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Caldeirão da Bolsa

F. Ramada - Tópico Geral

Espaço dedicado a todo o tipo de troca de impressões sobre os mercados financeiros de uma forma genérica e a todo o tipo de informação útil que possa condicionar o desempenho dos mesmos

Moderadores: Pata-Hari, Ulisses Pereira, MarcoAntonio

por HCC » 25/3/2011 12:41

A liquidez desta empresa está cada vez mais reduzida.
E se, até aqui apesar dos poucos compradores nos cofres, havia bastantes
vendedores agora até esses estão a acabar.
Ou seja, nem os compradores querem aumentar a parada nem os vendedores estão
dispostos a vender a estes valores.
Resta esperar... :|
 
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Dividendos

por MonteSinai » 5/4/2011 0:08

Boa noite,

De facto a F. Ramada parece estar lateralizando entre os 0.7 e os 0.8 euros. Apesar dos bons resultados de 2010, não foi catalizador suficiente para colocar a F. Ramada num movimento bullish.
Independemente disso, gostava de saber qual a vossa previsão sobre a politica de dividendos para este ano e se isso vai influenciar a performance bolsista da F. Ramada.

Obrigado e bons negócios
 
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por HCC » 6/4/2011 11:48

A política de dividendos desta empresa segundo o próprio site
não está defenida. No entanto, e não descurando os diversos acontecimentos,
como seja, a cisão e a recente crise os valores de anos anteriores segundo os relatórios de contas
são os seguintes:

2004 - 5000 mE
2005 - 4000 mE
2006 - 4000 mE
2007 - não distribuiu
2008 - não distribuiu
2009 - 1540 mE

Pessoalmente, penso que, os dividendos a distribuir poderão constituir uma dividend yeld muito boa
tendo em conta a cotação atual da empresa. Mas tudo dependerá da leitura, que a administração
faça das perspectivas da empresa para os próximos tempos.
 
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por HCC » 7/4/2011 10:51

Sector metalúrgico é o maior exportador nacional, diz estudo PDF Imprimir E-mail

O sector metalúrgico e metalomecânico é, "de longe", o maior exportador nacional, responsável por vendas ao exterior de 11,4 mil milhões de euros, "entre um terço e um quarto" do total nacional, revela um estudo a apresentar hoje.
in Oje / Lusa, 05-04-211

Elaborado pelo economista Augusto Mateus a pedido da Associação dos Industriais Metalúrgicos, Metalomecânicos e Afins de Portugal (AIMMAP), o trabalho visa "contribuir para uma maior compreensão e percepção do sector junto da opinião pública, comunicação social e administração pública", adiantou à agência Lusa o vice-presidente da associação, Rafael Campos Pereira.

A cargo do economista e ex-ministro da Economia Augusto Mateus, a apresentação do trabalho decorrerá no Museu da Electricidade, em Lisboa, e contará ainda com a presença presidente da AIMMAP, Aníbal Campos, que preside também à Silampos.

Conforme explicou à Lusa Rafael Campos Pereira, as "características" do sector metalúrgico e metalomecânico - marcado pela heterogeneidade, porque abrange diversos subsectores, desde a louça metálica e cutelaria aos componentes para a indústria automóvel, passando por empresas como de estruturas como a Martifer e de embalagens como a Colep - "acabaram por penalizar a notoriedade que ele justifica".

Isto sobretudo quando o sector se destaca como o principal exportador português, responsável por 11,4 dos 37 mil milhões de euros das exportações totais nacionais em 2010, numa altura em que "as exportações são o que de mais importante há para ajudar a reduzir o défice da balança portuguesa".

De acordo com Rafael Campos Pereira, o sector metalúrgico e metalomecânico exporta mais de 40% do seu volume de negócios de 25 mil milhões de euros, 10 vezes mais do que o calçado.

Aliás, disse, "o calçado, têxtil, vinho e cortiça, todos juntos, não chegam a metade" do que o sector exporta.

No total, as cerca de 15 a 20 mil empresas metalúrgicas e metalomecânicas em Portugal, grande parte das quais de micro e pequena dimensão, empregam cerca de 200 mil trabalhadores.

Segundo o vice-presidente da AIMMAP, a actual crise económica não se tem reflectido no sector, cuja perspectiva é de, "pelo menos, manter o mesmo nível de volume de negócios" este ano.

"Para já, como é um sector muito exportador, as empresas que estão a exportar estão com perspectivas razoavelmente optimistas, embora as que trabalham essencialmente para o mercado nacional estão a começar a ficar muito apreensivas com toda a confusão que aqui vai", afirmou.
 
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por HCC » 19/4/2011 0:44

Exportações do sector do metal dispararam 120% este ano
19 Abril 2011 | 00:01
Rui Neves - ruineves@negocios.pt
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Seguro de créditos da Cosec suporta crescimento de 20% das vendas portuguesas ao exterior no primeiro trimestre.
"São números quase assustadores, no bom sentido.” Nos primeiros dois meses do ano, o sector que mais contribui para as exportações portuguesas, o da metalurgia e da metalomecânica, cresceu, em termos homólogos, mais que duplicou as suas vendas ao exterior. A garantia é dada por Rafael Campos Pereira, dirigente desta associação sectorial (AIMMAP).
 
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por HCC » 29/4/2011 1:38

Dividendos

De acordo com o ponto 3 da assembleia geral da empresa a administração deverá propor
um dividendo de 0.07 Euro por ação.
Ou seja, aos valores atuais uma dividend yeld de 10%.
 
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por HCC » 3/5/2011 10:50

A F.Ramada investiu em 2010 numa participação de 15% na CEV(Consumo em Verde - Biotecnologia das Plantas)

Parece uma aposta interessante, mas um grande desafio para uma empresa portuguesa.


Tremoço “biotecnológico”

Janeiro 7, 2011 in Sociedade, Uncategorized

Fiel companheiro da cerveja e conhecido como “marisco dos pobres”, o tremoço foi conquistando estatuto de alimento saudável graças à sua riqueza nutricional. Mas o tradicional petisco não pára de surpreender, já que, sabe-se agora, tem também propriedades fungicidas que vão ser exploradas por uma empresa de biotecnologia, prestes a instalar-se em Cantanhede. O investimento é de 20 milhões de euros.

Cerca de 40 mil metros quadrados na Zona Industrial de Cantanhede vão acolher uma unidade de produção de um novo fungicida amigo do ambiente, feito a partir do tremoço. O produto tem vindo a ser produzido, em fase-piloto, pela CEV – Consumo em Verde Biotecnologia das Plantas S. A., depois de investigadores portugueses terem descoberto que o tremoço tem uma proteína de alto valor nutritivo com propriedades fungicidas, de toxicidade zero para os humanos.

Para dar continuidade ao projecto, que numa primeira fase se tem centrado na realização de testes de campo e em clientes-piloto para novas culturas e fungos, a CEV escolheu Cantanhede como o local ideal para estabelecer a empresa, como confirmou ao AuriNegra Mário Pinto, um dos administradores. “Estamos a ultimar pormenores com a autarquia, mas a nossa sede será em Cantanhede, onde vamos desenvolver todo o nosso trabalho nos próximos anos. Até a maioria dos nossos colaboradores e funcionários vão para a cidade”, explicou o responsável, dando conta de um investimento na ordem dos “20 milhões de euros”.

Segundo Mário Pinto, “a localização de Cantanhede, a proximidade com o Biocant Park e com as universidades” pesaram na decisão de instalar a empresa de biotecnologia no concelho, prevendo-se que a unidade de produção esteja pronta a funcionar dentro de alguns meses. Ao todo, serão criados “35 postos de trabalho, todos altamente qualificados”.

Um investimento certamente bem-vindo, com a autarquia a considerá-lo “uma mais-valia” para Cantanhede. O executivo camarário já aprovou, inclusivamente, por unanimidade, a disponibilização do terreno por um preço relativamente baixo, cedendo “40 mil metros quadrados por 240 mil euros, ao preço de seis euros cada”, lê-se na acta relativa à reunião camarária de 16 de Novembro.



O projecto

Situada no Parque Industrial do Seixal, a CEV foi a primeira empresa a participar na segunda fase do programa COHiTEC, que tem como principal objectivo estimular a criação de empresas de base tecnológica a partir do conhecimento gerado nas universidades nacionais. Ora, ao abrigo do COHiTEC (promovido pela COTEC Portugal – Associação Empresarial para a Inovação), a empresa obteve financiamento de um grupo de investidores privados, num investimento superior a 12,4 milhões de euros e que foi assegurado por um consórcio de empresas portuguesas que incluem a Change Partners, a COFIHOLD e a Promotor.

“A CEV foi criada com o objectivo de produzir este novo produto, depois de patenteada a descoberta da capacidade antifúngica do tremoço”, esclareceu Mário Pinto, dando conta de que “o ingrediente activo deste fungicida é uma proteína que foi descoberta por um grupo de investigadores, do Departamento de Botânica e Engenharia Biológica do Instituto Superior de Agronomia e do Instituto de Tecnologia Química e Biológica e que são os promotores do projecto”.

Para além da grande capacidade de resistência ao calor e aos raios ultravioleta, o novo fungicida tem elevada eficácia e um largo espectro de acção. Não contamina os lençóis freá-ticos nem provoca danos à saúde humana, podendo ser a solução, por exemplo, para o tratamento de campos de relva (como estádios de futebol e campos de golfe), contribuindo, em paralelo, para revitalizar a cultura do tremoço em Portugal e (por que não?) na região.

Por esta altura, estão a ser produzidas apenas as quantidades necessárias para testes em clientes-piloto bem como para demonstrar a não toxicidade e a eficácia do produto que, sendo um fitofarmacêutico, necessita de certificação na Europa e nos Estados Unidos da América (EUA). “Já temos a patente autorizada em vários países e contamos que a certificação aconteça na Europa e nos EUA em 2012”, avançou Mário Pinto ao AuriNegra.

Com a nova unidade de Cantanhede, a empresa efectuará o “scale-up” do processo produtivo e preparará a comercialização nos mercados-alvo de entrada. “Contamos chegar ao mercado global, mas este é um negócio muito regulado”, elucidou ainda o responsável, que admite poderem vir a ser necessárias cerca de “600 toneladas de tremoço por ano”. | APC



O grande pequeno bago

Da família das favas e das ervilhas, o tremoço é uma leguminosa muito rica em termos nutricionais, possuindo, por exemplo, três vezes mais proteínas e duas vezes mais fósforo do que o leite de vaca. Em regra, a sua composição nutricional é entre 36 e 52 por cento de proteína, entre cinco e 20 por cento de gordura e entre 30 a 40 por cento de fibra alimentar.

Muitas vezes chamado o “marisco do povo”, está visto que é muito mais do que um apreciado petisco. No que à alimentação diz respeito, por exemplo, o seu consumo tem sobretudo vantagens, sendo apenas recomendados cuidados aos diabéticos: “É uma leguminosa muito rica em açúcares complexos, que são absorvidos de forma lenta, o que mantém os níveis de glicose estáveis”, aclara Helena Saldanha, nutricionista.

“O tremoço tem uma enzima capaz de baixar o açúcar no sangue, por isso os diabéticos têm de ter cuidado, por haver o risco de hipoglicemia, mas todas as outras pessoas o podem comer, sobretudo se forem fazer um esforço intelectual intenso”, aconselha a nutricionista. Indicado para quem sofre de problemas ósseos, o tremoço ajuda a reduzir o apetite, para além de ter propriedades emolientes (que amolecem ou abrandam as zonas inflamadas), diuréticas e cicatrizantes, favorecendo a renovação das células.

Já do prato para o campo, não faltam utilizações diversas para o pequeno bago amarelo, que pode ser utilizado, por exemplo, para farinha de tremoço (utilizada na produção de bolachas, pão, biscoitos, massas e alimentação para animais), na indústria farmacêutica e no melhoramento dos solos (é mesmo denominado “adubo verde” pois evita a utilização de adubos convencionais, preparando os solos). Agora, descobertas que estão as suas propriedades fungicidas, o tremoço está prestes a ser, também, um antifúngico amigo do ambiente, a trazer investimento para o concelho… e com Cadima, “capital do tremoço”, ali tão perto!
 
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por HCC » 5/5/2011 0:59

A F.Ramada está com uma subida de cerca de 20% nos últimos dias, no entanto, atenção à falta de volume.
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por MonteSinai » 11/5/2011 1:18

Boa noite,

Após leitura de vários comentários no caldeirão da bolsa, aprendi que a oscilação de uma acção acenta fundamentalmente no binómio força compradora/força vendedora. Mas gostava que me esclerecessem sobre o seguinte: quando uma acção oscila positivamente, é realmente importante haver um volume de acções negociadas acima do normal? e se a acção ou acções forem small caps com baixa liquidez?

Obrigado e bons negocios.

Maglor
 
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por Ulisses Pereira » 11/5/2011 14:29

Maglor, quanto menos liquidez tiver uma acção, mais complicado é fazer leituras técnicas. Por exemplo, no caso em questão, acredito ser praticamente impossível acreditar na consistência técnica de uma acção com essa liquidez.

Um abraço,
Ulisses
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por HCC » 13/5/2011 10:54

È verdade Ulisses.
Hoje por exemplo os cof´s estão com quantidades de venda muito superiores ao habitual,
basta que alguem dê uma ordem ao melhor para gerar leituras técnicas pouco fidedignas.
Naturalmente, que este aumento de ordens de vendas deverá ter um significado mas... que só interessa para quem as dá.
 
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por HCC » 15/5/2011 17:30

Lucros da F. Ramada crescem 78,5% no primeiro trimestre
13 Maio 2011 | 18:17
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O resultado líquido do Grupo Ramada ascendeu a 1,567 milhões de euros, superior em 78,5% ao registado no período homólogo.
Em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a empresa revela que as receitas totais do Grupo Ramada ascenderam a 25,269 milhões de euros, apresentando um crescimento de 31,2% face às receitas totais de igual período de 2010. Já os custos operacionais, sem amortizações e depreciações, no valor de 21, 714 milhões de euros, apresentam um crescimento de 28,9% face aos 16,839 milhões de euros de igual período de 2010.

O EBITDA do Grupo no primeiro trimestre de 2011 ascendeu a 3,555 milhões de euros, apresentando um aumento de 47,1% face a igual período de 2010. A margem EBITDA foi de 14,1% sendo de 12,6% no período homólogo de 2010.

No primeiro trimestre de 2011 os investimentos do Grupo Ramada, em equipamento produtivo, ascenderam a 213 mil de euros.

O endividamento nominal remunerado líquido do Grupo Ramada em 31 de Março de 2011 ascendia a 76,397 milhões de euros.
 
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por HCC » 17/5/2011 1:12

Depois de analisar os resultados, na minha opinião, parecem-me ser razoavelmente bons.

As vendas situaram-se nos valores que esperava, continuando a evoluir positivamente.

Os resultados liquidos e ebitda, é que me surpreenderam pela positiva,
pois considerei que, a manutenção do aço a preços altos poderia prejudicar bastante
as margens brutas, no entanto, apesar de alguma redução nas margens, a empresa parece
estar a conseguir refletir estes preços no preço final.

Tendo em conta, os resultados de 1,5ME neste trimestre e o desempenho nos trimestres anteriores,
o PER continua em 3,?, o que me suscita alguma apreensão pois o mercado não costuma dar almoços grátis.

Sendo assim, mantenho a minha aposta nesta ação, embora sem reforçar, pois atingi o capital que me permito
investir numa única ação. No entanto, pondero reinvestir os dividendos no intervalo 0,7 - 0,8,
digo que pondero pois, estaría assim a quebrar esse limite que me imponho.

Entretanto, encontrei alguns dados de 2009 relativos a uma participada desta empresa a Base Holding, não
sendo no entanto capaz de os interpretar pois não tenho conhecimentos nem qualquer base de comparação para o fazer.

A Base controla hoje a 100% doze laboratórios de Análises Clínicas, seis centros de Imagiologia e duas unidades
de Cardiologia que, no seu conjunto,
em 2009, realizaram mais de 840 mil actos clínicos, envolvendo 540 profissionais, dos quais mais de 120 são médicos ou farmacêuticos com especialização em análises clínicas.
Os pólos de Análises Clínicas encontram‑se
no Algarve, Bragança/Moncorvo,
Lisboa, Porto, Santo Tirso, Vila Nova de Gaia e Viseu. Os Centros de Imagiologia em Braga, Gondomar, Guimarães, Porto (onde existem dois) e Vila Real. As Unidades de Cardiologia
em Lisboa e no Porto
 
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por HCC » 3/6/2011 0:57

Já são conhecidas as datas para atribuição do dividendo

Começa a negociar em ex-dividendo a 16 de Junho

Do site da CMVM:

PAGAMENTO DE DIVIDENDOS
RELATIVO AO EXERCÍCIO DE 2010
Informam-se os Senhores Accionistas que a partir do próximo dia 21 de Junho de 2011, encontra-se a pagamento os dividendos relativos ao exercício de 2010, com os seguintes valores por acção, sendo agente pagador o Banco BPI:
Dividendo ilíquido por acção
Euro 0,07000
Imposto IRC/IRS (21,5%)
Euro 0,01505
Dividendo líquido por acção
Euro 0,05495
 
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Produção automóvel cresce 30% à boleia da Autoeuropa

por MonteSinai » 14/6/2011 17:48

A fábrica de Palmela foi a única unidade produtiva do sector automóvel a registar um aumento de produção (52,7%). A produção automóvel cresceu 30,4% em Maio, com os ligeiros de passageiros a registarem uma subida de 40%.

Em Maio de 2011 foram produzidos em Portugal mais 4.149 veículos do que em igual período de 2010, de acordo com os dados da Associação Automóvel de Portugal (ACAP) hoje divulgados. E os veículos produzidos “a mais” em Maio deste ano têm todos a mesma procedência: Palmela.

A fábrica da Volkswagen produziu no mês passado 12.982 veículos, apresentando um aumento de produção de 52,7%. 73% da produção automóvel nacional tem origem na Autoeuropa. Todas as restantes quatro unidades em Portugal apresentaram decréscimos na produção, com destaque para a Mitsubishi Fuso Truck que apresentou uma queda de 25,2% na produção.

O desempenho da fábrica de Palmela é corroborado pelos resultados por marcas, segundo os quais a Volkswagen foi a única a apresentar um aumento de produção (35,6%), contra decréscimos de produção de 45,9%, no caso da Citroën, e de 41,5%, no caso da Peugeot.

No que toca aos tipos de veículos a “responsabilidade” do aumento global na produção vai para os ligeiros de passageiros que registaram uma subida de 40%, ao passo que os comerciais ligeiros subiram 8,8% e os pesados desceram 22,3%.

Relativamente ao destino da produção, o exterior continua a ser o destino da esmagadora maioria da produção portuguesa. Em Maio do ano passado, 97,9% dos veículos produzidos em solo nacional foram para exportação.


14 Junho 2011 | 17:10
Francisco Cardoso Pinto in Jornal de Negócios Online
 
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3 em cada 4 veículos produzidos em Pt saíram de Palmela

por MonteSinai » 15/6/2011 4:42

Há 23 meses que a Autoeuropa não tinha tanto peso na produção automóvel nacional.


Quase três quartos (73%) dos automóveis fabricados em Portugal durante o mês de Maio saíram de Palmela - dos 17.792 veículos produzidos à escala nacional, 12.982 foram provenientes da Autoeuropa. A fábrica não tinha tanto peso na produção nacional desde Junho de 2009, mês em que os 8.166 exemplares da Volkswagen (VW) produzidos representaram 73,8% da produção nacional - foi de 11.059 unidades nesse mês.
 
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Grafico

por MonteSinai » 15/6/2011 14:17

Alguém pode postar um gráfico desta cotada?

Obrigado e BN
 
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por HCC » 15/6/2011 16:19

Nos tempos que correm, pode-se dizer que, está com um excelente desempenho.

Atenção que amanha passa a negociar em ex-dividendo.
Anexos
graficoramada.bmp
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por MonteSinai » 15/6/2011 16:40

Obrigado HCC.


Como posso obter software para elaborar estes graficos para analise tecnica? Como deve existir mais do que um, gostava que me elucidassem sobre a qualidade deles e quanto custa adquirir.


Bons negócios
 
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por HCC » 15/6/2011 16:53

Existem opções melhores, no entanto para mim o link em baixo é suficiente.
Se pesquisares ou perguntares nooutros tópicos do forum, talvez te possam informar melhor.

http://www.boursorama.com/graphiques/gr ... ole=1rLRAM[url][/url]
 
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por HCC » 13/8/2011 12:53

Com muita pena minha, acabei por reduzir as ações que detinha nesta empresa para uma posição residual.
Embora acredite, que ela vale muito mais do que a atual capitalização.
Talvez tenha sido uma saída precipitada, no entanto, os últimos acontecimentos macro, acabaram
por pesar mais na minha decisão.
Como argumentos favoraveis considerei os já apresentados em posts anteriores, como desfavoraveis,
considerei,
- a pressão a que têm estado sujeitos os bancos
- os disturbios sociais
- medidas de austeridade dos governos europeus
Com os dados recentes de quebras na produção industrial e na confiança dos consumidores,
embora estes possam já ter sido incorporados nas quedas que se verificaram, resolvi adotar uma posição mais cautelosa com aumento da liquidez.
Outras oportunidades surgirão.
 
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Produção automóvel cresce 40% em Julho

por MonteSinai » 22/8/2011 21:57

As fábricas automóveis portuguesas refugiam-se na exportação e dão sequência a um ano de crescimento contínuo. Em Julho a subida foi de 40%. A produção da Autoeuropa cresceu 84% no mês passado.
A produção automóvel portuguesa cresceu 34,2% nos primeiros sete meses deste ano, facto que não pode ser dissociado da circunstância de 98,4% dos 120.099 veículos produzidos serem destinados a exportação. Já relativamente a Julho de 2011, a subida na produção cifrou-se nos 40%.

Segundo o comunicado hoje divulgado hoje pela Associação Automóvel de Portugal (ACAP), no período de Janeiro a Julho de 2011 ocorreu "um crescimento de 35,9% no número de veículos exportados".

No que toca ao tipo de veículos o destaque vai por inteiro para os veículos ligeiros de passageiros, cuja produção registou, em Julho, uma subida de 42,1%. O mês de Julho foi sinónimo de quedas, tanto na produção de comerciais ligeiros (0,8%), como na de veículos pesados (1,6%). Se período em análise for Janeiro a Julho deste ano, todos os segmentos apresentaram subidas de produção.

Se a análise tomar como ponto de partida a proveniência dos automóveis produzidos, o destaque do mês passado tem que ir para a Autoeuropa, uma vez que registou uma subida de produção de 84%. Nos primeiros sete meses do ano a produção da fábrica de Palmela cresceu 50,1%.

A única fábrica, para além da Autoeuropa a apresentar um crescimento de produção no mês passado, foi a Mitsubishi Fuso Truck que viu saírem da sua fábrica mais 159 veículos do que em Julho de 2010 – um crescimento de 29,5%.


Por Francisco Cardoso Pinto in Jornal Negócios
 
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Lucros da F.Ramada crescem 45,3% no primeiro semestre

por MonteSinai » 29/8/2011 8:20

O resultado líquido do Grupo Ramada ascendeu a 3,162 milhões de euros nos primeiros seis meses do ano, superior em 45,3% ao registado no período homólogo no valor de 2,176 milhões de euros.
Em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a empresa revela que as receitas totais do Grupo F. Ramada a 54,522 milhões de euros,

apresentando um crescimento de 33,6% face às receitas totais de igual período de 2010.

O EBITDA do Grupo no primeiro trimestre de 2011 foi de 7,161 milhões de euros, o que representa um aumento de 33,8% face ao período homólogo. A margem EBITDA foi de 13,1% no primeiro semestre de 2011 mantendo-se ao nível de 2010.

Os custos operacionais sem amortizações e depreciações, no valor de 47,361 milhões de euros, apresentam uma subida de 33,5% face aos 35,471 milhões de euros do 1º semestre de 2010.
 
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Autoeuropa quer 70% de componentes portugueses em "3 ou

por MonteSinai » 29/8/2011 8:53

O director-geral da Autoeuropa disse hoje que a empresa quer "em três ou quatro anos" aumentar para 70% o uso de componentes portugueses nos automóveis.

Em 2010, indicou António de Melo Pires, a taxa encontra-se nos 58%, face aos 57% de 2009, sendo assim o número mais elevado registado na fábrica desde 1995.

"O que temos estado a fazer nos últimos meses é aumentar a incorporação nacional [de peças], seja pela relocalização de peças produzidas no estrangeiro para Portugal ou pelo aumento de compras no mercado nacional em termos de serviços", disse António de Melo Pires aos jornalistas no final de uma visita do ministro da Economia e Emprego, Álvaro Santos Pereira, à fábrica automóvel de Palmela.
 
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por heterocedastico25 » 29/8/2011 13:28

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