BES - Tópico Geral
BES volta a superar BCP em lucros
O Banco Espírito Santo (BES), que apresenta amanhã as suas contas, antes da abertura do mercado, deverá registar o maior crescimento de lucros entre os três maiores bancos cotados nacionais. No BCP a quebra homóloga será de 18,3%.
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Paulo Moutinho
paulomoutinho@mediafin.pt
O Banco Espírito Santo (BES), que apresenta amanhã as suas contas, antes da abertura do mercado, deverá registar o maior crescimento de lucros entre os três maiores bancos cotados nacionais. No BCP a quebra homóloga será de 18,3%.
A média das estimativas dos dez analistas consultados pela Reuters aponta para resultados líquidos de 473,8 milhões de euros, um aumento de 55,5% face aos nove meses de 2006, o que deverá levar o banco liderado por Ricardo Salgado a superar novamente os lucros do BCP.
O maior banco privado nacional, liderado por Filipe Pinhal, deverá terminar os três trimestres deste ano com resultados líquidos de 455 milhões de euros (queda homóloga de 18,3%), segundo as previsões de quatro bancos de investimento consultado pelo Jornal de Negócios (que variam entre os 429 milhões esperados pelo BESI e os 496 milhões do Banesto), lucros que ficam quase 4% abaixo das estimativas para o BES. A confirmarem-se as previsões, esta será a segunda vez que o BES consegue superar os lucros do BCP, depois de já ter registado uma melhor performance no final do primeiro semestre.
O BCP, apesar da quebra nos lucros, deverá revelar um crescimento de 9,2% na margem financeira para 1.162 milhões de euros, um valor que é praticamente o dobro dos 695,7 milhões de euros (aumento de 13,2% em termos homólogos) estimados pelos analistas para o BES. Nesta rubrica o BPI deverá registar a melhor performance, com as casas de investimento a preverem um crescimento médio de 15,6% para 494,5 milhões de euros, sendo que três dos seis analistas consultados acreditam que o banco liderado por Fernando Ulrich supere a fasquia dos 500 milhões.
Em termos de resultados líquidos, as previsões apontam que o Banco BPI anuncie o valor mais baixo entre os três, com o ponto médio dos analistas consultados a indicar lucros entre os 264 milhões (previstos pelo Banif IB) e os 283 milhões de euros (esperados pela Ibersecurities). A média das estimativas situa-se nos 271,6 milhões de euros, sendo que este valor corresponde a um crescimento de 24,5% face aos 218,1 milhões obtido pelo banco nos primeiros nove meses do ano passado.
O Banco Espírito Santo (BES), que apresenta amanhã as suas contas, antes da abertura do mercado, deverá registar o maior crescimento de lucros entre os três maiores bancos cotados nacionais. No BCP a quebra homóloga será de 18,3%.
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Paulo Moutinho
paulomoutinho@mediafin.pt
O Banco Espírito Santo (BES), que apresenta amanhã as suas contas, antes da abertura do mercado, deverá registar o maior crescimento de lucros entre os três maiores bancos cotados nacionais. No BCP a quebra homóloga será de 18,3%.
A média das estimativas dos dez analistas consultados pela Reuters aponta para resultados líquidos de 473,8 milhões de euros, um aumento de 55,5% face aos nove meses de 2006, o que deverá levar o banco liderado por Ricardo Salgado a superar novamente os lucros do BCP.
O maior banco privado nacional, liderado por Filipe Pinhal, deverá terminar os três trimestres deste ano com resultados líquidos de 455 milhões de euros (queda homóloga de 18,3%), segundo as previsões de quatro bancos de investimento consultado pelo Jornal de Negócios (que variam entre os 429 milhões esperados pelo BESI e os 496 milhões do Banesto), lucros que ficam quase 4% abaixo das estimativas para o BES. A confirmarem-se as previsões, esta será a segunda vez que o BES consegue superar os lucros do BCP, depois de já ter registado uma melhor performance no final do primeiro semestre.
O BCP, apesar da quebra nos lucros, deverá revelar um crescimento de 9,2% na margem financeira para 1.162 milhões de euros, um valor que é praticamente o dobro dos 695,7 milhões de euros (aumento de 13,2% em termos homólogos) estimados pelos analistas para o BES. Nesta rubrica o BPI deverá registar a melhor performance, com as casas de investimento a preverem um crescimento médio de 15,6% para 494,5 milhões de euros, sendo que três dos seis analistas consultados acreditam que o banco liderado por Fernando Ulrich supere a fasquia dos 500 milhões.
Em termos de resultados líquidos, as previsões apontam que o Banco BPI anuncie o valor mais baixo entre os três, com o ponto médio dos analistas consultados a indicar lucros entre os 264 milhões (previstos pelo Banif IB) e os 283 milhões de euros (esperados pela Ibersecurities). A média das estimativas situa-se nos 271,6 milhões de euros, sendo que este valor corresponde a um crescimento de 24,5% face aos 218,1 milhões obtido pelo banco nos primeiros nove meses do ano passado.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Banif Investimento vê potencial de valorização de 20% para o BES
O Banif Investimento atribuiu um preço-alvo de 19,8 euros às acções do Banco Espírito Santo (BES), ou seja mais 20% face à cotação actual, numa análise hoje divulgada.
Tiago Figueiredo Silva
Segundo noticia a Lusa, a análise, com a recomendação de 'Comprar', tem em conta a evolução dos resultados do banco e também a valorização que o título pode ter resultante face aos rumores de uma fusão do BCP/BPI.
As acções do BES transaccionavam-se hoje a 16,48 euros cada, ou seja os ganhos podem ser de 3,51 euros por acção caso atinjam o preço-alvo agora atribuído por analistas do Banif Investimento.
"É importante ter em mente que, se os rumores que sugerem uma fusão entre BCP e BPI forem verdade, isso abre uma janela de oportunidade para o BES aumentar rapidamente a sua quota de mercado", defende a analista.
Os títulos do BES fecharam hoje a subirem 1,17% para os 16,48 euros.
O Banif Investimento atribuiu um preço-alvo de 19,8 euros às acções do Banco Espírito Santo (BES), ou seja mais 20% face à cotação actual, numa análise hoje divulgada.
Tiago Figueiredo Silva
Segundo noticia a Lusa, a análise, com a recomendação de 'Comprar', tem em conta a evolução dos resultados do banco e também a valorização que o título pode ter resultante face aos rumores de uma fusão do BCP/BPI.
As acções do BES transaccionavam-se hoje a 16,48 euros cada, ou seja os ganhos podem ser de 3,51 euros por acção caso atinjam o preço-alvo agora atribuído por analistas do Banif Investimento.
"É importante ter em mente que, se os rumores que sugerem uma fusão entre BCP e BPI forem verdade, isso abre uma janela de oportunidade para o BES aumentar rapidamente a sua quota de mercado", defende a analista.
Os títulos do BES fecharam hoje a subirem 1,17% para os 16,48 euros.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Lucro do BES terá crescido 55,5% até Setembro
O banco liderado por Ricardo Salgado terá registado um lucro líquido entre os 452 e 493,6 milhões de euros, com o ponto médio nos 473,8 milhões de euros, nos primeiros nove meses deste ano, o que representa um aumento médio de 55,5% face ao mesmo período de 2006, impulsionado pelo crescimento das receitas e de comissões, segundo as estimativas dos analistas de dez casas de investimento consultados pela Reuters.
Mafalda Aguilar
Quanto à margem financeira do BES, no período em análise, esta ter-se-á situado entre os 689 e os 703 milhões de euros, com o ponto médio nos 695,8 milhões de euros, avançam os mesmo especialistas.
Já os ganhos resultantes da actividade de 'trading' (proveitos obtidos com a negociação de acções em bolsa) deverão ser prejudicados pelas fortes quedas verificadas nos mercados accionistas durante o terceiro trimestre, devido à crise do mercado hipotecário de alto risco nos EUA ('subprime').
Referindo-se à crise do 'subprime', Carla Revelo, analista do Banif, considera que "o impacto da crise no longo prazo só deverá ser sentido a partir do quarto trimestre".
"Em relação ao terceiro trimestre, esperamos que o impacto deva estar concentrado essencialmente nos ganhos de 'trading' e, de forma menos pronunciada, nas provisões", acrescentou Carla Revelo.
Ainda assim, o analista Pedro Mendes, do Millennium Investment Banking afirma que "espera uma continuação de números fortes, principalmente nas rubricas de receitas e comissões, à semelhança do que aconteceu nos trimestres anteriores".
As contas financeiras trimestrais do BES serão apresentadas no próximo dia 25 de Outubro antes da abertura do mercado.
O banco liderado por Ricardo Salgado terá registado um lucro líquido entre os 452 e 493,6 milhões de euros, com o ponto médio nos 473,8 milhões de euros, nos primeiros nove meses deste ano, o que representa um aumento médio de 55,5% face ao mesmo período de 2006, impulsionado pelo crescimento das receitas e de comissões, segundo as estimativas dos analistas de dez casas de investimento consultados pela Reuters.
Mafalda Aguilar
Quanto à margem financeira do BES, no período em análise, esta ter-se-á situado entre os 689 e os 703 milhões de euros, com o ponto médio nos 695,8 milhões de euros, avançam os mesmo especialistas.
Já os ganhos resultantes da actividade de 'trading' (proveitos obtidos com a negociação de acções em bolsa) deverão ser prejudicados pelas fortes quedas verificadas nos mercados accionistas durante o terceiro trimestre, devido à crise do mercado hipotecário de alto risco nos EUA ('subprime').
Referindo-se à crise do 'subprime', Carla Revelo, analista do Banif, considera que "o impacto da crise no longo prazo só deverá ser sentido a partir do quarto trimestre".
"Em relação ao terceiro trimestre, esperamos que o impacto deva estar concentrado essencialmente nos ganhos de 'trading' e, de forma menos pronunciada, nas provisões", acrescentou Carla Revelo.
Ainda assim, o analista Pedro Mendes, do Millennium Investment Banking afirma que "espera uma continuação de números fortes, principalmente nas rubricas de receitas e comissões, à semelhança do que aconteceu nos trimestres anteriores".
As contas financeiras trimestrais do BES serão apresentadas no próximo dia 25 de Outubro antes da abertura do mercado.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Grupo Espírito Santo ganhou concursos
Lisboa, 14 Out (Lusa) - A consultora de engenharia do grupo Espírito Santo, Prosistemas, ganhou o concurso para a projecção de duas barragens na Argélia, orçadas em 39 milhões de euros, anunciou hoje a empresa.
A Prosistemas liderou o consórcio concorrente, participado ainda pela empresa portuguesa Lisconcebe e pela argelina Beregh, que vai agora realizar os estudos relativos à construção das barragens de Chertioua e de M´Djedel.
"Considerando a situação da economia portuguesa e face à retracção do mercado nacional da consultoria de engenharia, caracterizado por uma completa desregulação, a Prosistemas decidiu apostar no mercado internacional, nomeadamente em Angola e nos países do Magrebe", afirmou António Sobral Rodrigues, administrador-delegado da Prosistemas.
Além das duas adjudicações - as primeiras da empresa no mercado argelino - a Prosistemas aguarda ainda a decisão do governo de Argel sobre um terceiro concurso, de estudos preparatórios do projecto de transferência de águas de Kefeddir.
A Prosistemas é detida pela Espírito Santo Resources, holding para a área não financeira do grupo Espírito Santo (GES) e pelos seus principais quadros técnicos.
TD.
Lusa/fim
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- Registado: 19/10/2004 19:26
Prefere bancos portugueses a espanhóis
Santander elege BES “top-pick” da banca portuguesa
O Santander está a sugerir aos seus clientes que, no actual contexto de turbulência no mercado de crédito, o investimento nas acções dos bancos portugueses é mais seguro do que nos espanhóis. Em Portugal o Banco Espírito Santo é o “top-pick”, com um potencial de valorização de 20%.
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Nuno Carregueiro
nc@mediafin.pt
O Santander está a sugerir aos seus clientes que, no actual contexto de turbulência no mercado de crédito, o investimento nas acções dos bancos portugueses é mais seguro do que nos espanhóis. Em Portugal o Banco Espírito Santo é o "top-pick", com um potencial de valorização de 20%.
Num "research" de ontem sobre a banca ibérica, o Santander reviu em baixa as perspectivas de resultados para os bancos espanhóis, e diz que, "no actual ambiente de recuperação económica", os bancos portugueses apresentam-se como um "investimento alternativo mais seguro" do que as instituições espanholas.
A casa de investimento espanhol cita ainda os balanços agora menos alavancados dos bancos portugueses e também o bom momento económico dos países onde estes estão presentes, para classificar de mais seguro o investimento nas cotadas portuguesas.
"Apesar de podermos ver os bancos espanhóis e portugueses como ‘players’ muito diferentes, as discrepâncias não são assim tantas nas estratégias seguidas, mas mais no ambiente macroeconómico em que estão a operar", refere o "research" assinado pelos analistas Mariano Colmenar, Rui Pinto e Álvaro Serrano.
O Santander lembra que a contracção económica e a deterioração dos níveis de liquidez obrigaram os banco portugueses a atravessar uma fase de reestruturação que durou cinco anos e que foi marcada por uma deterioração dos activos e no crescimento das receitas. Ao invés, Espanha viveu um forte crescimento económico neste período, que levou os bancos espanhóis a "embarcarem em estratégias agressivas". "Nos próximos meses, se se verificar o cenário mais pessimista, os bancos espanhóis poderão passar pelos mesmos problemas que assolaram os bancos portugueses entre 2000 e 2005", refere o Santander.
Potencial de 20% para o BES
Em Portugal, o Santander reiniciou a cobertura dos dois maiores bancos cotados portugueses, destacando o BES como preferido. Ao banco de Ricardo Salgado o Santander atribuiu uma recomendação de "comprar", com um preço-alvo de 19,80 euros que representa um potencial de valorização de 20% face à cotação de fecho de terça-feira. Para o BCP a recomendação é de "manter", com o preço-alvo de 3,60 euros.
"Esperamos que a ‘performance’ das acções do BES, neste período de incerteza no mercado financeiro, reflictam os seus fortes fundamentais e o perfil de negócio relativamente seguro", diz o Santander, assinalando que o comportamento em bolsa do BCP "deve ser mais volátil e sujeito às potenciais revisões de resultados e especulações sobre fusões e aquisições.
O Santander acredita que o BES é a melhor aposta num cenário de recuperação económica, devido à sua exposição ao mercado empresarial. Estima que o banco liderado por Ricardo Salgado registe um crescimento médio anual de 20% nos lucros até 2010, com a rentabilidade dos capitais próprios a subir para 17% nessa altura, face 12% de 2005.
Num cenário de fusões e aquisições, o Santander avalia o BCP em 4 euros por acção, mas considera que o maior banco privado português "não é o veículo ideal para estar exposto aos bons fundamentais que a economia portuguesa apresenta".
Santander elege BES “top-pick” da banca portuguesa
O Santander está a sugerir aos seus clientes que, no actual contexto de turbulência no mercado de crédito, o investimento nas acções dos bancos portugueses é mais seguro do que nos espanhóis. Em Portugal o Banco Espírito Santo é o “top-pick”, com um potencial de valorização de 20%.
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Nuno Carregueiro
nc@mediafin.pt
O Santander está a sugerir aos seus clientes que, no actual contexto de turbulência no mercado de crédito, o investimento nas acções dos bancos portugueses é mais seguro do que nos espanhóis. Em Portugal o Banco Espírito Santo é o "top-pick", com um potencial de valorização de 20%.
Num "research" de ontem sobre a banca ibérica, o Santander reviu em baixa as perspectivas de resultados para os bancos espanhóis, e diz que, "no actual ambiente de recuperação económica", os bancos portugueses apresentam-se como um "investimento alternativo mais seguro" do que as instituições espanholas.
A casa de investimento espanhol cita ainda os balanços agora menos alavancados dos bancos portugueses e também o bom momento económico dos países onde estes estão presentes, para classificar de mais seguro o investimento nas cotadas portuguesas.
"Apesar de podermos ver os bancos espanhóis e portugueses como ‘players’ muito diferentes, as discrepâncias não são assim tantas nas estratégias seguidas, mas mais no ambiente macroeconómico em que estão a operar", refere o "research" assinado pelos analistas Mariano Colmenar, Rui Pinto e Álvaro Serrano.
O Santander lembra que a contracção económica e a deterioração dos níveis de liquidez obrigaram os banco portugueses a atravessar uma fase de reestruturação que durou cinco anos e que foi marcada por uma deterioração dos activos e no crescimento das receitas. Ao invés, Espanha viveu um forte crescimento económico neste período, que levou os bancos espanhóis a "embarcarem em estratégias agressivas". "Nos próximos meses, se se verificar o cenário mais pessimista, os bancos espanhóis poderão passar pelos mesmos problemas que assolaram os bancos portugueses entre 2000 e 2005", refere o Santander.
Potencial de 20% para o BES
Em Portugal, o Santander reiniciou a cobertura dos dois maiores bancos cotados portugueses, destacando o BES como preferido. Ao banco de Ricardo Salgado o Santander atribuiu uma recomendação de "comprar", com um preço-alvo de 19,80 euros que representa um potencial de valorização de 20% face à cotação de fecho de terça-feira. Para o BCP a recomendação é de "manter", com o preço-alvo de 3,60 euros.
"Esperamos que a ‘performance’ das acções do BES, neste período de incerteza no mercado financeiro, reflictam os seus fortes fundamentais e o perfil de negócio relativamente seguro", diz o Santander, assinalando que o comportamento em bolsa do BCP "deve ser mais volátil e sujeito às potenciais revisões de resultados e especulações sobre fusões e aquisições.
O Santander acredita que o BES é a melhor aposta num cenário de recuperação económica, devido à sua exposição ao mercado empresarial. Estima que o banco liderado por Ricardo Salgado registe um crescimento médio anual de 20% nos lucros até 2010, com a rentabilidade dos capitais próprios a subir para 17% nessa altura, face 12% de 2005.
Num cenário de fusões e aquisições, o Santander avalia o BCP em 4 euros por acção, mas considera que o maior banco privado português "não é o veículo ideal para estar exposto aos bons fundamentais que a economia portuguesa apresenta".
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
BES detém 8,9% dos direitos de voto na PT após “share-buy-back”
O Banco Espírito Santo (BES) passou a deter 8,90% dos direitos de voto da Portugal Telecom em virtude da aquisição de acções próprias que a operadora tem vindo a realizar, segundo o comunicado publicado pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
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Maria João Soares
mjsoares@mediafin.pt
O Banco Espírito Santo (BES) passou a deter 8,90% dos direitos de voto da Portugal Telecom em virtude da aquisição de acções próprias que a operadora tem vindo a realizar, segundo o comunicado publicado pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
O BES notificou a PT "que, em virtude da aquisição de acções próprias por esta realizada e da consequente redução da quantidade de direitos de voto na PT, as acções detidas directamente pelo BES passaram a representar cerca de 5,23% dos direitos de voto, tendo passado a ser imputáveis ao BES, nos termos do nº 1 do Artigo 20º do Código dos Valores Mobiliários, cerca de 8,90% dos direitos de voto na PT".
A participação em causa corresponde a 91.311.811 acções. No entanto, a participação directa do BES é de 53.643.328 acções correspondentes a 5,23% dos direitos de voto.
Já na semana passada, a Telefónica informou o mercado que detém mais de 10% dos direitos de voto da Portugal Telecom, devido à compra de acções próprias pela operadora portuguesa.
O programa de "share-buy-back" da Portugal Telecom foi uma das defesas da operadora contra a OPA da Sonaecom. Actualmente a empresa já detém 9,13% do capital em acções próprias.
O Banco Espírito Santo (BES) passou a deter 8,90% dos direitos de voto da Portugal Telecom em virtude da aquisição de acções próprias que a operadora tem vindo a realizar, segundo o comunicado publicado pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
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Maria João Soares
mjsoares@mediafin.pt
O Banco Espírito Santo (BES) passou a deter 8,90% dos direitos de voto da Portugal Telecom em virtude da aquisição de acções próprias que a operadora tem vindo a realizar, segundo o comunicado publicado pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
O BES notificou a PT "que, em virtude da aquisição de acções próprias por esta realizada e da consequente redução da quantidade de direitos de voto na PT, as acções detidas directamente pelo BES passaram a representar cerca de 5,23% dos direitos de voto, tendo passado a ser imputáveis ao BES, nos termos do nº 1 do Artigo 20º do Código dos Valores Mobiliários, cerca de 8,90% dos direitos de voto na PT".
A participação em causa corresponde a 91.311.811 acções. No entanto, a participação directa do BES é de 53.643.328 acções correspondentes a 5,23% dos direitos de voto.
Já na semana passada, a Telefónica informou o mercado que detém mais de 10% dos direitos de voto da Portugal Telecom, devido à compra de acções próprias pela operadora portuguesa.
O programa de "share-buy-back" da Portugal Telecom foi uma das defesas da operadora contra a OPA da Sonaecom. Actualmente a empresa já detém 9,13% do capital em acções próprias.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
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Espanha pode condicionar crescimento do BES e do BPI
A exposição do BES e do BPI ao mercado espanhol, importante catalisador do crédito a empresas das duas instituições, pode condicionar o seu crescimento , sobretudo neste segmento da actividade. Isto porque Espanha é um dos países da União Europeia mais expostos à crise do crédito, como ainda ontem referia uma análise da Standard & Poor's.
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Maria João Gago
mjgago@mediafin.pt
A exposição do BES e do BPI ao mercado espanhol, importante catalisador do crédito a empresas das duas instituições, pode condicionar o seu crescimento , sobretudo neste segmento da actividade. Isto porque Espanha é um dos países da União Europeia mais expostos à crise do crédito, como ainda ontem referia uma análise da Standard & Poor's.
Esta é uma das ameaças que a crise financeira coloca às metas de crescimento dos dois bancos identificadas pelos analistas contactados pelo Jornal de Negócios. Para já, os especialistas alegam ser cedo para dizer se a instabilidade vai obrigar os três bancos cotados - BCP, BES e BPI - a reverem as metas definidas até 2010. Mas é quase certo que os objectivos previstos para 2008 terão de ser revistos.
A exposição do BES e do BPI ao mercado espanhol, importante catalisador do crédito a empresas das duas instituições, pode condicionar o seu crescimento , sobretudo neste segmento da actividade. Isto porque Espanha é um dos países da União Europeia mais expostos à crise do crédito, como ainda ontem referia uma análise da Standard & Poor's.
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Maria João Gago
mjgago@mediafin.pt
A exposição do BES e do BPI ao mercado espanhol, importante catalisador do crédito a empresas das duas instituições, pode condicionar o seu crescimento , sobretudo neste segmento da actividade. Isto porque Espanha é um dos países da União Europeia mais expostos à crise do crédito, como ainda ontem referia uma análise da Standard & Poor's.
Esta é uma das ameaças que a crise financeira coloca às metas de crescimento dos dois bancos identificadas pelos analistas contactados pelo Jornal de Negócios. Para já, os especialistas alegam ser cedo para dizer se a instabilidade vai obrigar os três bancos cotados - BCP, BES e BPI - a reverem as metas definidas até 2010. Mas é quase certo que os objectivos previstos para 2008 terão de ser revistos.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
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BES quer triplicar negócio em Espanha até 2010
O Banco Espírito Santo quer atingir os 16,5 mil milhões de euros em volume de negócio em Espanha até 2010, afirmou João Freixa, responsável pela actividade do banco português naquele país, em entrevista ao diário castelhano "Expansión". Este valor triplica o registado em finais de 2005.
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Jornal de Negócios Online
negocios@mediafin.pt
O Banco Espírito Santo quer atingir os 16,5 mil milhões de euros em volume de negócio em Espanha até 2010, afirmou João Freixa, responsável pela actividade do banco português naquele país, em entrevista ao diário "Expansión". Este valor triplica o registado em finais de 2005.
Quanto aos lucros, o BES quer atingir os 28 milhões de euros em Espanha, face aos 1,5 milhões de euros registados há dois anos.
Para sustentar este crescimento dos resultados, o banco vai investir 67 milhões de euros na sua actividade em Espanha, mas manter-se-á atento a possíveis alvos de aquisição, de forma a reforçar a sua posição na área corportativa, de "private banking" ou de clientes "affluent". Estes objectivos fazem parte da estratégia do banco até ao final da década.
O Banco Espírito Santo quer atingir os 16,5 mil milhões de euros em volume de negócio em Espanha até 2010, afirmou João Freixa, responsável pela actividade do banco português naquele país, em entrevista ao diário castelhano "Expansión". Este valor triplica o registado em finais de 2005.
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Jornal de Negócios Online
negocios@mediafin.pt
O Banco Espírito Santo quer atingir os 16,5 mil milhões de euros em volume de negócio em Espanha até 2010, afirmou João Freixa, responsável pela actividade do banco português naquele país, em entrevista ao diário "Expansión". Este valor triplica o registado em finais de 2005.
Quanto aos lucros, o BES quer atingir os 28 milhões de euros em Espanha, face aos 1,5 milhões de euros registados há dois anos.
Para sustentar este crescimento dos resultados, o banco vai investir 67 milhões de euros na sua actividade em Espanha, mas manter-se-á atento a possíveis alvos de aquisição, de forma a reforçar a sua posição na área corportativa, de "private banking" ou de clientes "affluent". Estes objectivos fazem parte da estratégia do banco até ao final da década.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Um tribunal norte-americano decidiu que o BES tem direito a uma indemnização de pelo menos 124 milhões de euros, a pagar pela empresa de contabilidade BDO Seidman.
Em causa está uma fraude deste valor, praticada por uma empresa parceira do BES, a Banktest, que a auditora pura e simplesmente nunca foi capaz de detectar nas auditorias que realizou.
O processo arrastava-se há meses, e pode vir ainda a arrastar-se mais, uma vez que a BDO Seidman anunciou já que pretende recorrer da sentença.
A empresa alega que, se tiver de pagar esta quantia, além de poder ter de fazer despedimentos em massa, arrisca perder o lugar na lista das principais firmas de contabilidade dos EUA. Além disso, a BDO considera que o banco português também foi responsável pela fraude, já que os seus directores permitiram que a mesma acontecesse e também nunca detectaram as transacções irregulares.
Além da indemnização de 124 milhões de euros, o BES pediu também o pagamento de sanções compensatórias que podem ir até 374 milhões de euros.
Em causa está uma fraude deste valor, praticada por uma empresa parceira do BES, a Banktest, que a auditora pura e simplesmente nunca foi capaz de detectar nas auditorias que realizou.
O processo arrastava-se há meses, e pode vir ainda a arrastar-se mais, uma vez que a BDO Seidman anunciou já que pretende recorrer da sentença.
A empresa alega que, se tiver de pagar esta quantia, além de poder ter de fazer despedimentos em massa, arrisca perder o lugar na lista das principais firmas de contabilidade dos EUA. Além disso, a BDO considera que o banco português também foi responsável pela fraude, já que os seus directores permitiram que a mesma acontecesse e também nunca detectaram as transacções irregulares.
Além da indemnização de 124 milhões de euros, o BES pediu também o pagamento de sanções compensatórias que podem ir até 374 milhões de euros.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
BES controla quase todas as acções de Vilarinho na Benfica SAD (act.)
O BES tem 12,22% dos direitos de voto da sociedade anónima desportiva (SAD) encarnada, uma garantia dada por Manuel Vilarinho, o maior accionista individual do clube, na sequência de um processo em tribunal.
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José Pedro Luís
jpluis@mediafin.pt
O BES tem 12,22% dos direitos de voto da sociedade anónima desportiva (SAD) encarnada, uma garantia dada por Manuel Vilarinho, o maior accionista individual do clube, na sequência de um processo em tribunal.
O banco ficará com estes direitos de voto até que o ex-presidente do Benfica pague o empréstimo que lhe deve, no valor de 8,4 milhões de euros. Este valor corresponde a 40% de um crédito de 21 milhões de euros pedido por Vilarinho ao Banco Internacional de Crédito (BIC), entretanto comprado pela BES.
O BES tinha emitido ontem um comunicado a informar que detinha 11,2% dos direitos de voto da SAD encarnada. No entanto, enviou hoje um outro a corrigir, revelando que afinal detém 12,22% e não 11,2% dos direitos de voto.
"Em aditamento à informação ontem divulgada ao mercado, vem o Banco Espírito Santo, SA (BES) corrigir a quantidade de direitos de votos que, nos termos do artigo 20º do CVM lhe são imputáveis relativamente às acções emitidas pela Sport Lisboa e Benfica – Futebol, SAD", explica em comunicado à CMVM.
Manuel Vilarinho, aquando da entrada da Benfica SAD em bolsa, a 22 de Maio, detinha 12,27% do capital da sociedade, ou 1.840.000 acções. Estes títulos, que não foram absorvidos pelos mercado na altura da criação da SAD, foram comprados com recurso ao crédito contraído junto do BIC. No entanto, desde 2001 que o antigo presidente encarnado cedeu os direitos de voto ao banco credor.
Como Manuel Vilarinho falhou algumas tranches no pagamento das acções, bem como o pagamento de juros, o BES levou o caso para tribunal, o que levou o ex-presidente encarnado a dar como garantia a maioria das suas acções ao banco liderado por Ricardo Salgado
As acções da Benfica SAD fecharam a cair 1,44% para os 3,20 euros.
O BES tem 12,22% dos direitos de voto da sociedade anónima desportiva (SAD) encarnada, uma garantia dada por Manuel Vilarinho, o maior accionista individual do clube, na sequência de um processo em tribunal.
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José Pedro Luís
jpluis@mediafin.pt
O BES tem 12,22% dos direitos de voto da sociedade anónima desportiva (SAD) encarnada, uma garantia dada por Manuel Vilarinho, o maior accionista individual do clube, na sequência de um processo em tribunal.
O banco ficará com estes direitos de voto até que o ex-presidente do Benfica pague o empréstimo que lhe deve, no valor de 8,4 milhões de euros. Este valor corresponde a 40% de um crédito de 21 milhões de euros pedido por Vilarinho ao Banco Internacional de Crédito (BIC), entretanto comprado pela BES.
O BES tinha emitido ontem um comunicado a informar que detinha 11,2% dos direitos de voto da SAD encarnada. No entanto, enviou hoje um outro a corrigir, revelando que afinal detém 12,22% e não 11,2% dos direitos de voto.
"Em aditamento à informação ontem divulgada ao mercado, vem o Banco Espírito Santo, SA (BES) corrigir a quantidade de direitos de votos que, nos termos do artigo 20º do CVM lhe são imputáveis relativamente às acções emitidas pela Sport Lisboa e Benfica – Futebol, SAD", explica em comunicado à CMVM.
Manuel Vilarinho, aquando da entrada da Benfica SAD em bolsa, a 22 de Maio, detinha 12,27% do capital da sociedade, ou 1.840.000 acções. Estes títulos, que não foram absorvidos pelos mercado na altura da criação da SAD, foram comprados com recurso ao crédito contraído junto do BIC. No entanto, desde 2001 que o antigo presidente encarnado cedeu os direitos de voto ao banco credor.
Como Manuel Vilarinho falhou algumas tranches no pagamento das acções, bem como o pagamento de juros, o BES levou o caso para tribunal, o que levou o ex-presidente encarnado a dar como garantia a maioria das suas acções ao banco liderado por Ricardo Salgado
As acções da Benfica SAD fecharam a cair 1,44% para os 3,20 euros.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
É o meu titulo de eleição! A formação do canal ascendente de curto prazo é mais que evidente, esta a tocar no limite inferior desse canal, logo a dar sinal de compra!! O momentum virou para norte, os indicadores estão a dar sinal de compra por todo o lado, o volume de hoje foi fantástico! Estamos a falar do Banco mais eficiente europeu, e que para mim daqui a 3 4 anos é o nº1 em Portugal!!! Para mim amnha teremos uma bonita vela branca… a ver vamos
- Mensagens: 96
- Registado: 2/8/2007 18:38
ESFG
MERCADOS Publicado 8 Junho 2007
UBS sobe avaliação da Espírito Santo Financial Group em 14%
A UBS aumentou o preço-alvo para as acções da ESFG em 14% para 40,8 euros. A casa de investimento considera que o grupo permite aos investidores adquirirem participação no BES com 40% de desconto.
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Maria João Soares
mjsoares@mediafin.pt
A UBS aumentou o preço-alvo para as acções da ESFG em 14% para 40,8 euros. A casa de investimento considera que o grupo permite aos investidores adquirirem participação no BES com 40% de desconto.
O banco suiço aumentou o "target" dos títulos da ESFG de 35,50 euros para 40,8 euros o que atribui um potencial de valorização de 30,7% às acções face à cotação de fecho de ontem.
A UBS mantém a recomendação de "compra" para as acções da ESFG destacando que o grupo oferece "exposição ao sector segurador e à recuperação macroeconómica em Portugal, exposição ao BES com 40% de desconto e cerca de 30% de potencial de valorização".
Além disso, a ESFG oferece agora "maior liquidez devido ao aumento do free float depois da conversão de 500 milhões de euros de obrigações convertíveis e a uma possível alteração regulatória que permita aos fundos domésticos investir até 2% em acções não sedeadas em Portugal".
As acções da ESFG ainda não negociaram, na sessão de hoje. Ontem encerraram a perder 1,39% para 31,21 euros.
http://www.jornaldenegocios.pt/default. ... tId=297271
UBS sobe avaliação da Espírito Santo Financial Group em 14%
A UBS aumentou o preço-alvo para as acções da ESFG em 14% para 40,8 euros. A casa de investimento considera que o grupo permite aos investidores adquirirem participação no BES com 40% de desconto.
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Maria João Soares
mjsoares@mediafin.pt
A UBS aumentou o preço-alvo para as acções da ESFG em 14% para 40,8 euros. A casa de investimento considera que o grupo permite aos investidores adquirirem participação no BES com 40% de desconto.
O banco suiço aumentou o "target" dos títulos da ESFG de 35,50 euros para 40,8 euros o que atribui um potencial de valorização de 30,7% às acções face à cotação de fecho de ontem.
A UBS mantém a recomendação de "compra" para as acções da ESFG destacando que o grupo oferece "exposição ao sector segurador e à recuperação macroeconómica em Portugal, exposição ao BES com 40% de desconto e cerca de 30% de potencial de valorização".
Além disso, a ESFG oferece agora "maior liquidez devido ao aumento do free float depois da conversão de 500 milhões de euros de obrigações convertíveis e a uma possível alteração regulatória que permita aos fundos domésticos investir até 2% em acções não sedeadas em Portugal".
As acções da ESFG ainda não negociaram, na sessão de hoje. Ontem encerraram a perder 1,39% para 31,21 euros.
http://www.jornaldenegocios.pt/default. ... tId=297271
... if you feel like doubling up a profitable position, slam your finger in a drawer until the feeling goes away !
ESFG
Pollito Escreveu:Quanto à eliminação de um concorrente não vejo por essa perspectiva.
O que eu acho é que fica um banco mais forte e imponente com a fusão e os demais passam a bancos de 2ª categoria tendendo a perder cota de mercado para esse banco. Mas este é o meu ponto de vista. Não me admirava é que aparecesse o BES ao barulho...
Acho também que há muito que se planeia a concentração da banca em termos estratégicos na Europa, ou seja de longo prazo, mas isso são outras histórias.
O gráfico ESFG está no ponto. Gostava que me explicasse melhor a relação entre o ESFG e o BES se não for muita maçada. Pode ser interessante.
Obrigado
Caro Pollito,
ESFG detem uma participação significativa no BES adquirida a um preço significativamente inferior ao actual. Razão pela qual uma participação na ESFG permite adquirir BES com desconto:
(mais precisões no link abaixo)
http://www.caldeiraodebolsa.com/forum/v ... 4&start=50
um abraço,
luka
- Anexos
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Quanto à eliminação de um concorrente não vejo por essa perspectiva.
O que eu acho é que fica um banco mais forte e imponente com a fusão e os demais passam a bancos de 2ª categoria tendendo a perder cota de mercado para esse banco. Mas este é o meu ponto de vista. Não me admirava é que aparecesse o BES ao barulho...
Acho também que há muito que se planeia a concentração da banca em termos estratégicos na Europa, ou seja de longo prazo, mas isso são outras histórias.
O gráfico ESFG está no ponto. Gostava que me explicasse melhor a relação entre o ESFG e o BES se não for muita maçada. Pode ser interessante.
Obrigado
O que eu acho é que fica um banco mais forte e imponente com a fusão e os demais passam a bancos de 2ª categoria tendendo a perder cota de mercado para esse banco. Mas este é o meu ponto de vista. Não me admirava é que aparecesse o BES ao barulho...
Acho também que há muito que se planeia a concentração da banca em termos estratégicos na Europa, ou seja de longo prazo, mas isso são outras histórias.
O gráfico ESFG está no ponto. Gostava que me explicasse melhor a relação entre o ESFG e o BES se não for muita maçada. Pode ser interessante.
Obrigado
Human vs Algorithm
ESFG buy point
Pollito Escreveu:Fiquei a pensar nisto. Não sei se repararam:
-Li que Ricardo Salgado é a favor da concentração no BCP!
(Com o BPI?Ficando o BES um banco de 2ª?)
-Ouvi um comentador no telejornal a comentar o caso BCP e quando se falou na fusão do BCP ele referiu o BPI ou o BES
(A que propósito referiu o BES?)
-Li que Joe Berardo numa entrevista recente devido às divergências com Filipe Pinhal e Alípio Dias encerrou as contas que tinha no BCP e passou-as para o...BES!
(porquê especificamente o BES?)
Ou seja, BES BES BES já muito falado com o tema BCP?!
Mantenho-me atento.
Uma evenual concentração no mercado beneficia sempre o BES! (sem despesas , fusaq etc etc).
Como se os outros fizessem uma parte do trabalho (eliminar um concorrente ) do qual o BES beneficia.
Estou a reforçar no BES através do ESFG (Espirito Santo Financial Group) que permite comprar BES com cerca de 30% de desconto.
o Grafico dispensa comentarios
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- ESFG - BUY POINT
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... if you feel like doubling up a profitable position, slam your finger in a drawer until the feeling goes away !
Fiquei a pensar nisto. Não sei se repararam:
-Li que Ricardo Salgado é a favor da concentração no BCP!
(Com o BPI?Ficando o BES um banco de 2ª?)
-Ouvi um comentador no telejornal a comentar o caso BCP e quando se falou na fusão do BCP ele referiu o BPI ou o BES
(A que propósito referiu o BES?)
-Li que Joe Berardo numa entrevista recente devido às divergências com Filipe Pinhal e Alípio Dias encerrou as contas que tinha no BCP e passou-as para o...BES!
(porquê especificamente o BES?)
Ou seja, BES BES BES já muito falado com o tema BCP?!
Mantenho-me atento.
-Li que Ricardo Salgado é a favor da concentração no BCP!
(Com o BPI?Ficando o BES um banco de 2ª?)
-Ouvi um comentador no telejornal a comentar o caso BCP e quando se falou na fusão do BCP ele referiu o BPI ou o BES
(A que propósito referiu o BES?)
-Li que Joe Berardo numa entrevista recente devido às divergências com Filipe Pinhal e Alípio Dias encerrou as contas que tinha no BCP e passou-as para o...BES!
(porquê especificamente o BES?)
Ou seja, BES BES BES já muito falado com o tema BCP?!
Mantenho-me atento.
Human vs Algorithm
Espírito Santo Infrastructure Fund angaria 50,5 milhões no primeiro fecho
O Espírito Santo Infrastructure Fund registou na passada terça-feira o primeiro fecho destinado a investidores qualificados, tendo angariado 50,5 milhões de euros.
--------------------------------------------------------------------------------
Jornal de Negócios Online
negocios@mediafin.pt
O Espírito Santo Infrastructure Fund registou na passada terça-feira o primeiro fecho destinado a investidores qualificados, tendo angariado 50,5 milhões de euros.
De acordo com o comunicado do Banco Espírito Santo (BES), o perfil de investidores deste fundo compreende empresas seguradoras, fundos de pensões, bancos e
A colocação do Espírito Santo Infrastructure Fund vai continuar durante os próximos meses. O próximo fecho está agendado para o final do verão.
"Este fundo de capital de risco, dedica-se à tomada de posições de capital em projectos de infra-estruturas europeus, principalmente ibéricos, com especial enfoque nos sectores de transportes, energias renováveis e infra-estruturas sociais, de natureza primordialmente primária", refere o comunicado do banco.
O Espírito Santo Infrastructure Fund registou na passada terça-feira o primeiro fecho destinado a investidores qualificados, tendo angariado 50,5 milhões de euros.
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Jornal de Negócios Online
negocios@mediafin.pt
O Espírito Santo Infrastructure Fund registou na passada terça-feira o primeiro fecho destinado a investidores qualificados, tendo angariado 50,5 milhões de euros.
De acordo com o comunicado do Banco Espírito Santo (BES), o perfil de investidores deste fundo compreende empresas seguradoras, fundos de pensões, bancos e
A colocação do Espírito Santo Infrastructure Fund vai continuar durante os próximos meses. O próximo fecho está agendado para o final do verão.
"Este fundo de capital de risco, dedica-se à tomada de posições de capital em projectos de infra-estruturas europeus, principalmente ibéricos, com especial enfoque nos sectores de transportes, energias renováveis e infra-estruturas sociais, de natureza primordialmente primária", refere o comunicado do banco.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
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Saída hj a 17,15 - parece que a correcção vai ser mais forte, a armadilha estava bem montada.
Perdi cerca de 1% (já com comissões)
Haverá novas e melhores oportunidades certamente.
MAV8
Carteira 69
Carteira 69
Estou longo em BES e tenho acompanhado com alguma curiosidade a forma como o título tem evoluído. Parece, de certa forma, haver alguma espécie de magnetismo em torno dos 17,20-17,30. Cada vez que começa a subir, despejam. Então o fecho de hoje nem se fala. Puserem à venda ao melhor mais de 50.000 e esteve no pré-fecho nos 17.11 até que foram lá buscá-las, aquelas e às que entretanto juntaram, a 17,21. Muito interessante.
Abraço,
MozHawk
Abraço,
MozHawk
...
Com esta tentativa de arranque dos mercados para norte entrei no BES a 17,25, parece-me bem e com aqueles resultados que não tiveram reação devido ao mau momento do mercado é possivel que isto arranque com força. 
MAV8
Carteira 69
Carteira 69
Millennium sobe preço-alvo do BES para 18,5 euros
Nota de análise 2007-07-27 11:27
Millennium sobe preço-alvo do BES para 18,5 euros
O Millennium investment banking subiu o preço-alvo das acções do Banco Espírito Santo (BES) para 18,50 euros, contra os anteriores 17,80 euros, mantendo a recomendação de 'Neutral', tendo ainda revisto em alta a estimativa de lucro para o banco liderado por Ricardo Salgado para 2007.
Mafalda Aguilar
Numa nota de análise hoje divulgada, citada pela Reuters, o banco de investimento adianta que "dados os ganhos não-recorrentes do segundo trimestre, o resultado líquido de 2007 foi substancialmente revisto em alta, em mais 18%, devendo ultrapassar os 600 milhões de euros ".
"Aproveitámos também para alterar o período de referência para a avaliação de final de 2007 para o final de 2008, bem como actualizar a taxa de juro sem risco de 4,25% para 4,50%", acrescenta o documento.
O BES anunciou esta semana uma subida de 83% no lucro líquido consolidado no primeiro semestre de 2007 para 366,8 milhões de euros, o que lhe permite superar, pela primeira vez, os resultados obtidos pelo seu rival BCP. Os números saíram muito acima da média das estimativas, com o banco a
Millennium sobe preço-alvo do BES para 18,5 euros
O Millennium investment banking subiu o preço-alvo das acções do Banco Espírito Santo (BES) para 18,50 euros, contra os anteriores 17,80 euros, mantendo a recomendação de 'Neutral', tendo ainda revisto em alta a estimativa de lucro para o banco liderado por Ricardo Salgado para 2007.
Mafalda Aguilar
Numa nota de análise hoje divulgada, citada pela Reuters, o banco de investimento adianta que "dados os ganhos não-recorrentes do segundo trimestre, o resultado líquido de 2007 foi substancialmente revisto em alta, em mais 18%, devendo ultrapassar os 600 milhões de euros ".
"Aproveitámos também para alterar o período de referência para a avaliação de final de 2007 para o final de 2008, bem como actualizar a taxa de juro sem risco de 4,25% para 4,50%", acrescenta o documento.
O BES anunciou esta semana uma subida de 83% no lucro líquido consolidado no primeiro semestre de 2007 para 366,8 milhões de euros, o que lhe permite superar, pela primeira vez, os resultados obtidos pelo seu rival BCP. Os números saíram muito acima da média das estimativas, com o banco a
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