OT - Políticas para Portugal
Re: OT - Políticas para Portugal
Sobre a notícia que o Opcard colocou sobre o lay‑off a 100%, pelo comentário dele fiquei com a ideia de que a proposta tinha sido do PS, mas não é. A proposta é do Livre, BE e PCP, e tanto o Chega como o PS disseram que iam votar a favor.
Para ser imparcial, perguntei ao ChatGPT qual era o voto mais estranho nesta notícia e ele respondeu o Chega, como achava que ia responder, embora pessoalmente não ache estranho, porque não considero que o Chega seja um partido (economicamente) de direita, mas a resposta dele é boa.
Para ser imparcial, perguntei ao ChatGPT qual era o voto mais estranho nesta notícia e ele respondeu o Chega, como achava que ia responder, embora pessoalmente não ache estranho, porque não considero que o Chega seja um partido (economicamente) de direita, mas a resposta dele é boa.
Nesta notícia, o mais “estranho” ou inesperado no sentido político foi que o partido Chega vá votar a favor da alteração para garantir o lay‑off a 100%, juntamente com partidos à sua esquerda como Livre, Bloco de Esquerda e PCP — e ainda com o apoio ou intenção de apoio do Partido Socialista (PS). 
Porquê isto é visto como estranho por alguns comentadores/público?
O Chega é um partido de direita/nacionalista e normalmente não é visto a alinhar com partidos de esquerda em matérias laborais ou sociais — que são tradicionalmente defendidas por partidos como BE, Livre ou PCP. O anúncio de que o Chega vai votar a favor de uma proposta que foi apresentada pela esquerda surpreende porque foge às “linhas partidárias habituais” na política portuguesa.
Re: OT - Políticas para Portugal
macau5m Escreveu:previsor Escreveu:
Em relação a mim, erras com 100% de certeza. É fácil perceber isso pelo que escrevo. Por exemplo escrevo várias vezes que se devia privatizar totalmente a TAP, o que reduz bastante a probabilidade de eu votar BE ou até PS. para quem sabe distinguir esquerda e direita.
Mas não me importo que aches que sou do BE ou do PS. Até acho isso engraçado e elogioso porque quer dizer que sou mais ou menos imparcial, ao ponto de teres essa ideia. Mas também pode ser um problema teu de entendimento por causa da radicalização…
Ainda não percebi, porque é que estar em desacordo com uma medida de um partido, inviabiliza que se seja militante ou simpatizante de determinado partido.
Estar de acordo a 100% com as decisões do partido, não é simpatia é cegueira.
Claramente que és da extrema esquerda e até me atrevo a dizer, anti-Europa.
O que te move é o ódio, contra quem pense diferente de ti e isso é próprio da extrema esquerda, onde se inclui o atual PS.
Lol ok sou sim da extrema esquerda. Apanhaste-me. Eu votei ainda mais vezes do que tu na esquerda e na extrema esquerda mas não quero que se saiba porque tenho muita vergonha disso. Fizeste bem em insistir até me apanhares, mas é melhor falarmos de questões políticas no tópico e não de questões pessoais. O tópico é sobre política e não sobre coisas pessoais dos intervenientes no tópico
Re: OT - Políticas para Portugal
previsor Escreveu:
Em relação a mim, erras com 100% de certeza. É fácil perceber isso pelo que escrevo. Por exemplo escrevo várias vezes que se devia privatizar totalmente a TAP, o que reduz bastante a probabilidade de eu votar BE ou até PS. para quem sabe distinguir esquerda e direita.
Mas não me importo que aches que sou do BE ou do PS. Até acho isso engraçado e elogioso porque quer dizer que sou mais ou menos imparcial, ao ponto de teres essa ideia. Mas também pode ser um problema teu de entendimento por causa da radicalização…
Ainda não percebi, porque é que estar em desacordo com uma medida de um partido, inviabiliza que se seja militante ou simpatizante de determinado partido.
Estar de acordo a 100% com as decisões do partido, não é simpatia é cegueira.
Claramente que és da extrema esquerda e até me atrevo a dizer, anti-Europa.
O que te move é o ódio, contra quem pense diferente de ti e isso é próprio da extrema esquerda, onde se inclui o atual PS.
Que nunca por vencidos se conheçam
Re: OT - Políticas para Portugal
Opcard33 Escreveu:Coligação negativa de Chega com esquerda força Governo a pagar lay-off a 100%
Nestes casos inteligente seria ver o que se faz na Europa e dos 67% na Alemanha até aos 80% na Itália .
Um governo que não é maioria só lá está pelos lugares porque em muitos casos aplica a política dos outros, ou pior PS fosse governo não ia propor
100%
Em Portugal o lay‑off também paga 66,7 %, como na Alemanha (embora na Alemanha seja 60 % para trabalhadores solteiros), mas o PS e o Chega querem 100 % para esta situação em particular.
Acho que é a primeira vez que vai haver uma maioria negativa numa medida no atual governo, e não parece ter um custo elevado.
No governo anterior do Montenegro, quando o Pedro Nuno Santos era líder do PS, aconteceu mais vezes e com um impacto orçamental maior, como as alterações no IRS ou o fim das portagens nas antigas SCUT.
Agora talvez aconteça menos vezes porque acho que não querem eleições em breve e não tentem tantas vezes serem populistas.
Ainda acho que o pior da “maioria negativa” vai ser não se poder privatizar totalmente a tap …
Re: OT - Políticas para Portugal
Coligação negativa de Chega com esquerda força Governo a pagar lay-off a 100%
Nestes casos inteligente seria ver o que se faz na Europa e dos 67% na Alemanha até aos 80% na Itália .
Um governo que não é maioria só lá está pelos lugares porque em muitos casos aplica a política dos outros, ou pior PS fosse governo não ia propor
100%
Nestes casos inteligente seria ver o que se faz na Europa e dos 67% na Alemanha até aos 80% na Itália .
Um governo que não é maioria só lá está pelos lugares porque em muitos casos aplica a política dos outros, ou pior PS fosse governo não ia propor
100%
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Re: OT - Políticas para Portugal
macau5m Escreveu:previsor Escreveu:
Erras tanto nisso quanto erraste sobre eu ser do BE ou do PS. A única coisa que não percebi é se alguma vez te arrependeste de votar no MRPP, no PCP ou no PS de Sócrates e Costa
Tu dizes que erro, mas acho que te estás a enganar a ti próprio, a tua narrativa não engana, é como o algodão.
Nunca me arrependi dos meus votos, as circunstâncias eram diferentes, embora eu tenha mudado um pouco a minha maneira de pensar, quem mais mudou foram os partidos em quem votei.
O PCP era um partido que estava ao lado dos trabalhadores e defendia a classe trabalhadora nacional, agora nada mais faz que falar do grande capital, os males do país são todos causados pelo grande capital.
O PS tornou-se uma fotocópia do Bloco de Esquerda fazendo alianças com partidos anti europa e anti democracia para assaltar o poder.
Tinha votado no Costa, mas o meu voto não previa assalto ao poder. Na minha democracia, deve governar quem ganha e no fim de 4 anos ir a julgamento, sendo o juiz, o povo.
Sobre o MRPP, sinceramente nem sei se cheguei a votar, estava na moda logo a seguir ao 25 Abril, mas ainda não tinha idade para votar e devo entretanto ter mudado para o PCP com quem simpatizei. Tinha total desconhecimento sobre a politica e os partidos, os politicos para mim não existia, essa corja de bem falantes mas maus executantes.
Era um tempo feliz, sem ter preocupações com essa classe.
Em relação a mim, erras com 100% de certeza. É fácil perceber isso pelo que escrevo. Por exemplo escrevo várias vezes que se devia privatizar totalmente a TAP, o que reduz bastante a probabilidade de eu votar BE ou até PS. para quem sabe distinguir esquerda e direita.
Mas não me importo que aches que sou do BE ou do PS. Até acho isso engraçado e elogioso porque quer dizer que sou mais ou menos imparcial, ao ponto de teres essa ideia. Mas também pode ser um problema teu de entendimento por causa da radicalização…
Re: OT - Políticas para Portugal
previsor Escreveu:
Gosto de mostrar como o André Ventura e o Chega são hipócritas e falsos, e o André Ventura e o Chega dão constantemente motivos para isso. O Chega também podia ajudar-me a não falar. Basta não fazer nada que fosse idiota. Mas eu não vou falar diariamente do Chega… vou só falar de vez em quando… quando calhar
Tu falas do que te dá jeito e a tua ideologia te ensina. Se pesquisares e nem precisas pesquisar muito, encontras nos ouros partidos, matéria igual àquela que criticas no chega, mas a ideologia tem palas e não permite ver para as laterais.
Que nunca por vencidos se conheçam
Re: OT - Políticas para Portugal
previsor Escreveu:
Erras tanto nisso quanto erraste sobre eu ser do BE ou do PS. A única coisa que não percebi é se alguma vez te arrependeste de votar no MRPP, no PCP ou no PS de Sócrates e Costa
Tu dizes que erro, mas acho que te estás a enganar a ti próprio, a tua narrativa não engana, é como o algodão.
Nunca me arrependi dos meus votos, as circunstâncias eram diferentes, embora eu tenha mudado um pouco a minha maneira de pensar, quem mais mudou foram os partidos em quem votei.
O PCP era um partido que estava ao lado dos trabalhadores e defendia a classe trabalhadora nacional, agora nada mais faz que falar do grande capital, os males do país são todos causados pelo grande capital.
O PS tornou-se uma fotocópia do Bloco de Esquerda fazendo alianças com partidos anti europa e anti democracia para assaltar o poder.
Tinha votado no Costa, mas o meu voto não previa assalto ao poder. Na minha democracia, deve governar quem ganha e no fim de 4 anos ir a julgamento, sendo o juiz, o povo.
Sobre o MRPP, sinceramente nem sei se cheguei a votar, estava na moda logo a seguir ao 25 Abril, mas ainda não tinha idade para votar e devo entretanto ter mudado para o PCP com quem simpatizei. Tinha total desconhecimento sobre a politica e os partidos, os politicos para mim não existia, essa corja de bem falantes mas maus executantes.
Era um tempo feliz, sem ter preocupações com essa classe.
Que nunca por vencidos se conheçam
Re: OT - Políticas para Portugal
macau5m Escreveu:previsor Escreveu:
Vou falar (escrever) do chega sempre que me apetecer
Fazes bem, fazes mal é em dizer que ías falar menos.
Apenas constatei a tua incoerência.
Não disse que ia falar menos. Disse que ia “tentar” :-)
previsor Escreveu:O Chega e o Ventura são ruído e vou tentar falar cada vez menos deles.
Gosto de mostrar como o André Ventura e o Chega são hipócritas e falsos, e o André Ventura e o Chega dão constantemente motivos para isso. O Chega também podia ajudar-me a não falar. Basta não fazer nada que fosse idiota. Mas eu não vou falar diariamente do Chega… vou só falar de vez em quando… quando calhar
Re: OT - Políticas para Portugal
macau5m Escreveu:previsor Escreveu:
Seja como for, o Chega não é uma batalha na minha vida. Não me é assim tão importante. O que escrevo aqui no topico não tem grande relevância na minha vida
Que te andes a enganar a ti próprio, é uma coisa, que tentes enganar os outros, é outra coisa. Uma consegues, outra não.
Tens pesadelos e vives amedrontado por esse diabo.
És uma fotocópia clara, de D. Quixote.
Erras tanto nisso quanto erraste sobre eu ser do BE ou do PS. A única coisa que não percebi é se alguma vez te arrependeste de votar no MRPP, no PCP ou no PS de Sócrates e Costa
Re: OT - Políticas para Portugal
previsor Escreveu:
Seja como for, o Chega não é uma batalha na minha vida. Não me é assim tão importante. O que escrevo aqui no topico não tem grande relevância na minha vida
Que te andes a enganar a ti próprio, é uma coisa, que tentes enganar os outros, é outra coisa. Uma consegues, outra não.
Tens pesadelos e vives amedrontado por esse diabo.
És uma fotocópia clara, de D. Quixote.
Que nunca por vencidos se conheçam
Re: OT - Políticas para Portugal
previsor Escreveu:
Vou falar (escrever) do chega sempre que me apetecer
Fazes bem, fazes mal é em dizer que ías falar menos.
Apenas constatei a tua incoerência.
Que nunca por vencidos se conheçam
Re: OT - Políticas para Portugal
Opcard33 Escreveu:Que que eu posso dizer , reduzir Pessoa à sua morte por cirrose é empobrecer o debate.
Estamos a discutir ideias, não atestados clínicos.
Continua nas tuas batalhas .
Não reduzi Pessoa à sua morte por doença.
Coloquei também uma citação dele, melancólica e de frustração pessoal, do mesmo livro da citação que disseste:
“O meu passado é tudo quanto não consegui ser. Nem as sensações de momentos idos me são saudosas: o que se sente exige o momento; passado este, há um virar de página e a história continua, mas não o texto.” — Fernando Pessoa, Livro do Desassossego (Bernardo Soares)
Há tristeza nas palavras dele, não felicidade.
Seja como for, o Chega não é uma batalha na minha vida. Não me é assim tão importante. O que escrevo aqui no topico não tem grande relevância na minha vida
Re: OT - Políticas para Portugal
Que que eu posso dizer , reduzir Pessoa à sua morte por cirrose é empobrecer o debate.
Estamos a discutir ideias, não atestados clínicos.
Continua nas tuas batalhas .
Estamos a discutir ideias, não atestados clínicos.
Continua nas tuas batalhas .
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Re: OT - Políticas para Portugal
Opcard33 Escreveu:O provisor é o oposto de Pessoa que dizia numa bela e extraordinário frase :
“Carrego as feridas de todas as batalhas que evitei.”
Ele não foi muito feliz. Morreu aos 47 anos devido a cirrose hepática provocada pelo alcoolismo
Esta frase também é do mesmo livro:
“O meu passado é tudo aquilo que não consegui ser.”
Re: OT - Políticas para Portugal
O provisor é o oposto de Pessoa que dizia numa bela e extraordinário frase :
“Carrego as feridas de todas as batalhas que evitei.”
“Carrego as feridas de todas as batalhas que evitei.”
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Re: OT - Políticas para Portugal
É Chega, ninguém leva a mal
Se calhar, por estarmos na época do Carnaval e ninguém levar a mal, comecei a pensar como assenta que nem uma luva essa frase no caso do partido Chega. O Chega goza de uma imunidade impressionante. O que normalmente seria intolerável em qualquer outro partido, no caso do Chega e para os seus fervorosos apoiantes, nada parece abalar.
Imagine, por alguns momentos, as ações praticadas pelo partido Chega a serem praticadas por um outro partido qualquer do dito sistema. O que não seria se fossem relatados pelos próprios.
Senão vejamos: apesar do Chega não ter ainda praticamente nenhuma responsabilidade executiva, pois apenas conta com três Salazares, que é como quem quer dizer, três Câmaras Municipais, a verdade é que, dentro do seu raio de ação, saltam já à vista imensos casos e casinhos que fariam corar qualquer um, mas claro, não o Chega, que de facto goza de um estatuto especial.
Para o Chega, é possível ter na sua bancada parlamentar vários deputados com casos judiciais, desde dívidas, ameaças, difamação, incitamento ao ódio, agressão, violação, ocultação de informação, plágio e, imagine-se, violação das regras de imigração. É este estado de graça que tem atraído novos militantes para o Chega, oriundos dos vários quadrantes políticos, militantes estes que, de repente, se radicalizam, passando a criticar tudo e todos, para se ajustarem convenientemente ao pensamento ultraconservador do Chega.
A mim preocupa-me a forma como se manipula a informação para obter dividendos políticos, por exemplo nas redes sociais, para maximizar o impacto da mensagem e enviesar a opinião pública a seu favor. Nesse aspeto, claro que o Chega dá dez a zero a qualquer outro. Já por várias vezes foram apanhados a fazer manipulação de imagens e vídeos para que possam parecer aquilo que não são. Para dar uma ideia de que os imigrantes vêm para abusar do nosso sistema de saúde, não têm problemas em manipular uma imagem de uma sala de espera de um hospital para que parecesse estar cheia de imigrantes. Mas também o ridículo de acrescentar um filtro de chuva torrencial a um vídeo com Ventura a encher uma carrinha com bens para ajudar as famílias, para criar um impacto maior na sua ação.
É mesmo impressionante o ponto a que se chegou: não se olha a meios para transmitir a mensagem que se quer transmitir. Se sentem que há um ganho possível, então faz-se. É que é o Chega, ninguém leva a mal.
Com esta militância, imagine-se o que vai acontecer quando um dia tiverem mais poder nas mãos. Imagine-se, por um minuto, que passam a ser responsáveis pelo Governo e que a normalidade passa a ser este tipo de manipulação de conteúdos para apresentar uma imagem que não corresponde à realidade. Imagine o retrocesso civilizacional que isso corresponderá para a nossa sociedade.
Os sinais estão todos presentes: veem-se nas pequenas coisas, nas manipulações que são proporcionais à responsabilidade que têm. Vê-se também no modo de funcionar, de ataque constante, manifestando uma total intolerância para os outros, mas elevada permissividade para os seus. Vê-se na instabilidade que representam para o país.
Se hoje criticamos muita coisa, fazemos porque essa informação é pública e fazemos porque vivemos num país que, apesar de todos os seus defeitos, é livre. Não vivemos num país condicionado na sua opinião.
E, aproveitando para ligar os pontos, a manipulação de informação é, em si, uma forma de corrupção, pois distorce e mina a confiança nas instituições e manipula o comportamento político. Mas, como é o Chega, ninguém leva a mal.
https://www.jm-madeira.pt/opiniao_croni ... HJ19675839
Re: OT - Políticas para Portugal
Opcard33 Escreveu:Se, em vez de prender, expulsar ou eliminar os criadores de riqueza, tivessem deixado “os camelos trabalhar” e depois tributado a prosperidade gerada, talvez o resultado económico tivesse sido diferente nas repúblicas populares.
Camelos há muitos faltam os cavalos de corrida.
Esses correm noutras pistas.
“It is not the strongest of the species that survives, nor the most intelligent, but rather the one most adaptable to change.”
― Leon C. Megginson
― Leon C. Megginson
Re: OT - Políticas para Portugal
macau5m Escreveu:previsor Escreveu:
Sobre isto, o facto do André Ventura ter anulado a contratação dos dois funcionários para escapar à acusação mostra que a intenção dele não era boa. Se a intenção fosse boa, não teria cancelado a contratação dos dois funcionários
Penso ter lido que cada vez irias falar menos do Ventura, após essa publicação, julgo que para aí 90% dos teus comentários são sobre o Chega e Ventura.
Pode continuar pois ninguém te impede,
Admiro a tua coerência.
Vou falar (escrever) do chega sempre que me apetecer
Re: OT - Políticas para Portugal
previsor Escreveu:
Sobre isto, o facto do André Ventura ter anulado a contratação dos dois funcionários para escapar à acusação mostra que a intenção dele não era boa. Se a intenção fosse boa, não teria cancelado a contratação dos dois funcionários
Penso ter lido que cada vez irias falar menos do Ventura, após essa publicação, julgo que para aí 90% dos teus comentários são sobre o Chega e Ventura.
Pode continuar pois ninguém te impede,
Admiro a tua coerência.
Que nunca por vencidos se conheçam
Re: OT - Políticas para Portugal
previsor Escreveu:O que aconteceu em Loures
Em 2017, quando era candidato pelo Partido Social Democrata (PSD) à Câmara Municipal de Loures, Ventura foi investigado no âmbito de um processo que depois ficou conhecido como parte do caso Tutti Frutti — uma investigação maior sobre corrupção e favorecimentos a militantes em diferentes partidos. 
A investigação centrou‑se, entre outras situações, na contratação de dois assessores no gabinete de apoio aos vereadores do PSD em Loures, nomeadamente Rodrigo Taxa (que viria a ser deputado do Chega) e Eric Habibo. Havia dúvidas se esses contratos eram de trabalho efetivo ou se se trataria de “assessores fantasma” — ou seja, pessoas que foram contratadas, mas que supostamente não prestaram qualquer trabalho real.
Porque foi investigado
O Ministério Público (MP) chegou a considerar se poderia haver crimes de burla e falsificação de documentos, por haver suspeitas de que os contratos teriam sido celebrados sem que ali existisse trabalho prestado ou efetiva prestação de serviço. 
Como acabou por não haver acusação
O processo acabou arquivado porque o MP não encontrou provas suficientes de que os contratos tivessem sido feitos com a intenção de criar assessores que não exercessem funções (isto é, “fantasmas”). 
Segundo o jornal Público, o motivo principal foi que:
• os contratos foram anulados por pedido do próprio Ventura antes mesmo de terem sido executados,
• e não foi possível comprovar que já havia uma combinação prévia ou intenção entre os contratados e quem os propôs para que aquilo fossem verdadeiros “assessores fantasmas”. 
Ou seja, não havia provas claras de que se tratasse de um esquema planeado para beneficiar pessoas sem que trabalhassem. Assim, não se avançou com acusação formal, mas sim com arquivamento por falta de provas. 
Sobre isto, o facto do André Ventura ter anulado a contratação dos dois funcionários para escapar à acusação mostra que a intenção dele não era boa. Se a intenção fosse boa, não teria cancelado a contratação dos dois funcionários
Re: OT - Políticas para Portugal
Há quem não amadureça e continue preso a infantilidades e imbecilidades. Nada é simplesmente mau ou bom , existe a realidade, que pode ser boa ou má.
Mas a realidade é quase sempre complicada, especialmente para quem ainda não cresceu. O presidente da Câmara de Nova York enfrenta um dilema , aumentar os impostos sobre o património em 10%, tributar as empresas e os ricos, ou ambos.
O problema é que qualquer aumento de impostos pode acelerar o êxodo de empresas e pessoas ricas para estados como a Flórida e o Texas.
Por isso o Chega será igual aos outros se for poder .
Mas a realidade é quase sempre complicada, especialmente para quem ainda não cresceu. O presidente da Câmara de Nova York enfrenta um dilema , aumentar os impostos sobre o património em 10%, tributar as empresas e os ricos, ou ambos.
O problema é que qualquer aumento de impostos pode acelerar o êxodo de empresas e pessoas ricas para estados como a Flórida e o Texas.
Por isso o Chega será igual aos outros se for poder .
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Re: OT - Políticas para Portugal
No Chega não só a ideologia é má como tudo o resto também é mau .
Re: OT - Políticas para Portugal
Pelo que escreves, até se devia fazer uma festa. Afinal, parece que não há grande perigo o fascismo não existe e tudo não passa de uma simples luta por lugares.
Não vejo estes dirigentes como algo substancialmente diferente dos outros. No fundo, querem o mesmo , espaço, influência, um lugar à mesa do poder.
A diferença é que, não tendo espaço dentro dos partidos instalados, procuraram outra via. Quando não há lugar nas estruturas existentes, cria-se uma alternativa.
No fim, a política acaba muitas vezes por ser menos ideológica do que aparenta e mais uma disputa por posicionamento, protagonismo e oportunidade.
Não vejo estes dirigentes como algo substancialmente diferente dos outros. No fundo, querem o mesmo , espaço, influência, um lugar à mesa do poder.
A diferença é que, não tendo espaço dentro dos partidos instalados, procuraram outra via. Quando não há lugar nas estruturas existentes, cria-se uma alternativa.
No fim, a política acaba muitas vezes por ser menos ideológica do que aparenta e mais uma disputa por posicionamento, protagonismo e oportunidade.
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Re: OT - Políticas para Portugal
O que aconteceu em Loures
Em 2017, quando era candidato pelo Partido Social Democrata (PSD) à Câmara Municipal de Loures, Ventura foi investigado no âmbito de um processo que depois ficou conhecido como parte do caso Tutti Frutti — uma investigação maior sobre corrupção e favorecimentos a militantes em diferentes partidos. 
A investigação centrou‑se, entre outras situações, na contratação de dois assessores no gabinete de apoio aos vereadores do PSD em Loures, nomeadamente Rodrigo Taxa (que viria a ser deputado do Chega) e Eric Habibo. Havia dúvidas se esses contratos eram de trabalho efetivo ou se se trataria de “assessores fantasma” — ou seja, pessoas que foram contratadas, mas que supostamente não prestaram qualquer trabalho real.
Porque foi investigado
O Ministério Público (MP) chegou a considerar se poderia haver crimes de burla e falsificação de documentos, por haver suspeitas de que os contratos teriam sido celebrados sem que ali existisse trabalho prestado ou efetiva prestação de serviço. 
Como acabou por não haver acusação
O processo acabou arquivado porque o MP não encontrou provas suficientes de que os contratos tivessem sido feitos com a intenção de criar assessores que não exercessem funções (isto é, “fantasmas”). 
Segundo o jornal Público, o motivo principal foi que:
• os contratos foram anulados por pedido do próprio Ventura antes mesmo de terem sido executados,
• e não foi possível comprovar que já havia uma combinação prévia ou intenção entre os contratados e quem os propôs para que aquilo fossem verdadeiros “assessores fantasmas”. 
Ou seja, não havia provas claras de que se tratasse de um esquema planeado para beneficiar pessoas sem que trabalhassem. Assim, não se avançou com acusação formal, mas sim com arquivamento por falta de provas. 
Editado pela última vez por previsor em 18/2/2026 14:36, num total de 1 vez.
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