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Caldeirão da Bolsa

CAC - Airbus Group (ex-EADS)

Espaço dedicado a todo o tipo de troca de impressões sobre os mercados financeiros de uma forma genérica e a todo o tipo de informação útil que possa condicionar o desempenho dos mesmos

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por Elias » 20/1/2012 20:32

Oh diabo...




Fissures sur des A380, inspections recommandées par l'autorité européenne
AFP le 20/01/2012 à 17:50

L'agence européenne de sécurité aérienne (AESA) a recommandé vendredi l'inspection de presque la moitié des Airbus A380 après la découverte de nouvelles fissures sur la voilure des très gros porteurs de l'avionneur européen.

Début janvier, Airbus avait dévoilé avoir détecté des micro-fissures sur des pièces en équerre attachant la "peau" de la voilure aux nervures de l'aile. Et jeudi, après des révélations du magazine spécialisé Aviationweek, Airbus a expliqué que "des fissures mineures supplémentaires avaient été découvertes sur des pièces en équerre non critiques" dans la voilure de quelques A380.

"Les nouvelles fissures sont plus importantes que les micro fissures initiales. Il apparaît que le deuxième type de fissures peut se développer sur d'autres avions après un certain temps", a jugé l'AESA dans une directive de navigabilité publiée vendredi sur son site internet.

"Si elles n'étaient pas détectées ou corrigées, cela pourrait potentiellement affecter l'intégrité de la structure de l'avion", estime l'agence.

L'AESA recommande des inspections pour 30 des 67 avions A380 opérant dans le monde, selon une source proche du dossier.

Neuf avions ayant effectué plus de 1.800 vols doivent être inspectés dans les quatre jours et 21 appareils, ayant effectué entre 1.300 et 1.799 vols, seront inspectés dans les six semaines, selon les recommandations de l'agence, a ajouté cette source.

Airbus a de nouveau assuré vendredi que ces fissures étaient sans gravité si elles étaient détectées à temps.

Lors de la découverte en janvier des micro-fissures, un porte-parole de l'entreprise avait déclaré que leur réparation pouvait attendre des opérations de maintenance et donc un délai maximum de quatre ans.

Ces fissures successives sont embarrassantes pour l'image de cet avion, a commenté Christophe Menard, analyste chez Kepler Capital Markets. Il souligne toutefois que s'il y avait eu un véritable risque de mise en péril de la sécurité, l'AESA aurait cloué au sol l'avion.

L'A380 est le plus gros avion de ligne du monde capable de transporter plus de 500 passagers et même plus de 800 voyageurs lorsqu'il est configuré en classe économique uniquement.

Il a été mis en service en octobre 2007 avec la compagnie Singapore Airlines.

Ses débuts avaient été émaillés de nombreux problèmes d'assemblage qui ont longtemps plombé les comptes de sa maison mère EADS.

Le premier gros incident est survenu fin 2010: la compagnie australienne Qantas avait immobilisé pour contrôle ses six A380 à la suite de l'explosion d'un moteur Rolls-Royce le 4 novembre 2010, qui avait contraint l'un de ses appareils à se poser d'urgence à Singapour.

Selon un rapport d'enquête du Bureau australien pour la sécurité du transport, l'avarie était due à un problème de durites d'huile, qui souffraient d'une usure accélérée pouvant entraîner des fuites et un feu de moteur.

Qantas avait repris ses vols vers Londres dès le 10 novembre. Mais l'appareil abimé, dont une aile avait été endommagée par des projections métalliques, est toujours en réparation et ne devrait reprendre du service qu'en février.

Quelque 253 avions A380 ont été commandés au total.

Cette semaine, le patron d'Airbus Tom Enders avait estimé que le programme A380 était sur les rails. "Après toutes les difficultés que l'avion a connues, 2011 a été la première véritable année de production pour l'A380", a déclaré le dirigeant.

Airbus a enregistré 19 nouvelles commandes en 2011. "Nous travaillons dur pour les augmenter", avait-il ajouté, alors que son rival américain Boeing a engrangé un nombre supérieur de commandes d'avions long-courrier.
 
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por Palmix » 16/2/2012 17:14

Deixo aqui este artigo, porque me parece que tenha interesse...

By Lee Wild, 16 February 2012

Takeover activity in the global aerospace and defence industry hit a record high last year, and it looks like Britain's army of commercial plane and military parts suppliers are likely to find themselves in the thick of it again in 2012.

There were 341 deals struck during 2011, according to the latest report from PricewaterhouseCoopers, trumping the prior year's record. Between them, they were worth a colossal $43.7bn (£27.8bn), clearing the previous high of $42bn posted back in 2007.

And it is abundantly clear that civil aerospace, with enviable growth prospects showcased by an eight-year backlog of production, will be where the action remains hottest this year. And another flood of commercial airliner orders is expected at this month's Singapore Air Show.

Rival suppliers fighting to increase exposure on key growth platforms like the new fuel efficient jets from Boeing and Airbus are likely to be popular in 2012. UK firms such as Senior , Meggitt and Ultra Electronics have already proved they can do deals here. Increasing bargaining power will prove a catalyst for some deals; for others the motivation will be better margins further up the supply chain or greater control over production by buying further down. Furthermore, defence companies, given huge government spending cuts and fewer organic growth opportunities within their own sector, could be tempted to switch more of their attention to commercial aerospace.

The US will remain the largest defence market. And that's going to keep attracting European arms suppliers, thinks PwC. The lead players, meanwhile, will continue selling slower growth businesses, much like Northrop Grumman did with its shipbuilding division. That, of course, reignites the debate about BAE , our own defence conglomerate and potential break-up candidate.

Expect no let-up in demand for niche businesses in areas such as cyber either. Most defence contractors have cottoned on already and know there are few areas likely to grow as quick as this right now.
 
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por nook » 8/3/2012 10:01

EADS aumenta lucros em 86% e duplica dividendo
08 Março 2012 | 07:48
Sara Antunes - saraantunes@negocios.pt
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A fabricante do Airbus quase que duplicou lucros em 2011 e anunciou que vai distribuir o dobro dos dividendos pagos no ano passado.

O resultado líquido da European Aeronautic, Defence & Space (EADS) aumentaram 86% para 1,03 mil milhões de euros, no ano passado, revelou hoje a empresa citada pela Bloomberg. Os resultados antes de impostos, juros e itens extraordinários cresceram de 1,23 mil milhões de euros para 1,7 mil milhões de euros. A agência de informação norte-americana salienta que os resultados superaram as estimativas dos analistas contactados.

As receitas da EADS aumentaram 7% para 49,13 mil milhões de euros.

A empresa revelou ainda as suas previsões de resultados para este ano, avançando com uma estimativa de aumento dos resultados antes de impostos, juros e itens extraordinários para 2,5 mil milhões de euros.

As receitas deverão crescer mais de 6% este ano.

A EADS anunciou ainda que vai pagar um dividendo de 45 cêntimos por acção, mais do que duplicando o “pay-out” face ao ano passado e superando as estimativas dos analistas que apontavam para um dividendo de 30 cêntimos, de acordo com a Bloomberg.

http://www.jornaldenegocios.pt/home.php ... &id=543155
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por C0rr3i4 » 11/7/2012 15:36

Alguém sabe o motivo desta queda de hoje, de cerca de 5%?!

Obrigado...
C0rr3i4

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por Elias » 11/7/2012 15:41

correia1978 Escreveu:Alguém sabe o motivo desta queda de hoje, de cerca de 5%?!

Obrigado...


Vendedores muito activos.

Não encontro nenhum catalisador muito evidente, mas dá uma espreitadela aqui: http://www.4-traders.com/EADS-4637/news-history/
 
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por C0rr3i4 » 11/7/2012 15:52

Obrigado, Elias.

Apesar de achar que pode ser um bom momento "para apanhar o comboio em andamento", também é demasiado arriscado apanhar "facas" em queda.
Prefiro aguardar pelas próximas sessões e verificar se existe possibilidade de entrada...

Abraço,
C0rr3i4

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por Elias » 27/7/2012 8:10

Sobe mais de 7% hoje após apresentar bons resultados.
 
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por C0rr3i4 » 4/9/2012 12:21

Airbus prevê que sejam precisos 28,2 mil aviões até 2030
04 Setembro 2012 | 12:03
Ana Torres Pereira - atp@negocios.pt

A fabricante europeia de aviões Airbus prevê que sejam precisos mais de 28 mil aviões até 2030, acima dos 27,8 mil aviões.
A Airbus prevê que sejam necessários 28,2 mil aviões de passageiros e de carga, com 100 ou mais lugares, nos próximos 20 anos, segundo o Global Market Forecast. Este volume está avaliado em 4 biliões de dólares (3,1 biliões de euros).

Do total, a Airbus estima que a maioria sejam dedicados a passageiros (27.350 aviões), estando estes avaliados em 3,7 biliões de dólares (2,9 biliões de euros), de acordo com o comunicado da Airbus.

A Airbus recorda que o tráfego de passageiros deverá registar um crescimento anual de cerca de 4,7%, durante os próximos 20 anos, um período em que cerca de 10.350 aviões serão substituídos por outros mais eficientes.

Em 2031, o número de aviões irá crescer 110%, passando dos 15.550 aviões de hoje, para os 32.550.


A Airbus acredita que o número de “mega” cidades irá mais do que duplicar para as 92, representando que irão representar mais de 90% do tráfego mundial.

Na previsão anterior, como o Negócios noticiou, em Fevereiro último, a Airbus previa que Lisboa fosse uma 87 “mega” cidades. “Em 2030, Lisboa sera um dos destinos com mais de 10 mil passageiros/ dia de longo curso, tornando-se uma das 87 ‘mega cidades’da aviação mundial, que actuam como ‘hubs’principais”, segundo Andrew Gordon, director de marketing estratégico da Airbus.

Os maiores fluxos de tráfego aéreo serão gerados pelos EUA; China, intra-Europeu e India, adiantou em comunicado, John Leahy, Airbus Chief Operating Officer Customers.

Quanto às entregas de avões, a região da Ásia Pacifico irá representar 35, seguindo-se a Europe e a América do Norte.

No que concerne às tipologias, a Airbus prevê que sejam entregues 1.700 aviões de grandes dimensões, como a A380, até 2031, avaliados em mais de 600 mil milhões de dólares (476,9 mil milhões de euros). Já os os aviões que comportam entre os 250 e os 400 assentos, como os A330 ou A350 XWB (tipologia encomendada pela TAP), deverão ser entregues 6.970 aviões, avaliados em 1,7 bilões de dólares (1,3 biliões de euros).


Nos próximos 20 anos serão entregues 19.500 aviões mais pequenos, avaliados em 1,6 biliões de dólares (1,2 mil milhões de euros).

A Airbus entregou, no ano passado, 534 aeronaves comerciais a 88 clientes e registou encomendas líquidas de 1.419 aviões.
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por Elias » 12/9/2012 16:28

A EADS a levar uma coça a cair 5%.

Fala-se de uma possível fusão com a British Aerospace - actualmente BAE Systems (BAE.L), que sobe 9%.
 
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por C0rr3i4 » 12/9/2012 23:46

Defesa: BAE e EADS anunciaram negociações para a fusão
12 Setembro 2012 | 22:41
Lusa

A concretizar-se, a fusão destas entidades resultará num conglomerado com uma facturação superior a 70.000 milhões de euros e mais de 220.000 empregados.
Os grupos britânico BAE Systems, da área da defesa, e europeu EADS, do sector aeroespacial, anunciaram hoje que estão a negociar a sua fusão, noticia a AP. A concretizar-se, a fusão destas entidades resultaria num conglomerado com uma facturação superior a 70.000 milhões de euros e mais de 220.000 empregados.

O negócio criaria uma empresa 'gigante' nos domínios da defesa e aeroespacial, quando a conjuntura nestas áreas é dominada por desafios e incertezas, perante os cortes orçamentais na Europa e nos Estados Unidos.

A EADS já é uma das maiores empresas europeias, envolvida na produção de aviões (Airbus), helicópteros (Eurocopter), satélites (Astrium) e eletrónica de defesa (Cassidian). A Airbus e a EADS têm disputado o mercado da aviação civil e militar à norte-americana Boeing.

As empresas confirmaram as negociações, através de uma declaração enviada hoje às autoridades da bolsa de Londres, adiantando que, sobre a proposta fusão, os accionistas da BAE Systems ficariam com 40% da nova entidade e os da EADS com 60%.

Se concluído, o negócio vai fundir as administrações e as equipas de gestão das duas entidades, mas estas continuariam a ser cotadas separadamente.

A BAE e a EADS destacaram "uma longa história de colaboração" em projectos como o avião de combate "Eurofighter Typhoon", que é montado parcialmente no Reino Unido e depois acabado pela EADS na Europa Continental.

A EADS vai ter de pagar 200 milhões de libras (250 milhões de euros) aos seus accionistas antes de concretizar qualquer associação, de forma a alinhar as diferentes políticas de dividendos.

A BAE, baseada no Reino Unido, e a European Aeronautic Defense & Space Company, sedeada nos Países Baixos, realçaram a natureza sensível da sua actividade e adiantaram que começaram negociações com "uma série de governos" sobre as implicações da fusão.

O analista de defesa Guy Anderson, da revista especializada IHS Jane's, disse que se o negócio se concretizar vai mudar o mercado europeu de defesa, para além do que se pode imaginar, o que vai colocar grandes desafios aos reguladores.

"Isto é potencialmente maior do que a fusão feita em 1999 que conduziu à criação da EADS", disse, acrescentando que "esta iniciativa de concentrar para salvar as indústrias europeias de defesa é falada desde há anos, mas parece estar a acontecer a uma escala maior do que alguma vez esperado".

Com a BAE e a EADS já a cooperarem no Eurofighter e possuindo dois terços do grupo MBDA, fabricante de mísseis, a sua fusão poderia mudar estruturas accionistas na Europa, o que leva Anderson a admitir que os reguladores vão precisar de ser convencidos de que não vai prejudicar a concorrência.

"É possível que leve algum tempo até que sejam conhecidos todos os detalhes e apurado o grau de sobreposição", acrescentou.

As empresas já disseram saber que tencionam emitir acções especiais, na BAE e na EADS, aos governos francês, alemão e britânico, que substituam as posições que detêm nas duas empresas.

As negociações têm de estar concluídas até 10 de Outubro, sendo então revelado se tiveram êxito ou se as empresas permanecem separadas.

A BAE, que produz o submarino de propulsão nuclear Astute e é o maior fornecedor de veículos terrestres às forças armadas dos Estados Unidos, divulgou uma ligeira baixa nos lucros verificada no primeiro semestre e alertou para as perspectivas do mercado norte-americano, perante a incerteza quanto ao orçamento para a defesa.
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por Elias » 13/9/2012 1:04

Mais sobre a possível fusão
aqui

E um g.a.

A situação técnica fica agora menos favorável, ante a perspectiva de um duplo topo nos 31,20.
Anexos
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por Stresszero » 13/9/2012 9:15

Já está testar o suporte dos 25,60. Vamos ver se se aguenta. :shock:
 
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por Elias » 13/9/2012 9:44

realmente, que biolência... e a BAE Systems também leva no pelo (embora ontem tenha subido muito). Parece que o mercado não acolheu bem esta ideia de fusão...

Quem está a subir bém hoje é a Zodiac Aerospace...
 
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por Elias » 13/9/2012 10:39

A Rolls Royce também sobe.

Deve haver expectativas de mais fusões no sector...
 
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por Elias » 13/9/2012 12:29

A sessão ainda vai a meio e o volume já é o mais elevado desde Março de 2008.

Quedas acentuadas com volume estrondoso não costumam ser grande agoiro...
 
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por Stresszero » 13/9/2012 12:33

Elias Escreveu:A sessão ainda vai a meio e o volume já é o mais elevado desde Março de 2008.

Quedas acentuadas com volume estrondoso não costumam ser grande agoiro...


Poderá ter chegado ao fim o movimento bull que a Eads tem feito desde março 2009. Vamos ver se o suporte aguenta, mas também vejo o cenário negro. :(
 
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por Elias » 13/9/2012 12:40

Ainda é cedo para dizer se vai aguentar, mas a pressão de venda é assustadora :shock:
 
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por Elias » 13/9/2012 16:31

Vai fechar nos mínimos do dia a cair mais de 10% e com o volume mais alto desde Junho de 2006 (nessa ocasião caiu mais de 30% com um volume de 68 milhões).
 
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por Stresszero » 13/9/2012 16:51

Elias Escreveu:Vai fechar nos mínimos do dia a cair mais de 10% e com o volume mais alto desde Junho de 2006 (nessa ocasião caiu mais de 30% com um volume de 68 milhões).


Já olhei para o gráfico e é mendonho. Já agora, será que os 23,50 vão aguentar? Sei que é cedo para conclusões mas é que vem por aí abaixo com uma força... :shock:
 
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por Elias » 13/9/2012 16:59

g.a.

Notar que o Chaikin Money Flow caiu para valores muito negativos (-0,4479); é preciso recuar a Setembro de 2001 - logo após os atentados - para encontrar valores ainda mais negativos, mas nessa altura tudo o que estava ligado ao sector da aviação levou na pá.
Anexos
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por Rags » 13/9/2012 17:10

Elias consideras o duplo topo activado com este fecho abaixo dos 25,4€?

Se ainda não, o que que te fará afirmar que sim?
Anexos
EADS 13-09-2012.png
EADS 13-09-2012.png (96.33 KiB) Visualizado 3845 vezes
Editado pela última vez por Rags em 13/9/2012 17:30, num total de 1 vez.
Cumprimentos
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por Elias » 13/9/2012 17:30

Rags Escreveu:Elias consideras o duplo fundo activado com este fecho abaixo dos 25,4€?

Se ainda não, o que que te fará afirmar que sim?


É uma boa questão. E de resposta difícil.

Vou elaborar um pouco para ver se eu próprio chego a alguma conclusão.

Pontos a considerar:
- suporte nos 25,39 (correspondente ao mínimo de Junho de 2012 e também ao máximo de Julho de 2012)
- o fecho de hoje foi 1% abaixo deste valor.
- no entanto se considerarmos o valor máximo de fecho em Julho de 2011 o suporte ficaria nos 25,04.
- o fecho de hoje foi 0,4% acima desse valor e o mínimo intradiário escassos 2 cêntimos acima.
- RSI entrou hoje em sobrevenda

Convém ter presente que os suportes e resistências não são valores exactos mas sim zonas. E que uma quebra de 1% nem sempre é conclusiva.

Mas neste ponto vale a pena olhar para o gráfico intradiário. A sessão de hoje teve uma evolução digna de nota: o título abriu em forte gap down e fez o mínimo do dia logo nos primeiros 10 minutos. Nesta zona surgiu forte interesse comprador. Seguiu-se um forte rebound durante uma hora e depois começou a escorregar o resto do dia, mas sem quebrar os mínimos da manhã, ainda que fechando muito perto dos mesmos.

Eu diria assim que surgiu interesse comprador e que se confirmou a existência de um suporte nos 25-25,10 que não foi quebrado.

Mas o suporte que activaria o duplo fundo está nos 25,39 e esse é que interessa para a questão que me colocaste.

Há quem considere que é necessário um movimento de 3% para confirmar uma ruptura. Neste caso tal não aconteceu e eu, pelas razões apresentadas, diria que não foi activado.

De qualquer forma, a partir daqui vejo três cenários:
1 - Amanhã continua o movimento de queda e fecha abaixo dos 25 - aí a figura foi activada, sem espinhas
2 - Amanhã e nos dias seguintes tens um forte ressalto que ninguém sabe muito bem até onde vai
3 - Este é o cenário mais chato: fica durante uns tempos a moer nesta zona, sem se perceber muito bem para onde vai a seguir.

Resumindo: vamos ver o que acontece amanhã, se quiseres volta a colocar-me a pergunta depois do fecho :wink:
Anexos
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por Rags » 13/9/2012 17:54

Elias Escreveu:É uma boa questão. E de resposta difícil.

Vou elaborar um pouco para ver se eu próprio chego a alguma conclusão.

Pontos a considerar:
- suporte nos 25,39 (correspondente ao mínimo de Junho de 2012 e também ao máximo de Julho de 2012)
- o fecho de hoje foi 1% abaixo deste valor.
- no entanto se considerarmos o valor máximo de fecho em Julho de 2011 o suporte ficaria nos 25,04.
- o fecho de hoje foi 0,4% acima desse valor e o mínimo intradiário escassos 2 cêntimos acima.
- RSI entrou hoje em sobrevenda

Convém ter presente que os suportes e resistências não são valores exactos mas sim zonas. E que uma quebra de 1% nem sempre é conclusiva.

Mas neste ponto vale a pena olhar para o gráfico intradiário. A sessão de hoje teve uma evolução digna de nota: o título abriu em forte gap down e fez o mínimo do dia logo nos primeiros 10 minutos. Nesta zona surgiu forte interesse comprador. Seguiu-se um forte rebound durante uma hora e depois começou a escorregar o resto do dia, mas sem quebrar os mínimos da manhã, ainda que fechando muito perto dos mesmos.

Eu diria assim que surgiu interesse comprador e que se confirmou a existência de um suporte nos 25-25,10 que não foi quebrado.

Mas o suporte que activaria o duplo fundo está nos 25,39 e esse é que interessa para a questão que me colocaste.

Há quem considere que é necessário um movimento de 3% para confirmar uma ruptura. Neste caso tal não aconteceu e eu, pelas razões apresentadas, diria que não foi activado.

De qualquer forma, a partir daqui vejo três cenários:
1 - Amanhã continua o movimento de queda e fecha abaixo dos 25 - aí a figura foi activada, sem espinhas
2 - Amanhã e nos dias seguintes tens um forte ressalto que ninguém sabe muito bem até onde vai
3 - Este é o cenário mais chato: fica durante uns tempos a moer nesta zona, sem se perceber muito bem para onde vai a seguir.

Resumindo: vamos ver o que acontece amanhã, se quiseres volta a colocar-me a pergunta depois do fecho icon_wink.gif





Interessante a tua resposta muito completa e com pontos pertinentes. Muito obrigado.

Na minha opinião dou quase por certo a activação, com a velocidade que leva e com o volume brutal, muito me espantaria se a queda ficasse por aqui, mas lá está os mercados adoram surpreender e por isso também espero pela confirmação no dia de amanhã.


Então ficamos combinados amanhã depois do fecho cá estarei para te perguntar novamente :wink:
Cumprimentos
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por C0rr3i4 » 14/9/2012 10:30

Pela resposta de hoje, o suporte continua válido...
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por C0rr3i4 » 14/9/2012 14:53

Parece-me que o suporte está nos 24,9. Hoje, sempre que lá toca, há um impulso na cotação.
C0rr3i4

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