BES - Tópico Geral
Novas avaliações dos bancos colocam BES na "linha da vida"
"Excelentes. Espectaculares. Simply the BESt". Estas foram algumas das palavras usadas ontem pelos analistas para classificarem os resultados do primeiro semestre do Banco Espírito Santo. A Lisbon Brokers e o Citigroup subiram o preço-alvo dos títulos para 20 euros, atribuindo ao banco uma avaliação de 10 mil milhões de euros.
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Nuno Carregueiro
nc@mediafin.pt
"Excelentes. Espectaculares. Simply the BESt". Estas foram algumas das palavras usadas ontem pelos analistas para classificarem os resultados do primeiro semestre do Banco Espírito Santo. A Lisbon Brokers e o Citigroup subiram o preço-alvo dos títulos para 20 euros, atribuindo ao banco uma avaliação de 10 mil milhões de euros.
E o banco liderado por Ricardo Salgado não está muito longe de integrar o clube restrito de cotadas portuguesas cujo valor de mercado é composto por 11 dígitos. Apenas os três pesos pesados - EDP, BCP e Portugal Telecom - valem mais de 10 mil milhões, um nível que Paulo Teixeira Pinto, quando lançou a oferta pública de aquisição do BPI, chamou de "linha da vida".
O presidente do BCP considerou que só as cotadas acima deste valor estão mais protegidas de uma OPA hostil, mas esta não é uma preocupação de Ricardo Salgado, que tem visto o mercado premiar a sua estratégia de crescimento orgânica, que tem originado um forte aumento dos resultados.
Na quarta-feira o BES anunciou um crescimento de 83% nos lucros do primeiro semestre para um valor que superou largamente as estimativas dos analistas. A reacção em bolsa foi positiva, com as acções a atingirem o valor mais elevado de sempre nos 17,98 euros (no final acompanharam o sector, com uma queda de 0,58%), a que corresponde um valor de mercado de 8,99 mil milhões de euros. Há um ano, o BES estava avaliado em bolsa nos 5,79 mil milhões de euros, um valor que progrediu em 55% até hoje.
"Excelentes. Espectaculares. Simply the BESt". Estas foram algumas das palavras usadas ontem pelos analistas para classificarem os resultados do primeiro semestre do Banco Espírito Santo. A Lisbon Brokers e o Citigroup subiram o preço-alvo dos títulos para 20 euros, atribuindo ao banco uma avaliação de 10 mil milhões de euros.
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Nuno Carregueiro
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"Excelentes. Espectaculares. Simply the BESt". Estas foram algumas das palavras usadas ontem pelos analistas para classificarem os resultados do primeiro semestre do Banco Espírito Santo. A Lisbon Brokers e o Citigroup subiram o preço-alvo dos títulos para 20 euros, atribuindo ao banco uma avaliação de 10 mil milhões de euros.
E o banco liderado por Ricardo Salgado não está muito longe de integrar o clube restrito de cotadas portuguesas cujo valor de mercado é composto por 11 dígitos. Apenas os três pesos pesados - EDP, BCP e Portugal Telecom - valem mais de 10 mil milhões, um nível que Paulo Teixeira Pinto, quando lançou a oferta pública de aquisição do BPI, chamou de "linha da vida".
O presidente do BCP considerou que só as cotadas acima deste valor estão mais protegidas de uma OPA hostil, mas esta não é uma preocupação de Ricardo Salgado, que tem visto o mercado premiar a sua estratégia de crescimento orgânica, que tem originado um forte aumento dos resultados.
Na quarta-feira o BES anunciou um crescimento de 83% nos lucros do primeiro semestre para um valor que superou largamente as estimativas dos analistas. A reacção em bolsa foi positiva, com as acções a atingirem o valor mais elevado de sempre nos 17,98 euros (no final acompanharam o sector, com uma queda de 0,58%), a que corresponde um valor de mercado de 8,99 mil milhões de euros. Há um ano, o BES estava avaliado em bolsa nos 5,79 mil milhões de euros, um valor que progrediu em 55% até hoje.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
BES é o banco ibérico -top pick- do Citigroup
26/07/2007
"Simple the Best". É este o título do "research" onde o Citigroup sobre o preço alvo das acções do Banco Espírito Santo de 19,30 para 20 euros e afirma que o banco liderado por Ricardo Salgado é o seu "top pick" na banca ibérica.
O BES apresentou ontem resultados que o Citigroup classificou de "fortes", levando o banco de investimento a rever em alta as estimativas de resultados do banco.
O lucro por acção (EPS) de 2007 foi revisto em alta de 15% e o de 2008 melhorado em 5%. O Citigroup prevê que o BES atinja um EPS de 1,20 euros este ano (mais 29,2% que em 2006) e 1,34 euros em 2008 (crescimento de 11,2%)
O Citigroup recomenda "comprar" acções, tendo subido o preço-alvo de 19,30 para 20,00 euros por acção.
O banco de investimento classifica os resultados de "fortes", as receitas de "sólidas", as margens "resistentes", os volumes "robustos" e a qualidade do crédito de "sólida".
As acções do BES sobem 0,92% para 17,46 euros, tendo já tocado num máximo histórico nos 17,98 euros
Z
26/07/2007
"Simple the Best". É este o título do "research" onde o Citigroup sobre o preço alvo das acções do Banco Espírito Santo de 19,30 para 20 euros e afirma que o banco liderado por Ricardo Salgado é o seu "top pick" na banca ibérica.
O BES apresentou ontem resultados que o Citigroup classificou de "fortes", levando o banco de investimento a rever em alta as estimativas de resultados do banco.
O lucro por acção (EPS) de 2007 foi revisto em alta de 15% e o de 2008 melhorado em 5%. O Citigroup prevê que o BES atinja um EPS de 1,20 euros este ano (mais 29,2% que em 2006) e 1,34 euros em 2008 (crescimento de 11,2%)
O Citigroup recomenda "comprar" acções, tendo subido o preço-alvo de 19,30 para 20,00 euros por acção.
O banco de investimento classifica os resultados de "fortes", as receitas de "sólidas", as margens "resistentes", os volumes "robustos" e a qualidade do crédito de "sólida".
As acções do BES sobem 0,92% para 17,46 euros, tendo já tocado num máximo histórico nos 17,98 euros
Z
UBS avança com preço-alvo de 19 euros para o BES
Os analistas do banco de investimento suíço apresentaram hoje uma recomendação de 'Compra 2' e um preço-alvo de 19 euros por acção para os títulos do Banco Espírito Santo (BES), baseados nos fortes resultados semestrais apresentados ontem pela instituição liderada por Ricardo Salgado.
Pedro Duarte
Segundo uma nota de análise hoje emitida pelo UBS, a forte performance do BES foi liderada exclusivamente pelos fortes ganhos de 'trading' da instituição.
O documento nota que o investimento do BES nas PMEs portuguesas está a compensar, tendo o crédito concedido crescido 14%", pincipalmente pelo crescimento do segmento das Pequenas e Médias Empresas em 20% (as quais contaram por 82% da nova carteira de crédito), contra o contributo de 8% do crédito imobiliário.
"A nossa estimativa de lucro por acção para 2007 e 2008 é 6% superior ao consenso do mercado, embora inferior em 4% às previsões do banco, por isso nós vemos um potencial de subida em relação aos números do mercado. Não tão baratas como antes, mas ainda atraente, comparado com o BCP", lê-se no texto do documento.
Notando que o seu preço-alvo de 19 euros por acção oferece um potencial de valorização de 9% face aos preços do mercado, o UBS nota que o BES se encontra a negociar a 12,9 vezes o seu preço/lucro ajustado, o que representa um desconto de 10% relativamente às suas pares nacionais.
"Também vemos potencial de criação de valor a partir do seu excesso de capital, já que este poderá permitir ao BES continuar a aumentar a sua quota de mercado, ou fazer aquisições selectivas, ou melhorar a remuneração aos seus accionistas", diz o banco.
A nota de análise acrescenta que o BES ainda negocia a um rácio de 1,9 vezes o preço/estimativa do valor líquido dos activos para 2008, o mais baixo dentro dos bancos ibéricos, o que implica que o reajuste da rentabilidade esperada até 2010 ainda não está totalmente descontada pelo mercado, avançando por isso a instituição com uma recomendação de 'Compra 2' e um preço-alvo de 19 euros
Z
Os analistas do banco de investimento suíço apresentaram hoje uma recomendação de 'Compra 2' e um preço-alvo de 19 euros por acção para os títulos do Banco Espírito Santo (BES), baseados nos fortes resultados semestrais apresentados ontem pela instituição liderada por Ricardo Salgado.
Pedro Duarte
Segundo uma nota de análise hoje emitida pelo UBS, a forte performance do BES foi liderada exclusivamente pelos fortes ganhos de 'trading' da instituição.
O documento nota que o investimento do BES nas PMEs portuguesas está a compensar, tendo o crédito concedido crescido 14%", pincipalmente pelo crescimento do segmento das Pequenas e Médias Empresas em 20% (as quais contaram por 82% da nova carteira de crédito), contra o contributo de 8% do crédito imobiliário.
"A nossa estimativa de lucro por acção para 2007 e 2008 é 6% superior ao consenso do mercado, embora inferior em 4% às previsões do banco, por isso nós vemos um potencial de subida em relação aos números do mercado. Não tão baratas como antes, mas ainda atraente, comparado com o BCP", lê-se no texto do documento.
Notando que o seu preço-alvo de 19 euros por acção oferece um potencial de valorização de 9% face aos preços do mercado, o UBS nota que o BES se encontra a negociar a 12,9 vezes o seu preço/lucro ajustado, o que representa um desconto de 10% relativamente às suas pares nacionais.
"Também vemos potencial de criação de valor a partir do seu excesso de capital, já que este poderá permitir ao BES continuar a aumentar a sua quota de mercado, ou fazer aquisições selectivas, ou melhorar a remuneração aos seus accionistas", diz o banco.
A nota de análise acrescenta que o BES ainda negocia a um rácio de 1,9 vezes o preço/estimativa do valor líquido dos activos para 2008, o mais baixo dentro dos bancos ibéricos, o que implica que o reajuste da rentabilidade esperada até 2010 ainda não está totalmente descontada pelo mercado, avançando por isso a instituição com uma recomendação de 'Compra 2' e um preço-alvo de 19 euros
Z
Citigroup aumenta preço-alvo do BES para os 20 euros por acção
O maior banco norte-americano reviu hoje em alta o seu preço-alvo para os títulos da instituição liderada por Ricardo Salgado de 19,3 para 20 euros por título, tendo reiterado a sua recomendação de 'Compra' para o papel, depois deste ter ontem apresentado um lucro semestral muito superior ao esperado nos 366,8 milhões de euros.
Pedro Duarte
Segundo uma nota de análise hoje emitida pelo Citigroup, os resultados do BES superaram as expectativas, com boas receitas, uma evolução satisfatória do crédito e um aumento da quota no mercado doméstico.
"Perante estes resultados, subimos as nossas previsões de lucro por acção do BES para 2007 e 2008 em 15 e 5%, respectivamente. Também subimos o preço-alvo para 20 euros de 19,3 euros. O BES é o nosso 'Top-pick' ibérico", lê-se no documento.
Às 9h10, o BES subia 1,79% para os 17,61€, depois de ter atingido já um novo recorde histórico nos 17,98€.
Z
O maior banco norte-americano reviu hoje em alta o seu preço-alvo para os títulos da instituição liderada por Ricardo Salgado de 19,3 para 20 euros por título, tendo reiterado a sua recomendação de 'Compra' para o papel, depois deste ter ontem apresentado um lucro semestral muito superior ao esperado nos 366,8 milhões de euros.
Pedro Duarte
Segundo uma nota de análise hoje emitida pelo Citigroup, os resultados do BES superaram as expectativas, com boas receitas, uma evolução satisfatória do crédito e um aumento da quota no mercado doméstico.
"Perante estes resultados, subimos as nossas previsões de lucro por acção do BES para 2007 e 2008 em 15 e 5%, respectivamente. Também subimos o preço-alvo para 20 euros de 19,3 euros. O BES é o nosso 'Top-pick' ibérico", lê-se no documento.
Às 9h10, o BES subia 1,79% para os 17,61€, depois de ter atingido já um novo recorde histórico nos 17,98€.
Z
Lisbon Brokers sobe recomendação do BES para 'Comprar'
A corretora lisboeta reviu hoje em alta de 'Manter' para 'Comprar' a sua recomendação para os títulos do Banco Espírito Santo (BES), bem como o seu preço justo para o papel de 17,5 para 20 euros por acção, depois deste ter ontem apresentado um lucro semestral muito superior ao esperado de 366,8 milhões de euros.
Pedro Duarte
Numa nota de análise hoje emitida pela Lisbon Brokers, o analista John dos Santos afirma que o BES "apresentou aos investidores um conjunto espetacular de números relativos aos primeiros seis meses de 2007".
O documento nota que os bons resultados do BES levaram numa "ampla revisão em alta das nossas estimativas anuais [para o BES]", mais concretamente, para a totalidade do ano de 2007 a nossa estimativa de lucro por acção aumentou 13,6%, de 1,03 para 1,17€ por acção, enquanto que para 2008 esperamos agora que o lucro por acção melhore 11,4%, de 1,23 para 1,37€".
O documento adianta que a sua avaliação actual do BES gera agora um valor justo de 20 euros por acção, uma melhoria de 14% relativamente ao valor anterior de 17,5 euros, e um potencial de valorização de quase 16% em relação aos actuais valores de mercado.
"Em consequência, acreditamos que não só as acções irão ser impulsionadas por um crescimento consistente do volume de negócios e de ganhos continuados de eficiência, mas também por uma melhoria da liquidez dos títulos", adianta a Lisbon Brokers.
O documento nota ainda que o banco liderado por Ricardo Salgado "tem sido um dos principais beneficiários da retoma da economia portuguesa".
Z
A corretora lisboeta reviu hoje em alta de 'Manter' para 'Comprar' a sua recomendação para os títulos do Banco Espírito Santo (BES), bem como o seu preço justo para o papel de 17,5 para 20 euros por acção, depois deste ter ontem apresentado um lucro semestral muito superior ao esperado de 366,8 milhões de euros.
Pedro Duarte
Numa nota de análise hoje emitida pela Lisbon Brokers, o analista John dos Santos afirma que o BES "apresentou aos investidores um conjunto espetacular de números relativos aos primeiros seis meses de 2007".
O documento nota que os bons resultados do BES levaram numa "ampla revisão em alta das nossas estimativas anuais [para o BES]", mais concretamente, para a totalidade do ano de 2007 a nossa estimativa de lucro por acção aumentou 13,6%, de 1,03 para 1,17€ por acção, enquanto que para 2008 esperamos agora que o lucro por acção melhore 11,4%, de 1,23 para 1,37€".
O documento adianta que a sua avaliação actual do BES gera agora um valor justo de 20 euros por acção, uma melhoria de 14% relativamente ao valor anterior de 17,5 euros, e um potencial de valorização de quase 16% em relação aos actuais valores de mercado.
"Em consequência, acreditamos que não só as acções irão ser impulsionadas por um crescimento consistente do volume de negócios e de ganhos continuados de eficiência, mas também por uma melhoria da liquidez dos títulos", adianta a Lisbon Brokers.
O documento nota ainda que o banco liderado por Ricardo Salgado "tem sido um dos principais beneficiários da retoma da economia portuguesa".
Z
BES atinge novo recorde nos 17,98€
Os títulos do BES foram já hoje cotados num novo máximo de sempre, a beneficiar do facto de ontem a instituição liderada por Ricardo Salgado ter apresentado um resultado semestral de 366,8 milhões de euros, um valor muito superior ao esperado pelos analistas.
Pedro Duarte
Deste modo, às 9h31 o BES subia 0,98% para os 17,47€, depois de ter sido já negociado nos 17,98€, com 646 569 acções negociadas e um volume de negócios de 11,4 milhões de euros.
Os resultados acima do esperado ontem apresentados pelo BES - que superou pela primeira vez os lucros do BCP - levaram hoje já a corretora Lisbon Brokers a rever em alta de 'Manter' para 'Comprar' a sua recomendação para o papel, tendo passado o seu preço justo para o título de 17
Z
Os títulos do BES foram já hoje cotados num novo máximo de sempre, a beneficiar do facto de ontem a instituição liderada por Ricardo Salgado ter apresentado um resultado semestral de 366,8 milhões de euros, um valor muito superior ao esperado pelos analistas.
Pedro Duarte
Deste modo, às 9h31 o BES subia 0,98% para os 17,47€, depois de ter sido já negociado nos 17,98€, com 646 569 acções negociadas e um volume de negócios de 11,4 milhões de euros.
Os resultados acima do esperado ontem apresentados pelo BES - que superou pela primeira vez os lucros do BCP - levaram hoje já a corretora Lisbon Brokers a rever em alta de 'Manter' para 'Comprar' a sua recomendação para o papel, tendo passado o seu preço justo para o título de 17
Z
Re: Citigroup
lalbino Escreveu:Eu li e registei o valor de 19,30€ para o BES
Viva Lalbino,
ok então sempre se confirma que não estou a ficar senil
O que eu acho estranho é esse PT ter passado despercebido, i.e., vinha incluido numa noticia que tinha como tópico o BCP, e nenhum dos jornais o referiu ou falou dele, qd noutras situações vêm logo fazer eco desses PTs.
abrç
enquanto o touro andar à solta, qualquer um se arrisca a ganhar
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- Registado: 28/4/2007 14:57
- Localização: Caldas Rainha
Ontem li no site do DE uma noticia acerca do BCP e das estimativas do Citygroup depois de revelados os resultados de -22%. Nessa mesma noticia, vinha uma nota do cityroup, em que referia o BES e comparava o BCP ao BES, e apontavam um PT de 19,3€ (ou 19,5€) para o BES.
Acontece que na altura não postei essa noticia e hoje quando fui procurá-la não a consegui encontrar.
Alguem leu essa noticia??
não estou a ficar maluco
abrç
Acontece que na altura não postei essa noticia e hoje quando fui procurá-la não a consegui encontrar.
Alguem leu essa noticia??
não estou a ficar maluco
abrç
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- Registado: 28/4/2007 14:57
- Localização: Caldas Rainha
EMPRESAS Publicado 25 Julho 2007 17:40
Ricardo Salgado salienta quota de mercado histórica conseguida no primeiro semestre
Ricardo Salgado salientou hoje o nível histórico atingido pelo Banco Espírito Santo ao nível da quota de mercado média, que se situou no primeiro semestre em 20%, valor “nunca antes atingido por esta casa”.
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Filipe Paiva Cardoso
filipecardoso@mediafin.pt
Ricardo Salgado salientou hoje o nível histórico atingido pelo Banco Espírito Santo ao nível da quota de mercado média, que se situou no primeiro semestre em 20%, valor "nunca antes atingido por esta casa".
No "Strategy Day", em Maio, o BES reviu em alta os objectivos estratégicos para o período 2006-2010 nomeadamente a rendibilidade dos capitais próprios, que passa da anterior estimativa de 15% para 19%, e da quota média de mercado, de 20% para 22%.
No primeiro semestre deste ano a quota de mercado do BES atingiu já os 20%, "através de crescimentos transversais", não só ao nível dos particulares, como também das empresas.
Em gestão de activos, o BES passou de 16% para 18% de quota de mercado, nos PPR de 23% para 24%, no crédito a empresas de 22% para 23% e no factoring de 22 para 24%.
Considerando apenas o segmento empresarial, a quota de mercado média do BES é de 23,6%.
Ricardo Salgado salienta quota de mercado histórica conseguida no primeiro semestre
Ricardo Salgado salientou hoje o nível histórico atingido pelo Banco Espírito Santo ao nível da quota de mercado média, que se situou no primeiro semestre em 20%, valor “nunca antes atingido por esta casa”.
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Filipe Paiva Cardoso
filipecardoso@mediafin.pt
Ricardo Salgado salientou hoje o nível histórico atingido pelo Banco Espírito Santo ao nível da quota de mercado média, que se situou no primeiro semestre em 20%, valor "nunca antes atingido por esta casa".
No "Strategy Day", em Maio, o BES reviu em alta os objectivos estratégicos para o período 2006-2010 nomeadamente a rendibilidade dos capitais próprios, que passa da anterior estimativa de 15% para 19%, e da quota média de mercado, de 20% para 22%.
No primeiro semestre deste ano a quota de mercado do BES atingiu já os 20%, "através de crescimentos transversais", não só ao nível dos particulares, como também das empresas.
Em gestão de activos, o BES passou de 16% para 18% de quota de mercado, nos PPR de 23% para 24%, no crédito a empresas de 22% para 23% e no factoring de 22 para 24%.
Considerando apenas o segmento empresarial, a quota de mercado média do BES é de 23,6%.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
BES diz lucro 1ro sem07 sobe 83 pct para 366,8 ME
25/07/2007
LISBOA, 25 Jul (Reuters) - O lucro líquido consolidado do Banco Espírito Santo (BES) subiu 83 pct para 366,8 milhões de euros (ME) no primeiro semestre de 2007, muito acima da média de estimativas dos analistas.
O BES refere que estes resultados incluem 62,8 ME relacionados com ganhos sobre acções do Banco Bradesco e a constituição de uma provisão para outros riscos e encargos no valor de 25 ME, cujas naturezas são não recorrentes.
Explica que, retirando estas ocorrências do segundo trimestre, o resultado líquido do semestre seria de 329,0 ME traduzindo um crescimento de 64 pct.
O segundo grupo bancário privado de Portugal refere que a margem financeira subiu 17 pct para 459,3 ME.
Uma Poll de oito analistas previa um lucro semestral entre 252,2 e 307 ME com a média deste range em 277,1 ME, bem como estimava uma margem financeira entre 441,5 e 464,2 ME com o valor médio do intervalo nos 457,7 ME.
25/07/2007
LISBOA, 25 Jul (Reuters) - O lucro líquido consolidado do Banco Espírito Santo (BES) subiu 83 pct para 366,8 milhões de euros (ME) no primeiro semestre de 2007, muito acima da média de estimativas dos analistas.
O BES refere que estes resultados incluem 62,8 ME relacionados com ganhos sobre acções do Banco Bradesco e a constituição de uma provisão para outros riscos e encargos no valor de 25 ME, cujas naturezas são não recorrentes.
Explica que, retirando estas ocorrências do segundo trimestre, o resultado líquido do semestre seria de 329,0 ME traduzindo um crescimento de 64 pct.
O segundo grupo bancário privado de Portugal refere que a margem financeira subiu 17 pct para 459,3 ME.
Uma Poll de oito analistas previa um lucro semestral entre 252,2 e 307 ME com a média deste range em 277,1 ME, bem como estimava uma margem financeira entre 441,5 e 464,2 ME com o valor médio do intervalo nos 457,7 ME.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Lisbon Brokers prevê aumento dos lucros do BES em 32,1% ...
Paulo Moutinho
paulomoutinho@mediafin.pt
A Lisbon Brokers estima que o Banco Espírito Santo (BES) tenha terminado o primeiro semestre com lucros de 265,1 milhões de euros, uma melhoria de 32,1% em termos homólogos. A casa de investimento suporta a sua estimativa na previsão de um forte aumento das receitas.
"Com um forte aumento das receitas e a melhoria da sua qualidade, a ser acompanhado por medidas rígidas de controle de custos, esperamos que o banco tenha chegado a 30 de Junho de 2007 com um lucro líquido de 265,1 milhões de euros", refere o analista John dos Santos, salientando o facto de se tratar de um crescimento de 32,1% face aos 200,7 milhões obtidos no mesmo período do ano passado.
O banco liderado por Ricardo Salgado deverá reportar um "aumento de 16,9% na margem financeira para os 459 milhões de euros, e um crescimento homólogo de 10,6% nas outras receitas para 434,6 milhões, com as comissões a subirem 19.9% para 269,6 milhões de euros, e o produto bancário a crescer 13,8% para 893,6 milhões", refere o analista.
John dos Santos destaca também a eficiência do BES. "Com a eficiência a ser a ‘imagem de marca’ do banco, e com um controlado aumento de 1.3% em termos homólogos nos custos operacionais, as nossas estimativas indicam uma melhoria de 6 pontos percentuais no rácio de eficiência para 48,8%".
O BES vai apresentar os seus resultados do primeiro semestre na próxima quarta-feira, antes da abertura do mercado. John dos Santos afirma que os resultados que serão apresentados vão "justificar uma melhoria das nossas estimativas anuais", mas opta por manter inalterada a sua avaliação para o banco.
A Lisbon Brokers tem um preço-alvo de 17,50 euros por acção para o BES [Cot] e uma recomendação de "manter". As acções do banco seguem a valorizar 0,96% para os 17,86 euros.
A_Mula Escreveu:Á grande Bes continua a dar cartas será que os 18€ estão aí mesmo á espera de serem passados.
Quis vender a 17,50€ mas não consegui quebrou um bocado, para recuperar hoje e fazer máximo histórico, o que axam sobre o Bes é pra continuar e ultrapasar os 18€, será que anda aí algum gato com rabo de fora(alguma aquisição para breve?? ou serão os resultados).
Cumps
Não sei se será algum gato com o rabo de fora, mas que se tem portado mt bem nos ultimos tempo tem, e hoje parece querer fazer uma gracinha ao contrário das restantes cotadas
Deixo aqui 2 gráficos:
1) com uma visão + optimista (canal + largo)e onde se pode verificar que a tendência de longo prazo se alterou acentuando a subida do medio prazo.
2) outro com uma visão + pessimista (canal + estreito)
- Anexos
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- 2) outro com uma visão + pessimista (canal + estreito)
- bes.JPG (0 Bytes) Visualizado 18615 vezes
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- 1) com uma visão + optimista (canal + largo)e onde se pode verificar que a tendência de longo prazo se alterou acentuando a subida do medio prazo.
- BES+.jpg (0 Bytes) Visualizado 18606 vezes
enquanto o touro andar à solta, qualquer um se arrisca a ganhar
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Á grande Bes continua a dar cartas será que os 18€ estão aí mesmo á espera de serem passados.
Quis vender a 17,50€ mas não consegui quebrou um bocado, para recuperar hoje e fazer máximo histórico, o que axam sobre o Bes é pra continuar e ultrapasar os 18€, será que anda aí algum gato com rabo de fora(alguma aquisição para breve?? ou serão os resultados).
Cumps
Quis vender a 17,50€ mas não consegui quebrou um bocado, para recuperar hoje e fazer máximo histórico, o que axam sobre o Bes é pra continuar e ultrapasar os 18€, será que anda aí algum gato com rabo de fora(alguma aquisição para breve?? ou serão os resultados).
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BES escolhe Nova Iorque e Hong Kong para internacionalização
A unidade de banca de investimento do Grupo Banco Espírito Santo (BES) vai abrir duas representações internacionais, uma em Nova Iorque e outra em Hong Kong.
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Pedro Carvalho
pc@mediafin.pt
A unidade de banca de investimento do Grupo Banco Espírito Santo (BES) vai abrir duas representações internacionais, uma em Nova Iorque e outra em Hong Kong.
A revelação foi feita por Rafael Valverde, vice-presidente do Banco Espírito Santo Investimento, a unidade de banca de investimento do Grupo BES.
Num encontro com jornalistas em Londres, Valverde afirmou que esta opção "é o plano B" na internacionalização do banco, isto depois do grupo ter falhado as negociações para uma parceria ou eventual compra da unidade latino-americana do West LB.
De acordo com a mesma fonte, a Espírito Santo Investment deverá, no arranque, alocar cerca de 10 a 12 pessoas em cada uma das unidades a abrir em Nova Iorque e em Hong Kong. O banco está a contar que estas duas unidades estejam a funcionar a todo o gás no espaço de um ano. A meta é conseguir um retorno de capital (ROE) nestes mercados de 25%.
Numa fase inicial, o banco irá implementar uma unidade, exclusivamente, de corretagem, mas o objectivo é, após a implementação do negócio, solicitar licenças para operar noutros segmentos de mercado como o "project finance".
O principal objectivo do banco é ter assim um acesso mais facilitado aos mercados asiático e americano com vista a distribuir os produtos que são gerados no mercado brasileiro, nomeadamente acções, dívida portuguesa, dívida brasileira, etc.
"Queremos continuar a ser líderes na banca investimento em Portugal e queremos continuar a marcar o ritmo" no mercado doméstico. No estrangeiro, "queremos ser o ponta de lança para o BES lançar a sua internacionalização. O ES Investment é o veículo que o BES escolheu para a sua internacionalização", explicou Rafael Valverde.
"Queremos manter a liderança em Portugal e, simultaneamente, aumentar a nossa presença internacional em mercados selectos. Não vamos crescer só para crescer, mas vamos crescer com rendibilidade", segundo Valverde que desvendou que a meta do banco é manter sempre um retorno de capital acima de 20%.
De acordo com a mesma fonte, esta fonte de internacionalização, através da banca de investimento, "é mais eficiente do que investir na banca a retalho que é uma opção mais dispendiosa e menos eficiente. A hipótese de uma outra aquisição [no retalho], depois do West LB, é agora mais remota".
Em 2005, o BES tentou a expansão no mercado espanhol, através da compra do Urquijo, um negócio que acabou por não ser concretizado devido ao preço exigido pelos espanhóis.
O objectivo da ES Investment é que em 2010 metade dos resultados do banco sejam gerados fora de Portugal, uma meta de internacionalização mais ambiciosa do que a do grupo.
No último "Investor Day", Ricardo Salgado tinha avançado que a meta do BES é chegar ao final da década com 35% dos resultados a serem gerados fora de Portugal, contra os 20% contabilizados no final de 2006.
Actualmente, a ES Investment está presente na Península Ibérica (sendo líder no mercado doméstico), em Londres, em Angola, na Polónia, em Itália e na América. No final de 2006, a unidade lucrou 60 milhões de euros, sendo que 80% dos resultados foram gerados em Portugal e 20% no estrangeiro. Neste período, o activo total sob gestão do banco ascendia a 4,6 mil milhões de euros.
O banco também pretende reforçar a sua presença no mercado londrino, com o objectivo de tentar aproveitar a onda de fusões e aquisições que tem envolvido as empresas britânicas, quer como "targets" quer como adquirentes.
"O nosso objectivo é reforçar em Londres", segundo Rafael Valverde, através do desenvolvimento de relações com os "private equities" (como agentes consolidadores) em Portugal e em Espanha que servirão de plataforma de lançamento para o mercado londrino. Segundo a mesma fonte, os produtos financeiros "made in London" têm um certificado de qualidade e uma maior aceitação face aos produtos desenhados a partir do mercado doméstico.
A unidade de banca de investimento do Grupo Banco Espírito Santo (BES) vai abrir duas representações internacionais, uma em Nova Iorque e outra em Hong Kong.
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Pedro Carvalho
pc@mediafin.pt
A unidade de banca de investimento do Grupo Banco Espírito Santo (BES) vai abrir duas representações internacionais, uma em Nova Iorque e outra em Hong Kong.
A revelação foi feita por Rafael Valverde, vice-presidente do Banco Espírito Santo Investimento, a unidade de banca de investimento do Grupo BES.
Num encontro com jornalistas em Londres, Valverde afirmou que esta opção "é o plano B" na internacionalização do banco, isto depois do grupo ter falhado as negociações para uma parceria ou eventual compra da unidade latino-americana do West LB.
De acordo com a mesma fonte, a Espírito Santo Investment deverá, no arranque, alocar cerca de 10 a 12 pessoas em cada uma das unidades a abrir em Nova Iorque e em Hong Kong. O banco está a contar que estas duas unidades estejam a funcionar a todo o gás no espaço de um ano. A meta é conseguir um retorno de capital (ROE) nestes mercados de 25%.
Numa fase inicial, o banco irá implementar uma unidade, exclusivamente, de corretagem, mas o objectivo é, após a implementação do negócio, solicitar licenças para operar noutros segmentos de mercado como o "project finance".
O principal objectivo do banco é ter assim um acesso mais facilitado aos mercados asiático e americano com vista a distribuir os produtos que são gerados no mercado brasileiro, nomeadamente acções, dívida portuguesa, dívida brasileira, etc.
"Queremos continuar a ser líderes na banca investimento em Portugal e queremos continuar a marcar o ritmo" no mercado doméstico. No estrangeiro, "queremos ser o ponta de lança para o BES lançar a sua internacionalização. O ES Investment é o veículo que o BES escolheu para a sua internacionalização", explicou Rafael Valverde.
"Queremos manter a liderança em Portugal e, simultaneamente, aumentar a nossa presença internacional em mercados selectos. Não vamos crescer só para crescer, mas vamos crescer com rendibilidade", segundo Valverde que desvendou que a meta do banco é manter sempre um retorno de capital acima de 20%.
De acordo com a mesma fonte, esta fonte de internacionalização, através da banca de investimento, "é mais eficiente do que investir na banca a retalho que é uma opção mais dispendiosa e menos eficiente. A hipótese de uma outra aquisição [no retalho], depois do West LB, é agora mais remota".
Em 2005, o BES tentou a expansão no mercado espanhol, através da compra do Urquijo, um negócio que acabou por não ser concretizado devido ao preço exigido pelos espanhóis.
O objectivo da ES Investment é que em 2010 metade dos resultados do banco sejam gerados fora de Portugal, uma meta de internacionalização mais ambiciosa do que a do grupo.
No último "Investor Day", Ricardo Salgado tinha avançado que a meta do BES é chegar ao final da década com 35% dos resultados a serem gerados fora de Portugal, contra os 20% contabilizados no final de 2006.
Actualmente, a ES Investment está presente na Península Ibérica (sendo líder no mercado doméstico), em Londres, em Angola, na Polónia, em Itália e na América. No final de 2006, a unidade lucrou 60 milhões de euros, sendo que 80% dos resultados foram gerados em Portugal e 20% no estrangeiro. Neste período, o activo total sob gestão do banco ascendia a 4,6 mil milhões de euros.
O banco também pretende reforçar a sua presença no mercado londrino, com o objectivo de tentar aproveitar a onda de fusões e aquisições que tem envolvido as empresas britânicas, quer como "targets" quer como adquirentes.
"O nosso objectivo é reforçar em Londres", segundo Rafael Valverde, através do desenvolvimento de relações com os "private equities" (como agentes consolidadores) em Portugal e em Espanha que servirão de plataforma de lançamento para o mercado londrino. Segundo a mesma fonte, os produtos financeiros "made in London" têm um certificado de qualidade e uma maior aceitação face aos produtos desenhados a partir do mercado doméstico.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
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Continuo dentro tenho-as a 14,70€ mais coisa menos coisa, tentei sair hoje a 17,54€ mas fiquei a ver o navio a passar menos 4cêntimos e tinha fechado a minha posição no Bes, pode ser que segunda feira continue a escalar.
Cumps
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Entrei a 14,49€ saí a 17€ e reentrei a 16,6€. Não foi uma saida por medo mas por pensar que ia lateralizar ou corrigir um pouco, mas estive sempre á espera da nova entrada. Eu para já vou manter pq houve mts compras fortes desde 6ª feira passada pq estava a acompanhar os cof´s. Estou á espera de mais valorização e quem sabe, talvez esteja para sair alguma noticia ou price target.
De qualquer forma vai-se acompanhando e deixa-se correr os ganhos até que algo nos diga para sair.
Cumps
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Fiódor
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Ai ai a bolsa...
Primeiro estranha-se, depois entranha-se...
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pela concorrencia a este tópico, parece-me que haverá mt poucos resistentes que ficaram dentro.
Eu estou dentro, mas se continuar assim, talvez pense em guardar as mais valias
abrç
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enquanto o touro andar à solta, qualquer um se arrisca a ganhar
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- Registado: 28/4/2007 14:57
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BES analisa possíveis aquisições em França e no Reino Unido
O Banco Espírito Santo (BES) está a estudar oportunidades de aquisição em França e no Reino Unido, disse fonte do grupo ao Jornal de Negócios. Nos dois mercados, estão a ser analisadas diversas instituições que estão à venda, mas ainda não existem quaisquer negociações formais no sentido de chegar a acordo.
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Maria João Gago
mjgago@mediafin.pt
O Banco Espírito Santo (BES) está a estudar oportunidades de aquisição em França e no Reino Unido, disse fonte do grupo ao Jornal de Negócios. Nos dois mercados, estão a ser analisadas diversas instituições que estão à venda, mas ainda não existem quaisquer negociações formais no sentido de chegar a acordo.
As instituições financeiras que concentram a atenção do grupo liderado por Ricardo Salgado actuam na área da banca de investimento, "private banking" e gestão de activos, negócios que o BES privilegia no que se refere a aquisições.
O Banco Espírito Santo (BES) está a estudar oportunidades de aquisição em França e no Reino Unido, disse fonte do grupo ao Jornal de Negócios. Nos dois mercados, estão a ser analisadas diversas instituições que estão à venda, mas ainda não existem quaisquer negociações formais no sentido de chegar a acordo.
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Maria João Gago
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O Banco Espírito Santo (BES) está a estudar oportunidades de aquisição em França e no Reino Unido, disse fonte do grupo ao Jornal de Negócios. Nos dois mercados, estão a ser analisadas diversas instituições que estão à venda, mas ainda não existem quaisquer negociações formais no sentido de chegar a acordo.
As instituições financeiras que concentram a atenção do grupo liderado por Ricardo Salgado actuam na área da banca de investimento, "private banking" e gestão de activos, negócios que o BES privilegia no que se refere a aquisições.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
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