações registadas em offshores para fugir aos impostos e também para receber comissões de negócios, que eram distribuídas por administradores.

OS ACTIVOS EXTRAVAGANTES

JUAN MIRÓ

O BPN ficou com uma colecção de quadros do artista Juan Miró como garantia de um empréstimo concedido a uma empresa espanhola.

MOEDAS EURO

Cinco milhões de moedas comemorativas do Euro’2004 (em ouro e prata) no valor de 40 milhões de euros não foram vendidas. O Banco de Portugal era um potencial comprador.

JÓIAS DO FARAÓ

O banco tem uma importante colecção de várias antiguidades egípcias que foram adquiridas através de um empresário amigo de Oliveira e Costa.

'OPERAÇÃO FURACÃO' DECISIVA PARA A QUEDA DO EX-GOVERNANTE

O procurador-geral da República, Pinto Monteiro, está disponível para ir ao Parlamento prestar declarações sobre o caso BPN, que sofreu um forte impulso com toda a documentação apanhada pela ‘Operação Furacão’. Dois dos quatro inquéritos sobre o banco em curso no Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) são relativos à ‘Furacão’ e foram abertos numa altura em que a se agudizava a crise no banco.

As participações posteriores de Vítor Constâncio e de Miguel Cadilhe foram feitas a Maria José Morgado, mas passaram para as mãos do departamento liderado por Cândida Almeida. Aí, os casos foram distribuídos aos magistrados Rosário Teixeira, que dirige a ‘Furacão’, e a Vítor Guimarães, agora também com o Freeport.

POBRE CHEGA A BANQUEIRO

Ninguém imaginava que Oliveira e Costa, que trabalhava num escritório e estudava à noite, iria um dia fazer parte de um Governo e mais tarde alcançar a posição de banqueiro. Mas o rapaz pobre de Esgueira, concelho de Aveiro, acabou por subir a pulso a corda da vida. Termina o liceu, licencia-se em Economia e, em meados da década de 70, entra para o Banco de Portugal, onde se torna amigo de Cavaco Silva. No rol das distintas amizades está ainda Miguel Cadilhe, que conhece na Faculdade de Economia do Porto.

A partir de 1979 faz carreira na alta finança: é presidente da Sociedade Financeira, vice-presidente do Banco Nacional Ultramarino e vice-presidente do Banco Pinto & Sotto Mayor.

Quando Cavaco Silva forma o primeiro Governo, em 1985, Miguel Cadilhe é ministro das Finanças e Oliveira e Costa secretário de Estado dos Assuntos Fiscais.

Oliveira e Costa abandona funções governativas em 1991. Mas o primeiro-ministro, Cavaco Silva, oferece-lhe um lugar na Europa – como vice-presidente do Banco Europeu de Investimentos. Regressado a Portugal, funda, em 1993, o Banco Português de Negócios (BPN) – do qual foi presidente até Fevereiro deste ano.

PATRÃO DE 25 EMPRESAS

O ex-presidente do Banco Português de Negócios (BPN) acumulava cargos de direcção em pelo menos 25 empresas do Grupo Sociedade Lusa de Negócios (SLN), o que lhe permitia realizar transacções e receber comissões sem o conhecimento dos restantes accionistas da holding SLN-Valores, apurou o Correio da Manhã junto de fontes da SLN. Esta situação, à qual se juntou o desenvolvimento de uma teia de relações familiares – com a colocação do filho (José Augusto Rodrigues Oliveira e Costa) na administração do Banco Efisa, da filha (Iolanda Maria Oliveira e Costa) e do genro (João José Abrantes) à frente de várias participadas do universo BPN (Datacomp, Infobusiness, Rentilusa, BPN-Crédito, BPN-Leasing, entre outras) – veio aumentar o mal-estar entre os principais accionistas da holding SNL-Valores.

Oliveira e Costa tinha cargos de direcção no BPN-Participações Financeiras, BPN-Crédito, BPN-Madeira, BPN-SGPS, Caves Raposeira, Grupo Português de Saúde, Partinvest, Real Seguros, Murganheira, Urbigarden, Tapada de Chaves, entre outras empresas detidas pelo banco. Uma realidade que alguns accionistas questionavam, exigindo nomeadamente a separação dos negócios entre as áreas financeira e não-financeira dentro do universo BPN e a constituição de dois conselhos de administração distintos para cada uma delas, que reportariam a uma comissão executiva controlada por um conselho superior – onde estariam representados todos os accionistas da SLN--Valores.

Esta exigência de descentralização de cargos dentro do Grupo acentuou-se depois das buscas à sede do BPN no início da ‘Operação Furacão’, em 2005. Ontem mesmo, o presidente da Comissão de Mercado dos Valores Mobiliários (CMVM) veio esclarecer que os problemas do BPN se ficaram a dever 'à falta de controlo do Governo sobre as sociedades'. Carlos Tavares disse que 'os controlos societários não funcionam e não há administradores independentes. Os administradores não-executivos vão às sociedades uma vez por mês e não questionam as decisões'. O presidente da CMVM – que falava no XII Congresso de Contabilidade e Auditoria, que decorre na Universidade de Aveiro – acrescentou que 'os accionistas não pedem habitualmente explicações nas assembleias gerais e há a prática indesejável de as instituições financiarem a compra de capital, o que deixa os accionistas numa situação de dependência'.

EMPRÉSTIMOS E PATROCÍNIOS

O ex-ministro da Saúde Arlindo de Carvalho e o deputado social--democrata Duarte Lima foram contemplados com dois empréstimos do BPN de vinte e de cinco milhões de euros, noticiou o jornal ‘Público’, citando os relatórios preliminares da auditoria realizada pela Deloitte a pedido do ex-presidente do banco Miguel Cadilhe.

Segundo apurou o Correio da Manhã, para além daqueles empréstimos o BPN terá patrocinado o concerto para angariação de fundos da Associação Portuguesa contra a Leucemia (de que Duarte Lima foi um dos fundadores) que ocorreu em Janeiro no Pavilhão Atlântico.

SAIBA MAIS

CRIADO EM 1993

O BPN foi criado em 1993 como resultado da fusão das sociedades financeiras Soserfin e Norcrédito.

56,7

milhões de euros foi o resultado líquido consolidado do Grupo BPN no exercício de 2007.

‘COMPLIANCE’

Apesar de todas as irregularidades detectadas nos negócios do BPN, o banco tinha um departamento de ‘compliance’ que tinha por missão supervisionar o cumprimento e a correcta aplicação nas empresas do Grupo.

NOTAS

CGD: CONTAS NO BPN

A Caixa Geral de Depósitos (CGD), que acabou por ficar com o BPN, tinha várias contas abertas no banco de Oliveira e Costa e realizava diversas transacções com a instituição financeira.

PSD: CORTINA DE FUMO

O líder parlamentar do PSD afirmou que o PS está, em relação ao BPN, 'com uma cortina de fumo que ninguém entende' por recusar a audição parlamentar de actuais e antigos responsáveis do banco.

MAIA: HOSPITAL LIDADOR

A Câmara Municipal da Maia pediu 'com urgência' uma reunião ao Grupo Português de Saúde (GPS), que pertence à Sociedade Lusa de Negócios, para discutir futuro Hospital Lidador.

DIAS LOUREIRO: FALA NA RTP

Dias Loureiro, ex-administrador do BPN, é hoje entrevistado na RTP, na rubrica ‘Grande Entrevista’, pela jornalista Judite de Sousa.

SANTOS SILVA: NECESSÁRIO

O presidente do BPI, Artur Santos Silva, classificou de 'acertada' e 'necessária' a intervenção do Governo no Banco Português de Negócios.
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por pvg80713 » 21/11/2008 10:43

lembro-me como se fosse hoje, que o Oliveira e Costa pediu para sair de presidente do BPN por :

Motivos de Saúde !

não há vergonha !
 
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por Açor3 » 21/11/2008 11:23

Dias Loureiro promete contar tudo o que sabe da SLN
Manuel Dias Loureiro vai esta noite ao programa "Grande Entrevista" da RTP. "Vou contar tudo de A a Z" diz ex-administrador da SLN.

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Jornal de Negócios com Lusa


Manuel Dias Loureiro vai esta noite ao programa “Grande Entrevista” da RTP. “Vou contar tudo de A a Z” diz ex-administrador da SLN.

O ex-ministro e Conselheiro de Estado disse à agência Lusa que optou por contar todos os seus actos enquanto administrador da Sociedade Lusa de Negócios (SLN), casa mãe do BPN, porque não o pôde fazer no parlamento, tal como o próprio tinha manifestado vontade.

Manuel Dias Loureiro disse no entanto à Lusa que não vai falar dos casos relacionados com o BPN, que causaram na quinta-feira a detenção para interrogações de José Oliveira e Costa, arguido por suspeita de crimes de burla agravada, falsificação de documentos, fraude fiscal e branqueamento de capitais.



Dias Loureiro foi administrador-executivo da SLN entre Dezembro de 2001 e Setembro 2002 e administrador não-executivo até 2005. Na sequência da nacionalização do BPN, no início de Novembro, pediu para ser ouvido no Parlamento. Um pretensão rejeitada pelo PS, que alegou que o caso BPN é um assunto do domínio da investigação criminal.
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por Açor3 » 21/11/2008 11:36

Oliveira Costa regressa esta manhã a tribunal


21/11/2008


O fundador, accionista e ex-administrador do BPN, José Oliveira Costa, estará esta manhã de regresso Tribunal Central de Instrução Criminal de Lisboa, senso esperado que lhe seja aplicada uma medida de coacção.

O banqueiro foi detido ontem à tarde, na sequência de rusgas feitas a algumas das suas propriedades, no Cartaxo e em Lisboa, por suspeitas de burla agravada, branqueamento de capitais e fraude fiscal.

Ainda ontem à noite foi presente a tribunal para um primeiro interrogatório. "Está a colaborar com a Justiça, continuará a colaborar com a Justiça”, afirmou à Lusa Leonel Gaspar, defensor de José Oliveira Costa, que garantiu ontem à noite que o ex-administrador do BPN foi constituído arguido mas não tinha ainda atribuída medida de coacção.

Oliveira Costa foi presidente do grupo Sociedade Lusa de Negócios/BPN entre 1998 e Fevereiro de 2008, altura em que se demitiu invocando razões de saúde. Sabe-se hoje que terá sido forçado por um grupo de accionistas que desde meados de 2007 reclamava a sua saída da gestão executiva do banco
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por Açor3 » 21/11/2008 13:10

Oliveira e Costa está a ser ouvido em tribunal

O ex-administrador do BPN José Oliveira e Costa, detido quinta-feira por suspeita de burla, branqueamento de capitais e fraude fiscal, já está esta quinta-feira a ser ouvido no Tribunal Central de Instrução Criminal (TCIC).

Oliveira e Costa «está a colaborar com a Justiça» e vai continuar a fazê-lo, garantiu o advogado do ex-administrador do BPN.


O antigo banqueiro foi constituído arguido, por suspeitas de burla, branqueamento de capitais e fraude fiscal, mas não tem ainda atribuída medida de coação.

Oliveira e Costa foi presidente do grupo Sociedade Lusa de Negócios/BPN entre 1998 e Fevereiro de 2008, altura em que se demitiu invocando razões de saúde.
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Já não há vergonha...

por poseidon635 » 21/11/2008 13:35

:twisted:
Como é possível, segundo consta, para não ser afectado no seu património pessoal, divorciar-se e passar tudo para o nome da esposa!!! Estamos numa época em que vale tudo! E os impostos que todos pagamos (alguns :lol: ) são indirectamente canalizados para "salvar" este tipo de "negociatas"!!
Parece que poucos se importam contra estas negociatas que assistimos serem desmascaradas quase diariamente??

Enfim, é uma frustração assistir a isto tudo e concluir que, no final, quem transgride continua a viver bem (casas de campo, penas suspensas...( e quem se "lixa" são sempre os mesmos do costume!! :roll:

[ quote="pvg80713"]lembro-me como se fosse hoje, que o Oliveira e Costa pediu para sair de presidente do BPN por :

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Punido com prisão domiciliária na sua casa de campo???? :)

por poseidon635 » 21/11/2008 13:38

E eu ainda acredito no Pai Natal... : :lol:

tiagopt Escreveu:Bem, isto é mesmo muito estranho... Será que é desta que um criminoso de colarinho branco é verdadeiramente punido? Não pode ser, só acredito depois de ver factos :lol:
 
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