CoronaVirus, panico justificado...?
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
artista_ Escreveu:Qualnhick Escreveu:
Já agora, este gráfico representa o quê? Não tinham infeções e decidiram fechar as escolas? de 16 a 19 de março? 3 dias? não estou a perceber...
Esse é o teu problema ... nem sequer entendes os gráficos e estudos.
Nao sao 3 dias, é 1 ano inteiro com escolas encerradas e confinamento !!!!
1 ano inteiro !!
Os resultados estao em cima, no número de infecções !
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
artista_ Escreveu:problema?! A única coisa que é idêntica é a cronologia das subidas e descidas de casos, a amplitude é completamente diferente...
Fica com a tua opiniao eu fico com a minha.
Limitaste a distorcer o que digo, nao discutes com o minimo de argumentos logicos, nao apresentas estudos, eu apresento estudos e casos especificos nao os les, ou nao os entendes, ou nao os queres discutir ... esgotei a paciencia.
So para ver o teu tipo de argumentos deixei esta tua frase.
Mostrei que a amplitude era exactamente igual no número de casos por milhao, com contas feitas (dava nos dois casos 4.4x) e tu continuas a dizer isto !
No grafico de excesso de mortalidade tb mostrei que a curva é igual.
Nao vale a pena ... fecha-te em casa e usa mascara o resto da tua vida ! Vais ser muito feliz, de certeza !
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Qualnhick Escreveu:
Já agora, este gráfico representa o quê? Não tinham infeções e decidiram fechar as escolas? de 16 a 19 de março? 3 dias? não estou a perceber...
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Qualnhick Escreveu:Ja vi que nao queres discutir com base em factos científicos, nem sequer les o que escrevo, limitaste a distorcer o que eu digo
Não vou discutir um caso daqui ou dali, não vou discutir um estudo que tentar mostrar que a laranja é verde quando conheço uma carrada deles que dizem que é laranja... portanto escusas de vir com esse tipo de argumentos que eu não tenho, nem tempo, nem paciência para isso!
Qualnhick Escreveu:Eu acabei de dizer na ultima mensagem que Portugal nao seguiu o caminho que eu defendo e tu voltas a dizer o mesmo ???
Não seguiu no quê? Convém dizer que medida é que foi diferente? Mas, se não foi exatemente o que defendes certamente esteve muito mais próximo do que aquilo que tivémos desde meados de janeiro, ou não?
Qualnhick Escreveu:Sobre Portugal e Espanha ja te provei que o caminho foi identico, ao contrario do que dizias.
Provaste?!?! Estás com algum tipo de problema?! A única coisa que é idêntica é a cronologia das subidas e descidas de casos, a amplitude é completamente diferente... tu dizer que é devido a isto ou aquilo é apenas a tua explicação/opinião... vale o que vale... para mim vale algo perto de zero!
Qualnhick Escreveu:Olha para factos e deixa de seguir o que os politicos dizem.
Os politicos so têm um objectivo, ganhar eleicoes !
Se para ganhar eleicoes têm que criar a ilusao que conseguem controlar o virus eles fazem-no, como têm feito, contra a opiniao do maior especialista do mundo na area.
Politicos eu? Deves estar enganado... eu só falei de politicos em relação às escolas e não concordei com quase nada do que disseram/fizeram... esquece isso, nem vale a pena adiantar mais...
Qualnhick Escreveu:Olha para o caso da Argentina. O maior lockdown da historia (ou dos maiores).
Resultado ... pior que os paises vizinhos e com uma destruição economica sem par.
Lá vens tu com outro país do outro lado do mundo, eu não conheço nem tenho tempo para avaliar a situação argentina, conheço bem o que se passou em Portugal e conheço mais ou menos o que se passou em alguns países da Europa, esquece o resto, vá lá que desta vez não foi Andorra ou o Liechtenstein...
Qualnhick Escreveu:Se o virus nao desaparecer, como parece ser o mais provavel, vais fazer o que ?
Viver o resto da tua vida fechado em casa ?
Boa sorte ... vais ter um resto de vida brilhante !!!
Isto é para eu me rir?!
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
mais uma prova da qualidade da vacina da astra:
https://www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/c ... endadas_pb
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Johnny Ballack Escreveu:PIKAS Escreveu:Penso que estás a exagerar e muito.cloudexpert Escreveu:Ver-me para sempre deitado numa cama, por causa de uma vacina ?
Achas que a da pfizer e as outras também não tem efeitos secundários?
Como deves saber, podes ficar para sempre deitado numa cama por causa de um qualquer medicamento, uma qualquer simples intervenção cirúrgica ou uma qualquer vacina. Tomas medicamentos, vacinas ou se precisares alinhas numa intervenção cirúrgica?
Viver comporta riscos de toda a espécie.
Cumprimentos e bom fds,
Sim realmente cloudexpert tens de aprender a avaliar o risco associado a qualquer coisa na vida... Tiveste dezenas de casos de efeitos secundarios graves em dezenas de milhoes de doses de vacinas da astra... Asério o risco disso é na prática 0. Mesmo zero, bola... Em contrapartida terás a GRANDE upside de estares MUITO MUITO mais protegido quanto a uma complicação grave da doença... Asério muda de opinião.
Quando sais de casa e meteste-te no carro e fazes uma viagem provavelmente tens uma maior probabilidade de teres um acidente grave...
Anti vaxxers deviam ser expostos pelo que são... Ou mal informados ou ignorantes.
Abraço
Não sou contra as vacinas, muito pelo contraio, o raciocínio é simples: apanhar covid, pode ser leve ou não, mas posso evitar, Mascara, etc. A Vacina, pode ter ou não efeitos secundários, será uma possibilidade, mas se acontecer as consequências podem ser mais negativas. Com disse preferia pagar e tomar a vacina da Phiser. Só não aceito a ditadura de se queres, levas a que neste momento mais efeitos adversos tem sido reportados, portanto mantenho acho que a vacina da Astra já demonstrou ser perigosa, deve ser evitada a todo o custo. MAs se puder levar a da phiser, e tiver de pagar tudo bem.Agora a outra, perante os efeitos secundarios, e estes são os caso que se sabe, multipliquemos por 10 teremos um aideia do real. Os governos vem-nos como gado, e numeros. querem dizer assim já vacinamos 90% da população, memso que estevjamos a dar vacinas perigosas, isso pouco importa.é com no ensino, vamos facilitar as passsagens para dizermos nas estatísticas que temos 90% da populaçãpo com o ensino secundário. Eu não sou gado, e por isos não vou aceitar de levar uma vacina que tem tido algumas situaçõe graves. é verdade posso sair À rua a ser atropelado, mas se tiver cuidados, já melhoro as hipóteses. As vacinas e percentagesn da população vacinada é a nova brincadeira dos politicos, para dizer que são melhores uns que os outros, portanto, se quiser levar a vacina da Phiser (mesmmo pagando do meu bolso) e não a da astrazeneca faz de mim um anti vacinas, então que seja, e se o Ventura tiver a mesma opinião, então voto nele. Agora eu não sou gado, e não sou um número que os inúteis de uns políticos vão mandar.
Pergunta simples, se quem tomar a vacina tiver uma embolia cerebral e com consequências para o resto da vida, quem paga ?... as farmacêuticas ?..os tribunais ? cá ? só se for uma piada. o único tipo que se "safou" foi o ucraniano que foi assassinado pelo SEF.
Mas com digo cada um sabe de si.
Se for necessario e quanedo podermo viajar, até ia dar uma volta até moscovo, e com alguns contactos locais poderia levar a vacina e pronto final.
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
artista_ Escreveu:...desde o verão Portugal seguiu o caminho que sempre aqui defendeste como o ideal,e deu no que deu, durante alguns dias fomos o pior país do Mundo. Em meados de janeiro fizémos o que sempre defendeste não funcionar, em pouco mais de um mês voltamos a estar no grupo dos melhores... depois podes voltar a falar da Califórnia ou da Madagascar!
Para não ser acusado de comentários meramente partidários, isto que falas mostra claramente o modus operandi deste governo. Em vez de agir, reage.
O problema que tivemos no inicio do ano, e que obrigou ao confinamento total com as consequências económicas que iremos sofrer, foi provocado pelo laxismo do Kosta. Não houve prevenção nem cautela nenhuma. Zero. Até a questão do Natal, que nunca deveria ter sido flexibilizada mas até dou de barato que fosse, podia ter sido flexibilizada mas com controlo de fronteiras nomeadamente aeroportos. A estirpe inglesa já era conhecida. Porque não obrigaram a testes quem viesse de Inglaterra? Para mim foi esse o grande erro e causou a nossa terceira e gravíssima vaga de covid.
Depois o confinamento era obrigatório. Já não havia alternativa e não foi "mérito" do Kosta. Foi consequência obrigatória da estratégia seguida e foi reação ao problema. Como de costume.
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
artista_ Escreveu:Em relação ao Sócrates já deixei bem clara a minha opinião... mas a mim parece-me desonesto é pegar na pior %%$%&$%& que cá tivémos para camuflar os erros dos outros!
Erros cometeu sem duvida.
Mas se a comparação com Sócrates é realmente desonesta compara então com o Kosta, que era o "segundo" de Sócrates.
Este governo composto pelos mesmos do governo Sócrates. Só não tem o Sócrates. E não me digam que ninguém sabia de nada do que o Sócrates andava a fazer.
Este governo é todo ele um ERRO enorme que todos nós vamos pagar muito caro!
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
PIKAS Escreveu:Penso que estás a exagerar e muito.cloudexpert Escreveu:Ver-me para sempre deitado numa cama, por causa de uma vacina ?
Achas que a da pfizer e as outras também não tem efeitos secundários?
Como deves saber, podes ficar para sempre deitado numa cama por causa de um qualquer medicamento, uma qualquer simples intervenção cirúrgica ou uma qualquer vacina. Tomas medicamentos, vacinas ou se precisares alinhas numa intervenção cirúrgica?
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Cumprimentos e bom fds,
Sim realmente cloudexpert tens de aprender a avaliar o risco associado a qualquer coisa na vida... Tiveste dezenas de casos de efeitos secundarios graves em dezenas de milhoes de doses de vacinas da astra... Asério o risco disso é na prática 0. Mesmo zero, bola... Em contrapartida terás a GRANDE upside de estares MUITO MUITO mais protegido quanto a uma complicação grave da doença... Asério muda de opinião.
Quando sais de casa e meteste-te no carro e fazes uma viagem provavelmente tens uma maior probabilidade de teres um acidente grave...
Anti vaxxers deviam ser expostos pelo que são... Ou mal informados ou ignorantes.
Abraço
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Penso que estás a exagerar e muito.cloudexpert Escreveu:Ver-me para sempre deitado numa cama, por causa de uma vacina ?
Achas que a da pfizer e as outras também não tem efeitos secundários?
Como deves saber, podes ficar para sempre deitado numa cama por causa de um qualquer medicamento, uma qualquer simples intervenção cirúrgica ou uma qualquer vacina. Tomas medicamentos, vacinas ou se precisares alinhas numa intervenção cirúrgica?
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Cumprimentos e bom fds,
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
lobus3101 Escreveu:Carrancho_ Escreveu:lobus3101 Escreveu:Aqui ... é só RETÓRICA.
Não se comenta os bons resultados que o Povo Português tem conseguido...
Parece a filosofia da "Banha da Cobra"...
Todos se colocam "com saltos altos"
Esta é a minha opinião...
Tens toda a razão, e se é verdade que falhamos quando nos fizeram acreditar que já estava tudo bem, também é verdade que quando se percebeu que tínhamos de atuar fomos unidos e eficazes. Claro que há exceções mas no geral os portugueses têm estado muito bem.
Isso foi ainda mais notório nesta vaga, conseguimos controlar o que já estava descontrolado, impecável.
Mas repara que os RETÓRICOS ... nao dizem nada. Estão aqui apenas para " Butar Faladura" . para esses tais o assunto principal pouco interessa.
Ridículo...
Talvez esteja enganado, mas isto parece comentário baseado em crença partidária.
Se me enganar, peço desculpas.
Porém, acham que interessa aqui qual partido está a governar?
Não se substituíram já uns aos outros vezes suficientes ao longo dos últimos anos para reparar que nunca houve alterações significativas e que a atitude é por norma a mesma, as condições deploráveis nos hospitais as mesmas, etc...?
E nem falo aqui da educação e da sua situação lamentável..
O que me parece é que o governo português nunca tem backbone! Nem plano, nem meta, nem nada! Portugal só se destaca pelas bellísimas praias, o fútbol e pelos pastéis de nata! Quem chega ao topo fala fala e não faz nada.
Ver no estado em que estão alguns hospitais e centros de saúde foi bastante chocante para mim. Tomei mas atenção desta vez por extrema necessidade pelo meu pai.
Podem chamar os meus posts de queixas, sim. A mim, da me igual.
No meu ponto de vista, são alertas.
Estamos agora nesta situação mas pode passar com qualquer um a qualquer momento. Alguns já passaram. A inercia e indiferença de alguns é preocupante. Dizer ou pensar que é normal haver "collateral damage" no meio da pandemia deixa-me preocupado pelo meu/ nosso futuro.
O que me interessa é compreender por que é que temos isto assim e qual o plano para remediar. Vir aqui para me criticar não ajuda e como, já disse, nem me interessa. Os ataques pessoais ou "subliminares" também nem me tocam. A vida ensinou-me a ser forte.
Além do mais, quero compreender por que é que não prestaram os devidos cuidados ao meu pai sabendo que tem cancro avançado e pneumonia. Não tenho dúvida que não estaria agora a lutar pela vida caso tivesse recebido cuidados imediatos. Aliás, o próprio médico nos Cuidados intensivos diz não entender.
Se não concordarem comigo, pode debater à vontade. Mas com respeito.
[b]"A wise man makes his own decisions but an ignorant man follows the public opinion."
"Our minds seem to like simple categorical ways to divide up information in the world. This is kind of interesting given how terribly complex and nuanced most things are — especially in our social lives." G. Geher
"Our minds seem to like simple categorical ways to divide up information in the world. This is kind of interesting given how terribly complex and nuanced most things are — especially in our social lives." G. Geher
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
https://www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/d ... sDestaques
eu tenho uma dúvida perante o governo, ditador, dizer que quem não quiser tomar a vacina da astra, vai par ao fim da lista e no final poderá nem consegui escolher.
Se dissessem-me não quer a da astra tudo bem a da phiser custa 100€ cada uma. qual o mal disso ?
Perguntas:
caso fique incapacitado ou tenha de ir para o hospital ( privado), quem paga a fatura ?
e a se a seguradora evocar uma clausula qq para não pagar ?
E se não conseguir trabalhar ? quem me sustenta com o memso nível de vida que tenho ?
E se o seguro de vida de quem tenham emprestimos bancarios, será que pode ser acionado. ?
Eu não vou tomar a vacina da astra, claramente que eles sabem que é perigosa, por isso fazem chantagem. Eu pago a minha mas quero outra.
Cada vez se ouve falar de mais caso da vacina da astra. Eu não a vou tomar. Se à conta disso tiver uma embolia cerebral e ficar com incapacidades, quem paga ?
Ver-me para sempre deitado numa cama, por causa de uma vacina ?
eu tenho uma dúvida perante o governo, ditador, dizer que quem não quiser tomar a vacina da astra, vai par ao fim da lista e no final poderá nem consegui escolher.
Se dissessem-me não quer a da astra tudo bem a da phiser custa 100€ cada uma. qual o mal disso ?
Perguntas:
caso fique incapacitado ou tenha de ir para o hospital ( privado), quem paga a fatura ?
e a se a seguradora evocar uma clausula qq para não pagar ?
E se não conseguir trabalhar ? quem me sustenta com o memso nível de vida que tenho ?
E se o seguro de vida de quem tenham emprestimos bancarios, será que pode ser acionado. ?
Eu não vou tomar a vacina da astra, claramente que eles sabem que é perigosa, por isso fazem chantagem. Eu pago a minha mas quero outra.
Cada vez se ouve falar de mais caso da vacina da astra. Eu não a vou tomar. Se à conta disso tiver uma embolia cerebral e ficar com incapacidades, quem paga ?
Ver-me para sempre deitado numa cama, por causa de uma vacina ?
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
O Covidismo
O “Covidismo” transformou-se numa religião, os profetas são os “especialistas”, os jornalistas, os pastores, e os que ousam questionar os seus dogmas são rotulados de “negacionistas” e enxovalhados.
Uma fotografia: um velho de bengala sentado num banco de jardim e um polícia de pé ao seu lado. Um comunicado da PSP: “o cidadão idoso, após a advertência dos Polícias [o “P” maiúsculo só por si merecia um texto], de imediato colocou a máscara de forma corre[c]ta e justificou o uso do banco pelo estado de cansaço em que se encontrava, pelo que necessitava de um momento de pausa. Perante este cenário, os Polícias, e bem, ofereceram apoio e não registaram qualquer autuação, o que foi motivo de agradecimento por parte do cidadão”. De notar que o “cidadão” tinha na mão uma sanduíche que teria ido buscar a uma cantina social nas imediações da Praça do Marquês, no Porto, onde isto se passou. Resumindo: um velho com uma bengala foi incomodado e repreendido pela “autoridade” porque se sentou num banco de jardim e no fim ainda terá agradecido não ter sido multado, porque a lei é a lei e é proibido, a velhos e a novos, sentar num banco de jardim.
O boneco acima ilustra bem o estado a que chegámos.
Desde Março de 2020, a nossa vida tem sido condicionada pela pandemia, mas, acima de tudo, pelas medidas implementadas para combater a transmissão da Covid-19. O “15 dias para achatar a curva” transformou-se num ano de supressão de direitos e liberdades a uma escala nunca vista em tempos de paz e quase inédita em tempos de guerra. O regresso à normalidade, se é que tal alguma vez será possível, é ainda uma miragem. No espaço público, o debate – tímido e com interlocutores escolhidos a dedo – é exclusivamente entre saúde e economia, ficando a questão dos direitos e liberdades relegada para as franjas das redes sociais e para um ou outro corajoso colunista que se apresta ao pelourinho.
A liberdade não é um valor absoluto, é sabido.
Mas os direitos fundamentais não podem ser suprimidos com base num difuso princípio da precaução nem muito menos tratados como externalidades; no mínimo, devia ser exigido a quem expropria e limita a liberdade dos cidadãos que fosse capaz de provar que estas limitações são indispensáveis para salvaguarda de outros direitos que estão em risco. Mas o próprio fim – nessa colisão de direitos em que uns têm de ser comprimidos para salvaguarda de outros – tem de ser questionado. Dado o risco, salvar a vida de uns vale a miséria de outros? Evitar um eventual colapso do sistema de saúde vale a desconstrução daquilo que convencionámos ser uma vida normal? (A este propósito, é curioso assistir às reacções à suspensão da vacina da AstraZeneca e como – finalmente – surge no debate a “pedagogia do risco”).
Então, como chegámos a um ponto em que é possível que um idoso sentado num banco mereça intervenção policial? E não só é possível como aceite e defendido (escolhi este exemplo por ser o mais recente, mas podia falar do encerramento dos supermercados nas tardes dos fins de semana, das directivas da DGS sobre como proceder em caso de ter de ajudar uma vítima de afogamento, a quarentena obrigatória para crianças institucionalizadas, o fecho dos parques infantis… os exemplos absurdos são às centenas)? Como é que nós, enquanto sociedade, aceitámos a violência e o absurdo da maioria das medidas de combate à pandemia?
Não é fenómeno novo e na História abundam exemplos.
Em 1970, inspirado pelas teorias neomalthusianas muito em voga na época, o governo chinês elaborou um plano quinquenal que incluía metas para o crescimento demográfico. A teoria era simples: o excesso de população era um obstáculo ao desenvolvimento do país e era necessário inverter a tendência. O plano evoluiu para uma política de dois filhos durante os anos 70 e para a conhecida “política do filho único” em 1978. Um cientista militar (os outros tinham “desaparecido” durante a revolução cultural) de nome Song Jian fez uns cálculos e chegou ao número óptimo da população dali a 100 anos – 700 a 800 milhões, aproximadamente dois terços da população chinesa à data (imagino as conversas com os camaradas sobre exponenciais, primeiras e segundas derivadas). Para alcançar esse desiderato, ele concluiu que a trajectória implicava reduzir de forma rápida a natalidade para um filho por casal até 1985 e manter esse valor durante 20 a 40 anos.
No documentário “One Child Nation”, Nanfu Wang, uma cineasta chinesa emigrada nos Estados Unidos, explica em detalhe a forma como a política foi implementada e as suas consequências trágicas – abortos e esterilizações forçadas, expropriação e demolição das casas daqueles que não aceitavam a esterilização, bebés do sexo feminino abandonados e deixados para morrer. O documentário é um murro no estômago e ilustra bem até onde pode ir a engenharia social de um estado totalitário, onde as pessoas não são cidadãos, mas instrumentos na construção de uma qualquer visão alucinada. Há, contudo, algo que se destaca na implementação da política: a propaganda – a TV, a produção artística, os objectos mais simples do quotidiano, os slogans no espaço público, os manuais escolares… em todo o lado a mensagem “menos crianças tornam a vida melhor”. As imagens de famílias com um único filho passavam a mensagem de que a sua “escolha” assegurava o futuro da nação chinesa e que quem não cumpria merecia castigo e a vergonha pública – a vergonha que a realizadora descreve ter sentido na escola sempre que descobriam que tinha um irmão.
A propaganda é uma forma propositada e sistemática de persuasão com vista a influenciar as emoções, atitudes, opiniões e acções de públicos-alvo específicos com fins ideológicos, políticos ou comerciais, através da transmissão controlada de informação parcial (que pode ou não ser factual) através de canais de média directos ou de massa (“A Chronology and Glossary of Propaganda in the United Sates, Richard Alan Nelson, tradução livre).
Propaganda é, portanto, o oposto de informação.
E Propaganda foi o que a comunicação social fez durante o último ano: incutir o medo na população; influenciar as nossas emoções de forma a condicionar o nosso comportamento; criar uma noção de Bem e Mal, onde a Virtude está naqueles que se comportam de determinada forma, mesmo que isso obrigue a deixar de fazer o que convencionámos como normal até Março de 2020. O quarto poder, que devia ser contrapoder, não só deixou de exercer a sua função fiscalizadora como se tornou motor da narrativa: tenha medo, fique em casa, seja virtuoso.
A propaganda criou imunidade à dúvida e deixámos de sequer conceber a possibilidade de os lockdowns não serem a resposta mais indicada à situação e que o custo de certas medidas em termos de vidas devastadas pode ser maior do que o ganho. O “covidismo” transformou-se numa religião, os profetas são os “especialistas”, os jornalistas, cujas prédicas em prime-time substituíram as homilias dominicais, os pastores, e os que ousam questionar os seus dogmas são rotulados de “negacionistas” e enxovalhados, sendo moral e intelectualmente desconsiderados. Quem “relativiza” a Covid tem sangue nas mãos, cheguei a ler de pessoas que tinha por sensatas (não é negar, note-se, é apenas colocar as coisas em perspectiva, relativizar – por definição, “considerar (algo) sob um ponto de vista relativo e não absoluto”).
Da mesma forma que Nanfu foi condicionada a sentir vergonha por não ser filha única, hoje somos condicionados a ver a liberdade como sendo egoísmo.
Há vida para lá de impedir a morte; se o custo de estar vivo é suprimir tudo o que vale a pena, então o custo é demasiado elevado.
As crianças não deixam de brincar em Aleppo – vejo-me na contingência de citar Jerónimo de Sousa: “Como é que se admite que cheguemos a um ponto onde se tem mais medo de viver do que de morrer?”
A defesa teórica do impossível é usada na lapela como símbolo de virtude, esquecendo os devotos que o absoluto moral é privilégio daqueles que pouco ou nada perdem, da “burguesia do teletrabalho” – expressão que vou mandar estampar numa t-shirt, já que não tenho coragem para a tatuar na pele para nunca me esquecer que o meu conforto e segurança recai em milhares de expropriados. Por isso a propensão a desconfinar é muitas vezes maior nas classes mais baixas, porque estar em prisão domiciliária é chato, mas é muito mais suportável para o Ricardo Salgado. A arrogância moral de quem não admite estar errado, de quem só aceita um caminho e apoda de quem ousa pensar diferente de criminoso por actos ou omissões, é típica de quem não olha a meios para moldar os outros à realidade que interpreta dos factos – só há uma alternativa e os virtuosos e iluminados acusam de dedo em riste quem discorda deles.
A Virtude não aceita nuances, só preto e branco, Bem e Mal. “A vida não tem preço” e por isso a supressão de direitos é um mal menor; a miséria é um mal menor; o aumento das desigualdades é um mal menor; as crianças sem aulas é um mal menor; a degradação da saúde física e mental dos velhos é um mal menor; a destruição dos sonhos de uma vida é um mal menor.
O “Covidismo” transformou-se numa religião, os profetas são os “especialistas”, os jornalistas, os pastores, e os que ousam questionar os seus dogmas são rotulados de “negacionistas” e enxovalhados.
Uma fotografia: um velho de bengala sentado num banco de jardim e um polícia de pé ao seu lado. Um comunicado da PSP: “o cidadão idoso, após a advertência dos Polícias [o “P” maiúsculo só por si merecia um texto], de imediato colocou a máscara de forma corre[c]ta e justificou o uso do banco pelo estado de cansaço em que se encontrava, pelo que necessitava de um momento de pausa. Perante este cenário, os Polícias, e bem, ofereceram apoio e não registaram qualquer autuação, o que foi motivo de agradecimento por parte do cidadão”. De notar que o “cidadão” tinha na mão uma sanduíche que teria ido buscar a uma cantina social nas imediações da Praça do Marquês, no Porto, onde isto se passou. Resumindo: um velho com uma bengala foi incomodado e repreendido pela “autoridade” porque se sentou num banco de jardim e no fim ainda terá agradecido não ter sido multado, porque a lei é a lei e é proibido, a velhos e a novos, sentar num banco de jardim.
O boneco acima ilustra bem o estado a que chegámos.
Desde Março de 2020, a nossa vida tem sido condicionada pela pandemia, mas, acima de tudo, pelas medidas implementadas para combater a transmissão da Covid-19. O “15 dias para achatar a curva” transformou-se num ano de supressão de direitos e liberdades a uma escala nunca vista em tempos de paz e quase inédita em tempos de guerra. O regresso à normalidade, se é que tal alguma vez será possível, é ainda uma miragem. No espaço público, o debate – tímido e com interlocutores escolhidos a dedo – é exclusivamente entre saúde e economia, ficando a questão dos direitos e liberdades relegada para as franjas das redes sociais e para um ou outro corajoso colunista que se apresta ao pelourinho.
A liberdade não é um valor absoluto, é sabido.
Mas os direitos fundamentais não podem ser suprimidos com base num difuso princípio da precaução nem muito menos tratados como externalidades; no mínimo, devia ser exigido a quem expropria e limita a liberdade dos cidadãos que fosse capaz de provar que estas limitações são indispensáveis para salvaguarda de outros direitos que estão em risco. Mas o próprio fim – nessa colisão de direitos em que uns têm de ser comprimidos para salvaguarda de outros – tem de ser questionado. Dado o risco, salvar a vida de uns vale a miséria de outros? Evitar um eventual colapso do sistema de saúde vale a desconstrução daquilo que convencionámos ser uma vida normal? (A este propósito, é curioso assistir às reacções à suspensão da vacina da AstraZeneca e como – finalmente – surge no debate a “pedagogia do risco”).
Então, como chegámos a um ponto em que é possível que um idoso sentado num banco mereça intervenção policial? E não só é possível como aceite e defendido (escolhi este exemplo por ser o mais recente, mas podia falar do encerramento dos supermercados nas tardes dos fins de semana, das directivas da DGS sobre como proceder em caso de ter de ajudar uma vítima de afogamento, a quarentena obrigatória para crianças institucionalizadas, o fecho dos parques infantis… os exemplos absurdos são às centenas)? Como é que nós, enquanto sociedade, aceitámos a violência e o absurdo da maioria das medidas de combate à pandemia?
Não é fenómeno novo e na História abundam exemplos.
Em 1970, inspirado pelas teorias neomalthusianas muito em voga na época, o governo chinês elaborou um plano quinquenal que incluía metas para o crescimento demográfico. A teoria era simples: o excesso de população era um obstáculo ao desenvolvimento do país e era necessário inverter a tendência. O plano evoluiu para uma política de dois filhos durante os anos 70 e para a conhecida “política do filho único” em 1978. Um cientista militar (os outros tinham “desaparecido” durante a revolução cultural) de nome Song Jian fez uns cálculos e chegou ao número óptimo da população dali a 100 anos – 700 a 800 milhões, aproximadamente dois terços da população chinesa à data (imagino as conversas com os camaradas sobre exponenciais, primeiras e segundas derivadas). Para alcançar esse desiderato, ele concluiu que a trajectória implicava reduzir de forma rápida a natalidade para um filho por casal até 1985 e manter esse valor durante 20 a 40 anos.
No documentário “One Child Nation”, Nanfu Wang, uma cineasta chinesa emigrada nos Estados Unidos, explica em detalhe a forma como a política foi implementada e as suas consequências trágicas – abortos e esterilizações forçadas, expropriação e demolição das casas daqueles que não aceitavam a esterilização, bebés do sexo feminino abandonados e deixados para morrer. O documentário é um murro no estômago e ilustra bem até onde pode ir a engenharia social de um estado totalitário, onde as pessoas não são cidadãos, mas instrumentos na construção de uma qualquer visão alucinada. Há, contudo, algo que se destaca na implementação da política: a propaganda – a TV, a produção artística, os objectos mais simples do quotidiano, os slogans no espaço público, os manuais escolares… em todo o lado a mensagem “menos crianças tornam a vida melhor”. As imagens de famílias com um único filho passavam a mensagem de que a sua “escolha” assegurava o futuro da nação chinesa e que quem não cumpria merecia castigo e a vergonha pública – a vergonha que a realizadora descreve ter sentido na escola sempre que descobriam que tinha um irmão.
A propaganda é uma forma propositada e sistemática de persuasão com vista a influenciar as emoções, atitudes, opiniões e acções de públicos-alvo específicos com fins ideológicos, políticos ou comerciais, através da transmissão controlada de informação parcial (que pode ou não ser factual) através de canais de média directos ou de massa (“A Chronology and Glossary of Propaganda in the United Sates, Richard Alan Nelson, tradução livre).
Propaganda é, portanto, o oposto de informação.
E Propaganda foi o que a comunicação social fez durante o último ano: incutir o medo na população; influenciar as nossas emoções de forma a condicionar o nosso comportamento; criar uma noção de Bem e Mal, onde a Virtude está naqueles que se comportam de determinada forma, mesmo que isso obrigue a deixar de fazer o que convencionámos como normal até Março de 2020. O quarto poder, que devia ser contrapoder, não só deixou de exercer a sua função fiscalizadora como se tornou motor da narrativa: tenha medo, fique em casa, seja virtuoso.
A propaganda criou imunidade à dúvida e deixámos de sequer conceber a possibilidade de os lockdowns não serem a resposta mais indicada à situação e que o custo de certas medidas em termos de vidas devastadas pode ser maior do que o ganho. O “covidismo” transformou-se numa religião, os profetas são os “especialistas”, os jornalistas, cujas prédicas em prime-time substituíram as homilias dominicais, os pastores, e os que ousam questionar os seus dogmas são rotulados de “negacionistas” e enxovalhados, sendo moral e intelectualmente desconsiderados. Quem “relativiza” a Covid tem sangue nas mãos, cheguei a ler de pessoas que tinha por sensatas (não é negar, note-se, é apenas colocar as coisas em perspectiva, relativizar – por definição, “considerar (algo) sob um ponto de vista relativo e não absoluto”).
Da mesma forma que Nanfu foi condicionada a sentir vergonha por não ser filha única, hoje somos condicionados a ver a liberdade como sendo egoísmo.
Há vida para lá de impedir a morte; se o custo de estar vivo é suprimir tudo o que vale a pena, então o custo é demasiado elevado.
As crianças não deixam de brincar em Aleppo – vejo-me na contingência de citar Jerónimo de Sousa: “Como é que se admite que cheguemos a um ponto onde se tem mais medo de viver do que de morrer?”
A defesa teórica do impossível é usada na lapela como símbolo de virtude, esquecendo os devotos que o absoluto moral é privilégio daqueles que pouco ou nada perdem, da “burguesia do teletrabalho” – expressão que vou mandar estampar numa t-shirt, já que não tenho coragem para a tatuar na pele para nunca me esquecer que o meu conforto e segurança recai em milhares de expropriados. Por isso a propensão a desconfinar é muitas vezes maior nas classes mais baixas, porque estar em prisão domiciliária é chato, mas é muito mais suportável para o Ricardo Salgado. A arrogância moral de quem não admite estar errado, de quem só aceita um caminho e apoda de quem ousa pensar diferente de criminoso por actos ou omissões, é típica de quem não olha a meios para moldar os outros à realidade que interpreta dos factos – só há uma alternativa e os virtuosos e iluminados acusam de dedo em riste quem discorda deles.
A Virtude não aceita nuances, só preto e branco, Bem e Mal. “A vida não tem preço” e por isso a supressão de direitos é um mal menor; a miséria é um mal menor; o aumento das desigualdades é um mal menor; as crianças sem aulas é um mal menor; a degradação da saúde física e mental dos velhos é um mal menor; a destruição dos sonhos de uma vida é um mal menor.
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
artista_ Escreveu:Responde ao que te perguntei e deixa-te de rodeios... desde o verão Portugal seguiu o caminho que sempre aqui defendeste como o ideal,e deu no que deu, durante alguns dias fomos o pior país do Mundo. Em meados de janeiro fizémos o que sempre defendeste não funcionar, em pouco mais de um mês voltamos a estar no grupo dos melhores... depois podes voltar a falar da Califórnia ou da Madagascar!
Ja vi que nao queres discutir com base em factos científicos, nem sequer les o que escrevo, limitaste a distorcer o que eu digo.
Eu acabei de dizer na ultima mensagem que Portugal nao seguiu o caminho que eu defendo e tu voltas a dizer o mesmo ???
Sobre Portugal e Espanha ja te provei que o caminho foi identico, ao contrario do que dizias.
Olha para factos e deixa de seguir o que os politicos dizem.
Os politicos so têm um objectivo, ganhar eleicoes !
Se para ganhar eleicoes têm que criar a ilusao que conseguem controlar o virus eles fazem-no, como têm feito, contra a opiniao do maior especialista do mundo na area.
Olha para o caso da Argentina. O maior lockdown da historia (ou dos maiores).
Resultado ... pior que os paises vizinhos e com uma destruição economica sem par.
Se o virus nao desaparecer, como parece ser o mais provavel, vais fazer o que ?
Viver o resto da tua vida fechado em casa ?
Boa sorte ... vais ter um resto de vida brilhante !!!
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
lobus3101 Escreveu:
Mas repara que os RETÓRICOS ... nao dizem nada. Estão aqui apenas para " Butar Faladura" . para esses tais o assunto principal pouco interessa.
Ridículo...
Nem percebi bem do que estás a falar... acho que cada um é livre de escrever o que quer, desde que não ofenda os outros. Todos gozam da mesma liberdade que tu tiveste para escrever o que escreveste!
Sugestões de trading, análises técnicas, estratégias e ideias http://sobe-e-desce.blogspot.com/
http://www.gamesandfun.pt/afiliado&id=28
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Carrancho_ Escreveu:lobus3101 Escreveu:Aqui ... é só RETÓRICA.
Não se comenta os bons resultados que o Povo Português tem conseguido...
Parece a filosofia da "Banha da Cobra"...
Todos se colocam "com saltos altos"
Esta é a minha opinião...
Tens toda a razão, e se é verdade que falhamos quando nos fizeram acreditar que já estava tudo bem, também é verdade que quando se percebeu que tínhamos de atuar fomos unidos e eficazes. Claro que há exceções mas no geral os portugueses têm estado muito bem.
Isso foi ainda mais notório nesta vaga, conseguimos controlar o que já estava descontrolado, impecável.
Mas repara que os RETÓRICOS ... nao dizem nada. Estão aqui apenas para " Butar Faladura" . para esses tais o assunto principal pouco interessa.
Ridículo...
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
lobus3101 Escreveu:Aqui ... é só RETÓRICA.
Não se comenta os bons resultados que o Povo Português tem conseguido...
Parece a filosofia da "Banha da Cobra"...
Todos se colocam "com saltos altos"
Esta é a minha opinião...
Tens toda a razão, e se é verdade que falhamos quando nos fizeram acreditar que já estava tudo bem, também é verdade que quando se percebeu que tínhamos de atuar fomos unidos e eficazes. Claro que há exceções mas no geral os portugueses têm estado muito bem.
Isso foi ainda mais notório nesta vaga, conseguimos controlar o que já estava descontrolado, impecável.

Um abraço,
Carrancho
Carrancho
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Mas como PARECE que ninguém liga nenhuma ao que vai acontecendo . Mais uma vez aqui ficam os dados de hoje:
https://www.jornaldenegocios.pt/economi ... s-de-covid
Senhores Administradores podem apagar. Eu limitei-me a dizer o que sinto.
Obs : Não sou filiado em qualquer Partido Politico , nem sequer simpatizante.
https://www.jornaldenegocios.pt/economi ... s-de-covid
Senhores Administradores podem apagar. Eu limitei-me a dizer o que sinto.
Obs : Não sou filiado em qualquer Partido Politico , nem sequer simpatizante.
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Aqui ... é só RETÓRICA.
Não se comenta os bons resultados que o Povo Português tem conseguido...
Parece a filosofia da "Banha da Cobra"...
Todos se colocam "com saltos altos"
Esta é a minha opinião...
Não se comenta os bons resultados que o Povo Português tem conseguido...
Parece a filosofia da "Banha da Cobra"...
Todos se colocam "com saltos altos"
Esta é a minha opinião...
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Em Sentinela do Norte não se conhece nenhum caso e lá sempre andaram livremente sem qualquer proteção. Sem dúvida os mais inteligentes deste planeta, em vez de se confinarem confinaram o resto do mundo.
Um abraço,
Carrancho
Carrancho
Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Qualnhick Escreveu:Compara a California com a Florida.
California com medidas restritivas, mascaras, etc
Florida sem medidas restritivas e sem mascara.
No final das contas vai dar ao mesmo.
A diferença está em baixo ... na destruição economica !
Agora passámos da Espanha e Portugal para a Flórida e Califórnia!! Espera lá que eu já te mostro o que aconteceu em Barbados e na Martinica.. .mas espera sentado!
Responde ao que te perguntei e deixa-te de rodeios... desde o verão Portugal seguiu o caminho que sempre aqui defendeste como o ideal,e deu no que deu, durante alguns dias fomos o pior país do Mundo. Em meados de janeiro fizémos o que sempre defendeste não funcionar, em pouco mais de um mês voltamos a estar no grupo dos melhores... depois podes voltar a falar da Califórnia ou da Madagascar!
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Masterchief Escreveu:artista_ Escreveu:Que já mentiram em muitas situações não tenho dúvidas, no resto eu gosto de acreditar que há muita gente que está lá a dar o seu melhor, seja qual partido for que estiver no poder. O Passos Coelho também chegou ao poder com recurso a mentiras do tamanho do mundo. Não foi ele que derrubou o governo do Sócrates dizendo que «já chegava de cortes e não podia ser sempre os mesmos a pagar»?
Não, não foi. Foi a m... que o sócrates e o PS fizeram..
Se me perguntassem qual seria o político que eu, se pudesse eliminaría da história provavelmente responderia «Sócrates»... mas isso não pode apagar erros e mentiras de outros! Queres mesmo que vá à procura do que o Passos Coelho afirmou quando derrubou o governo ao votar contra o PECIV? ou o que dizia na campanha eleitoral que se seguiu? ... ou também fazes parte do grupo dos que gosta de ser enganado?!
Masterchief Escreveu:artista_ Escreveu:Afirmou também que cortar o subsidio de Natal aos FP «era uma palermice»... e realmente era, porque o que ele fez foi cortar os 2... fez o mesmo que o Sócrates tinha feito uns anos antes, prometer tudo e mais alguma coisa e depois de chegar lá disse que as contas estavam muito piores do que pensava!![]()
É o que todos fazem, infelizmente!
Aqui perdeste-me. Comparar o PPC com o Sócrates é simplesmente desonesto.!
Em relação ao Sócrates já deixei bem clara a minha opinião... mas a mim parece-me desonesto é pegar na pior %%$%&$%& que cá tivémos para camuflar os erros dos outros!
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Marco Martins Escreveu:GaioAzul Escreveu:Portugal precisa duma reestruturação a sério porque é evidente que uma economia baseada no turismo não é solução. Por isso, em vez de andarem a perder tempo com discussões retóricas sem fim no Parlamento, que arregacem as mangas e façam um trabalho à sério seja qual for o partido.
Discutir não leva a nada. É necessária a acção sem esperar pela ajuda da Merkel.
Sim, sem dúvida!
Compreendo que existam muitas variantes no crescimento de um país, mas também existem no crescimento das empresas... mas nada se consegue fazer se não houver um plano de crescimento e objectivos claros...
Mas para isso é necessário os políticos definirem o rumo que querem para o país!
Só sabendo para onde querem ir, conseguirão tomar as medidas daquilo que lhes é exigido sem ficarem dependentes dos outros!
Até lá, será um pouco como dizes... "patinar no gelo..."
Concordo completamente contigo.
[b]"A wise man makes his own decisions but an ignorant man follows the public opinion."
"Our minds seem to like simple categorical ways to divide up information in the world. This is kind of interesting given how terribly complex and nuanced most things are — especially in our social lives." G. Geher
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
yggy Escreveu:GaioAzul Escreveu:yggy Escreveu:Ha mais mortes porque nao fazem mais nada a não ser covid...
É porque o SNS é o pior do mundo...
É porque o lockdown mata mais que não fazer...
ha e tal:
https://www.dn.pt/sociedade/mortalidade ... 76791.html
E agora? Em que ficamos?
Quem não perceber que estamos no meio de pandemia...nem vale a pena discutir...
Ninguém disse que não estávamos no meio duma pandemia! Onde viste isso?
A questão nem é essa. Aconselho-te voltares a ler. Boa sorte!
O que vejo mais da tua parte são criticas e mais criticas...Basta ler todas as tuas afirmações. Eu como não sou especialista nesta materia de saude e de epidemiologia, basta ouvir e seguir os espcialistas que todos os governos seguem. Como podes calcular...não são os teus conselhos que seguirei...
Alias apareces sempre quando isto já está muito melhor...
Podes ir lá para trás ler..
Ok. Então, como já tens toda a análise feita estás de parabéns. Isso é o que acontece com quem só sabe ler na diagonal.
Truth hurts.
Fica bem.
Editado pela última vez por GaioAzul em 19/3/2021 19:21, num total de 1 vez.
[b]"A wise man makes his own decisions but an ignorant man follows the public opinion."
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Re: CoronaVirus, panico justificado...?
Carrancho_ Escreveu:O que relatei passou-se comigo ontem...
O que vejo no histórico das tuas mensagens neste fórum não é a procura de soluções, não passam de destilação de ódio político que não nos serve para nada, não resolve problema nenhum. Toda a tua opinião neste fórum é decapitada de razão e equidistância pela análise desvirtuada pelas lentes da politiquice que não te deixam ver mais além.
Tiveste uma sorte danada. Joga no Euromilhões que és capaz de ter sorte.
Em relação aos comentários não são de ódio politico, são de desilusão mesmo. Não consigo entender como é que os portugueses não conseguem perceber por quem são governados. E muito menos entendo como ainda haja quem defende esta gente. Isso sim, deixa-me além de desiludido profundamente revoltado. Tanta Burrice nunca vi! Não é á toa que não saímos desta m...
Quem está ligado:


