Galp...
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Governo fixa preço de venda do IPO da Galp entre 5,06 e 6,12 euros
O Governo, em Conselho de Ministros, aprovou hoje o intervalo de preços da oferta pública inicial da Galp Energia, que foi fixado entre 5,06 e 6,12 euros por acção. A oferta será de um máximo de 23% do capital da Galp e terá uma venda directa de 90,5 milhões de euros.
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Ana Filipa Rego
arego@mediafin.pt
O Governo, em Conselho de Ministros, aprovou hoje o intervalo de preços da oferta pública inicial da Galp Energia, que foi fixado entre 5,06 e 6,12 euros por acção. A oferta será de um máximo de 23% do capital da Galp e terá uma venda directa de 90,5 milhões de euros.
Segundo o comunicado distribuído no "briefing" do Conselho de Ministros, o intervalo de preços definido foi fixado entre 5,06 e 6,12 euros por acção, podendo ser deduzido de um desconto de até 10%.
Para além dos preços, o Governo aprovou ainda as tranches definidas para os vários segmentos de investidores. Para os trabalhadores estão destinadas 4,2 milhões de acções e 53,9 milhões de títulos para os pequenos subscritores e emigrantes.
Estes investidores, como já tinha sido anunciado, beneficiam de um desconto de 5% no preçofinal de venda da s acções.
Para o público em geral ficou definida uma tranche de 24,9 milhões de acções.
O Executivo optou ainda, tal como estava já previsto, realizar uma venda directa de 90,5 milhões de acções, com um lote suplementar de 17,3 milhões.
A resolução hoje aprovada fixa as condições para a realização da quarta fase de reprivatização do capital da Galp Energia, mediante a realização de uma OPV e de uma venda directa de um bloco de acções, representativas do capital social desta empresa, numa percentagem numa superior a 23%.
Antes o Governo previa alienar um máximo de 25% do capital da Galp.
O Governo, em Conselho de Ministros, aprovou hoje o intervalo de preços da oferta pública inicial da Galp Energia, que foi fixado entre 5,06 e 6,12 euros por acção. A oferta será de um máximo de 23% do capital da Galp e terá uma venda directa de 90,5 milhões de euros.
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Ana Filipa Rego
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O Governo, em Conselho de Ministros, aprovou hoje o intervalo de preços da oferta pública inicial da Galp Energia, que foi fixado entre 5,06 e 6,12 euros por acção. A oferta será de um máximo de 23% do capital da Galp e terá uma venda directa de 90,5 milhões de euros.
Segundo o comunicado distribuído no "briefing" do Conselho de Ministros, o intervalo de preços definido foi fixado entre 5,06 e 6,12 euros por acção, podendo ser deduzido de um desconto de até 10%.
Para além dos preços, o Governo aprovou ainda as tranches definidas para os vários segmentos de investidores. Para os trabalhadores estão destinadas 4,2 milhões de acções e 53,9 milhões de títulos para os pequenos subscritores e emigrantes.
Estes investidores, como já tinha sido anunciado, beneficiam de um desconto de 5% no preçofinal de venda da s acções.
Para o público em geral ficou definida uma tranche de 24,9 milhões de acções.
O Executivo optou ainda, tal como estava já previsto, realizar uma venda directa de 90,5 milhões de acções, com um lote suplementar de 17,3 milhões.
A resolução hoje aprovada fixa as condições para a realização da quarta fase de reprivatização do capital da Galp Energia, mediante a realização de uma OPV e de uma venda directa de um bloco de acções, representativas do capital social desta empresa, numa percentagem numa superior a 23%.
Antes o Governo previa alienar um máximo de 25% do capital da Galp.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
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LISBOA, 4 Out (Reuters) - O Conselho de Ministros (CM) fixou o intervalo de preços do Initial Public Offer (IPO) da Galp entre 5,06 e 6,12 euros por acção, foi anunciado no final da reunião do Governo.
O IPO da Galp Energia, cuja sessão de Bolsa está prevista para 23 de Outubro, será de até 23 pct do capital.
"(A quarta fase de reprivatização da Galp Energia é feita) mediante a realização de uma Oferta Pública de Venda e de uma venda directa de um bloco de acções representativas do capital numa percentagem não superior a 23 pct", refere o comunicado do Conselho de Ministros.
O Governo adiantou que o intervalo de preços pode ser deduzido de um desconto de até 10 pct.
"O intervalo de preços unitários de venda na OPV será entre 5,06 e 6,12 euros por acção, podendo ser deduzido de um desconto de até 10 pct", refere o comunicado do Conselho de Ministros.
"A data da sessão de Bolsa (deste IPO) está prevista para 23 de Outubro. De acordo com o intervalo de preços definido, o intervalo das avaliações, feito pelas instituições financeiras, situa-se entre 3.800 e 4.600 ME", disse Fernando Teixeira dos Santos, ministro das Finanças, no briefing do Conselho de Ministros.
Esta avaliação já incorpora o desconto de 10 pct sobre o intervalo de preços definido entre 5,06 e 6,12 euros.
Teixeira dos Santos lembrou que o ponto médio deste intervalo anda pelos 4.200 milhões de euros (ME), valor a que há uns meses atrás o empresário Américo Amorim adquiriu a sua posição na Galp.
O ministro recordou que desde essa altura as margens de refinação desceram e que a empresa pagou dividendos extraordinários de 800 ME.
Interrogado sobre se este intervalo era muito inferior a uma anterior avaliação, respondeu: "não, porque, entretanto, tem que se ter em conta a distribuição de dividendos extraordinários de 800 ME".
Serão alienadas 90.463.769 acções através de uma venda directa a investidores institucionais, sendo que a quantidade de acções a vender em OPV é de 82.925.000 e as relativas ao lote suplementar (greenshoe) somam 17.338.877 títulos.
No que toca à OPV, os trabalhadores da Galp podem subscrever 4.146.000 acções, os pequenos subscritores e emigrantes 53.901.000 acções e para o público em geral é fixado um montante de 24.878.000 acções.
O ministro das Finanças disse que dentro de dias se iniciará o road show nas principais praças financeiras internacionais, incluindo Nova Iorque e Londres.
O IPO da Galp Energia, cuja sessão de Bolsa está prevista para 23 de Outubro, será de até 23 pct do capital.
"(A quarta fase de reprivatização da Galp Energia é feita) mediante a realização de uma Oferta Pública de Venda e de uma venda directa de um bloco de acções representativas do capital numa percentagem não superior a 23 pct", refere o comunicado do Conselho de Ministros.
O Governo adiantou que o intervalo de preços pode ser deduzido de um desconto de até 10 pct.
"O intervalo de preços unitários de venda na OPV será entre 5,06 e 6,12 euros por acção, podendo ser deduzido de um desconto de até 10 pct", refere o comunicado do Conselho de Ministros.
"A data da sessão de Bolsa (deste IPO) está prevista para 23 de Outubro. De acordo com o intervalo de preços definido, o intervalo das avaliações, feito pelas instituições financeiras, situa-se entre 3.800 e 4.600 ME", disse Fernando Teixeira dos Santos, ministro das Finanças, no briefing do Conselho de Ministros.
Esta avaliação já incorpora o desconto de 10 pct sobre o intervalo de preços definido entre 5,06 e 6,12 euros.
Teixeira dos Santos lembrou que o ponto médio deste intervalo anda pelos 4.200 milhões de euros (ME), valor a que há uns meses atrás o empresário Américo Amorim adquiriu a sua posição na Galp.
O ministro recordou que desde essa altura as margens de refinação desceram e que a empresa pagou dividendos extraordinários de 800 ME.
Interrogado sobre se este intervalo era muito inferior a uma anterior avaliação, respondeu: "não, porque, entretanto, tem que se ter em conta a distribuição de dividendos extraordinários de 800 ME".
Serão alienadas 90.463.769 acções através de uma venda directa a investidores institucionais, sendo que a quantidade de acções a vender em OPV é de 82.925.000 e as relativas ao lote suplementar (greenshoe) somam 17.338.877 títulos.
No que toca à OPV, os trabalhadores da Galp podem subscrever 4.146.000 acções, os pequenos subscritores e emigrantes 53.901.000 acções e para o público em geral é fixado um montante de 24.878.000 acções.
O ministro das Finanças disse que dentro de dias se iniciará o road show nas principais praças financeiras internacionais, incluindo Nova Iorque e Londres.
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Uma questão a quem souber responder. Quais os critérios para se ser pequeno investidor? Tem a ver com a quantia das acções subscritas ou com a permanência com as mesmas? Obrigado.
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Quantia das acções(neste caso 5000), com direito a desconto e imobilização das mesmas durante três meses.
DEpois ainda podes subscrever as destinadas ao publico em geral (15000), sem direito a desconto e sem imobilização
No total podes solicitar 20000
Para os trabalhadores ainda há outra tranche
DEpois ainda podes subscrever as destinadas ao publico em geral (15000), sem direito a desconto e sem imobilização
No total podes solicitar 20000
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Obrigado Vic 
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Elias.
Não vai haver qualquer beneficio fiscal para esta operação.
No entanto o Governo vai promover beneficios fiscais, para a nova bolsa, a ser criada com PME, uma NAsdaq há Portuguesa.
IRC passa de 25% para 20% para as empresas cotadas durante 5 anos e quem adquirir acções destas empresas vai ter beneficios fiscais.
Todas as PME que quizerem entrar nesta plataforma de negociação, vao ter que fazer IPO
Não vai haver qualquer beneficio fiscal para esta operação.
No entanto o Governo vai promover beneficios fiscais, para a nova bolsa, a ser criada com PME, uma NAsdaq há Portuguesa.
IRC passa de 25% para 20% para as empresas cotadas durante 5 anos e quem adquirir acções destas empresas vai ter beneficios fiscais.
Todas as PME que quizerem entrar nesta plataforma de negociação, vao ter que fazer IPO
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Elias Escreveu:Alguém sabe se vai haver benefícios fiscais?
Estes investidores, como já tinha sido anunciado, beneficiam de um desconto de 5% no preço final de venda das acções e não vão beneficiar de benefícios fiscais, ao contrário de outras operações de reprivatização.
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Galp. O preço certo.
Em relação ao preço, é na vossa opinião um preço justo?
Bem a questão não se insere no contexto filosófico sobre o que deve ser, ou representar o preço de determinada acção.
A pergunta é partindo do presuposto que o preço representa para quem compra, o direito sobre os lucros futuros dessa empresa, e que se reflete sob a forma da sua valorização.
Acreditando que o mercado desconta tudo e acaba sempre por afinar o preço ao valor justo. A questão põe-se na casa da partida. Nesse instande em que o jogo começa e o mercado real ainda não conta.
Como é que é defenido o preço ?
That's my question.
Tanks
Bem a questão não se insere no contexto filosófico sobre o que deve ser, ou representar o preço de determinada acção.
A pergunta é partindo do presuposto que o preço representa para quem compra, o direito sobre os lucros futuros dessa empresa, e que se reflete sob a forma da sua valorização.
Acreditando que o mercado desconta tudo e acaba sempre por afinar o preço ao valor justo. A questão põe-se na casa da partida. Nesse instande em que o jogo começa e o mercado real ainda não conta.
Como é que é defenido o preço ?
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?Em relação ao preço, é na vossa opinião um preço justo
mais do que saber o preço justo talvez faça mais logica perguntar qual a probabilidade de ela subir para alem do preço da OPV e a poder vender mais caro do que a comprou correcto ? a resposta neste caso é que as probabilidades de isso acontecer são razoavelmente positivas ...
Aqui no Caldeirão no Longo Prazo estamos todos ricos ... no longuissimo prazo os nossos filhos estarão ainda mais ricos ...
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De 5.06 a 6.12 são 20.95%
Ok valves, é importantissimo, é alias o mais importante na prespectiva do investimento.
Mas gostava, de compreender a mecanica por detras da formação do preço, é que a 13 dias da operação ainda precisam de uma margem de 20,95% o que é que pode variar em 13 dias, para justificar tanta amplitude?
Era isso que gostava de compreender.
Xau
Mas gostava, de compreender a mecanica por detras da formação do preço, é que a 13 dias da operação ainda precisam de uma margem de 20,95% o que é que pode variar em 13 dias, para justificar tanta amplitude?
Era isso que gostava de compreender.
Xau
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Selector, para a definição do intervalo de preços, fazem uma avaliação da empresa (tendo em conta os seus fundamentais e a sua comparação com outras empresas do ramo). Depois, dentro desse amplo intervalo definido, a fixação final do preço vai depender da procura (dos particulares, mas sobretudo dos institucionais). Se o preço se vier a situar no limite interior é sinal de que a procura não foi forte. Pelo contrário, se o preço se fixar no limite superior é sinal que despertou muito interesse. De uma forma simplista é assim
Um abraço,
Ulisses
Um abraço,
Ulisses
Ulisses,
desculpa se isto já foi falado em tópicos anteriores mas para a Galp entrar agora e directamente para o Psi 20, terá de haver uma revisão extraordinária e neste momento a melhor colocada para sair é a Novabase correcto?
Obrigado.
um abraço,
kanguru
desculpa se isto já foi falado em tópicos anteriores mas para a Galp entrar agora e directamente para o Psi 20, terá de haver uma revisão extraordinária e neste momento a melhor colocada para sair é a Novabase correcto?
Obrigado.
um abraço,
kanguru
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- Registado: 23/9/2006 11:12
- Localização: Coimbra
O Governo, em Conselho de Ministros, aprovou ontem o intervalo de preços da oferta pública inicial (IPO) da Galp Energia, que foi fixado entre 5,06 e 6,12 euros por acção, avaliando desta forma a empresa num máximo de 5,07 mil milhões de euros...
Acho que se tinha falado em valores próximos dos 6 mil milhões, neste cenário acho que a empresa não vai cara para a bolsa, mas concordo com o Valves e o Ulisses, interessa é que possa subir depois o que deverá acontecer se a procura for grande!
Subscrição...
E quando é que podemos ir ao banco por assim dizer... subscrever as acções da Galp? Já existe uma data?
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Re: Subscrição...
afonsinho Escreveu:E quando é que podemos ir ao banco por assim dizer... subscrever as acções da Galp? Já existe uma data?
Não te preocupes que o banco avisa-te!
ricardotugas Escreveu:Penso que só será interresante ir como publico em geral, pois 3 meses de imobilização nesta altura que tudo está nos maximos... será um risco, mesmo sendo a GALP.
BN
Sim, concordo que como publico em geral, pode ser interessante, mas ficar 3 meses agarradinho, não me parece boa ideia. 3 meses é muito tempo e nos dias que correm muita coisa pode acontecer por esse mundo fora.
Se por 13 dias definem uma margem de erro entre o preço minimo e maximo, de quase 21% de certeza que não estão só a equacionar a procura.
Imagino a amplitude que pode existir em 3 meses caso algo aconteça.
Decididamente sim, mas.... só enquanto eu quizer, pois o desconto pode sair caro.
Näkemiin
\__S E L E C T O R__/
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Pequenos subscritores só podem comprar até 5.000 acções da Galp
Os pequenos subscritores, emigrantes e trabalhadores da Galp vão poder comprar acções com um desconto de 5%, mas só podem adquirir um máximo de 5.000 acções, que ficarão indisponíveis para negociação por um período de três meses. O público em geral poderá comprar um lote máximo de 15.000 acções.
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Pedro Carvalho
pc@mediafin.pt
Os pequenos subscritores, emigrantes e trabalhadores da Galp vão poder comprar acções com um desconto de 5%, mas só podem adquirir um máximo de 5.000 acções, que ficarão indisponíveis para negociação por um período de três meses. O público em geral poderá comprar um lote máximo de 15.000 acções.
O Governo aprovou esta semana o intervalo de preços da oferta pública inicial (IPO) da Galp Energia, que foi fixado entre 5,06 e 6,12 euros por acção.
A estreia em bolsa está prevista para 23 de Outubro, devendo o prospecto da operação ser publicado ainda hoje.
Na OPV, o Estado vai alienar 82.925.000 acções, sendo que 5% são destinadas a trabalhadores, 65% aos pequenos subscritores e emigrantes e o remanescente 30% ao público em geral.
Na publicação feita em Diário da Republica diz-se que os trabalhadores da Galp podem individualmente adquirir até 5.000 acções, devendo as ordens de compra ser expressas em múltiplos de 10 acções. A aquisição de acções por parte dos pequenos subscritores e emigrantes fica também com um limite individual máximo de 5.000 acções.
Estes dois grupos vão beneficiar de um desconto de 5% face ao preço que vier a ser fixado na OPV para venda destinada ao público em geral, que já tem como referência o intervalo de 5,06 e 6,12 euros por acção.
Além disso, nos primeiros três meses após a OPV, as acções compradas a 23 de Outubro ficarão indisponíveis para negociação e sem poder exercer os direitos de voto inerentes.
Já o público em geral fica com um "cap" de compra limitado a 15.000 acções por investidor.
Os pequenos subscritores, emigrantes e trabalhadores da Galp vão poder comprar acções com um desconto de 5%, mas só podem adquirir um máximo de 5.000 acções, que ficarão indisponíveis para negociação por um período de três meses. O público em geral poderá comprar um lote máximo de 15.000 acções.
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Pedro Carvalho
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Os pequenos subscritores, emigrantes e trabalhadores da Galp vão poder comprar acções com um desconto de 5%, mas só podem adquirir um máximo de 5.000 acções, que ficarão indisponíveis para negociação por um período de três meses. O público em geral poderá comprar um lote máximo de 15.000 acções.
O Governo aprovou esta semana o intervalo de preços da oferta pública inicial (IPO) da Galp Energia, que foi fixado entre 5,06 e 6,12 euros por acção.
A estreia em bolsa está prevista para 23 de Outubro, devendo o prospecto da operação ser publicado ainda hoje.
Na OPV, o Estado vai alienar 82.925.000 acções, sendo que 5% são destinadas a trabalhadores, 65% aos pequenos subscritores e emigrantes e o remanescente 30% ao público em geral.
Na publicação feita em Diário da Republica diz-se que os trabalhadores da Galp podem individualmente adquirir até 5.000 acções, devendo as ordens de compra ser expressas em múltiplos de 10 acções. A aquisição de acções por parte dos pequenos subscritores e emigrantes fica também com um limite individual máximo de 5.000 acções.
Estes dois grupos vão beneficiar de um desconto de 5% face ao preço que vier a ser fixado na OPV para venda destinada ao público em geral, que já tem como referência o intervalo de 5,06 e 6,12 euros por acção.
Além disso, nos primeiros três meses após a OPV, as acções compradas a 23 de Outubro ficarão indisponíveis para negociação e sem poder exercer os direitos de voto inerentes.
Já o público em geral fica com um "cap" de compra limitado a 15.000 acções por investidor.
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Com acções 3 meses imobilizadas...
com interesse estrangeiro, nomeadamente de outras empresas do ramo...
com o interesse dos fundos em deter esta acção...
Parecem-me muitos interesses para tão poucas acções logo no início
Prevejo que a subida seja forte logo no início mas, vamos ver como irá ser a subscrição e a adesão dos portugas
com interesse estrangeiro, nomeadamente de outras empresas do ramo...
com o interesse dos fundos em deter esta acção...
Parecem-me muitos interesses para tão poucas acções logo no início
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