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Impresa - Tópico Geral

Espaço dedicado a todo o tipo de troca de impressões sobre os mercados financeiros de uma forma genérica e a todo o tipo de informação útil que possa condicionar o desempenho dos mesmos

Moderadores: Pata-Hari, Ulisses Pereira, MarcoAntonio

por Kooc » 28/6/2007 21:57

Aqui está. É curioso notar a semelhança dos períodos de expansão da IPR. Se não houver 2 sem 3, teremos a IPR nos 3.1
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por Resina » 28/6/2007 22:31

Isto esta a ficar muito feínho...
Logo se vê o dia de amanha...

Abraço
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por Resina » 29/6/2007 11:33

Resina Escreveu:Isto esta a ficar muito feínho...
Logo se vê o dia de amanha...

Abraço

Como a minha ultima mensagem foi antes da valorização, posso dizer que até ficou um dia bonito...
Entretanto surge esta recomendação com impacto neutro, tambem com o dia de hoje qualquer noticia tem impacto quase neutro...
Abraço
Baixa recomendação para acumular
CaixaBI sobe preço-alvo da Impresa para 3 euros
O Caixa Banco de Investimento reviu em alta o preço-alvo das acções da Impresa para 3 euros, o que representa um potencial de valorização de mais de 10%. No entanto, o banco de investimento cortou a recomendação para "acumular".

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Patrícia Silva Dias
patriciadias@mediafin.pt


O Caixa Banco de Investimento reviu em alta o preço-alvo das acções da Impresa para 3 euros, o que representa um potencial de valorização de mais de 10%. No entanto, o banco de investimento cortou a recomendação para "acumular".

Num estudo citado pela Reuters, o CaixaBI subiu o "target" da Impresa de 2,75 euros para 3 euros. Trata-se de um aumento na ordem dos 9%, que o banco justifica com a incorporação dos últimos dados relativos aos segmentos de televisão e imprensa do grupo liderado por Francisco Pinto Balsemão.

O principal "driver" apontado às acções deverá ser a imprensa digital. O banco recorda que é um segmento em que a Impresa está a apostar para crescer.

O novo preço-alvo atribui aos títulos um potencial de subida de 10,29%, em relação à cotação actual das acções.

A Impresa seguem a desvalorizar 0,37% para os 2,72 euros
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será?

por vmerck » 29/6/2007 12:57

que sobe???
Este deve ser dos poucos titulos q sempre me dei muito mal...... dai o meu receio
 
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por Resina » 29/6/2007 20:37

Fecho razoavel, em caso de inversão, o possível suporte é nos 2.68 como indica o gráfico do cook...
Vamos aguardar pela madrugada de segunda para ver se as bolsas estão famosas na segunda!
Abraço
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por Nyk » 5/7/2007 9:41

Lisbon Brokers recomenda comprar Impresa e sobe -target- para 3,20 euros


05/07/2007


A Lisbon Brokers reviu em alta a avaliação para as acções da Impresa atribuindo à dona da SIC um preço-alvo de 3,20 euros, 13% acima da cotação actual, o que leva o analista John dos Santos a recomendar a compra dos títulos. Para John dos Santos, a Impresa irá "de certo estar no -radar- dos principais grupos de media a nível Europeu".

"Após a divulgação das audiências de Junho, actualizámos o nosso modelo de avaliação da soma-das-partes que gera agora um valor justo para o fim de 2007 de 3,20 euros", refere a casa de investimentos. O novo "target" representa uma melhoria de quase 7% face à anterior avaliação de 3 euros.

Os títulos da Impresa [ipr] seguem a cotar nos 2,82 euros, a perder 1,05%, pelo que o preço-alvo definido pelo analista John dos Santos atribui à dona da SIC um potencial de subida de 13,47%, o "que nos leva a aumentar a nossa recomendação para -comprar-, de -manter-".

A revisão do "target" da Impresa assenta na "sucessiva melhoria nas audiências da SIC, que deverá continuar a impulsionar as receitas de publicidade do grupo", e também no crescente contributo e notícias positivas vindas da Impresa Digital, a unidade de Internet e multimédia do grupo"

Além disso, o analista John dos Santos refere, na nota de investimento divulgada hoje, que acredita que "num sector em franca consolidação, a Impresa irá de certo estar no -radar- dos principais grupos de media a nível Europeu".

Para a Lisbon Brokers "a melhoria das bases fundamentais da empresa e o posicionamento da mesmo no sector Português tornam a Impresa muito atractiva para aqueles que queiram tornar-se num -player- importante no sector dos media em Portugal".
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
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por Peter_Borgas » 5/7/2007 16:02

Ate onde poderá ir amanha?
 
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por Nyk » 6/7/2007 9:54

Santander revê em alta preço-alvo para a Impresa


06/07/2007


A casa de investimento Santander reviu em alta o preço-alvo para as acções da Impresa em mais de 27% para os 3,50 euros, considerando que os títulos estão baratos.

O novo preço-alvo estabelecido pela Santander é de 3,50 euros, o que representa uma revisão em alta superior a 27% face ao "target" anterior, que era de 2,75%. O preço-alvo representa assim um potencial de subida de 14,75% face ao valor actual das acções.

A recomendação do Santander foi mantida em "comprar".

As acções da Impresa [ipr] subiam 4,1% para os 3,05 euros, depois de terem valorizado mais de 5% para os 3,08 euros, o que representa o valor mais elevado desde Março de 2001.

"Estamos claramente mais positivos que o -guidance-oficial dado pela companhia, actualizado a 29 de Novembro. Esperamos que o mercado publicitário cresça 6% em 2007 face aos 2,5% avançados pela empresa", refere o Santander numa nota de "research" citada pela Reuters.

"Vemos a Impresa a negociar a 10,1 vezes o P/E estimado para 2008 e a 7,5 vezes o EV/EBITDA previsto para 2008, o que achamos ser muito barato. A nossa avaliação de 3,5 euros implica um potencial de valorização de 20%", adianta.
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?? ficou esquecida

por mjaguiar » 10/7/2007 16:15

Apesar de tar estado afastado do mercado já a algum tempo (com a excepção das minhas "DT" que vão ficar para as minhas filhas) resolvi hj entrar na Impresa (a 3€).

confesso que a minha experiencia com este titulo não é famosa mas tenho vindo a observar uma subida consistente já a algum tempo (mesmo depois do split)

será que o "target" anunciado (não me lembro por quem) de 3.5€ e viavel?

agradecia comentários

mjaguiar
..bom a onda e a mesma mas agora ja não deve dar confusão!
 
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por Resina » 10/7/2007 17:41

Mjaguiar,
A Impresa hoje aliviou de maximos atingidos na semana passada, os suportes que agora têm, não sei, mas gostava que alguem colocasse o boneco para eu poder ver...
Abraço
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por A_Mula » 10/7/2007 19:10

Impresa inicia hoje uma nova Era

Notícia actualizada com mais pormenores)
A Impresa apresentou esta terça-feira os seus novos projectos para a área digital.

O presidente do Conselho de Administração do Grupo, Francisco Pinto Balsemão, anunciou que a empresa «começa hoje um novo ano zero».

A Impresa deixa de ser um grupo de media para se tornar um grupo digital. É, para nós, um momento histórico», disse.

Uma entrada que implicará uma «reestruturação de equipas, de métodos, da produção de notícias»

Na apresentação dos projectos, o responsável adiantou que a Impresa é, desta forma, «o primeiro grupo a entrar organizadamente nos conteúdos digitais».

Para isso, a Impresa criou a Impresa Digital, outra sub holding do Grupo, que já conta com a área da Televisão, Revistas, Jornais e Outras Participações.

«A Impresa Digital terá objectivos financeiros e comerciais próprios». É nesta que estará o portal aeiou, recentemente adquirido pelo Grupo, e cujo objectivo é «enriquecê-lo com as marcas Impresa», como seja a SIC, o Expresso, e outras.

É também neste contexto que serão lançados os, já anunciados portais de jogos e de vídeo on-demand. As novidades, segundo o mesmo responsável, passam ainda pelo lançamento de um portal feminino, bem como o site da Visão e da Caras.

Objectivos são ambiciosos

Francisco Pinto Balsemão adiantou ainda que o Grupo espera que a Impresa Digital possa vir a pesar 1% da receitas da Impresa em 2007, passando este valor para os 10% em 2009.

«Se tal vier a acontecer, a multimédia passará a ser a segunda fonte de receitas mais importante do Grupo, a seguir à publicidade, à frente da venda de publicações», afirmou Francisco Pinto Balsemão.

Refira-se que a Impresa já investiu 4 milhões de euros em aquisições para a criação desta plataforma multimédia.

As acções da Impresa fecharam a descer 1,3% para 2,98 euros.

in Agência Financeira

Cumps
 
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Impresa Digital prepara lançamento de ADSL através do AEIOU

por tek » 12/7/2007 14:28

negocios.pt
A Impresa Digital está a preparar para Setembro o lançamento de um pacote de acesso ADSL, sob a marca AEIOU, de acordo com a informação avançada pela "Meios e Publicidade" que cita Pedro Casqueiro, director-geral da empresa do grupo de Pinto Balsemão.

O objectivo da Impresa Digital é ter um acesso ADSL diferenciador, específico para dois nichos de mercado, o das pessoas que utilizam as salas de "chat" do AEIOU (cerca de 150 mil por dia) e dos utilizadores dos jogos "online".

À "Meios e Publicidade", Pedro Casqueiro adiantou que esta aposta inscreve-se no objectivo da Impresa Digital de conquistar "subscrições mensais", acrescentado que o AEIOU tem uma comunidade de cerca de 100 mil pessoas e que espera conquistar entre 10 a 15% desta comunidade.

Para o BPI, a entrada da Impresa Digital no ADSL tem um impacto "neutral" sobre o papel. "A AIEOU já oferece um acesso de Internet [não banda larga] que tem um efeito positivo na performance financeira", como tal, "o ‘upgrade’ para ADSL é o passo natural" afirma o analista Tiago Veiga Anjos.

O banco de investimento manteve inalterada a recomendação de "reduzir" para a Impresa [Cot], bem como o "target" de 2,73 euros. As acções da empresa liderada por Pinto Balsemão seguem a perder 0,34% para 2,92 euros.
 
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por Nyk » 12/7/2007 17:43

Foi comunicado pela Impresa - SGPS, SA um documento com o seguinte título:

Impresa - SGPS, SA informa sobre constituição da TDN, SA - Terra do Nunca, S.A.
http://web3.cmvm.pt/sdi2004/emitentes/docs/FR14246.pdf
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por Nyk » 12/7/2007 18:48

Impresa cria nova produtora com Teresa Guilherme
O grupo Impresa anunciou hoje, em comunicado enviado à CMVM, que a SIC chegou a acordo com Teresa Guilherme para a criação de uma nova produtora de televisão. TDN, S.A. – Terra do Nunca Produções é o nome da nova empresa, que terá por objecto "a produção de programas para televisão, em particular na área da ficção".

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Adriano Nobre
anobre@mediafin.pt



O grupo Impresa anunciou hoje, em comunicado enviado à CMVM, que a SIC chegou a acordo com Teresa Guilherme para a criação de uma nova produtora de televisão. TDN, S.A. – Terra do Nunca Produções é o nome da nova empresa, que terá por objecto "a produção de programas para televisão, em particular na área da ficção".

De acordo com as informações avançadas pela "holding" de Balsemão, numa primeira fase o capital social da TDN será detido a 70% por Teresa Guilherme e a 30% pela SIC. As duas partes acordaram, no entanto, um aumento de capital a realizar no espaço de 11 a 13 meses após a assinatura do primeiro contrato, e que "será subscrito exclusivamente pela SIC".

No âmbito dessa futura operação, a estação da Impresa passará a deter 60% do capital da nova empresa. O investimento total da SIC na criação da TDN atingirá os 2,4 milhões de euros.
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Compra da Teresa Guilherme Produções “faz todo o sentido” ..

por tek » 13/7/2007 8:48

Maria João Soares
mjsoares@mediafin.pt

Adriano Nobre
anobre@mediafin.pt


A compra da Teresa Guilherme Produções por parte da Impresa "faz todo o sentido" do ponto de vista estratégico, considera o CaixaBI que prevê um impacto positivo no EBITDA do grupo de media no médio prazo.

O grupo Impresa anunciou ontem, em comunicado enviado à CMVM, que a SIC chegou a acordo com a Teresa Guilherme para a criação de uma nova produtora de televisão.

TDN, S.A. – Terra do Nunca Produções é o nome da nova empresa, que terá por objecto "a produção de programas para televisão, em particular na área da ficção".

O CaixaBI considera que "de um ponto de vista estratégico esta integração vertical faz todo o sentido, dando seguimento à estratégia de aposta na ficção nacional e com controlo directo dos conteúdos emitidos pela SIC".

O analista João Morais Barbosa estima que o facto da Impresa se "apropriar de um negócio com margens superiores terá um imapcto muito positivo ao nível do EBIITDA no médio prazo".

De acordo com as informações avançadas pela "holding" de Balsemão, numa primeira fase o capital social da TDN será detido a 70% por Teresa Guilherme e a 30% pela SIC.

As duas partes acordaram, no entanto, um aumento de capital a realizar no espaço de 11 a 13 meses após a assinatura do primeiro contrato, e que "será subscrito exclusivamente pela SIC".

No âmbito dessa futura operação, a estação da Impresa passará a deter 60% do capital da nova empresa. O investimento total da SIC na criação da TDN atingirá os 2,4 milhões de euros.

O CaixaBI tem um preço-alvo de 3 euros para a Impresa e uma recomendação de "acumular".

As acções da Impresa [Cot] seguem inalteradas nos 2,96 euros.
 
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Novos negócios e novos accionistas levam Impresa a disparar

por tek » 13/7/2007 13:24

Pedro Carvalho
pc@mediafin.pt


A Impresa negociava em máximos de 2001, beneficiando da entrada no seu capital de um fundo espanhol. Operações corporativas - como o acordo firmado com a Teresa Guilherme Produções, o lançamento de ADSL e de um eventual entendimento com a Media Capital para a televisão digital terrestre - têm ajudado a espevitar o comportamento das acções.

As acções da Impresa [Cot] já estiveram a negociar em alta de 4,73% para os 3,10 euros, máximos de Março de 2001.

Com mais de 780 mil acções movimentadas, o papel seguia agora em alta de 3,72% para os 3,07 euros, o que avalia a empresa em 517 milhões de euros.

Com um forte suporte do lado da procura ao longo das última semanas, hoje foi comunicado que o fundo espanhol Bestinver Gestion passou a controlar 7,16% do capital da empresa presidida por Pinto Balsemão.

Segundo as explicações de um analista ao Jornal de Negócios Online, existem vários factores que têm estado a suportar o título.

Por um lado, a compra da Teresa Guilherme Produções por parte da Impresa que, para os analistas do CaixaBI "faz todo o sentido" do ponto de vista estratégico.

O grupo anunciou ontem que a SIC (o maior activo do grupo) chegou a acordo com Teresa Guilherme para a criação de uma nova produtora de televisão. A Terra do Nunca Produções (TDN) é o nome da nova empresa, que terá por objecto "a produção de programas para televisão, em particular na área da ficção".

A compra, depois de garantir o controlo de 60% do capital, "irá permitir consolidar a TDN no balanço da Impresa, com impacto positivo a nível da margem do EBITDA. Já o contributo para a facturação do grupo será mínimo, já que a TDN irá produzir apenas conteúdos para o grupo".

Segundo o mesmo analista, a recuperação da economia também já começa a estar reflectida nas contas da Impresa, "já que a publicidade está ligada, através de um factor multiplicativo, à evolução do PIB".

Recentemente (a 10 de Julho), Francisco Pinto Balsemão, confirmou a existência de conversações com a Media Capital para formar um consórcio entre os dois grupos no âmbito da participação no concurso para a implementação da Televisão Digital Terrestre (TDT) em Portugal, uma possibilidade que também foi aplaudida pelos analistas do BPI que classificaram o eventual acordo de "potencialmente positivo".

Um outro analista contactado pelo Jornal de Negócios Online afirmou que a TDT, "dificilmente terá um impacto positivo a curto prazo", pelo que a existência de parcerias nestes negócios "é natural" numa lógica de partilha de riscos.

A publicação "Meios e Publicidade" também avançou ontem que a unidade Impresa Digital está a preparar para Setembro o lançamento de um pacote de acesso ADSL, sob a marca AEIOU.
 
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por Resina » 13/7/2007 16:03

Tenho desde o dia anterior ao Spin Off, e faço intenção de a manter por um largo periodo...
Impresa atinge máximo com novos negócios e reforço de accionistas
A Impresa atingiu um novo máximo de 2001, beneficiando da entrada no seu capital de um fundo espanhol. Operações corporativas - como o acordo firmado com a Teresa Guilherme Produções, o lançamento de ADSL e de um eventual entendimento com a Media Capital para a televisão digital terrestre - têm ajudado a espevitar o comportamento das acções.
Pedro Carvalho
pc@mediafin.pt


A Impresa atingiu um novo máximo de 2001, beneficiando da entrada no seu capital de um fundo espanhol. Operações corporativas - como o acordo firmado com a Teresa Guilherme Produções, o lançamento de ADSL e de um eventual entendimento com a Media Capital para a televisão digital terrestre - têm ajudado a espevitar o comportamento das acções.

As acções da Impresa atingiram uma valorização máxima de 4,73% para 3,10 euros, máximos de Março de 2001.

Com mais de um milhão de acções movimentadas, o papel fechou com uma subida de 3,38% para os 3,06 euros, o que avalia a empresa em mais de 500 milhões de euros.

Com um forte suporte do lado da procura ao longo das última semanas, hoje foi comunicado que o fundo espanhol Bestinver Gestion passou a controlar 7,16% do capital da empresa presidida por Pinto Balsemão.

Segundo as explicações de um analista ao Jornal de Negócios Online, existem vários factores que têm estado a suportar o título.

Por um lado, a compra da Teresa Guilherme Produções por parte da Impresa que, para os analistas do CaixaBI "faz todo o sentido" do ponto de vista estratégico.

O grupo anunciou ontem que a SIC (o maior activo do grupo) chegou a acordo com Teresa Guilherme para a criação de uma nova produtora de televisão. A Terra do Nunca Produções (TDN) é o nome da nova empresa, que terá por objecto "a produção de programas para televisão, em particular na área da ficção".

A compra, depois de garantir o controlo de 60% do capital, "irá permitir consolidar a TDN no balanço da Impresa, com impacto positivo a nível da margem do EBITDA. Já o contributo para a facturação do grupo será mínimo, já que a TDN irá produzir apenas conteúdos para o grupo".

Segundo o mesmo analista, a recuperação da economia também já começa a estar reflectida nas contas da Impresa, "já que a publicidade está ligada, através de um factor multiplicativo, à evolução do PIB".

Recentemente (a 10 de Julho), Francisco Pinto Balsemão, confirmou a existência de conversações com a Media Capital para formar um consórcio entre os dois grupos no âmbito da participação no concurso para a implementação da Televisão Digital Terrestre (TDT) em Portugal, uma possibilidade que também foi aplaudida pelos analistas do BPI que classificaram o eventual acordo de "potencialmente positivo".

Um outro analista contactado pelo Jornal de Negócios Online afirmou que a TDT, "dificilmente terá um impacto positivo a curto prazo", pelo que a existência de parcerias nestes negócios "é natural" numa lógica de partilha de riscos.

A publicação "Meios e Publicidade" também avançou ontem que a unidade Impresa Digital está a preparar para Setembro o lançamento de um pacote de acesso ADSL, sob a marca AEIOU.
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por Nyk » 13/7/2007 16:04

Impresa atinge máximo com novos negócios e reforço de accionistas


13/07/2007


A Impresa atingiu um novo máximo de 2001, beneficiando da entrada no seu capital de um fundo espanhol. Operações corporativas - como o acordo firmado com a Teresa Guilherme Produções, o lançamento de ADSL e de um eventual entendimento com a Media Capital para a televisão digital terrestre - têm ajudado a espevitar o comportamento das acções.

As acções da Impresa atingiram uma valorização máxima de 4,73% para 3,10 euros, máximos de Março de 2001.

Com mais de um milhão de acções movimentadas, o papel fechou com uma subida de 3,38% para os 3,06 euros, o que avalia a empresa em mais de 500 milhões de euros.

Com um forte suporte do lado da procura ao longo das última semanas, hoje foi comunicado que o fundo espanhol Bestinver Gestion passou a controlar 7,16% do capital da empresa presidida por Pinto Balsemão.

Segundo as explicações de um analista ao Jornal de Negócios Online, existem vários factores que têm estado a suportar o título.

Por um lado, a compra da Teresa Guilherme Produções por parte da Impresa que, para os analistas do CaixaBI "faz todo o sentido" do ponto de vista estratégico.

O grupo anunciou ontem que a SIC (o maior activo do grupo) chegou a acordo com Teresa Guilherme para a criação de uma nova produtora de televisão. A Terra do Nunca Produções (TDN) é o nome da nova empresa, que terá por objecto "a produção de programas para televisão, em particular na área da ficção".

A compra, depois de garantir o controlo de 60% do capital, "irá permitir consolidar a TDN no balanço da Impresa, com impacto positivo a nível da margem do EBITDA. Já o contributo para a facturação do grupo será mínimo, já que a TDN irá produzir apenas conteúdos para o grupo".

Segundo o mesmo analista, a recuperação da economia também já começa a estar reflectida nas contas da Impresa, "já que a publicidade está ligada, através de um factor multiplicativo, à evolução do PIB".

Recentemente (a 10 de Julho), Francisco Pinto Balsemão, confirmou a existência de conversações com a Media Capital para formar um consórcio entre os dois grupos no âmbito da participação no concurso para a implementação da Televisão Digital Terrestre (TDT) em Portugal, uma possibilidade que também foi aplaudida pelos analistas do BPI que classificaram o eventual acordo de "potencialmente positivo".

Um outro analista contactado pelo Jornal de Negócios Online afirmou que a TDT, "dificilmente terá um impacto positivo a curto prazo", pelo que a existência de parcerias nestes negócios "é natural" numa lógica de partilha de riscos.

A publicação "Meios e Publicidade" também avançou ontem que a unidade Impresa Digital está a preparar para Setembro o lançamento de um pacote de acesso ADSL, sob a marca AEIOU.
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por Resina » 13/7/2007 16:14

Nyk apontaria não... Lol
Abraço
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por mjaguiar » 13/7/2007 20:59

Mjaguiar,
A Impresa hoje aliviou de maximos atingidos na semana passada, os suportes que agora têm, não sei, mas gostava que alguem colocasse o boneco para eu poder ver...
Abraço


Thanks Resina,

tenho estado um pouco afastado destas coisas mas agora como consegui tirar uns dias de ferias voltei a "brincar" um pouco

acho que vou tentar manter e ver se chega aos 3,5€

um abraço
..bom a onda e a mesma mas agora ja não deve dar confusão!
 
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por Nyk » 16/7/2007 10:20

Reforço da Bestinver na Impresa é um sinal de "confiança" na empresa


16/07/2007


A Bestinver Gestion voltou a reforçar no capital de uma cotada portuguesa, desta vez na Impresa. A gestora de fundos espanhola passou a controlar mais de 7% da dona da SIC, um investimento que é visto pelo BPI como um sinal de "confiança" na empresa.

"Por mais estranho que pareça o facto da Bestinver ter revelado a sua posição já bem acima dos 5%, este é um sinal da confiança que a gestora espanhola tem na Impresa e também na recuperação da economia nacional", afirma o analista Tiago Veiga Anjos.

A Bestinver já detém um total de 12 milhões de acções, ou 7,16% do capital da Impresa, uma distribuída por vários dos fundos da gestora, nomeadamente no Bestinver Bolsa, que controla a maior parte destes títulos.

O fundo Bestinver Bolsa estava restrito a investimentos a cotadas espanholas. No entanto, a perspectiva negativa do gestor Francisco Paramés quanto à evolução da economia espanhola levou-o a expandir os investimentos à Península Ibérica, já que Portugal "apresenta inúmeras oportunidades".

Em declarações recentes ao Jornal de Negócios o gestor revelou que se preparava para reforçar os seus investimentos em Portugal, onde já tem posições em empresas como a Galp Energia, EDP, Semapa e Corticeira Amorim.

O reforço do investimento em Portugal arrancou com a Corticeira Amorim, empresa onde a Bestinver Gestion passou a controlar mais de 5%.
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por Nyk » 16/7/2007 10:32

Reforço da Bestinver na Impresa é um sinal de "confiança" na empresa


16/07/2007


A Bestinver Gestion voltou a reforçar no capital de uma cotada portuguesa, desta vez na Impresa. A gestora de fundos espanhola passou a controlar mais de 7% da dona da SIC, um investimento que é visto pelo BPI como um sinal de "confiança" na empresa.

"Por mais estranho que pareça o facto da Bestinver ter revelado a sua posição já bem acima dos 5%, este é um sinal da confiança que a gestora espanhola tem na Impresa e também na recuperação da economia nacional", afirma o analista Tiago Veiga Anjos.

A Bestinver já detém um total de 12 milhões de acções, ou 7,16% do capital da Impresa, uma distribuída por vários dos fundos da gestora, nomeadamente no Bestinver Bolsa, que controla a maior parte destes títulos.

O fundo Bestinver Bolsa estava restrito a investimentos a cotadas espanholas. No entanto, a perspectiva negativa do gestor Francisco Paramés quanto à evolução da economia espanhola levou-o a expandir os investimentos à Península Ibérica, já que Portugal "apresenta inúmeras oportunidades".

Em declarações recentes ao Jornal de Negócios o gestor revelou que se preparava para reforçar os seus investimentos em Portugal, onde já tem posições em empresas como a Galp Energia, EDP, Semapa e Corticeira Amorim.

O reforço do investimento em Portugal arrancou com a Corticeira Amorim, empresa onde a Bestinver Gestion passou a controlar mais de 5%.
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por artista_ » 16/7/2007 11:22

Quebrou na sexta a resistência importante dos 3,05 euros, e se essa quebra foi marginal hoje parece estar a confirmá-la...
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por Resina » 16/7/2007 17:46

Alguém actualiza o gráfico sff...
Gostaria de ver para fazer umas analises..
Abraço
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Porquê ir contra o mercado? Perdemos sempre!
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por tek » 16/7/2007 19:21

Catarina Carneiro de Brito
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A SIC Internacional espera que a sua presença no Brasil "não sofra qualquer tipo de interferência política", uma vez que a opção da distribuidora Sky Brasil por manter a SIC Internacional "mostra como o mercado funciona e como é este que dita as regras", afirma João Pedro Nava, director de negócios internacionais da SIC, em comunicado .

O responsável refere-se à escolha da Sky Brasil em emitir a estação de Carnaxide em detrimento da RTP Internacional.

O embaixador de Portugal no Brasil, Francisco Seixas da Costa, pediu, no passado sábado, esclarecimentos à operadora de cabo Sky Brasil pela substituição da RTP Internacional pela SIC.

Seixas da Costa, em carta enviada ao presidente da Sky Brasil, Luíz Eduardo Baptista da Rocha, saúda a iniciativa de incluir a programação da SIC, "abrindo caminho a uma televisão privada portuguesa de elevado mérito", mas simultaneamente considera, "da maior gravidade que isso seja feito em detrimento do canal público português, no qual o Estado Português faz, desde há mais de uma década, um considerável investimento".
 
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