BES - Tópico Geral
S&P coloca dívida do BES e BPI em vigilância negativa (act.)
A agência de notação financeira Standard & Poor’s colocou hoje o "outlook" da dívida do Banco Espírito Santo e do Banco BPI em "negativo", indicando que poderá rever em baixa o "rating" dos dois bancos portugueses, devido à pressão sobre a rentabilidade e a qualidade dos activos das duas instituições.
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Sara Antunes
saraantunes@mediafin.pt
A agência de notação financeira Standard & Poor’s colocou hoje o “outlook” da dívida do Banco Espírito Santo e do Banco BPI em “negativo”, indicando que poderá rever em baixa o “rating” dos dois bancos portugueses, devido à pressão sobre a rentabilidade e a qualidade dos activos das duas instituições.
“As nossas revisões dos 'outlooks' reflectem as nossas expectativas de pressão negativa na rentabilidade e na qualidade dos activos, com o ambiente económico em Portugal a deteriorar-se”, revela a analista Elena Iparraguire numa nota de análise hoje publicada.
As perspectivas para a dívida do BES e do BPI foram revistas de “estável” para “negativo”, e o mesmo aconteceu com a subsidiária do banco liderado por Ricardo Salgado, o BESI .
Estas revisões surgem depois da agência ter já revisto o “outlook” do Millennium bcp (em Outubro), da Caixa Geral de Depósitos e do Santander Totta (em Janeiro).
Apesar da revisão do “outlook” os “ratings” de dívida dos dois bancos foram mantidos em “A” para a dívida de longo-prazo e em “A-1” para a dívida de curto-prazo.
BPI parte de “uma posição mais fraca”
Para o S&P “o BPI enfrenta este ambiente [de crise económica] de uma posição mais fraca, tendo revelado um desempenho operacional pobre em 2008”.
“Esta situação negativa resulta de perspectivas económicas fracas para Portugal”, revela o mesmo comunicado que prevê que “a queda da rentabilidade dos bancos portugueses seja mais forte do que no ciclo anterior de crédito negativo em 2003.”
Jornal Negócios
A agência de notação financeira Standard & Poor’s colocou hoje o "outlook" da dívida do Banco Espírito Santo e do Banco BPI em "negativo", indicando que poderá rever em baixa o "rating" dos dois bancos portugueses, devido à pressão sobre a rentabilidade e a qualidade dos activos das duas instituições.
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Sara Antunes
saraantunes@mediafin.pt
A agência de notação financeira Standard & Poor’s colocou hoje o “outlook” da dívida do Banco Espírito Santo e do Banco BPI em “negativo”, indicando que poderá rever em baixa o “rating” dos dois bancos portugueses, devido à pressão sobre a rentabilidade e a qualidade dos activos das duas instituições.
“As nossas revisões dos 'outlooks' reflectem as nossas expectativas de pressão negativa na rentabilidade e na qualidade dos activos, com o ambiente económico em Portugal a deteriorar-se”, revela a analista Elena Iparraguire numa nota de análise hoje publicada.
As perspectivas para a dívida do BES e do BPI foram revistas de “estável” para “negativo”, e o mesmo aconteceu com a subsidiária do banco liderado por Ricardo Salgado, o BESI .
Estas revisões surgem depois da agência ter já revisto o “outlook” do Millennium bcp (em Outubro), da Caixa Geral de Depósitos e do Santander Totta (em Janeiro).
Apesar da revisão do “outlook” os “ratings” de dívida dos dois bancos foram mantidos em “A” para a dívida de longo-prazo e em “A-1” para a dívida de curto-prazo.
BPI parte de “uma posição mais fraca”
Para o S&P “o BPI enfrenta este ambiente [de crise económica] de uma posição mais fraca, tendo revelado um desempenho operacional pobre em 2008”.
“Esta situação negativa resulta de perspectivas económicas fracas para Portugal”, revela o mesmo comunicado que prevê que “a queda da rentabilidade dos bancos portugueses seja mais forte do que no ciclo anterior de crédito negativo em 2003.”
Jornal Negócios
Na bolsa só se perde dinheiro.Na realidade só certos Iluminados com acesso a informação privilegiada aproveitam-se dos pequenos investidores para lhes sugarem o dinheiro.
Análise
Millennium corta preço alvo do BES para 7,40 euros
Rita Paz
03/02/09 15:18
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O BES vai aumentar o seu capital em 1,2 mil milhões.
Collapse Comunidade
Partilhe: O Millennium reduziu a sua avaliação para os títulos do Banco Espírito Santo para 7,40 euros. O preço-alvo anterior era de 8,30 euros.
A casa de investimento reviu as estimativas para o BES na sequência dos resultados do quarto trimestre de 2008. A recomendação mantém-se em "comprar" com risco elevado.
Numa nota de investimento de hoje, citada pela "Reuters", o Millennium IB adianta que o aumento de capital anunciado pelo BES "surpreendeu". O banco liderado por Ricardo Salgado vai reforçar o seu capital em 1,2 mil milhões de euros.
Em 2009, as acções do BES já caíram 23,11%, o pior desempenho no PSI 20. Hoje, os títulos seguiam a desvalorizar 0,58% para 5,12 euros.
Euro verde ok.Peço desculpa.Abraço.
Diário Economico
Millennium corta preço alvo do BES para 7,40 euros
Rita Paz
03/02/09 15:18
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O BES vai aumentar o seu capital em 1,2 mil milhões.
Collapse Comunidade
Partilhe: O Millennium reduziu a sua avaliação para os títulos do Banco Espírito Santo para 7,40 euros. O preço-alvo anterior era de 8,30 euros.
A casa de investimento reviu as estimativas para o BES na sequência dos resultados do quarto trimestre de 2008. A recomendação mantém-se em "comprar" com risco elevado.
Numa nota de investimento de hoje, citada pela "Reuters", o Millennium IB adianta que o aumento de capital anunciado pelo BES "surpreendeu". O banco liderado por Ricardo Salgado vai reforçar o seu capital em 1,2 mil milhões de euros.
Em 2009, as acções do BES já caíram 23,11%, o pior desempenho no PSI 20. Hoje, os títulos seguiam a desvalorizar 0,58% para 5,12 euros.
Euro verde ok.Peço desculpa.Abraço.
Diário Economico
Na bolsa só se perde dinheiro.Na realidade só certos Iluminados com acesso a informação privilegiada aproveitam-se dos pequenos investidores para lhes sugarem o dinheiro.
S&P coloca dívida do BES e BPI em vigilância negativa
A agência de notação financeira Standard & Poor’s colocou hoje o outlook da dívida do Banco Espírito Santo e do Banco BPI em negativo , indicando que poderá rever em baixa o rating dos dois bancos portugueses, devido à pressão sobre a rentabilidade e a qualidade dos activos das duas instituições.
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Jornal de Negócios Online
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A agência de notação financeira Standard & Poor’s colocou hoje o “outlook” da dívida do Banco Espírito Santo e do Banco BPI em “negativo”, indicando que poderá rever em baixa o “rating” dos dois bancos portugueses, devido à pressão sobre a rentabilidade e a qualidade dos activos das duas instituições.
A agência de notação financeira Standard & Poor’s colocou hoje o outlook da dívida do Banco Espírito Santo e do Banco BPI em negativo , indicando que poderá rever em baixa o rating dos dois bancos portugueses, devido à pressão sobre a rentabilidade e a qualidade dos activos das duas instituições.
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A agência de notação financeira Standard & Poor’s colocou hoje o “outlook” da dívida do Banco Espírito Santo e do Banco BPI em “negativo”, indicando que poderá rever em baixa o “rating” dos dois bancos portugueses, devido à pressão sobre a rentabilidade e a qualidade dos activos das duas instituições.
Na bolsa só se perde dinheiro.Na realidade só certos Iluminados com acesso a informação privilegiada aproveitam-se dos pequenos investidores para lhes sugarem o dinheiro.
Duas frases importantes:
A segunda vai de encontro à tese que eu defendo que não faz qquer sentido pagar dividendos nesta altura em que é tão difícil conseguir financiamento e em que as empresas andam a fazer aumentos de capital. Neste caso particular, os investidores pagam 20% de impostos sobre o valor recebido em dividendos e depois ainda têm de colocar $$ na empresa. Uma tonteria.
A primeira diz-me que as excelentes condições de subscrição significarão um desconto de 20% relativamente à cotação de hoje, ou seja, na casa dos 4€. Isso significa que serão emitidas cerca de 300.000.000 acções (por cada existente será atribuída 0.6 das novas) a um valor significativamente abaixo do valor nominal... Relativamente a esta, a minha experiência é que as cotações vão ter tendência a ir de encontro ao valor a que é feito o AC. Ou seja, o BES terá uma forte probabilidade de ir até aos 4€ até ao AC.
Um abr
Nuno
Açor3 Escreveu:Ricardo Salgado em entrevista à Reuters
...
"Julgo que o desconto não será substancial, mas será de acordo com as condições normais do mercado. Nós vamos dar aos nossos accionistas condições excelentes de subscrição", afirmou o presidente do banco que irá realizar um aumento de capital de 1,2 mil milhões de euros.
...
não faria sentido pagar mais dividendos e depois pedir mais dinheiro aos accionistas
A segunda vai de encontro à tese que eu defendo que não faz qquer sentido pagar dividendos nesta altura em que é tão difícil conseguir financiamento e em que as empresas andam a fazer aumentos de capital. Neste caso particular, os investidores pagam 20% de impostos sobre o valor recebido em dividendos e depois ainda têm de colocar $$ na empresa. Uma tonteria.
A primeira diz-me que as excelentes condições de subscrição significarão um desconto de 20% relativamente à cotação de hoje, ou seja, na casa dos 4€. Isso significa que serão emitidas cerca de 300.000.000 acções (por cada existente será atribuída 0.6 das novas) a um valor significativamente abaixo do valor nominal... Relativamente a esta, a minha experiência é que as cotações vão ter tendência a ir de encontro ao valor a que é feito o AC. Ou seja, o BES terá uma forte probabilidade de ir até aos 4€ até ao AC.
Um abr
Nuno
Pluricanal... não obrigado. Serviço péssimo e enganador!!!
O dia não ajudou , mas a sessão de hoje parece ter confirmado e invalidado pra já a possivel ida ao topo do canal descendente , uma vez que o valor nominal da acção perante a eminencia do AC , parece ter "mais peso". É aguardar dias melhores .
Um abraço ,
The Mechanic
Um abraço ,
The Mechanic
" Os que hesitam , são atropelados pela retaguarda" - Stendhal
"É óptimo não se exercer qualquer profissão, pois um homem livre não deve viver para servir outro "
- Aristoteles
http://theflyingmechanic.blogspot.com/
"É óptimo não se exercer qualquer profissão, pois um homem livre não deve viver para servir outro "
- Aristoteles
http://theflyingmechanic.blogspot.com/
Ricardo Salgado em entrevista à Reuters
"Vamos dar aos nossos accionistas condições excelentes" no aumento de capital
Ricardo Salgado, presidente executivo do Banco Espírito Santo, disse hoje em entrevista à Reuters que o banco vai dar aos accionistas condições excelentes de subscrição no aumento de capital, pelo que acredita que será muito atraente participar nesta operação. Quanto à estratégia do banco, refere que o BES está a estudar a entrada em Moçambique e na África do Sul.
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Jornal de Negócios Online
negocios@mediafin.pt
Ricardo Salgado, presidente executivo do Banco Espírito Santo, disse hoje em entrevista à Reuters que o banco vai dar aos accionistas “condições excelentes de subscrição” no aumento de capital, pelo que acredita que “será muito atraente” participar nesta operação. Quanto à estratégia do banco, refere que o BES está a estudar a entrada em Moçambique e na África do Sul.
Em entrevista à Reuters, Salgado afirmou que as acções do banco foram já penalizadas por antecipação com o aumento de capital, pois era sabido que o banco tinha que efectuar esta operação.
“Acho que a queda actual já é sensível", pelo que “acredito que seja muito atraente adquirir acções do BES no aumento de capital", disse, em entrevista à Reuters, o CEO do segundo grupo bancário de Portugal.
"Julgo que o desconto não será substancial, mas será de acordo com as condições normais do mercado. Nós vamos dar aos nossos accionistas condições excelentes de subscrição", afirmou o presidente do banco que irá realizar um aumento de capital de 1,2 mil milhões de euros.
Salgado salientou que a queda do “payout ratio” (percentagem dos lucros distribuídos aos accionistas sob a forma de dividendos) de 2008 para 20% é "uma situação especial" pois não faria sentido pagar mais dividendos e depois pedir mais dinheiro aos accionistas, embora seja equivalente a um “dividend yield” acima de 2%, que hoje é considerada uma taxa de juro razoável".
"Mas, depois, se tudo correr como nós prevemos, voltaremos à estratégia de 'payout' anteriormente estabelecida que é ter um 'payout' perto dos 50%, acima de 40%", afirmou.
Na mesma entrevista, O CEO anunciou que o BES quer crescer em Angola e estender a presença da sua subsidiária angolana a países limítrofes, estando a equacionar entrar em Moçambique e na África do Sul.
E também que o banco está a preparar novos objectivos estratégicos para 2011.
Jornal Negócios
"Vamos dar aos nossos accionistas condições excelentes" no aumento de capital
Ricardo Salgado, presidente executivo do Banco Espírito Santo, disse hoje em entrevista à Reuters que o banco vai dar aos accionistas condições excelentes de subscrição no aumento de capital, pelo que acredita que será muito atraente participar nesta operação. Quanto à estratégia do banco, refere que o BES está a estudar a entrada em Moçambique e na África do Sul.
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Ricardo Salgado, presidente executivo do Banco Espírito Santo, disse hoje em entrevista à Reuters que o banco vai dar aos accionistas “condições excelentes de subscrição” no aumento de capital, pelo que acredita que “será muito atraente” participar nesta operação. Quanto à estratégia do banco, refere que o BES está a estudar a entrada em Moçambique e na África do Sul.
Em entrevista à Reuters, Salgado afirmou que as acções do banco foram já penalizadas por antecipação com o aumento de capital, pois era sabido que o banco tinha que efectuar esta operação.
“Acho que a queda actual já é sensível", pelo que “acredito que seja muito atraente adquirir acções do BES no aumento de capital", disse, em entrevista à Reuters, o CEO do segundo grupo bancário de Portugal.
"Julgo que o desconto não será substancial, mas será de acordo com as condições normais do mercado. Nós vamos dar aos nossos accionistas condições excelentes de subscrição", afirmou o presidente do banco que irá realizar um aumento de capital de 1,2 mil milhões de euros.
Salgado salientou que a queda do “payout ratio” (percentagem dos lucros distribuídos aos accionistas sob a forma de dividendos) de 2008 para 20% é "uma situação especial" pois não faria sentido pagar mais dividendos e depois pedir mais dinheiro aos accionistas, embora seja equivalente a um “dividend yield” acima de 2%, que hoje é considerada uma taxa de juro razoável".
"Mas, depois, se tudo correr como nós prevemos, voltaremos à estratégia de 'payout' anteriormente estabelecida que é ter um 'payout' perto dos 50%, acima de 40%", afirmou.
Na mesma entrevista, O CEO anunciou que o BES quer crescer em Angola e estender a presença da sua subsidiária angolana a países limítrofes, estando a equacionar entrar em Moçambique e na África do Sul.
E também que o banco está a preparar novos objectivos estratégicos para 2011.
Jornal Negócios
Na bolsa só se perde dinheiro.Na realidade só certos Iluminados com acesso a informação privilegiada aproveitam-se dos pequenos investidores para lhes sugarem o dinheiro.
Ludacris, eu não tento adivinhar ressaltos em "bear Markets". Eles acontecem mas são difíceis de prever e de aproveitar.
Não ia deixar aqui o gráfioco do BES porque o meu Metastock hoje está a transformar os meus símbolos (ursos, touros, bombas, sorrirsos, etc...) em letras, mas optei por colocar aqui os gráficos pedindo que não liguem a essas letras.
Os ursos continuam a dominar em todos os horizontes temporais e as resistências e linhas de tendência descendente a servirem de tecto para a acção.
Um abraço,
Ulisses
Não ia deixar aqui o gráfioco do BES porque o meu Metastock hoje está a transformar os meus símbolos (ursos, touros, bombas, sorrirsos, etc...) em letras, mas optei por colocar aqui os gráficos pedindo que não liguem a essas letras.
Os ursos continuam a dominar em todos os horizontes temporais e as resistências e linhas de tendência descendente a servirem de tecto para a acção.
Um abraço,
Ulisses
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ENTREVISTA-Versão integral perguntas e respostas CEO do BES
02/02/2009
LISBOA, 2 Fev (Reuters) - Esta é a versão integral da entrevista a Ricardo Espírito Santo Salgado, Chief Executive Officer (CEO) do Banco Espírito Santo (BES) .
Seguem perguntas e respostas:
REUTERS: O BES propôs um aumento de capital de 1.200 ME, tem o apoio dos accionistas de referência -- Bespar, Credit Agricole, PT, Bradesco -- mas fica ainda de fora deste grupo uma percentagem substancial de capital. Está confiante que não terá dificuldades em levantar este montante? Está confiante na colocação total?
RICARDO SALGADO: "O aumento de capital é um 'rights issue' e as condições vão ser atraentes. Por outro lado, gostava de recordar que a cotação do BES está abaixo do 'book value'. O património líquido por acção está acima dos oito euros e a acção está-se a transaccionar pouco acima dos cinco euros. Considerando ainda que é provável que se faça um desconto na operação, julgo que o desconto não será substancial mas será de acordo com as condições normais do mercado, já vários aumentos de capital têm sido bem sucedidos, nós vamos dar aos nossos accionistas condições excelentes de subscrição. Portanto, acredito que seja muito atraente adquirir acções do BES no aumento de capital".
REUTERS: Esse desconto poderá ser de que ordem?
RICARDO SALGADO: "Não quero, nesta altura, estar a referir as condições porque ainda não foram definidas e, quando forem definidas, têm de ser comunicadas ao mercado. Temos de as apresentar à Assembleia Geral e, portanto, lá mais para a frente comunicaremos.
Mas, o título já está, de alguma forma, penalizado por antecipação porque, como toda agente sabe, para atingir esses rácios novos impostos pelos reguladores nós teríamos que fazer um aumento de capital, já houve uma queda do valor da acção.
Acho que (a queda) é substancial porque o património líquido por acção está acima de oito pct e a acção está a transaccionar pouco acima de cinco euros. Acho que a queda actual já é sensível."
REUTERS: Este aumento de capital visa essencialmente o quê? O BES, aparentemente, não tem activos tóxicos que o estejam a contaminar. Será para uma nova fase de crescimento do banco?
RICARDO SALGADO: "Acho que a pergunta é legítima. Mas, o que acontece é que nos diferentes países, a começar nos EUA e depois na Europa, quando houve esta crise financeira, imediatamente se começou a falar que era necessário reforçar os rácios de capital dos bancos. Os americanos, até agora, ainda não fizeram nada. O mínimo obrigaório para o TIER 1 ainda está em seis pct nos EUA, mas de uma forma geral, na Europa e a começar pela Inglaterra que estabeleceu um rácio mínimo de nove pct, praticamente todos os países estabeleceram rácios mínimos na casa dos oito pct. De uma forma geral, isso foi transversal à Europa toda".
"Esta regra dos oito pct passou a ser um indicador e, de facto, se pensarmos bem no que aconteceu no sector bancário, e isso releva das regras de Basileia II, houve um 'pricing' menos correcto que foi aplicado nomeadamente às operações de crédito à habitação, operações com garantia hipotecária. Houve um 'mis pricing'.
"Portanto, o nosso primeiro objectivo é atender às regras da regulação bancária e, depois, termos uma margem de manobra em termos de potencial de crescimento. E, aí não posso deixar de referir que relativamente ao último aumento de capital que fizémos na primeira metade de 2006, só com o crescimento de 2006 ao final de 2008, a maior desse crescimento em termos da dimensão do 'risk weighted assets' foi absorvido por esse aumento de capital".
"Nós agora precisamos ganhar novamente espaço para podermos continuar a crescer no futuro, a médio prazo. Desde que o banco foi privatizado, desde 1991 ou 1992, praticamente todos os dois ou três anos fizémos aumentos de capital. Faz parte da história do BES".
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Banco BPI ©
02/02/2009
LISBOA, 2 Fev (Reuters) - Esta é a versão integral da entrevista a Ricardo Espírito Santo Salgado, Chief Executive Officer (CEO) do Banco Espírito Santo (BES) .
Seguem perguntas e respostas:
REUTERS: O BES propôs um aumento de capital de 1.200 ME, tem o apoio dos accionistas de referência -- Bespar, Credit Agricole, PT, Bradesco -- mas fica ainda de fora deste grupo uma percentagem substancial de capital. Está confiante que não terá dificuldades em levantar este montante? Está confiante na colocação total?
RICARDO SALGADO: "O aumento de capital é um 'rights issue' e as condições vão ser atraentes. Por outro lado, gostava de recordar que a cotação do BES está abaixo do 'book value'. O património líquido por acção está acima dos oito euros e a acção está-se a transaccionar pouco acima dos cinco euros. Considerando ainda que é provável que se faça um desconto na operação, julgo que o desconto não será substancial mas será de acordo com as condições normais do mercado, já vários aumentos de capital têm sido bem sucedidos, nós vamos dar aos nossos accionistas condições excelentes de subscrição. Portanto, acredito que seja muito atraente adquirir acções do BES no aumento de capital".
REUTERS: Esse desconto poderá ser de que ordem?
RICARDO SALGADO: "Não quero, nesta altura, estar a referir as condições porque ainda não foram definidas e, quando forem definidas, têm de ser comunicadas ao mercado. Temos de as apresentar à Assembleia Geral e, portanto, lá mais para a frente comunicaremos.
Mas, o título já está, de alguma forma, penalizado por antecipação porque, como toda agente sabe, para atingir esses rácios novos impostos pelos reguladores nós teríamos que fazer um aumento de capital, já houve uma queda do valor da acção.
Acho que (a queda) é substancial porque o património líquido por acção está acima de oito pct e a acção está a transaccionar pouco acima de cinco euros. Acho que a queda actual já é sensível."
REUTERS: Este aumento de capital visa essencialmente o quê? O BES, aparentemente, não tem activos tóxicos que o estejam a contaminar. Será para uma nova fase de crescimento do banco?
RICARDO SALGADO: "Acho que a pergunta é legítima. Mas, o que acontece é que nos diferentes países, a começar nos EUA e depois na Europa, quando houve esta crise financeira, imediatamente se começou a falar que era necessário reforçar os rácios de capital dos bancos. Os americanos, até agora, ainda não fizeram nada. O mínimo obrigaório para o TIER 1 ainda está em seis pct nos EUA, mas de uma forma geral, na Europa e a começar pela Inglaterra que estabeleceu um rácio mínimo de nove pct, praticamente todos os países estabeleceram rácios mínimos na casa dos oito pct. De uma forma geral, isso foi transversal à Europa toda".
"Esta regra dos oito pct passou a ser um indicador e, de facto, se pensarmos bem no que aconteceu no sector bancário, e isso releva das regras de Basileia II, houve um 'pricing' menos correcto que foi aplicado nomeadamente às operações de crédito à habitação, operações com garantia hipotecária. Houve um 'mis pricing'.
"Portanto, o nosso primeiro objectivo é atender às regras da regulação bancária e, depois, termos uma margem de manobra em termos de potencial de crescimento. E, aí não posso deixar de referir que relativamente ao último aumento de capital que fizémos na primeira metade de 2006, só com o crescimento de 2006 ao final de 2008, a maior desse crescimento em termos da dimensão do 'risk weighted assets' foi absorvido por esse aumento de capital".
"Nós agora precisamos ganhar novamente espaço para podermos continuar a crescer no futuro, a médio prazo. Desde que o banco foi privatizado, desde 1991 ou 1992, praticamente todos os dois ou três anos fizémos aumentos de capital. Faz parte da história do BES".
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Banco BPI ©
Na bolsa só se perde dinheiro.Na realidade só certos Iluminados com acesso a informação privilegiada aproveitam-se dos pequenos investidores para lhes sugarem o dinheiro.
Hubble, o BES tem sido tão penalizado como os demais Bancos portugueses. Há dias em que tem movimentos de queda mais fortes, enquanto noutros dias cai menos que os outros bancos mas, no geral, o movimento é semelhante.
Não é, aliás, um fenómeno nacional e acompanha as violentas quedas do ano passado da maior parte da Banca mundial, fruto dos problemas amplamente divulgados...
Um abraço,
Ulisses
Não é, aliás, um fenómeno nacional e acompanha as violentas quedas do ano passado da maior parte da Banca mundial, fruto dos problemas amplamente divulgados...
Um abraço,
Ulisses
Análise
Deutsche Bank corta preço-alvo do BES em 33%
Pedro Duarte
02/02/09 09:24
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Collapse Comunidade
Partilhe: O maior banco alemão anunciou hoje ter reduzido de 11,2 para 7,5 euros a sua avaliação para os títulos da instituição liderada por Ricardo Salgado.
Dos 15 analistas que acompanham as acções do Banco Espírito Santo, cinco recomendam "comprar" o título, cinco dizem para "manter" e outros cinco aconselham "vender" a acção.
Na semana passada, o BES anunciou que irá proceder a um aumento de capital no valor de 1,2 mil milhões de euros, uma operação que não surpreendeu os analistas. Os especialistas do Keefe, Bruyette & Woods e do CaixaBI estimaram entretanto que a operação poderá ser realizada com um desconto de até 25% em relação ao preço de 5,37 euros com que a acção encerrou a sessão do passado dia 29 de Janeiro.
Às 9h13, o BES perdia 1,90% para os 5,10 euros, o valor mais baixo desde Abril de 1997, com 77.936 acções negociadas. Só em 2009, o título acumula já perdas de 23,02%, depois de se ter desvalorizado 19,6% em 2008.
Diário Economico
Deutsche Bank corta preço-alvo do BES em 33%
Pedro Duarte
02/02/09 09:24
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Collapse Comunidade
Partilhe: O maior banco alemão anunciou hoje ter reduzido de 11,2 para 7,5 euros a sua avaliação para os títulos da instituição liderada por Ricardo Salgado.
Dos 15 analistas que acompanham as acções do Banco Espírito Santo, cinco recomendam "comprar" o título, cinco dizem para "manter" e outros cinco aconselham "vender" a acção.
Na semana passada, o BES anunciou que irá proceder a um aumento de capital no valor de 1,2 mil milhões de euros, uma operação que não surpreendeu os analistas. Os especialistas do Keefe, Bruyette & Woods e do CaixaBI estimaram entretanto que a operação poderá ser realizada com um desconto de até 25% em relação ao preço de 5,37 euros com que a acção encerrou a sessão do passado dia 29 de Janeiro.
Às 9h13, o BES perdia 1,90% para os 5,10 euros, o valor mais baixo desde Abril de 1997, com 77.936 acções negociadas. Só em 2009, o título acumula já perdas de 23,02%, depois de se ter desvalorizado 19,6% em 2008.
Diário Economico
Na bolsa só se perde dinheiro.Na realidade só certos Iluminados com acesso a informação privilegiada aproveitam-se dos pequenos investidores para lhes sugarem o dinheiro.
daniely Escreveu:penso que estamos perante um gap de exaustao, pelo que é deesperar ser fechado nos proximos dias!!
abraços!!
curiosa questão
para mim, após um pequeno período de consolidação (distribuição) no início deste ano vieram as quedas fortes
houve uma pausa (pequena bandeira de baixa) e a seguir o gap, donde eu concluir que se trata de um measuring gap, ou seja, aquilo que caíu até ao gap vai tornar a repetir-se...
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In jornal de Negócios:
BES destrona BCP como maior banco da bolsa
O BCP vai perder o estatuto de maior banco privado em bolsa com o aumento de capital de 1,2 mil milhões de euros do BES. A instituição liderada por Ricardo Salgado passa para a frente, com uma operação de recapitalização equivalente ao valor em bolsa do BPI.
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Paulo Moutinho
paulomoutinho@mediafin.pt
O BCP vai perder o estatuto de maior banco privado em bolsa com o aumento de capital de 1,2 mil milhões de euros do BES. A instituição liderada por Ricardo Salgado passa para a frente, com uma operação de recapitalização equivalente ao valor em bolsa do BPI.
Tendo por base o valor de fecho do BES na última sessão, de 5,20 euros (mínimo de quase 12 anos), o banco apresenta uma capitalização bolsista de 2,6 mil milhões de euros. O BCP supera ligeiramente os 3,75 mil milhões. Somando os 1,2 mil milhões do aumento de capital, a instituição liderada por Ricardo Salgado ficará com uma capitalização de 3,8 mil milhões, mais 50 milhões que o rival.
Mantendo-se a actual dimensão relativa dos dois bancos em bolsa, o BES conseguirá repetir a proeza só alcançada em 2008, e por breves instantes. Em Julho, no dia em que o BCP apresentou os resultados do primeiro semestre, revelando uma quebra de 67% nos lucros, a queda das acções do banco liderado por Carlos Santos Ferreira permitiu ao BES assumir o "trono" entre os bancos cotados na bolsa nacional.
BES destrona BCP como maior banco da bolsa
O BCP vai perder o estatuto de maior banco privado em bolsa com o aumento de capital de 1,2 mil milhões de euros do BES. A instituição liderada por Ricardo Salgado passa para a frente, com uma operação de recapitalização equivalente ao valor em bolsa do BPI.
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Paulo Moutinho
paulomoutinho@mediafin.pt
O BCP vai perder o estatuto de maior banco privado em bolsa com o aumento de capital de 1,2 mil milhões de euros do BES. A instituição liderada por Ricardo Salgado passa para a frente, com uma operação de recapitalização equivalente ao valor em bolsa do BPI.
Tendo por base o valor de fecho do BES na última sessão, de 5,20 euros (mínimo de quase 12 anos), o banco apresenta uma capitalização bolsista de 2,6 mil milhões de euros. O BCP supera ligeiramente os 3,75 mil milhões. Somando os 1,2 mil milhões do aumento de capital, a instituição liderada por Ricardo Salgado ficará com uma capitalização de 3,8 mil milhões, mais 50 milhões que o rival.
Mantendo-se a actual dimensão relativa dos dois bancos em bolsa, o BES conseguirá repetir a proeza só alcançada em 2008, e por breves instantes. Em Julho, no dia em que o BCP apresentou os resultados do primeiro semestre, revelando uma quebra de 67% nos lucros, a queda das acções do banco liderado por Carlos Santos Ferreira permitiu ao BES assumir o "trono" entre os bancos cotados na bolsa nacional.
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Olá,
Eu falava do passado (o gráfico diz tudo)
Eu falava também do presente - num dia em que o PSI termina positivo, os concorrentes BCP BPI tiveram uma quebra de 1/3 desse valor, os valores apresentados, foram acima das espectativas, o AC já estava mais que incorporado na cotação 1M pelo menos, sendo na minha opiniao, que um fecho com a mesma cotaçao do dia anterior já seria mauzinho, mas é a minha maneira de ver o titulo.
Eu falava igualmente no futuro, na minha opinião, vai continuar a definhar, já falam em suportes de 5€, olhem que não, olhem que não, é mais abaixo.
Eu falava do passado (o gráfico diz tudo)
Eu falava também do presente - num dia em que o PSI termina positivo, os concorrentes BCP BPI tiveram uma quebra de 1/3 desse valor, os valores apresentados, foram acima das espectativas, o AC já estava mais que incorporado na cotação 1M pelo menos, sendo na minha opiniao, que um fecho com a mesma cotaçao do dia anterior já seria mauzinho, mas é a minha maneira de ver o titulo.
Eu falava igualmente no futuro, na minha opinião, vai continuar a definhar, já falam em suportes de 5€, olhem que não, olhem que não, é mais abaixo.
killing Escreveu:Nada mau? horrivel, péssimo, desastroso.
Não desceu mais, porque já desceu, e desceu e desceu, e tornou hoje a descer, e vai continuar a descer.
O Aumento de capital ja estava incorporado nas descidas, não tão grande aumento, mas já se calculava e os resultados foram bonzitos, mas não disfarçam alguma debilidade do sector.
Completamente de acordo. É evidente que as descidas abruptas dos últimos dias estão relacionadas com o AC. É gente avisada, perdão, prevenida...
[b]Rumo a curto prazo[/b]
O AC gigantesco colocou uma tremenda pressão vendedora neste papel.
Contudo, no curto prazo, julgo que estamos perto de assistir a uma reacção técnica. Isto, porque:
1)Apesar de uma queda de 3%, o MACD continua a tander para zero
2)Em 14 velas, 13 são vermelhas
3)RSI=24
Como as árvores não crescem até ao céu, também as quedas não são eternas, e numa cotada desta dimensão o "downside"já começa a estar muito esticado e algo exausto .... assim o espero
.
Estou investido a 5,25
.
Cumprimentos bolsistas.
Contudo, no curto prazo, julgo que estamos perto de assistir a uma reacção técnica. Isto, porque:
1)Apesar de uma queda de 3%, o MACD continua a tander para zero
2)Em 14 velas, 13 são vermelhas
3)RSI=24
Como as árvores não crescem até ao céu, também as quedas não são eternas, e numa cotada desta dimensão o "downside"já começa a estar muito esticado e algo exausto .... assim o espero
Estou investido a 5,25
Cumprimentos bolsistas.
1886 – Estátua da Liberdade; oferecida pelos Franceses como aniversário do 1º século de independência dos EUA
A estátua era um símbolo da democracia e das leis
A estátua era um símbolo da democracia e das leis
killing
Eu estou a falar da sessão de hoje e da reacção face a um AC de perto de 1/2 do CP num dia de quedas nos mercados , em que o " horrivel , péssimo, desastroso" foi descer 3% ...e tu ?! ...tás a falar do quê ?
Um abraço ,
The Mechanic
Nada mau? horrivel, péssimo, desastroso.
Não desceu mais, porque já desceu, e desceu e desceu, e tornou hoje a descer, e vai continuar a descer.
Eu estou a falar da sessão de hoje e da reacção face a um AC de perto de 1/2 do CP num dia de quedas nos mercados , em que o " horrivel , péssimo, desastroso" foi descer 3% ...e tu ?! ...tás a falar do quê ?
Um abraço ,
The Mechanic
" Os que hesitam , são atropelados pela retaguarda" - Stendhal
"É óptimo não se exercer qualquer profissão, pois um homem livre não deve viver para servir outro "
- Aristoteles
http://theflyingmechanic.blogspot.com/
"É óptimo não se exercer qualquer profissão, pois um homem livre não deve viver para servir outro "
- Aristoteles
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Nada mau? horrivel, péssimo, desastroso.
Não desceu mais, porque já desceu, e desceu e desceu, e tornou hoje a descer, e vai continuar a descer.
O Aumento de capital ja estava incorporado nas descidas, não tão grande aumento, mas já se calculava e os resultados foram bonzitos, mas não disfarçam alguma debilidade do sector.
Eu até vou à bola com este titulo, tenho sempre debaixo de olho, sentimentalismos, mas não entrava nele nem que estivesse à frente de uma manada de bois.
1 - razão, sector bancário.
2 - razão, tem de cumprir com novos rácios, dai o aumento de capital brutal.
3 - razão, pelo gráfico, aquele canal é um espanto.
4 - razão, venda de activos do "core Business"
5 - razão, não invisto nesta altura em bancos e prontos.
Não desceu mais, porque já desceu, e desceu e desceu, e tornou hoje a descer, e vai continuar a descer.
O Aumento de capital ja estava incorporado nas descidas, não tão grande aumento, mas já se calculava e os resultados foram bonzitos, mas não disfarçam alguma debilidade do sector.
Eu até vou à bola com este titulo, tenho sempre debaixo de olho, sentimentalismos, mas não entrava nele nem que estivesse à frente de uma manada de bois.
1 - razão, sector bancário.
2 - razão, tem de cumprir com novos rácios, dai o aumento de capital brutal.
3 - razão, pelo gráfico, aquele canal é um espanto.
4 - razão, venda de activos do "core Business"
5 - razão, não invisto nesta altura em bancos e prontos.
- Anexos
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- bes.jpg (64.23 KiB) Visualizado 10982 vezes
Não foi uma má sessão para o BES . Com um fecho a meio do range diário ,a perder somente 3% , depois do anuncio de um AC gigante, num dia de queda generalizadas nos Mercados ...nada, mas nada mau .
A ver como corre na 2ª-feira...
Um abraço ,
The Mechanic
A ver como corre na 2ª-feira...
Um abraço ,
The Mechanic
" Os que hesitam , são atropelados pela retaguarda" - Stendhal
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