CoronaVirus, panico justificado...?
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Ulisses Pereira Escreveu:Por outro lado, acredito que será o país do mundo com mais testes realizados e, em termos de percentagem da população, daqui a 2 ou 3 semanas estará no top3.
Abraço,
Ulisses
Em termos absolutos, é bem possível que chegue lá. Em termos per capita há uma série de países que já testaram na ordem de 10x mais que os Estados Unidos e que continuam a testar forte (Alemanha, Suíça, Islândia, Emirados Arabes Unidos e Bahrain, pelo menos estes).
Uma questão que é muito importante aqui é que a questão dos testes nos Estados Unidos não é verdadeiramente uma questão "nacional", o ritmo dos testes é muito díspare entre diferentes Estados e depende dos esforços locais e da iniciativa de cada um dos Governadores.
Ora, há Governadores nos Estados Unidos que até defendem publicamente que os mais velhos devem dar a vida pelos mais novos...
(bom, a referência de cima refere-se a um governador, em boa verdade, mas o ponto é que as atitudes diferem imensamente e a maior parte dos testes é agora da iniciativa dos Estados e não da iniciativa do Governo Federal... e o que cada Estado faz depende grandemente das iniciativas locais)
FLOP - Fundamental Laws Of Profit
1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Por outro lado, acredito que será o país do mundo com mais testes realizados e, em termos de percentagem da população, daqui a 2 ou 3 semanas estará no top3.
Abraço,
Ulisses
Abraço,
Ulisses
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
De acordo com os números conhecidos, os Estados Unidos preparam-se para passar a ser o país com mais casos a nível mundial. Apesar de o número de óbitos ser, para já, o 6º, convém notar que (seja por que razão for, o baixo ritmo de testes durante semanas será certamente um dos factores) os Estados Unidos estão "atrasados" na curva da epidemia e apresentam um número reduzido de casos resolvidos (2.3%).
Isto quer dizer que o número de óbitos, que responde em atraso, vai ainda subir bastante, o que entretanto se acumulará eventualmente com o efeito de stress e eventual colapso do sistema hospitalar.
Deixo também a evolução diária de novos casos confirmados e óbitos para a Alemanha nas duas últimas semanas (nota: escalas separadas).

Isto quer dizer que o número de óbitos, que responde em atraso, vai ainda subir bastante, o que entretanto se acumulará eventualmente com o efeito de stress e eventual colapso do sistema hospitalar.
Deixo também a evolução diária de novos casos confirmados e óbitos para a Alemanha nas duas últimas semanas (nota: escalas separadas).
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2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Ok, obrigado desde já, em princípio será reflectido no próximo boletim (nota: já não é a primeira vez que o boletim não tem os dados mais actualizados para todas as regiões e isso tem sido mencionado esporadicamente nas conferências de imprensa, curiosamente hoje não tive oportunidade de ouvir portanto não sei se existiu alguma menção a isso, relativa a Piedmont). Também estarei atento a ver se corrigem no git, se corrigirem então substituo aqui.
Aproveito e deixo o gráfico actualizado de novos casos confirmados diários para as duas últimas semanas (Itália):

Aproveito e deixo o gráfico actualizado de novos casos confirmados diários para as duas últimas semanas (Itália):
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
MarcoAntonio Escreveu:Actualização/Itália
Casos activos: +4492 (total:52013)
Recuperados: +999 (total:10361)
Óbitos: +662 (total:8165)
Em cuidados intensivos: +223 (total:3612)
(Fonte: Protezione Civile)
Parece que ha mais 50 que tinham declarado: ver aqui a fonte:
6153 new cases and 712 new deaths in Italy. Worldometer has contacted Piedmont officials directly and received confirmation that the number of deaths in the region is 499, 50 more than reported in the Protezione Civile's bulletin today, We have checked the totals by region and can confirm that the total number of deaths in Italy as of today is 8,215 rather than 8,165 incorrectly reported by Protezione Civile [source]
Ver aqui: https://www.worldometers.info/coronavirus/#countries
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Actualização/Itália
Casos activos: +4492 (total:62013)
Recuperados: +999 (total:10361)
Óbitos: +662 (total:8165)
Em cuidados intensivos: +223 (total:3612)

(Fonte: Protezione Civile)
Casos activos: +4492 (total:62013)
Recuperados: +999 (total:10361)
Óbitos: +662 (total:8165)
Em cuidados intensivos: +223 (total:3612)
(Fonte: Protezione Civile)
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1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
RPedroG Escreveu:lfhm83 Escreveu:Espanha compra testes estragados...
Mais uma prova da incompentencia espanhola...
A oposição está calmamente a carregar as caçadeiras com cartuchos.
Deixa-os pousar.
“It is not the strongest of the species that survives, nor the most intelligent, but rather the one most adaptable to change.”
― Leon C. Megginson
― Leon C. Megginson
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
https://www.worldometers.info/coronavirus/#countries
Neste momento em numero de casos os USA já passaram Itália...
Neste momento em numero de casos os USA já passaram Itália...
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Conferência diária do Gov. Andrew Cuomo (New York)
https://www.youtube.com/watch?v=MxkaAjQwQlQ
Experiências com "splitting" de ventiladores (ie, utilizar um ventilador para dois pacientes) foi entretanto aprovada (esta técnica já tinha sido experimentada em Itália). Indicações adicionais acerca de doenças respiratórias e a escassez de ventiladores: pacientes "não-codid" necessitam tipicamente de ventilador 3 a 4 dias, pacientes "covid" estão tipicamente 11 a 22 dias. Portanto, ao facto de mais pacientes precisarem, acresce o de tenderem a precisar também durante mais tempo.
https://www.youtube.com/watch?v=MxkaAjQwQlQ
Experiências com "splitting" de ventiladores (ie, utilizar um ventilador para dois pacientes) foi entretanto aprovada (esta técnica já tinha sido experimentada em Itália). Indicações adicionais acerca de doenças respiratórias e a escassez de ventiladores: pacientes "não-codid" necessitam tipicamente de ventilador 3 a 4 dias, pacientes "covid" estão tipicamente 11 a 22 dias. Portanto, ao facto de mais pacientes precisarem, acresce o de tenderem a precisar também durante mais tempo.
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2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Actualização/Espanha
(fonte: boletins do Ministerio de Sanidad; últimos dados 21h de 25-03-2020)
Casos activos: +6275 (total:45084)
Recuperados: +1648 (total:7015)
Óbitos: +655 (total:4089)
Ingressos em cuidados intensivos: +513 (total:3679)
Nota: o boletim passa a indicar "casos que han precisado ingreso en UCI" o que sugere que se trata de um valor cumulativo.
Quadro distribuido por faixas etárias (resultados parciais para 32816 casos c/ informação de idade):

De acordo com estes dados, em Espanha, cerca de 30% dos cuidados intensivos dizem respeito a individuos com menos de 60 anos.
(fonte: boletins do Ministerio de Sanidad; últimos dados 21h de 25-03-2020)
Casos activos: +6275 (total:45084)
Recuperados: +1648 (total:7015)
Óbitos: +655 (total:4089)
Ingressos em cuidados intensivos: +513 (total:3679)
Nota: o boletim passa a indicar "casos que han precisado ingreso en UCI" o que sugere que se trata de um valor cumulativo.
Quadro distribuido por faixas etárias (resultados parciais para 32816 casos c/ informação de idade):
De acordo com estes dados, em Espanha, cerca de 30% dos cuidados intensivos dizem respeito a individuos com menos de 60 anos.
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1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Opcard33 Escreveu:Marco só tu me podes ajudar nestas contas , eu sei que podes acompanhar o meu raciocínio.
Nada bate certo Isto tem uma mortalidade de aproximadamente e oficialmente de 1%.
A taxa a que te referes diz respeito a Portugal ou geral?
Em todo o caso, nenhum valor pode ser dado como certo nesta altura uma vez que se está limitado aos casos confirmados (seja de positivos, seja de óbitos). Dentro destas limitações, o limiar inferior para Portugal está nos 1.7% e se considerarmos o número de casos em UCI, uma estimativa conservadora apontará para mais de 2%.
Opcard33 Escreveu:Sabendo que temos 60 mortos, significa que há 2 semanas tínhamos aproximadamente 6000 casos.
Oficialmente há 2 semanas só tínhamos 61 casos. Estamos a testar 100 vezes menos do que deveríamos, é a conclusão ‘
Estou a perder a confiança nas contas da Graça Freitas
A relação 60:6000 pode não estar correcta, como digo. Não há dados seguros sobre a taxa de letalidade nesta altura e de resto vai variar de país para país. Muito embora um valor de 1% seja um valor plausível.
Por outro lado isto assume que a duração média do onset da doença até ao óbito é duas semanas (não estou certo que este valor esteja correcto) e que era possível detectar a infecção imediatamente (julgo que não é possível, é preciso dar 2 ou 3 dias desde a eventual infecção até ser detectável, se não estou em erro). Enfim, há aqui alguns problemas com as contas em si.
No fundo, quando se faz um teste, em média, os individuos já estarão vários dias dentro do percurso da doença/infecção, faça-se o que se fizer.
Mas numa coisa concordo contigo, mesmo sem entrar nos detalhes dos cálculos: para estarmos mais seguros sobre a situação real da epidemia em Portugal era necessário existirem bastante mais testes do que os que foram realizados e que os critérios tivessem sido alargadas bem antes. Foram extremamente, diria até com o devido respeito por quem geriu essa questão "ingenuamente" restritos, durante demasiado tempo (claro que para isto podem existir justificações como gestão do stock existente à data, da capacidade instalada, etc e que isso na altura teve de ser racionalizado).
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2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
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3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Marco só tu me podes ajudar nestas contas , eu sei que podes acompanhar o meu raciocínio.
Nada bate certo Isto tem uma mortalidade de aproximadamente e oficialmente de 1%.
Sabendo que temos 60 mortos, significa que há 2 semanas tínhamos aproximadamente 6000 casos.
Oficialmente há 2 semanas só tínhamos 61 casos. Estamos a testar 100 vezes menos do que deveríamos, é a conclusão ‘
Estou a perder a confiança nas contas da Graça Freitas
O pessoal hospitalar esta ficar .... os soldados ganham quando tem confiança nos comandantes ... por isso o general Patton ganhava todas as batalhas .
Nada bate certo Isto tem uma mortalidade de aproximadamente e oficialmente de 1%.
Sabendo que temos 60 mortos, significa que há 2 semanas tínhamos aproximadamente 6000 casos.
Oficialmente há 2 semanas só tínhamos 61 casos. Estamos a testar 100 vezes menos do que deveríamos, é a conclusão ‘
Estou a perder a confiança nas contas da Graça Freitas
O pessoal hospitalar esta ficar .... os soldados ganham quando tem confiança nos comandantes ... por isso o general Patton ganhava todas as batalhas .
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Obrigado, RPedroG!
Aproveito e deixo o gráfico actualizado da evolução dos casos positivos confirmados em Portugal incluindo também a projecção com base na taxa de positivos e no número de testes a aguardar resultado (a tracejado).

(nota: como expliquei acima, os resultados de ontem para hoje são estranhos/inconsistentes e para já ainda não coloco a tabela e gráficos habituais)
Curvas da epidemia através dos casos acumulados de confirmados e de óbitos em escala logarítmica para um grupo seleccionados de países. As curvas estão "sincronizadas" (logo desfazadas no tempo entre si) para quando cada um destes países tinha cerca de 50 casos confirmados. Para ler com "cautela" e ir acompanhando, dadas as limitações dos dados.

Aproveito e deixo o gráfico actualizado da evolução dos casos positivos confirmados em Portugal incluindo também a projecção com base na taxa de positivos e no número de testes a aguardar resultado (a tracejado).
(nota: como expliquei acima, os resultados de ontem para hoje são estranhos/inconsistentes e para já ainda não coloco a tabela e gráficos habituais)
Curvas da epidemia através dos casos acumulados de confirmados e de óbitos em escala logarítmica para um grupo seleccionados de países. As curvas estão "sincronizadas" (logo desfazadas no tempo entre si) para quando cada um destes países tinha cerca de 50 casos confirmados. Para ler com "cautela" e ir acompanhando, dadas as limitações dos dados.
FLOP - Fundamental Laws Of Profit
1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
MarcoAntonio: nova informacao sobre o numero de testes.
Actualmente é estimado que estao a ser realizados 500 000 testes (PCR) por semana na Alemanha.
https://www.thelocal.de/20200326/germany-ramps-up-coronavirus-tests-to-500000-a-week
Actualmente é estimado que estao a ser realizados 500 000 testes (PCR) por semana na Alemanha.
Christian Drosten, a Berlin-based senior virologist, said that Germany was carrying out an “extremely high number" of coronavirus tests, which meant experts were aware of more cases, including milder ones.
Speaking at the launch of a government-backed new network for the treatment and research of COVID-19 which is being set up in Berlin, Drosten estimated that around 500,000 coronavirus tests were being carried out each week in Germany.
"The reason why Germany has so few deaths compared to the number of infected people can be explained by the fact that we carry out an extremely large number of laboratory diagnostic tests," said Christian Drosten, who heads the Institute of Virology at Berlin's Charite University Hospital.
"Estimates from the last days show that we are carrying out half a million tests a week," he added.
https://www.thelocal.de/20200326/germany-ramps-up-coronavirus-tests-to-500000-a-week
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Boas, saúde a todos,
Em relação aos efeitos na economia, o Governador do BP, C. Costa brindou-nos com mais uma pérola: a do impacto limitado do Covid-19 na lusa economia, da ordem de 3.7%. Resta saber qual será a realidade, qual o impacto "não limitado" ?
Creio que o pragmatismo alemão é mais útil: falam já em queda do PIB na ordem de 10% em 2020.
Este realismo deveria ser seguido também aqui. Se isto for verdade por lá, não deve ser muito diferente por cá...
No caso do meu Algarve, pode-se falar em enorme depressão. Sendo o turismo hoje mais de 75% do PIB regional (indiretamente interfere com 90% do PIB regional), não se pode negar uma queda do PIB em 2020 na ordem de 50% ou mais, sobretudo porque o setor imobiliário também parou.
É verdade que depois pode recuperar rápido, mas penso que as feridas de tamanha depressão (repentina) vão perdurar por mais do que um ano, isto sendo meio otimista.
É triste ver ruas, campos e praias como se nelas tivesse caído a bomba de hidrogénio.
Vamos andando...
dj
Em relação aos efeitos na economia, o Governador do BP, C. Costa brindou-nos com mais uma pérola: a do impacto limitado do Covid-19 na lusa economia, da ordem de 3.7%. Resta saber qual será a realidade, qual o impacto "não limitado" ?
Creio que o pragmatismo alemão é mais útil: falam já em queda do PIB na ordem de 10% em 2020.
Este realismo deveria ser seguido também aqui. Se isto for verdade por lá, não deve ser muito diferente por cá...
No caso do meu Algarve, pode-se falar em enorme depressão. Sendo o turismo hoje mais de 75% do PIB regional (indiretamente interfere com 90% do PIB regional), não se pode negar uma queda do PIB em 2020 na ordem de 50% ou mais, sobretudo porque o setor imobiliário também parou.
É verdade que depois pode recuperar rápido, mas penso que as feridas de tamanha depressão (repentina) vão perdurar por mais do que um ano, isto sendo meio otimista.
É triste ver ruas, campos e praias como se nelas tivesse caído a bomba de hidrogénio.
Vamos andando...
dj
Cuidado com o que desejas pois todo o Universo pode se conjugar para a sua realização.
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Tomas Lamas Médico do Egaz Moniz carta que deve ser lida por quem se interessa por este fenómeno .
“O calcanhar de Aquiles da quarentena nacional
“Escrevo mais uma vez muito preocupado com a estratégia nacional para combater o tsunami que aí vem!
Felizmente foi decretado o estado de emergência iniciando-se assim o primeiro passo para o “tratamento” comunitário do covid-19 com o objectivo de atenuar o efeito do tsunami COVID-19. Mas ainda não é suficiente, a restante estratégia ...está a falhar nos hospitais.
A Sra. Diretora Geral da Saúde, a Dra. Graça Freitas, referiu que as máscaras cirúrgicas não protegem do vírus, logo a população não a deve usar. Tem razão na primeira parte da mensagem, mas falha redondamente na segunda parte da mensagem. Só quem não entende qual é a função da máscara cirúrgica pode assumir esta posição. As máscaras cirúrgicas são úteis no combate à disseminação da doença. As máscaras cirúrgicas são unidirecionais e foram inventadas para proteger o campo cirúrgico do ar exalado pelo cirurgião de forma não causar a infeção da ferida operatória. Isto significa que estamos desprotegidos se usarmos uma máscara cirúrgica diante de um doente infetado. Porém, num contexto de pandemia, se todos nós utilizarmos a máscara cirúrgica é útil no combate da disseminação da infeção, na medida em que estamos a proteger o próximo do ar que exalamos e assim sucessivamente. Por exemplo, se estiverem 5 pessoas dentro de uma sala e cada uma com a sua máscara, acabam por estar protegidas umas das outras. Agora, se uma pessoa tirar a máscara, todos os outros com mascara cirúrgica estão expostos a esse ar. A título de referência, Macau, que tem uma população de cerca de 600.000 habitantes residentes, implementou o uso de máscara cirúrgica e comprou para o efeito 27 milhões de máscaras! Fico ainda mais abismado quando oiço o governo a dizer que tem 2 milhões de máscaras na reserva estratégica nacional!!
Assim sendo, todos devemos usar mascara cirúrgica se tivermos de sair de casa! É para nos protegermos uns aos outros!
Por outro lado, analisando a situação dramática vivida nos hospitais portugueses. Sem saber porquê e usando uma lógica redutora do problema do COVID-19, os internamentos dos hospitais foram divididos em zonas “COVID positivos” e em zonas “COVID negativos”.
Os doentes com sintomatologia respiratória que vão ao serviço de urgência são orientados para os ‘COVIDÁRIOS’. Estes locais dedicados a doentes suspeitos não cumprem muitas vezes a distância mínima recomendada de 1 metro entre doentes, sem ventilação de pressão negativa ou pelo menos uma ventilação de 25 ciclos por hora. Se o doente não tiver a infeção COVID-19 vai ser infetado pelos outros doentes.
Os doentes sem sintomas respiratórios são orientados para uma zona geral. Também estes podem ser portadores da doença contaminando os outros doentes...Este é um dos primeiros problemas sanitários que os hospitais enfrentam!
Se os doentes que necessitam de internamento e tiverem o teste COVID-19 positivo são admitidos na zona “COVID +” e começam o seu tratamento. Estes serviços de internamentos dedicados aos doentes positivos tem os profissionais equipados com Equipamento de Proteção Individual (EPI) que são as batas, as máscaras, os gorros, os óculos, as viseiras, etc.. Até aqui tudo parece lógico e adequado. Onde me parece que a estratégia vai ser uma catástrofe, vai ser nos serviços de internamentos “não COVID” (para os doentes sem sintomas respiratórios e/ou teste COVID-19 negativo). Este conceito de “não COVID” ou “COVID negativo” está a induzir os profissionais para uma falsa segurança. Considera-se que os doentes internados nestas zonas não estão infetados logo, os profissionais podem pensar que não necessitam de se equipar com EPI. É aqui que surge o segundo problema sanitário dos hospitais!
Esta falsa segurança resulta do elevado número de testes falsos negativos (teste negativo num doente com infeção COVID-19) e do quadro clinico com longo período de incubação sem sintomas. O que significa que qualquer doente que proveniente da comunidade (onde a infeção já se espalhou) para ser operado e não tem sintomas COVID, é internado numa zona COVID negativo ou zona não COVID. O auxiliar, o enfermeiro e o médico confiam neste sistema e observam esse doente sem máscara, sem luvas, sem bata, sem óculos, correndo o risco de serem contaminados porque não sabem que aquele doente, ainda que sem sintomas, é um disseminador de doença. Consequentemente as três pessoas que aquele doente contaminou vão também contaminar os seus familiares ao regressarem a casa. Além disso, durante internamento o doente contaminou os doentes vizinhos, o auxiliar da cozinha que recolheu os pratos da refeição do doente, a senhora da limpeza que limpou o quarto depois do doente ter alta. Todos estes vão regressar a suas casas. Todos estes vão regressar ao trabalho no dia seguinte e se estiverem infetados vão começar a infetar os doentes internados, os colegas, o bar do hospital, e o resto já sabem.
A conclusão a que chegamos é que os hospitais estão a seguir uma política errada e todo o esforço nacional de isolamento para contenção da disseminação da infeção por COVID-19 vai por água abaixo porque os hospitais são um ponto nevrálgico de encontro de humanos e uma verdadeira incubadora de doença.
E quando tento explicar isto aos meus colegas, que são pessoas que aprenderam a ter um raciocínio lógico e prático, simplesmente ignoram, porque como o doente não tem sintomas - o COVID é um inimigo invisível, não faz mal fazer mais umas consultas, é necessário fazer mais umas cirurgias porque é importante, porque temos de continuar a fazer o que sempre fizemos e o problema do COVID é dos outros! Verdade seja dita, há colegas que já alinharam comigo nesta linha de raciocínio bem como administradores e gestores, mas NÃO É SUFICIENTE. É preciso parar todo o país: cancelar/remarcar as consultas, cirurgias, tratamentos, etc.. É preciso assumir que todos os doentes que entram no hospital é um “doente COVID possível” mesmo que esteja sem febre, tosse, ou dificuldade respiratória. Assim os profissionais equipam-se adequadamente, tanto para protegerem-se dos doentes como também para se protegerem dos outros profissionais e só assim conseguiremos manter a atividade hospitalar.
Portanto, o termo zona não COVID ou COVID negativo é totalmente errado e o hospital deve ser dividido em zona COVID positivo ou COVID possível. E para isso é preciso material de proteção individual.
Por último, o governo tem de explicar às suas tropas na frente de combate porque é que as suas “armas encravam”? Porque não temos o material adequado como fato completo contra agentes biológicos (EN14126), óculos e viseiras (até podem ser os óculos e viseiras das lojas de motosserra), gorro, cobre botas, e mascaras FFP2 e FFP3, que são a nossa única barreira contra o vírus?
Vejam como a China esta a actuar! Eles conseguiram controlar a epidemia e os italianos, espanhóis, etc. não estão a nem perto de ver algum controlo! Temos de investir muito na proteção dos profissionais de saúde porque quando estes adoecerem não vai haver ninguém para os substituir!
E já estamos a ver muitos médicos e enfermeiros a ficarem doentes! Não vamos cometer os mesmos erros dos outros países!
Só oiço nas notícias que os aviões estão a chegar com material, mas esse material ainda não chegou aos hospitais! É preferível que sejam honestos com os portugueses que não há material suficiente. Será que a solução passa pela produção interna de material recorrendo à nossa indústria têxtil para produzir os fatos que precisamos, temos uma indústria de moldes de plástico fantástica que pode produzir os óculos e viseiras essenciais, temos fabricas que podem produzir as máscaras cirúrgicas, FFP2 e FFP3 que são tão fundamentais! Não podemos ficar dependentes da China que está assoberbada de países ricos a lutarem pelo stock existente.
Apelo a todos os portugueses, que se organizem, procurem, combinem e avancem para salvar o vosso "exército de saúde" para não chegarmos à catástrofe que todos os países vão sofrer! Os médicos, enfermeiros, auxiliares, técnicos, farmacêuticos, fisioterapeutas, administrativos, mensageiros, todos podem morrer! E precisamos de equipamento adequado contra agentes biológicos para os proteger!
Ajudem-nos a salvar os profissionais de saúde para estes poderem trabalhar!
“O calcanhar de Aquiles da quarentena nacional
“Escrevo mais uma vez muito preocupado com a estratégia nacional para combater o tsunami que aí vem!
Felizmente foi decretado o estado de emergência iniciando-se assim o primeiro passo para o “tratamento” comunitário do covid-19 com o objectivo de atenuar o efeito do tsunami COVID-19. Mas ainda não é suficiente, a restante estratégia ...está a falhar nos hospitais.
A Sra. Diretora Geral da Saúde, a Dra. Graça Freitas, referiu que as máscaras cirúrgicas não protegem do vírus, logo a população não a deve usar. Tem razão na primeira parte da mensagem, mas falha redondamente na segunda parte da mensagem. Só quem não entende qual é a função da máscara cirúrgica pode assumir esta posição. As máscaras cirúrgicas são úteis no combate à disseminação da doença. As máscaras cirúrgicas são unidirecionais e foram inventadas para proteger o campo cirúrgico do ar exalado pelo cirurgião de forma não causar a infeção da ferida operatória. Isto significa que estamos desprotegidos se usarmos uma máscara cirúrgica diante de um doente infetado. Porém, num contexto de pandemia, se todos nós utilizarmos a máscara cirúrgica é útil no combate da disseminação da infeção, na medida em que estamos a proteger o próximo do ar que exalamos e assim sucessivamente. Por exemplo, se estiverem 5 pessoas dentro de uma sala e cada uma com a sua máscara, acabam por estar protegidas umas das outras. Agora, se uma pessoa tirar a máscara, todos os outros com mascara cirúrgica estão expostos a esse ar. A título de referência, Macau, que tem uma população de cerca de 600.000 habitantes residentes, implementou o uso de máscara cirúrgica e comprou para o efeito 27 milhões de máscaras! Fico ainda mais abismado quando oiço o governo a dizer que tem 2 milhões de máscaras na reserva estratégica nacional!!
Assim sendo, todos devemos usar mascara cirúrgica se tivermos de sair de casa! É para nos protegermos uns aos outros!
Por outro lado, analisando a situação dramática vivida nos hospitais portugueses. Sem saber porquê e usando uma lógica redutora do problema do COVID-19, os internamentos dos hospitais foram divididos em zonas “COVID positivos” e em zonas “COVID negativos”.
Os doentes com sintomatologia respiratória que vão ao serviço de urgência são orientados para os ‘COVIDÁRIOS’. Estes locais dedicados a doentes suspeitos não cumprem muitas vezes a distância mínima recomendada de 1 metro entre doentes, sem ventilação de pressão negativa ou pelo menos uma ventilação de 25 ciclos por hora. Se o doente não tiver a infeção COVID-19 vai ser infetado pelos outros doentes.
Os doentes sem sintomas respiratórios são orientados para uma zona geral. Também estes podem ser portadores da doença contaminando os outros doentes...Este é um dos primeiros problemas sanitários que os hospitais enfrentam!
Se os doentes que necessitam de internamento e tiverem o teste COVID-19 positivo são admitidos na zona “COVID +” e começam o seu tratamento. Estes serviços de internamentos dedicados aos doentes positivos tem os profissionais equipados com Equipamento de Proteção Individual (EPI) que são as batas, as máscaras, os gorros, os óculos, as viseiras, etc.. Até aqui tudo parece lógico e adequado. Onde me parece que a estratégia vai ser uma catástrofe, vai ser nos serviços de internamentos “não COVID” (para os doentes sem sintomas respiratórios e/ou teste COVID-19 negativo). Este conceito de “não COVID” ou “COVID negativo” está a induzir os profissionais para uma falsa segurança. Considera-se que os doentes internados nestas zonas não estão infetados logo, os profissionais podem pensar que não necessitam de se equipar com EPI. É aqui que surge o segundo problema sanitário dos hospitais!
Esta falsa segurança resulta do elevado número de testes falsos negativos (teste negativo num doente com infeção COVID-19) e do quadro clinico com longo período de incubação sem sintomas. O que significa que qualquer doente que proveniente da comunidade (onde a infeção já se espalhou) para ser operado e não tem sintomas COVID, é internado numa zona COVID negativo ou zona não COVID. O auxiliar, o enfermeiro e o médico confiam neste sistema e observam esse doente sem máscara, sem luvas, sem bata, sem óculos, correndo o risco de serem contaminados porque não sabem que aquele doente, ainda que sem sintomas, é um disseminador de doença. Consequentemente as três pessoas que aquele doente contaminou vão também contaminar os seus familiares ao regressarem a casa. Além disso, durante internamento o doente contaminou os doentes vizinhos, o auxiliar da cozinha que recolheu os pratos da refeição do doente, a senhora da limpeza que limpou o quarto depois do doente ter alta. Todos estes vão regressar a suas casas. Todos estes vão regressar ao trabalho no dia seguinte e se estiverem infetados vão começar a infetar os doentes internados, os colegas, o bar do hospital, e o resto já sabem.
A conclusão a que chegamos é que os hospitais estão a seguir uma política errada e todo o esforço nacional de isolamento para contenção da disseminação da infeção por COVID-19 vai por água abaixo porque os hospitais são um ponto nevrálgico de encontro de humanos e uma verdadeira incubadora de doença.
E quando tento explicar isto aos meus colegas, que são pessoas que aprenderam a ter um raciocínio lógico e prático, simplesmente ignoram, porque como o doente não tem sintomas - o COVID é um inimigo invisível, não faz mal fazer mais umas consultas, é necessário fazer mais umas cirurgias porque é importante, porque temos de continuar a fazer o que sempre fizemos e o problema do COVID é dos outros! Verdade seja dita, há colegas que já alinharam comigo nesta linha de raciocínio bem como administradores e gestores, mas NÃO É SUFICIENTE. É preciso parar todo o país: cancelar/remarcar as consultas, cirurgias, tratamentos, etc.. É preciso assumir que todos os doentes que entram no hospital é um “doente COVID possível” mesmo que esteja sem febre, tosse, ou dificuldade respiratória. Assim os profissionais equipam-se adequadamente, tanto para protegerem-se dos doentes como também para se protegerem dos outros profissionais e só assim conseguiremos manter a atividade hospitalar.
Portanto, o termo zona não COVID ou COVID negativo é totalmente errado e o hospital deve ser dividido em zona COVID positivo ou COVID possível. E para isso é preciso material de proteção individual.
Por último, o governo tem de explicar às suas tropas na frente de combate porque é que as suas “armas encravam”? Porque não temos o material adequado como fato completo contra agentes biológicos (EN14126), óculos e viseiras (até podem ser os óculos e viseiras das lojas de motosserra), gorro, cobre botas, e mascaras FFP2 e FFP3, que são a nossa única barreira contra o vírus?
Vejam como a China esta a actuar! Eles conseguiram controlar a epidemia e os italianos, espanhóis, etc. não estão a nem perto de ver algum controlo! Temos de investir muito na proteção dos profissionais de saúde porque quando estes adoecerem não vai haver ninguém para os substituir!
E já estamos a ver muitos médicos e enfermeiros a ficarem doentes! Não vamos cometer os mesmos erros dos outros países!
Só oiço nas notícias que os aviões estão a chegar com material, mas esse material ainda não chegou aos hospitais! É preferível que sejam honestos com os portugueses que não há material suficiente. Será que a solução passa pela produção interna de material recorrendo à nossa indústria têxtil para produzir os fatos que precisamos, temos uma indústria de moldes de plástico fantástica que pode produzir os óculos e viseiras essenciais, temos fabricas que podem produzir as máscaras cirúrgicas, FFP2 e FFP3 que são tão fundamentais! Não podemos ficar dependentes da China que está assoberbada de países ricos a lutarem pelo stock existente.
Apelo a todos os portugueses, que se organizem, procurem, combinem e avancem para salvar o vosso "exército de saúde" para não chegarmos à catástrofe que todos os países vão sofrer! Os médicos, enfermeiros, auxiliares, técnicos, farmacêuticos, fisioterapeutas, administrativos, mensageiros, todos podem morrer! E precisamos de equipamento adequado contra agentes biológicos para os proteger!
Ajudem-nos a salvar os profissionais de saúde para estes poderem trabalhar!
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
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― Leon C. Megginson
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
MarcoAntonio Escreveu:Independentemente dos critérios de cada país, nenhum país pode garantir que a contagem oficial corresponde à realidade e "sabemos" perfeitamente que, na prática, nunca vão corresponder (por várias razões e nem é necessário que exista uma vontade de omitir). Infelizmente, esta questão raramente é tratada com clareza e a linguagem utilizada frequentemente induz outra interpretação. Neste exemplo das autoridades francesas a questão é tratada de forma franca: só mais tarde se vai saber/estimar...
Eu vejo outra razão a Franca é especial já há um abaixo Que já tem 200 000 assinaturaspara condenar os governantes. Se todos os números de mortos lá estivesses teria 400 000 apoiantes .
“ Rassemblés dans un collectif nommé C 19, plus de 600 médecins ont porté plainte jeudi 19 mars contre l'ancienne ministre de la Santé Agnès Buzyn et le premier ministre Édouard Philippe qu'ils accusent de «mensonge d'État» dans leur gestion de la crise d'épidémie de coronavirus. Les trois médecins fondateurs de ce collectif - Philippe Naccache, Emmanuel Sarrazin et Ludovic Toro - ont pour ce faire saisi la Cour de Justice de la République, seule juridiction habilitée à juger les actes commis par les membres du gouvernement dans l'exercice de leurs fonctions.”
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
MarcoAntonio Escreveu:Autoridades francesas esclarecem que apenas estão a ser contabilizados os casos de óbitos ocorridos em hospitais e que só a posteriori se poderá aferir a situação global (esta questão já tem sido aqui aflorada no tópico e por certa não se extingue no caso francês). Não vale a pena colocar link dado que esta informação está a passar na comunicação social (ex:RTP).
Mas acho estranho, esta contabilização, pois se alguém morre em casa, não poderá apenas ser dado como morto de causas naturais!
Normalmente, não terá de haver um médico legista a indicar a causa de morte?
Para além disso, se alguém morrer, por algo suspeito de pneumonia, terá (ou pelo menos a meu ver, teria) de ser feita uma despistagem, senão todos aqueles que forem ao funeral poderão (ou pelo menos existe uma possibilidade) ficar contagiados...
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Independentemente dos critérios de cada país, nenhum país pode garantir que a contagem oficial corresponde à realidade e "sabemos" perfeitamente que, na prática, nunca vão corresponder (por várias razões e nem é necessário que exista uma vontade de omitir). Infelizmente, esta questão raramente é tratada com clareza e a linguagem utilizada frequentemente induz outra interpretação. Neste exemplo das autoridades francesas a questão é tratada de forma franca: só mais tarde se vai saber/estimar...
FLOP - Fundamental Laws Of Profit
1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
MarcoAntonio Escreveu:Autoridades francesas esclarecem que apenas estão a ser contabilizados os casos de óbitos ocorridos em hospitais e que só a posteriori se poderá aferir a situação global (esta questão já tem sido aqui aflorada no tópico e por certa não se extingue no caso francês). Não vale a pena colocar link dado que esta informação está a passar na comunicação social (ex:RTP).
Cada país tem o seu método nem sempre é fácil comparar .
Há milhões de franceses em lares, 100 000 mortos pode ser o saldo final dito ontem no canal TV no fim contarão a totalidade .
Como dizia Estaline “. Uma única morte é uma tragédia um milhão de mortes, uma estatística."
P.S. Há países que não estão a hospitalizar velhinhos dos lares , é terrível gente com alhzemer e deficientes mentais ( ontem incendiaram uma ala do hospital de Braga )
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Autoridades francesas esclarecem que apenas estão a ser contabilizados os casos de óbitos ocorridos em hospitais e que só a posteriori se poderá aferir a situação global (esta questão já tem sido aqui aflorada no tópico e por certa não se extingue no caso francês). Não vale a pena colocar link dado que esta informação está a passar na comunicação social (ex:RTP).
FLOP - Fundamental Laws Of Profit
1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Actualização/Portugal
Casos confirmados: +549 (total:3544)
Recuperados: +21 (total:43)
Óbitos: +17 (total:60)
Hospitalizações: 191
Em cuidados intensivos: 61
Nota: existem "inconsistências" entre o boletim de ontem e o boletim de hoje (sem ter tido oportunidade de ouvir a DGS hoje ainda, não sei que explicação existirá mas, nomeadamente, comparando os dois últimos boletins os casos não confirmados baixaram em 1 e o número de testes concluídos subiu apenas 548 de ontem para hoje); a minha suspeita é que existem erros ou trocas com o critério de contagem (por exemplo, nº de testes versus nº de suspeitos) pelo que os números de ontem poderiam estar inflaccionados face ao critério em vigor. Mas carece confirmação.
(post em actualização)
Info adicional na conferência de imprensa:
- chegaram 5 mil dos 80 mil testes que eram aguardados para breve, os restantes chegarão nos próximos dias;
- com a introdução na fase de mitigação, grande parte dos casos positivos confirmados serão tratados em casa;
- Portugal está a apostar em testes do tipo PCR (outros testes rápidos sem parecer positivo do Instituto Ricardo Jorge e Infarmed; a explicação oferecida vai no sentido dos testes rápidos poderem dar falsos negativos cedo na infecção, por exemplo);
Fonte: boletins DGS.
Casos confirmados: +549 (total:3544)
Recuperados: +21 (total:43)
Óbitos: +17 (total:60)
Hospitalizações: 191
Em cuidados intensivos: 61
Nota: existem "inconsistências" entre o boletim de ontem e o boletim de hoje (sem ter tido oportunidade de ouvir a DGS hoje ainda, não sei que explicação existirá mas, nomeadamente, comparando os dois últimos boletins os casos não confirmados baixaram em 1 e o número de testes concluídos subiu apenas 548 de ontem para hoje); a minha suspeita é que existem erros ou trocas com o critério de contagem (por exemplo, nº de testes versus nº de suspeitos) pelo que os números de ontem poderiam estar inflaccionados face ao critério em vigor. Mas carece confirmação.
(post em actualização)
Info adicional na conferência de imprensa:
- chegaram 5 mil dos 80 mil testes que eram aguardados para breve, os restantes chegarão nos próximos dias;
- com a introdução na fase de mitigação, grande parte dos casos positivos confirmados serão tratados em casa;
- Portugal está a apostar em testes do tipo PCR (outros testes rápidos sem parecer positivo do Instituto Ricardo Jorge e Infarmed; a explicação oferecida vai no sentido dos testes rápidos poderem dar falsos negativos cedo na infecção, por exemplo);
Fonte: boletins DGS.
FLOP - Fundamental Laws Of Profit
1. Mais vale perder um ganho que ganhar uma perda, a menos que se cumpra a Segunda Lei.
2. A expectativa de ganho deve superar a expectativa de perda, onde a expectativa mede a
__.amplitude média do ganho/perda contra a respectiva probabilidade.
3. A Primeira Lei não é mesmo necessária mas com Três Leis isto fica definitivamente mais giro.
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Combating the coronavirus pandemic: Bosch develops rapid test for COVID-19
Reliable test results enable differential diagnosis in under 2.5 hours
https://www.bosch-presse.de/pressportal/de/en/combating-the-coronavirus-pandemic-bosch-develops-rapid-test-for-covid-19-209792.html
Reliable test results enable differential diagnosis in under 2.5 hours
the rapid test can detect a SARS-CoV-2 coronavirus infection in patients in under two and a half hours – measured from the time the sample is taken to the time the result arrives. Another advantage of the rapid test is that it can be performed directly at the point of care. This eliminates the need to transport samples, which takes up valuable time. It also means patients quickly gain certainty about their state of health, while allowing infected individuals to be identified and isolated immediately. With the tests currently in use, patients must usually wait one to two days for a result.
Bosch’s rapid test is one of the world’s first fully automated molecular diagnostic tests that can be used directly by all medical institutions. What’s more, it allows a single sample to be tested not just for COVID-19 but also for nine other respiratory diseases, including influenza A and B, simultaneously. “The special feature of the Bosch test is that it offers differential diagnosis, which saves doctors the additional time needed for further tests. It also provides them with a reliable diagnosis quickly so they can then begin suitable treatment faster,” says Marc Meier, president of Bosch Healthcare Solutions GmbH. The newly developed test will be available in Germany starting in April, with other markets in Europe and elsewhere to follow.
https://www.bosch-presse.de/pressportal/de/en/combating-the-coronavirus-pandemic-bosch-develops-rapid-test-for-covid-19-209792.html
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