BES - Tópico Geral
BES
Boa noite a todos,
Tenho seguido nos ultimos tempos esta título, na minha opinião não me parece que vá ultrapassar o suporte dos 6,7...€,para além disso 6,80€ parece-me um valor demasiado "baixo" para este papel. Desculpem a simplicidade do comentário.
Penso que temporalmente vai andar a oscilar entre os 6,7... e os 7,2..€ e a médio/longo prazo é um título com muito potêncial.
Abraço
Tenho seguido nos ultimos tempos esta título, na minha opinião não me parece que vá ultrapassar o suporte dos 6,7...€,para além disso 6,80€ parece-me um valor demasiado "baixo" para este papel. Desculpem a simplicidade do comentário.
Penso que temporalmente vai andar a oscilar entre os 6,7... e os 7,2..€ e a médio/longo prazo é um título com muito potêncial.
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Administrador do BES reforça acções próprias
Aníbal Oliveira, administrador do BES, comprou 28.000 acções da instituição bancária na sessão de ontem, informou em comunicado à CMVM a entidade financeira liderada por Ricardo Salgado.
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Jornal de Negócios Online
negocios@mediafin.pt
Aníbal Oliveira, administrador do BES, comprou 28.000 acções da instituição bancária na sessão de ontem, informou em comunicado à CMVM a entidade financeira liderada por Ricardo Salgado.
O Banco Espírito Santo comunicou, assim, que o seu administrador Aníbal da Costa Reis de Oliveira, em 17 de Novembro, “adquiriu 28.000 acções, ao preço unitário de euros 7,01, na Euronext Lisbon”.
Após esta transacção, o referido dirigente passou a ser detentor de 328.000 acções do BES, salienta o comunicado.
A poucos minutos do fecho da sessão da bolsa nacional, o BES seguia a perder 2,8%, para 6,80 euros.
Aníbal Oliveira, administrador do BES, comprou 28.000 acções da instituição bancária na sessão de ontem, informou em comunicado à CMVM a entidade financeira liderada por Ricardo Salgado.
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Aníbal Oliveira, administrador do BES, comprou 28.000 acções da instituição bancária na sessão de ontem, informou em comunicado à CMVM a entidade financeira liderada por Ricardo Salgado.
O Banco Espírito Santo comunicou, assim, que o seu administrador Aníbal da Costa Reis de Oliveira, em 17 de Novembro, “adquiriu 28.000 acções, ao preço unitário de euros 7,01, na Euronext Lisbon”.
Após esta transacção, o referido dirigente passou a ser detentor de 328.000 acções do BES, salienta o comunicado.
A poucos minutos do fecho da sessão da bolsa nacional, o BES seguia a perder 2,8%, para 6,80 euros.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
havia um pequeno erro no indicador, mas deixo aqui os sinais entretanto dados
(a trade era perdedora, mas o sistema corrigiu em tempo razoável)
mais abaixo deixo um gráfico semanal do BES (agora a negociar na metade inferior do canal)
(a trade era perdedora, mas o sistema corrigiu em tempo razoável)
mais abaixo deixo um gráfico semanal do BES (agora a negociar na metade inferior do canal)
- Anexos
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- os sinais de entrada e saída curta
- bes saída.png (9.15 KiB) Visualizado 13296 vezes
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- gráfico semanal
- BES semanal.png (13.4 KiB) Visualizado 13311 vezes
Fed aprova abertura de um balcão do BES em Nova Iorque
A Reserva Federal dos EUA aprovou a abertura de um balcão do Banco Espírito Santo em Nova Iorque, que teve como objectivo facilitar as suas transacções nos EUA, Canadá e América Latina, avança hoje a agência Dow Jones.
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Jornal de Negócios Online
negocios@mediafin.pt
A Reserva Federal dos EUA aprovou a abertura de um balcão do Banco Espírito Santo em Nova Iorque, que teve como objectivo facilitar as suas transacções nos EUA, Canadá e América Latina, avança hoje a agência Dow Jones.
A Fed explica que o novo balcão vai facilitar as transacções nos EUA, Canadá e América Latina para clientes através da oferta de serviços de aconselhamento e de financiamento de projectos.
Segundo a mesma fonte, o BES consolidou activos no valor de 115 mil milhões de dólares e providencia serviços através de mais de 700 balcões em Portugal. O banco presidido por Ricardo Salgado tem ainda balcões em Espanha, Reino Unido, Brasil, Irlanda e na Polónia.
A Reserva Federal dos EUA aprovou a abertura de um balcão do Banco Espírito Santo em Nova Iorque, que teve como objectivo facilitar as suas transacções nos EUA, Canadá e América Latina, avança hoje a agência Dow Jones.
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A Reserva Federal dos EUA aprovou a abertura de um balcão do Banco Espírito Santo em Nova Iorque, que teve como objectivo facilitar as suas transacções nos EUA, Canadá e América Latina, avança hoje a agência Dow Jones.
A Fed explica que o novo balcão vai facilitar as transacções nos EUA, Canadá e América Latina para clientes através da oferta de serviços de aconselhamento e de financiamento de projectos.
Segundo a mesma fonte, o BES consolidou activos no valor de 115 mil milhões de dólares e providencia serviços através de mais de 700 balcões em Portugal. O banco presidido por Ricardo Salgado tem ainda balcões em Espanha, Reino Unido, Brasil, Irlanda e na Polónia.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
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BES vai emitir acções preferenciais reservadas a accionistas
essas acções, com direito a um dividendo especial, são para os accionistas e não para o Estado. Esta é apenas uma das muitas operações que o banco liderado por Ricardo Salgado tem em estudo para reforçar o Tier 1 (que em Setembro era de 6,3%) para os 8% exigidos pelo Governo. As preferenciais contam cerca de 35% para o Tier 1.
O BES já anunciou também a criação de uma holding para onde o banco irá transferir os activos disponíveis para venda: a participação no Bradesco de 1,7%; na PT de 6,3%; os 2,7% da EDP; a pequena participação da Zon (uma vez que o BES passou 5% para a Espírito Santo Resources) e a participação no marroquino BMCE. A venda de 49% da holding (a investidores privados e eventualmente através da dispersão em bolsa) terá um impacto de 50 basis point no rácio de Tier 1, que assim passa para 6,8%. Depois, com adopção das novas regras de contabilização pelo método dos ratings internos – IRB Foundation (que ainda não está certificado pelo BdP) – o Tier 1 passa para 7,4%. De resto, para além da preferenciais, o BES ainda tem activos para vender até Setembro de 2009, Os analistas da Keefe, Bruyette & Woods diziam ontem que o BES necessitaria de recorrer ao capital do Estado, “dada a possibilidade de novos impactos negativos do fundo de pensões e o risco de mais perdas com activos disponíveis para venda. O BES, em Setembro, tinha um Tier 1 de 6,3%, mas só incluía os desvios do fundo de pensões até Junho. Neste período, o BES sofreu um “impacto negativo de 35 pontos base” do fundo de pensões, salienta o KBW.
Nenhum dos bancos cotados cumpre a nova regra de 8% de Tier 1. O BCP tem um rácio de fundos próprios de 7,8% e o BPI de 7,4%. Em teoria todos precisariam de se recapitalizar no Estado, mas a opção não agrada ao bancos que preferem reforçar os capitais pelos seus próprios meios do que recorrer às acções preferenciais que o Estado se propõe a subscrever, e que embora sem voto, dão direito de veto na política de remunerações e dividendos.
Os bancos têm três opções para aumentar o seu rácio de fundos próprios: realizar aumentos de capital; emitir acções preferenciais para o Estado subscrever (mas não foi ainda revelada a taxa de rentabilidade – yield – cobrada aos bancos pelo Estado) ou vender activos. Um analista contactado pelo Diário Económico é da opinião que “fazer aumentos de capital poderá revelar-se complicado para os bancos, porque já o fizeram este ano, e é difícil para os accionistas”. Resta a venda de activos ou o recurso ao dinheiro do Estado.
A Caixa é das que mais precisa de capital para chegar aos 8% de Tier 1, uma vez que este seu rácio, em Junho, era de 6,4%. Mas em Setembro, por causa da forte desvalorização das suas participações financeiras (na Zon, Galp, EDP, BCP) esse rácio deve ter piorado. Para além disso, a CGD poderá ter que absorver o BPN que só em perdas já vai em 700 milhões.
O BCP tem um Tier 1 de 7,8%, mas ainda não contabilizou os desvios do Fundo de Pensões que em Setembro eram já de 960 milhões. Se tivessem sido contabilizados, o Tier 1 seria de 7,4%. Mas irá reforçar o seu rácio em 78 p.b. quando passar a contabilizar o rácio pelos métodos dos ratings internos (IRB Advanced).
O BPI tem um Tier 1 de 7,4%, incluindo já os desvios actuariais (fora do corredor) do Fundo de Pensões de 130 milhões. Mas, dizem, se calculassem o impacto dos desvios actuariais do Fundos no rácio de capital, da mesma forma que o BES, por exemplo, o Tier 1 seria já de 8%. O BPI vai ainda vender 49,9% do BFA em Angola por 475 milhões de dólares (338 milhões de euros). O impacto estimado no core capital e no Tier 1 é de mais 1,2 p.b.. Pelo que o Tier 1 do BPI no fim deste ano seria, numa perspectiva conservadora, de 8,6%.
Apesar de não precisar, Fernando Ulrich disse ao Diário Económico que “podem surgir oportunidades de negócio, como aquisições, que possam pedir mais capital ao BPI.
O BES já anunciou também a criação de uma holding para onde o banco irá transferir os activos disponíveis para venda: a participação no Bradesco de 1,7%; na PT de 6,3%; os 2,7% da EDP; a pequena participação da Zon (uma vez que o BES passou 5% para a Espírito Santo Resources) e a participação no marroquino BMCE. A venda de 49% da holding (a investidores privados e eventualmente através da dispersão em bolsa) terá um impacto de 50 basis point no rácio de Tier 1, que assim passa para 6,8%. Depois, com adopção das novas regras de contabilização pelo método dos ratings internos – IRB Foundation (que ainda não está certificado pelo BdP) – o Tier 1 passa para 7,4%. De resto, para além da preferenciais, o BES ainda tem activos para vender até Setembro de 2009, Os analistas da Keefe, Bruyette & Woods diziam ontem que o BES necessitaria de recorrer ao capital do Estado, “dada a possibilidade de novos impactos negativos do fundo de pensões e o risco de mais perdas com activos disponíveis para venda. O BES, em Setembro, tinha um Tier 1 de 6,3%, mas só incluía os desvios do fundo de pensões até Junho. Neste período, o BES sofreu um “impacto negativo de 35 pontos base” do fundo de pensões, salienta o KBW.
Nenhum dos bancos cotados cumpre a nova regra de 8% de Tier 1. O BCP tem um rácio de fundos próprios de 7,8% e o BPI de 7,4%. Em teoria todos precisariam de se recapitalizar no Estado, mas a opção não agrada ao bancos que preferem reforçar os capitais pelos seus próprios meios do que recorrer às acções preferenciais que o Estado se propõe a subscrever, e que embora sem voto, dão direito de veto na política de remunerações e dividendos.
Os bancos têm três opções para aumentar o seu rácio de fundos próprios: realizar aumentos de capital; emitir acções preferenciais para o Estado subscrever (mas não foi ainda revelada a taxa de rentabilidade – yield – cobrada aos bancos pelo Estado) ou vender activos. Um analista contactado pelo Diário Económico é da opinião que “fazer aumentos de capital poderá revelar-se complicado para os bancos, porque já o fizeram este ano, e é difícil para os accionistas”. Resta a venda de activos ou o recurso ao dinheiro do Estado.
A Caixa é das que mais precisa de capital para chegar aos 8% de Tier 1, uma vez que este seu rácio, em Junho, era de 6,4%. Mas em Setembro, por causa da forte desvalorização das suas participações financeiras (na Zon, Galp, EDP, BCP) esse rácio deve ter piorado. Para além disso, a CGD poderá ter que absorver o BPN que só em perdas já vai em 700 milhões.
O BCP tem um Tier 1 de 7,8%, mas ainda não contabilizou os desvios do Fundo de Pensões que em Setembro eram já de 960 milhões. Se tivessem sido contabilizados, o Tier 1 seria de 7,4%. Mas irá reforçar o seu rácio em 78 p.b. quando passar a contabilizar o rácio pelos métodos dos ratings internos (IRB Advanced).
O BPI tem um Tier 1 de 7,4%, incluindo já os desvios actuariais (fora do corredor) do Fundo de Pensões de 130 milhões. Mas, dizem, se calculassem o impacto dos desvios actuariais do Fundos no rácio de capital, da mesma forma que o BES, por exemplo, o Tier 1 seria já de 8%. O BPI vai ainda vender 49,9% do BFA em Angola por 475 milhões de dólares (338 milhões de euros). O impacto estimado no core capital e no Tier 1 é de mais 1,2 p.b.. Pelo que o Tier 1 do BPI no fim deste ano seria, numa perspectiva conservadora, de 8,6%.
Apesar de não precisar, Fernando Ulrich disse ao Diário Económico que “podem surgir oportunidades de negócio, como aquisições, que possam pedir mais capital ao BPI.
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KBW afirma que BES deve recorrer à injecção do Estado para melhor rácios de capital
A Keefe, Bruyette & Woods (KBW) considera "demasiado baixos" os rácios de capital do Banco Espírito Santo (BES), afirmando mesmo que a instituição liderada por Ricardo Salgado necessitará de recorrer à injecção de 4 mil milhões de euros anunciada este fim-de-semana pelo Governo para o sistema financeiro português.
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Paulo Moutinho
paulomoutinho@mediafin.pt
A Keefe, Bruyette & Woods (KBW) considera "demasiado baixos" os rácios de capital do Banco Espírito Santo (BES), afirmando mesmo que a instituição liderada por Ricardo Salgado necessitará de recorrer à injecção de 4 mil milhões de euros anunciada este fim-de-semana pelo Governo para o sistema financeiro português.
“Dada a possibilidade de novos impactos negativos do fundo de pensões e o risco de mais perdas com activos disponíveis para venda [participações financeiras], acreditamos que o actual ‘core Tier 1’ (de 5,5% no final dos primeiros nove meses) é demasiado baixo”, refere o analista António Ramirez, na nota de investimento emitida hoje.
O especialista acrescenta que “na nossa perspectiva, o BES necessitará de recorrer” a parte dos 4 mil milhões de euros, disponibilizados pelo Governo às empresas do sector financeiro, de modo a que estas reforcem os seus rácios de capital.
O objectivo passa por colocar os rácios “Tier 1” acima dos 8%, um “target” que nenhum dos bancos cotados cumpre. Estas instituições financeiras têm assim que proceder a reforços de capital até Setembro do próximo ano, tendo a opção de recorrer ou não ao apoio do Governo.
No final de Setembro o BPI detinha um “Tier 1” de 7,4%, o BCP de 7,8% e o BES de 6,3%. O “core Tier 1” do BES fixou-se nos 5,5%, uma quebra face aos 5,7% observados no final do segundo trimestre deste ano. Neste período, o BES sofreu um “impacto negativo de 35 pontos base” do fundo de pensões, salienta o KBW.
A nota de investimento a que o Negócios teve acesso reporta às contas que o BES revelou recentemente. O KBW afirma que “os lucros falharam as nossas estimativas em 14%”, o que levou o banco de investimento a reduzir em 19% as previsões de lucros para este ano e em 7% para 2009.
Nesta base, o KBW cortou a avaliação do BES em 8,8%, de 9,10 euros para 8,30 euros. Este “target” confere aos títulos do banco um potencial de subida de 7,8% face à cotação de fecho na sessão de hoje, os 7,70 euros. A recomendação manteve-se em “market perform”.
A Keefe, Bruyette & Woods (KBW) considera "demasiado baixos" os rácios de capital do Banco Espírito Santo (BES), afirmando mesmo que a instituição liderada por Ricardo Salgado necessitará de recorrer à injecção de 4 mil milhões de euros anunciada este fim-de-semana pelo Governo para o sistema financeiro português.
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Paulo Moutinho
paulomoutinho@mediafin.pt
A Keefe, Bruyette & Woods (KBW) considera "demasiado baixos" os rácios de capital do Banco Espírito Santo (BES), afirmando mesmo que a instituição liderada por Ricardo Salgado necessitará de recorrer à injecção de 4 mil milhões de euros anunciada este fim-de-semana pelo Governo para o sistema financeiro português.
“Dada a possibilidade de novos impactos negativos do fundo de pensões e o risco de mais perdas com activos disponíveis para venda [participações financeiras], acreditamos que o actual ‘core Tier 1’ (de 5,5% no final dos primeiros nove meses) é demasiado baixo”, refere o analista António Ramirez, na nota de investimento emitida hoje.
O especialista acrescenta que “na nossa perspectiva, o BES necessitará de recorrer” a parte dos 4 mil milhões de euros, disponibilizados pelo Governo às empresas do sector financeiro, de modo a que estas reforcem os seus rácios de capital.
O objectivo passa por colocar os rácios “Tier 1” acima dos 8%, um “target” que nenhum dos bancos cotados cumpre. Estas instituições financeiras têm assim que proceder a reforços de capital até Setembro do próximo ano, tendo a opção de recorrer ou não ao apoio do Governo.
No final de Setembro o BPI detinha um “Tier 1” de 7,4%, o BCP de 7,8% e o BES de 6,3%. O “core Tier 1” do BES fixou-se nos 5,5%, uma quebra face aos 5,7% observados no final do segundo trimestre deste ano. Neste período, o BES sofreu um “impacto negativo de 35 pontos base” do fundo de pensões, salienta o KBW.
A nota de investimento a que o Negócios teve acesso reporta às contas que o BES revelou recentemente. O KBW afirma que “os lucros falharam as nossas estimativas em 14%”, o que levou o banco de investimento a reduzir em 19% as previsões de lucros para este ano e em 7% para 2009.
Nesta base, o KBW cortou a avaliação do BES em 8,8%, de 9,10 euros para 8,30 euros. Este “target” confere aos títulos do banco um potencial de subida de 7,8% face à cotação de fecho na sessão de hoje, os 7,70 euros. A recomendação manteve-se em “market perform”.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
11:51 Contas do BES ficam "ligeiramente" abaixo das previsões do Caixa BI
Os resultados dos primeiros nove meses do ano apresentados ontem pelo Banco Espírito Santo (BES) ficaram “ligeiramente” abaixo das previsões do Caixa BI, tendo continuado a demonstrar o difícil ambiente operacional no mercado doméstico e no sistema financeiro internacional. O banco destaca pela positiva o contributo das operações internacionais.
O BES anunciou ontem que terminou os primeiros nove meses do ano com um resultado líquido de 334,8 milhões de euros, uma queda de 31% face aos lucros obtidos em igual período do ano passado.
Os resultados apresentados pelo BES ficaram “ligeiramente” abaixo das estimativas do analista André Rodrigues que previa um lucro líquido consolidado de 350,7 milhões de euros face aos 334,8 milhões de euros apresentados pelo banco.
“Estes resultados continuaram a evidenciar o difícil ambiente operacional no mercado doméstico (ampliado pela deterioração das condições macroeconómicas em Portugal e nos nossos principais parceiros comerciais) e no sistema financeiro internacional (nomeadamente em termos de custo do ‘funding’)”, afirma o analista do Caixa BI.
O banco de investimento avança no “Daily” de hoje que a principal diferença entre as suas estimativas e os números anunciados tem a ver com os resultados de “trading”. O Caixa BI sublinha que esta rubrica “acabou por se revelar a nota mais negativa dos resultados”, com as estimativas a apontarem para um lucro nesta área de 212 milhões de euros e o BES a divulgar um lucro de 143,7 milhões de euros.
O banco de investimento destaca o desempenho positivo da área internacional, que tem vindo a assumir uma importância cada vez maior, tendo o seu contributo atingido cerca de 36,7% do resultado consolidado.
“De uma maneira geral, os resultados confirmam as principais tendências que destacámos no nosso ‘preview’”, frisa o analista do Caixa BI.
O Caixa BI relembra que o banco liderado por Ricardo Salgado divulgou a proposta de criação de uma holding que passe a agregar as principais participações actualmente detidas na carteira de Activos Financeiros Disponíveis para Venda (Carteira de "Participações").
A este respeito, o banco enviou hoje um comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), onde esclarece que “está a analisar a constituição de uma ‘holding’ que agregue as principais participações da carteira de Activos Disponíveis para Venda”.
“Mantendo o controle da referida holding, o BES admite a possibilidade de diluir a sua posição, permitindo a tomada de participações por parte de accionistas minoritários, prevendo-se por essa via o reforço dos rácios de capital”, acrescenta o comunicado.
Segundo o Caixa BI, o impacto esperado desta medida é de cerca de 50 pontos-base em termos de Core Tier 1.
O banco de investimento considera que se regista alguma pressão devido ao desempenho do fundo de pensões do BES, pois, com base na última informação disponível, o banco aumentou a sua exposição a acções na carteira do fundo de pensões.
“Assim, e devido à forte desvalorização dos mercados accionistas durante o ano de 2008 é de esperar alguma pressão nesta matéria”, conclui André Rodrigues.
Por outro lado, o banco de investimento realça que os rácios apresentados, apesar de alguma deterioração devido à conjuntura macroeconómica, “ainda transparecem um nível de solidez satisfatório sendo a evolução dos mesmos um tema relevante para os próximos trimestres”.
As acções do BES seguiam a ceder 0,04% para os 7,587 euros, tendo já chegado a depreciar 1,84% na sessão de hoje.
Os resultados dos primeiros nove meses do ano apresentados ontem pelo Banco Espírito Santo (BES) ficaram “ligeiramente” abaixo das previsões do Caixa BI, tendo continuado a demonstrar o difícil ambiente operacional no mercado doméstico e no sistema financeiro internacional. O banco destaca pela positiva o contributo das operações internacionais.
O BES anunciou ontem que terminou os primeiros nove meses do ano com um resultado líquido de 334,8 milhões de euros, uma queda de 31% face aos lucros obtidos em igual período do ano passado.
Os resultados apresentados pelo BES ficaram “ligeiramente” abaixo das estimativas do analista André Rodrigues que previa um lucro líquido consolidado de 350,7 milhões de euros face aos 334,8 milhões de euros apresentados pelo banco.
“Estes resultados continuaram a evidenciar o difícil ambiente operacional no mercado doméstico (ampliado pela deterioração das condições macroeconómicas em Portugal e nos nossos principais parceiros comerciais) e no sistema financeiro internacional (nomeadamente em termos de custo do ‘funding’)”, afirma o analista do Caixa BI.
O banco de investimento avança no “Daily” de hoje que a principal diferença entre as suas estimativas e os números anunciados tem a ver com os resultados de “trading”. O Caixa BI sublinha que esta rubrica “acabou por se revelar a nota mais negativa dos resultados”, com as estimativas a apontarem para um lucro nesta área de 212 milhões de euros e o BES a divulgar um lucro de 143,7 milhões de euros.
O banco de investimento destaca o desempenho positivo da área internacional, que tem vindo a assumir uma importância cada vez maior, tendo o seu contributo atingido cerca de 36,7% do resultado consolidado.
“De uma maneira geral, os resultados confirmam as principais tendências que destacámos no nosso ‘preview’”, frisa o analista do Caixa BI.
O Caixa BI relembra que o banco liderado por Ricardo Salgado divulgou a proposta de criação de uma holding que passe a agregar as principais participações actualmente detidas na carteira de Activos Financeiros Disponíveis para Venda (Carteira de "Participações").
A este respeito, o banco enviou hoje um comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), onde esclarece que “está a analisar a constituição de uma ‘holding’ que agregue as principais participações da carteira de Activos Disponíveis para Venda”.
“Mantendo o controle da referida holding, o BES admite a possibilidade de diluir a sua posição, permitindo a tomada de participações por parte de accionistas minoritários, prevendo-se por essa via o reforço dos rácios de capital”, acrescenta o comunicado.
Segundo o Caixa BI, o impacto esperado desta medida é de cerca de 50 pontos-base em termos de Core Tier 1.
O banco de investimento considera que se regista alguma pressão devido ao desempenho do fundo de pensões do BES, pois, com base na última informação disponível, o banco aumentou a sua exposição a acções na carteira do fundo de pensões.
“Assim, e devido à forte desvalorização dos mercados accionistas durante o ano de 2008 é de esperar alguma pressão nesta matéria”, conclui André Rodrigues.
Por outro lado, o banco de investimento realça que os rácios apresentados, apesar de alguma deterioração devido à conjuntura macroeconómica, “ainda transparecem um nível de solidez satisfatório sendo a evolução dos mesmos um tema relevante para os próximos trimestres”.
As acções do BES seguiam a ceder 0,04% para os 7,587 euros, tendo já chegado a depreciar 1,84% na sessão de hoje.
Se não podes vencê-los, o melhor mesmo é juntares-te a eles!
Porquê ir contra o mercado? Perdemos sempre!
És fraco, junta-te aos fortes!
Porquê ir contra o mercado? Perdemos sempre!
És fraco, junta-te aos fortes!
BES vai usar garantia do Estado
O Banco Espírito Santo vai usar a garantia do Estado de 20 mil milhões de euros para emitir dívida nos mercados internacionais, disse hoje Ricardo Salgado.
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Maria João Gago
mjgago@mediafin.pt
O Banco Espírito Santo vai usar a garantia do Estado de 20 mil milhões de euros para emitir dívida nos mercados internacionais, disse hoje Ricardo Salgado.
Questionado se o banco iria recorrer à garantia de 20 mil milhões de euros, facultada recentemente pelo governo para apoiar a banca, o CEO do BES adiantou que “evidentemente que vamos. Com certeza absoluta”.
Em conferência de imprensa, adiantou que se “não recorrermos [à garantia], perdemos competitividade”, lembrando que “todos os outros bancos estão a recorrer às garantias”.
A utilização da garantia deverá ocorrer numa emissão de dívida no âmbito do programa de obrigações do BES, estado o banco a estudar este dossier.
O Banco Espírito Santo vai usar a garantia do Estado de 20 mil milhões de euros para emitir dívida nos mercados internacionais, disse hoje Ricardo Salgado.
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Maria João Gago
mjgago@mediafin.pt
O Banco Espírito Santo vai usar a garantia do Estado de 20 mil milhões de euros para emitir dívida nos mercados internacionais, disse hoje Ricardo Salgado.
Questionado se o banco iria recorrer à garantia de 20 mil milhões de euros, facultada recentemente pelo governo para apoiar a banca, o CEO do BES adiantou que “evidentemente que vamos. Com certeza absoluta”.
Em conferência de imprensa, adiantou que se “não recorrermos [à garantia], perdemos competitividade”, lembrando que “todos os outros bancos estão a recorrer às garantias”.
A utilização da garantia deverá ocorrer numa emissão de dívida no âmbito do programa de obrigações do BES, estado o banco a estudar este dossier.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
BES cria "holding" para agrupar participações estratégicas
O Banco Espírito Santo vai criar uma "holding" para a agrupar as participações estratégicas que detém em várias companhias, como o Bradesco, Zon e EDP, admitindo mesmo proceder à venda de activos, numa medida que tem como objectivo reforçar os rácios de capital.
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Maria João Gago
mjgago@mediafin.pt
O Banco Espírito Santo vai criar uma “holding” para a agrupar as participações estratégicas que detém em várias companhias, como o Bradesco, Zon e EDP, admitindo mesmo proceder à venda de activos, numa medida que tem como objectivo reforçar os rácios de capital.
Em conferência de imprensa para apresentar os resultados dos primeiros nove meses do ano, o CEO do banco anunciou que o vai ser criada uma “holding” onde serão colocadas as participações estratégicas do Banco Espírito Santo.
Esta “holding” pode vir a ter outros accionistas, para além do banco, e tem como objectivo aliviar os rácios de capital do BES.
Para reforçar os níveis de capital, o BES admite também proceder à venda de activos.
Entre as participações estratégicas do BES encontra-se a presença no capital do brasileiro Bradesco, e nas cotadas portuguesas Zon e EDP.
Ricardo Salgado diz que os objectivos inseridos no plano estratégico até 2010 continuam em aberto, tendo contudo reafirmando a meta de atingir um rácio core Tier I de 6%. No final de Setembro o core tier I do BES atingiu 5,5%.
Os lucros do Banco Espírito Santo caíram 31,4% para os 334,8 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano, um valor que ficou abaixo do previsto pelo mercado, que apontava para um resultado líquido de 362,6 milhões de euros.
O Banco Espírito Santo vai criar uma "holding" para a agrupar as participações estratégicas que detém em várias companhias, como o Bradesco, Zon e EDP, admitindo mesmo proceder à venda de activos, numa medida que tem como objectivo reforçar os rácios de capital.
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Maria João Gago
mjgago@mediafin.pt
O Banco Espírito Santo vai criar uma “holding” para a agrupar as participações estratégicas que detém em várias companhias, como o Bradesco, Zon e EDP, admitindo mesmo proceder à venda de activos, numa medida que tem como objectivo reforçar os rácios de capital.
Em conferência de imprensa para apresentar os resultados dos primeiros nove meses do ano, o CEO do banco anunciou que o vai ser criada uma “holding” onde serão colocadas as participações estratégicas do Banco Espírito Santo.
Esta “holding” pode vir a ter outros accionistas, para além do banco, e tem como objectivo aliviar os rácios de capital do BES.
Para reforçar os níveis de capital, o BES admite também proceder à venda de activos.
Entre as participações estratégicas do BES encontra-se a presença no capital do brasileiro Bradesco, e nas cotadas portuguesas Zon e EDP.
Ricardo Salgado diz que os objectivos inseridos no plano estratégico até 2010 continuam em aberto, tendo contudo reafirmando a meta de atingir um rácio core Tier I de 6%. No final de Setembro o core tier I do BES atingiu 5,5%.
Os lucros do Banco Espírito Santo caíram 31,4% para os 334,8 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano, um valor que ficou abaixo do previsto pelo mercado, que apontava para um resultado líquido de 362,6 milhões de euros.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Nos primeiros nove meses
Lucros do BES recuam mais de 31% para os 334,8 milhões de euros
Os lucros do Banco Espírito Santo (BES) caíram 31,4% para os 334,8 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano. Este valor ficou abaixo do previsto pelo mercado, que apontava para um resultado líquido de 362,6 milhões de euros.
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Jornal de Negócios Online
negocios@mediafin.pt
Os lucros do Banco Espírito Santo (BES) caíram 31,4% para os 334,8 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano. Este valor ficou abaixo do previsto pelo mercado, que apontava para um resultado líquido de 362,6 milhões de euros.
Até Setembro passado, o banco liderado por Ricardo Salgado registou um lucro de 334,8 milhões de euros, valor que representa uma queda de 31,4% face aos 487,8 milhões de euros registado em 2007. Este valor ficou abaixo do previsto pelo mercado, que antecipava um resultado líquido de 362,6 milhões de euros (uma estimativa realizada com base em previsões de três casas de investimento: KBW, Banif e Caixa BI).
O resultado líquido da actividade internacional do grupo subiu 41,7% para os 122,7%, enquanto os lucros da actividade doméstica recuaram 41,7% para os 212,1 milhões de euros. “O desempenho da área internacional do grupo BES tem vindo a assumir uma importância crescente, elevando-se o seu contributo a 36,7% do resultado consolidado”, refere o comunicado do BES à CMVM.
O crédito a clientes subiu 11,5% nos primeiros nove meses, os depósitos e certificados de depósitos subiram 15,2%. O produto bancário comercial do BES aumentou 5,2% atingindo os 1,2 mil milhões de euros, “suportado pelo contributo do resultado financeiro”.
Os rácios "core tier I" e "tier I" atingiram, respectivamente, 5,5% e 6,3%. Estes valores deterioraram-se face a Dezembro de 2007, altura em que o "core tier I" estava nos 6,6% e o "tier I" nos 7,5%. A carga de provisionamento do crédito subiu para 0,57% da carteira de crédito, o “que representa um nível acrescido de prudência na avaliação dos riscos”.
Os resultados financeiros do BES atingiram os 780 milhões de euros, um aumento de 10,1% face aos primeiros nove meses de 2007. Este crescimento foi suportado pelos aumentos dos “activos financeiros médio, do crédito a clientes e dos depósitos”.
O crédito a clientes aumentou 17,7% para 44,9 mil milhões de euros e os depósitos subiram 17,1% para 22,3 mil milhões de euros.
“O aumento do resultado financeiro foi especialmente significativo na área internacional, com destaque para o contributo da actividade desenvolvida em Angola e Espanha”, refere o BES.
Nos primeiros nove meses do ano, as provisões de crédito do banco subiram 36,1% para os 200,7 milhões de euros.
Ainda neste período, o comissionamento atingiu os 464,7 milhões de euros, valor que representa uma queda de 2,1% face ao período homólogo.
Lucros do BES recuam mais de 31% para os 334,8 milhões de euros
Os lucros do Banco Espírito Santo (BES) caíram 31,4% para os 334,8 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano. Este valor ficou abaixo do previsto pelo mercado, que apontava para um resultado líquido de 362,6 milhões de euros.
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Os lucros do Banco Espírito Santo (BES) caíram 31,4% para os 334,8 milhões de euros nos primeiros nove meses do ano. Este valor ficou abaixo do previsto pelo mercado, que apontava para um resultado líquido de 362,6 milhões de euros.
Até Setembro passado, o banco liderado por Ricardo Salgado registou um lucro de 334,8 milhões de euros, valor que representa uma queda de 31,4% face aos 487,8 milhões de euros registado em 2007. Este valor ficou abaixo do previsto pelo mercado, que antecipava um resultado líquido de 362,6 milhões de euros (uma estimativa realizada com base em previsões de três casas de investimento: KBW, Banif e Caixa BI).
O resultado líquido da actividade internacional do grupo subiu 41,7% para os 122,7%, enquanto os lucros da actividade doméstica recuaram 41,7% para os 212,1 milhões de euros. “O desempenho da área internacional do grupo BES tem vindo a assumir uma importância crescente, elevando-se o seu contributo a 36,7% do resultado consolidado”, refere o comunicado do BES à CMVM.
O crédito a clientes subiu 11,5% nos primeiros nove meses, os depósitos e certificados de depósitos subiram 15,2%. O produto bancário comercial do BES aumentou 5,2% atingindo os 1,2 mil milhões de euros, “suportado pelo contributo do resultado financeiro”.
Os rácios "core tier I" e "tier I" atingiram, respectivamente, 5,5% e 6,3%. Estes valores deterioraram-se face a Dezembro de 2007, altura em que o "core tier I" estava nos 6,6% e o "tier I" nos 7,5%. A carga de provisionamento do crédito subiu para 0,57% da carteira de crédito, o “que representa um nível acrescido de prudência na avaliação dos riscos”.
Os resultados financeiros do BES atingiram os 780 milhões de euros, um aumento de 10,1% face aos primeiros nove meses de 2007. Este crescimento foi suportado pelos aumentos dos “activos financeiros médio, do crédito a clientes e dos depósitos”.
O crédito a clientes aumentou 17,7% para 44,9 mil milhões de euros e os depósitos subiram 17,1% para 22,3 mil milhões de euros.
“O aumento do resultado financeiro foi especialmente significativo na área internacional, com destaque para o contributo da actividade desenvolvida em Angola e Espanha”, refere o BES.
Nos primeiros nove meses do ano, as provisões de crédito do banco subiram 36,1% para os 200,7 milhões de euros.
Ainda neste período, o comissionamento atingiu os 464,7 milhões de euros, valor que representa uma queda de 2,1% face ao período homólogo.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
"Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco; à medida que vamos adquirindo conhecimentos, instala-se a dúvida"Johann Goethe
Standard & Poor’s mantém "outlook" estável par
Patrícia Abreu
pabreu@mediafin.pt
A casa de notação financeira Standard & Poor’s manteve o ‘outlook’ estável para o Banco Espírito Santo (BES), com um “rating” de “A” para o longo prazo e um “A-1” para a dívida de curto prazo.
“Os bancos portugueses enfrentam a actual conjuntura difícil com uma boa posição financeira, nomeadamente no que diz respeito à rendibilidade e eficiência”, adiantou a casa de notação financeira, citada num comunicado enviado pelo banco à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários.
No mesmo documento, a casa de classificação de dívida sublinha ainda que “os rácios de capital melhoraram e são agora adequados, devido às injecções de capital efectuadas nos últimos anos”
A S&P, que ontem reviu em baixa o “outlook” para o Banco Comercial Português, de estável para negativo, considera que “o desempenho financeiro dos bancos portugueses permitirá enfrentar a desaceleração da economia portuguesa”.
pabreu@mediafin.pt
A casa de notação financeira Standard & Poor’s manteve o ‘outlook’ estável para o Banco Espírito Santo (BES), com um “rating” de “A” para o longo prazo e um “A-1” para a dívida de curto prazo.
“Os bancos portugueses enfrentam a actual conjuntura difícil com uma boa posição financeira, nomeadamente no que diz respeito à rendibilidade e eficiência”, adiantou a casa de notação financeira, citada num comunicado enviado pelo banco à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários.
No mesmo documento, a casa de classificação de dívida sublinha ainda que “os rácios de capital melhoraram e são agora adequados, devido às injecções de capital efectuadas nos últimos anos”
A S&P, que ontem reviu em baixa o “outlook” para o Banco Comercial Português, de estável para negativo, considera que “o desempenho financeiro dos bancos portugueses permitirá enfrentar a desaceleração da economia portuguesa”.
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Fui buscar este tópico adormecido, creio que não existe outro sobre o BES, porque estou a estranhar a subida do BES ser muito ligeira em relação ao resto da banca. Sabem de algum motivo para tal acontecer? Será por se pensar, que é um dos bancos que não vai necessitar da garantia? Com a diferença de valorização percentual, acabei por entrar a 8,07€.
Um abraço e bons negócios.
Artur Cintra
Artur Cintra
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jabreu Escreveu:A minha opinião é que os democratas estão a atrasar aprovação pq para já é lhes favoravel. Porém terão que o aprovar pq senão o feitiço vira-se contra o feiticeiro. Pois os republicanos irão dizer que tem a solução e que os democratas estão a impedir de salvar o pais dos caos financeiro. Ouse ja os maus da fita poderão passar a ser os democratas. Parece-me que após o primeiro debate entre candidatos o plano será a aprovado... a ver vamos
Caro jabreu, nao foram os democratas... os democratas estam prontissimos a aceitar...
Foi um grupo de republicanos do Senado que estão a impedir, e depois virou tudo de pernas para o ar...
Ou seja, ate os proprios republicanos - alguns deles - estão contra os seus "compadres".
A minha opinião é que os democratas estão a atrasar aprovação pq para já é lhes favoravel. Porém terão que o aprovar pq senão o feitiço vira-se contra o feiticeiro. Pois os republicanos irão dizer que tem a solução e que os democratas estão a impedir de salvar o pais dos caos financeiro. Ouse ja os maus da fita poderão passar a ser os democratas. Parece-me que após o primeiro debate entre candidatos o plano será a aprovado... a ver vamos
"Herói não aquele que não cai, Herói é aquele que cai e se levanta" - Confúcio
crise Financeira 2008-09-26 11:55
Paulson ajoelha-se perante líder dos Democratas para pedir ajuda
O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Henry Paulson, mostrou ontem o seu desespero perante o fracasso das conversações entre o presidente Bush, os dois candidatos à presidência dos EUA e os líderes dos dois partidos no Congresso dos Estados Unidos que chegou a ajoelhar-se perante a líder dos congressistas democratas, Nancy Pelosi, para lhe pedir que não bloqueie o plano de salvamento do sector financeiro norte-americano.
Pedro Duarte
Segundo o jornal norte-americano 'New York Times', a reunião de ontem na Casa Branca degenerou numa forte discussão verbal.
"Se o dinheiro não for libertado, tudo pode ir abaixo", terá dito o presidente Bush, ao ver o plano de salvamento desfazer-se perante os seus olhos.
O periódico, que cita elementos que participaram na reunião, adianta que após o colapso das conversações, o secretário do Tesouro ajoelhou-se perante a líder dos Democratas na Casa de Representantes, Nancy Pelosi, para lhe pedir para "não destruir" as negociações, retirando o apoio do seu partido pelo plano, depois de esta ter considerado a oposição dos Republicanos ao acordo como "uma traição".
"Não sabia que era católico", respondeu Pelosi, tendo em conta o ajoelhar de Paulson, acrescentando que "não sou eu que estou a estragar isto, são os Republicanos."
Já o senador Democrata Christopher Dodd, presidente do Comité Bancário do Senado, denunciou a sessão como sendo apenas "um plano de salvamento" para o candidato do Partido Republicano à Casa Branca, John McCain, e classificou o encontro como uma perda de tempo.
Segundo fontes Democratas, Nancy Pelosi não irá levar o plano de salvamento do sector financeiro a votos no Congresso, a menos que este tenha apoio substancial por parte dos Republicanos.
Outras fontes da imprensa norte-americana indicam que, segundo um congressista republicano, alguns dos membros do seu partido no Congresso estão a dizer em privado que preferem "deixar os mercados colapsar" do que aprovarem o plano de salvamento de Wall Street.
"Pelo altar do sistema do Mercado Livre, iremos aceitar uma Grande Depressão?", questionou a mesma fonte.
Os especialistas notam também que o estatuto fragilizado do Presidente Bush, bem como a sua mão pesada no tratamento dos legisladores do seu próprio partido nos últimos sete anos, está agora a ter um efeito contraproducente, com os congressistas republicanos a considerarem que o presidente está a "tentar destruir a Constituição" ao comprometer o Governo Federal com uma intervenção massiva no sistema financeiro.
In"Diário Económico"
Só na América

Paulson ajoelha-se perante líder dos Democratas para pedir ajuda
O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Henry Paulson, mostrou ontem o seu desespero perante o fracasso das conversações entre o presidente Bush, os dois candidatos à presidência dos EUA e os líderes dos dois partidos no Congresso dos Estados Unidos que chegou a ajoelhar-se perante a líder dos congressistas democratas, Nancy Pelosi, para lhe pedir que não bloqueie o plano de salvamento do sector financeiro norte-americano.
Pedro Duarte
Segundo o jornal norte-americano 'New York Times', a reunião de ontem na Casa Branca degenerou numa forte discussão verbal.
"Se o dinheiro não for libertado, tudo pode ir abaixo", terá dito o presidente Bush, ao ver o plano de salvamento desfazer-se perante os seus olhos.
O periódico, que cita elementos que participaram na reunião, adianta que após o colapso das conversações, o secretário do Tesouro ajoelhou-se perante a líder dos Democratas na Casa de Representantes, Nancy Pelosi, para lhe pedir para "não destruir" as negociações, retirando o apoio do seu partido pelo plano, depois de esta ter considerado a oposição dos Republicanos ao acordo como "uma traição".
"Não sabia que era católico", respondeu Pelosi, tendo em conta o ajoelhar de Paulson, acrescentando que "não sou eu que estou a estragar isto, são os Republicanos."
Já o senador Democrata Christopher Dodd, presidente do Comité Bancário do Senado, denunciou a sessão como sendo apenas "um plano de salvamento" para o candidato do Partido Republicano à Casa Branca, John McCain, e classificou o encontro como uma perda de tempo.
Segundo fontes Democratas, Nancy Pelosi não irá levar o plano de salvamento do sector financeiro a votos no Congresso, a menos que este tenha apoio substancial por parte dos Republicanos.
Outras fontes da imprensa norte-americana indicam que, segundo um congressista republicano, alguns dos membros do seu partido no Congresso estão a dizer em privado que preferem "deixar os mercados colapsar" do que aprovarem o plano de salvamento de Wall Street.
"Pelo altar do sistema do Mercado Livre, iremos aceitar uma Grande Depressão?", questionou a mesma fonte.
Os especialistas notam também que o estatuto fragilizado do Presidente Bush, bem como a sua mão pesada no tratamento dos legisladores do seu próprio partido nos últimos sete anos, está agora a ter um efeito contraproducente, com os congressistas republicanos a considerarem que o presidente está a "tentar destruir a Constituição" ao comprometer o Governo Federal com uma intervenção massiva no sistema financeiro.
In"Diário Económico"
Só na América
jabreu Escreveu:Entrei hoje nesta menina.
Será neste momento o melhor banco portugues e por isso para mim o que mais disparará qnd for aprovado o plano pelo congresso e qnd se der o rebound no mercado financeiro. Target curtissimo prazo 9,9 caso o plano vá em frente.
Aprovação do plano?
Parece que a "coisa" está a ficar feia.
Se for verdade a noticia que está no teletexto 238.No mínimo é uma situação caricata.
Já alguém disse-Rir é o melhor remédio.
Boa noite
Entrei hoje nesta menina.
Será neste momento o melhor banco portugues e por isso para mim o que mais disparará qnd for aprovado o plano pelo congresso e qnd se der o rebound no mercado financeiro. Target curtissimo prazo 9,9 caso o plano vá em frente.
Será neste momento o melhor banco portugues e por isso para mim o que mais disparará qnd for aprovado o plano pelo congresso e qnd se der o rebound no mercado financeiro. Target curtissimo prazo 9,9 caso o plano vá em frente.
"Herói não aquele que não cai, Herói é aquele que cai e se levanta" - Confúcio
"Não estamos preparados para abandonar as metas para 2010"
O Banco Espírito Santo, apesar da turbulência nos mercados e do abrandamento económico, não abandona as metas de crescimento implícitas no plano estratégico até 2010.
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Jornal de Negócios Online
negocios@mediafin.pt
O Banco Espírito Santo, apesar da turbulência nos mercados e do abrandamento económico, não abandona as metas de crescimento implícitas no plano estratégico até 2010.
Numa apresentação do banco a investidores, na conferência da KBW, o CFO Amílcar Pires refere que o BES está “a par dos desafios que o actual ambiente macro-económico representam para a actividade do banco. Mas não estamos preparados para deixar cair o nosso plano de 2010, que acreditamos que continua” possível de atingir.
“Mantemos os nossos ‘targets’”, adianta o CFO, afirmando que o preço das acções do BES “tem sido penalizado depois dos resultados do primeiro semestre, sobretudo devido às preocupações sobre o capital”.
Amílcar Pires salienta que o nível de capital “não é uma preocupação, mas necessita, como sempre, de uma gestão activa”.
Na mesma apresentação o BES salienta que está no “bom caminho” para atingir os objectivos delineados no plano estratégico até 2010.
Num altura em que passou 25% do espaço temporal deste plano, foram já atingidos valores superiores nos objectivos de quatro indicadores.
A meta de atingir lucros de 850 milhões de euros em 2010, está cumprida em 41,5%, o objectivo de ter um ROE de 19% está 44,2% atingida. O objectivo de ter um “cost-to-income” abaixo de 45% está 65,8% cumprido e a meta de ter uma quota de mercado de 22% está quase metade (46,7%) atingida.
O Banco Espírito Santo, apesar da turbulência nos mercados e do abrandamento económico, não abandona as metas de crescimento implícitas no plano estratégico até 2010.
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O Banco Espírito Santo, apesar da turbulência nos mercados e do abrandamento económico, não abandona as metas de crescimento implícitas no plano estratégico até 2010.
Numa apresentação do banco a investidores, na conferência da KBW, o CFO Amílcar Pires refere que o BES está “a par dos desafios que o actual ambiente macro-económico representam para a actividade do banco. Mas não estamos preparados para deixar cair o nosso plano de 2010, que acreditamos que continua” possível de atingir.
“Mantemos os nossos ‘targets’”, adianta o CFO, afirmando que o preço das acções do BES “tem sido penalizado depois dos resultados do primeiro semestre, sobretudo devido às preocupações sobre o capital”.
Amílcar Pires salienta que o nível de capital “não é uma preocupação, mas necessita, como sempre, de uma gestão activa”.
Na mesma apresentação o BES salienta que está no “bom caminho” para atingir os objectivos delineados no plano estratégico até 2010.
Num altura em que passou 25% do espaço temporal deste plano, foram já atingidos valores superiores nos objectivos de quatro indicadores.
A meta de atingir lucros de 850 milhões de euros em 2010, está cumprida em 41,5%, o objectivo de ter um ROE de 19% está 44,2% atingida. O objectivo de ter um “cost-to-income” abaixo de 45% está 65,8% cumprido e a meta de ter uma quota de mercado de 22% está quase metade (46,7%) atingida.
"A incerteza dos acontecimentos,é sempre mais difícil de suportar do que o próprio acontecimento" Jean-Baptista Massilion.
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